às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

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Esqueletos

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Verso morto

Neste vasto reino
quem entende o meu Zen?
Mesmo se o mestre Kidô aparecesse,
não valeria um céntimo!

Tradução do inglês a partir do trabalho de John Stevens. Wild Ways, White Pine Press, 2003, USA. Ilustração: Ikkyû crava os olhos nas montanhas, Ikkyu Shokoku Monogatari Zue. 1836.

(Ikkyu Sojun)

Auto-retrato

A longa espada lampeja contra o céu,
o meu esqueleto exposto para todos verem.
Sou elogiado como um general do Zen
que provou o sabor da vida e desfrutou o sexo a fundo!

Tradução do inglês a partir do trabalho de John Stevens. Wild Ways, White Pine Press, 2003, USA. Ilustração: retrato de Ikkyu pelo seu discípulo directo Bokusai.

(Ikkyu Sojun)

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