às vezes penso isto

    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)
    • Apartar a vista da verdade nunca é bonito (09-03-2012)

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Momo

Momo

Nem saberia dizer muito bem porque é que me vêm a cabeça estas imagens ao lembrar do livro de Michael Ende. Li há muito tempo, em criança, e agora recolho vagamente sensações e conceitos em abstracto. Algo de relógios, homens cinzentos e suponho que algum capítulo em que tudo acontecia devagar. Não saberia falar exactamente da história. Mas acontece que tentei concretizar em imagem o tédio de uma tarde inteira perante o computador e, quando estava para acabar o desenho, faltando apenas o fundo, veio-me à cabeça esse título, Momo, e soube que o fundo não podia ser senão cinzento.

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Estreio categoria

Ultimamente não me apetece muito escrever. Apatece-me mas é pintar, e como não saberia que fazer com um pincel na mão, emprego o computador, que é o que sei fazer. Por isso estreio hoje e com esta entrada uma nova categoria para o blogue: pintamentos (como não me apetece escrever, também não se me ocorre nada melhor). Estreio com o seguinte desenho, refazendo um outro que o Vítor me encarregou para o Portal, e que sairá no dia 24 (acho).

Técnica: pixel sobre pixel

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