às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

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Esqueletos

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Às Vezes Vida

Às Vezes Vida, o meu primeiro livro de poemas. O original foi publicado pelo Ateneo de Pontevedra na primavera de 2002, com ilustrações de Elke Arfsen. A presente edição é de responsabilidade única do próprio autor, dez anos depois.

Um presente...

A última entrada do blogue, como foi dito em comentários, foi inspirada por um texto de Joan Fuster do seu Dicionari Per a Ociosos. Estive ontem a fazer a tradução do texto em questão, e disponibilizo-o agora em formato .pdf para fazer a descarga. É só clicar aqui.