às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

blog soft
Sobre mim

Chamo-me Eugénio Outeiro e nasci na Ilha de Arousa, Galiza, em Abril de 1976. Sou poeta, budista zen, reintegracionista, desenhador web amador, e professor de português. Algumas destas coisas aparecem misturadas de diversas maneiras neste blogue.

Escrevi um modesto livro de poemas, Às Vezes Vida, que a associação cultural Ateneo de Pontevedra teve a bem publicar no verão de 2002, e em julho de 2012 foi publicado o meu segundo livro, Mordida, da mão da Através Editora.

Tento focar a escrita como um complemento de uma prática mais funda e completa: o budismo zen. Pretendo que a poesia seja uma espécie de lupa que me ajude a ver detalhes de que não sou consciente no dia-a-dia.

O meu mestre na prática do zen é Dokushô Villalba Roshi, fundador da Comunidad Budista Soto Zen e do Templo Luz Serena. Também faço parte da Associação Zen de Galiza, de que sou secretário.

Participei durante anos do conselho da Associaçom Galega da Língua (AGAL), no seio da qual tenho desenvolvido o meu gosto pelo desenho gráfico e o desenho web. O portal de blogues que serve de plataforma a este é, por exemplo, da minha responsabilidade. Também é meu o desenho dos sites da AGAL, da Revista AGÁLIA, a loja on-line Imperdível, e dos cursos aPorto, por colocar só aqueles de que me sinto mais orgulhoso.

A única profissão que tenho, porém, é professor de português como língua segunda. Atualmente são os alunos da Escola Oficial de Idiomas de Lugo que têm de suportar as minhas aulas, mas já lecionei nas EOI's de Vila Garcia de Arousa, Santiago e Alacant.

Mantenho este blogue (Intra) desde há já 9 anos, mas para dizer a verdade tenho sido desde aqueles recuados tempos muito pouco constante à hora de atualizar esta janela ao mundo. Atualmente deixo por aqui sobretudo traduções de textos que quero ler e só encontro em inglês. Achei boa ideia traduzi-los para entendê-los melhor eu próprio, e uma vez feito o trabalho, acho que vale a pena ser compartido.

NOTEM: A imagem da ameixieira em flor que encabeça este blogue é da autoria de Weeping Plum, um dos artistas do coletivo Sumie Artists of Canada. O original tinha a assinatura, mas esta foi retirada para evitar confussões sobre a autoria do resto do blogue.

1 comentário

Comentário de: Francisco Rangel Gonçalves de Oliveira [Visitante] Email · http://www.gelderussas.prosaeverso.net
Eu sou Rangel ou gel como gosto de ser chamado!... Apresento com Gel, o poetinha filho de Russas... Meu objetivo aqui é encontrar um caminho para divulgar meus textos fora do Brasil!
Neste ato,anexo um dos meus textos que ja foi publicado aqui no Brasil atraves do Recantos das letras!

Quero Descobrir Teu Corpo,
Quero Descescobri Voce!...

Quero Descobrir Teu Corpo...
Como o poeta que descobre
A essência das palavras.
Quero descobri teu ser
Em partículas e átomos.
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...
Em um nu não explicito,
Mas em um nu angelical.
Quero sobrepor tuas muralhas,
E teus labirintos.
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...
Submerso em águas rasas,
Para não perder a tua silueta.
Embaixo dos lençóis,
Para fugir do frio e da solidão.
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...
Antes, bem antes...
Antes que seja dia,
Antes que seja noite,
Antes que seja tarde...
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...
Como um viajante universal.
Chamar-te de corpo celestial,
Estrela ascendente e de luz.
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...

Quando sede sentir,
Saciar-me-á a sede de ti.
Quando fome sentir,
Cevar-me-á a fome de ti.
Quero descobrir você...
Quero descobrir teu corpo...

Quando perdido estiver,
Nortearei meu rumo em ti.
Quando exausto estiver,
Repousarei em teu colo.
Quero descobrir você...

Quero descobrir teu corpo...

Descansarei vivo e em paz.
Descobrirei em meus sonhos...
Amarei você...
Assim como eles me revelarem...
Quero descobrir você...

Descobrirei teu corpo,
Descobrirei a tua existência,
Descobrirei o teu amor...
Descobrirei a tua essência,
Descobrirei você...

Descobrirei a razão da minha vida...
Serei quântico, transcendental,
Lógico, físico e imortal.
Serás infinitamente minha,
Serei eternamente teu.
De forma eclíptica em seu
Apogeu, apoteótica...
O sol sobre a lua
Eu sobre você...



Com Carinho... Francisco Rangel
Rio de Janeiro, 04/02/00
17-06-2012 @ 23:10

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