às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

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O dia que Rubens apanhou por engano o pincel de Picasso (As três graças de Avignon)

Continua:

Como dizia Cioran, um obra não está acabada quando está perfeita, mas quando já simplesmente estamos fartos dela. Hoje dei-lhe bastantes voltas a esta, e ainda que não a veja acabada, acho que já não posso dar-lhe mais nada. Publico-a já, portanto.

Os originais de que parti:

- As três graças de Rubens

- Les Demoiselles d'Avignon de Picasso

- Uma paisagem de Picasso

- Duas mulheres correndo de Picasso (para o fundo)

- A mulher flor de Picasso (um simples detalhe)

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