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    Revista A Malha Nº 1

    Cursos 2019-2020

    Defendamos o Minho

          Busca

        Palestra sobre sindicalismo.

        29-06-20

        Retomamos nesta sexta-feira 3 de julho esta atividade que Processo Trevinca e Causa Galiza suspenderom justo antes da quarentena. Lembramos que falará a sindicalista da CIG Carme Antas.

        Escrito ?s 10:30:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 27 palavras, 132 views     Chuza!
        Lume antifascista

        19-06-20

        Diante do fascismo há que responder. Este ano nom haverá fogueiras mas os nossos fachos manterám o lume aceso. Participa nesta convocatória aberta na prévia da noite do lume novo.

        Lembra concentraçom na praça Maior de Lugo às 20h30.

        Organiza-te e luita contra o fascismo

        lugoantifascista@riseup.net

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        por SCMadiaLeva   , 46 palavras, 76 views     Chuza!
        Serviços informáticos no centro social

        11-06-20

        Escrito ?s 13:08:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 0 palavras, 57 views     Chuza!
        Combate o fascismo.

        04-06-20

        Esta foi a última edição do cineclube. Resgatamos agora os conteúdos para homenagear George Floyd e a revolta negra. Preme na imagem para aceder ao conteúdo.

        Aqui e em todos os lugares morte ao fascismo!

        Escrito ?s 13:32:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 35 palavras, 73 views     Chuza!
        A Malha. Revista do centro social Nº 1

        03-06-20

        O surto da COVID-19 apanhou o nosso Centro Social imerso numha intensa campanha de trabalho.

        Entre as muitas atividades preparadas estava programada a apresentaçom da publicaçom da revista A Malha, umha nova proposta comunicativa dedicada à reflexom sobre temáticas tratadas em diferentes atividades realizadas no Centro Social e que achávamos merecedoras de maior difusom; do mesmo modo que acontece no C.S. Mádia Leva, entendíamos que a revista podia ser também mais um espaço para dar voz aos muitos coletivos que participam e partilham o espaço social e de luita de que fai parte o Mádia Leva.

        Três meses depois, decidimos disponibilizar A Malha no espaço virtual. É por isto que os conteúdos precedem a pandemia sanitária mundial, um facto que, paradoxalmente, pom de manifesto a atualidade da nossa proposta que teima, desde há mais dumha década, no trabalho coletivo e comunitário como ferramentas para a construçom dumha alternativa popular e nacional à barbárie.

        Em breve, poderás fazer-te com o teu exemplar impresso no C.S. mas, por enquanto, podes ler A Malha premendo na imagem.

        Escrito ?s 12:23:00 nas castegorias: material, album
        por SCMadiaLeva   , 174 palavras, 54 views     Chuza!
        Mural de Carvalho Calero

        03-06-20

        A jornada do sábado figemos um novo mural nas ruas de Lugo. Este ano a Real Academia Galega dedica-lhe o dia das letras a Ricardo Carvalho Calero. O homenageado era reintegracionista. Ou seja, defendia que o galego e o português som duas variantes da mesma língua e que, com as suas particularidades, devem ser escritas de jeito similar.
        Muitas outras autoras e autores tenhem defendido a unidade linguística galego-portuguesa ao longo da história, como Joám Manuel Pintos, Manuel Murguia, Afonso Daniel Castelao, Vicente Risco, Álvaro Cunqueiro, Ramom Outeiro Pedraio, Antom Vilar Ponte, Eduardo Pondal, ... É mais, actualmente, o reintegracionismo continua a crescer na Galiza.
        Com este mural queremos contribuir a dar a conhecer o que realmente defendeu, precissamente isso que nom che querem contar de Carvalho Calero.

        Escrito ?s 12:22:00 nas castegorias: murais, album
        por SCMadiaLeva   , 127 palavras, 40 views     Chuza!
        Vox fora das ruas de Lugo! Ergamos umha muralha antifascista

        22-05-20

        Diante da manifestaçom convocada por Vox para o 23 de maio queremos manifestar:

        O governo espanhol permite a expansom da ultradireita mentres nega o direito à manifestar-se às diferentes expressons dos movimentos sociais, como foi o caso recente do sindicalismo galego. Esto confirma a repressom encuberta deste estado de alarma.

        Denunciamos a presença do fascismo nos nossos espaços públicos, nom podemos normalizar o seu discurso machista, xenófobo, homófobo e antigalego. Aproveitam esta crise sanitária e económica para tratar de espalhar o seu ódio.

        A liberdade de expressom e os direitos nom som os mesmos para todas. Quem leva a bandeira espanhola pode cuspir qualquer burrada pola boca. Eles nom sofrem a violência policial nem a censura, ao contrário levam mais minutos no seu "telelixo".

        Dim defender a liberdade quando a sua ideologia representa justo o contrário: perseguir às pessoas imigrantes, ilegalizar os partidos independentistas, derogar as leis de memória histórica ,pôr fim ao direito ao aborto, negar a violência machista...

        Hoje, coma onte, o povo galego fará-lhe frente ao fascismo. Desde a nossa associaçom fazemos um chamamento ao povo de Lugo para organizarmo-nos. Olhar para o lado é cometer um erro que podemos pagar mui caro.É preciso organizarmos mecanismos de resposta antifascista na nossa cidade e deixar claro que os valores representados por estes grupos estám mui longe dum modelo de sociedade ao serviço das classes populares que precisamos construir.

        Animamos a pendurar a bandeira galega nos nossos balcons como mostra do rejeitamento rotundo diante do avanço da ultradireita.

        Escrito ?s 19:59:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 248 palavras, 106 views     Chuza!
        Novo horário local

        18-05-20

        Informamos que o local abrirá as terças-feiras (martes) e as sextas-feiras (venres) de 19h30 a 21h00 para consultas e gestons. Sempre mantendo todas as normas de segurança e higiene e respeitando os límites de aforo marcados.
        Assim mesmo informamos que os cursos nom voltarám polo menos até depois do verao e vendo como evoluciona a pandemia.

        Escrito ?s 13:29:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 56 palavras, 103 views     Chuza!
        Carvalho Calero comunicado conjunto

        17-05-20

        O Mádia Leva! , junto com a Gentalha do Pichel, a Galleira a Fundaçom Artábria, o Fuscalho, o Quilombo, o Faísca e o Colectivo Terra, tinhamos preparado um tríptico sobre a figura de Carvalho Calero para repartir entre as estudantes dos liceus da Galiza. A situaçom de confinamento impediu-no-lo, mas partilhamos aqui o nosso texto:

        CARVALHO CALERO E ISSO QUE NOM CHE QUEREM CONTAR DEL

        Como pode ser que demorassem 30 anos desde a sua morte em dedicar-lhe o dia das letras galegas ao primeiro catedrático de Língua e Literatura Galega da história? Talvez a sua produçom literária nom foi mui importante? Nove livros de poemas, oito peças de teatro, oito romances e inumeráveis ensaios de temática literária, filológica e sociolinguística de grande qualidade parecem apontar o contrário. De feito, Carvalho Calero foi sempre finalista na eleiçom da pessoa homenageada no dia das Letras Galegas desde 2014. Sempre perdeu, até este ano.

        A razom pola que a Real Academia Galega demorou tanto em dedicar-lhe o dia das letras é porque Ricardo Carvalho Calero era reintegracionista. Ou seja, defendia que o galego e o português som duas variantes da mesma língua e que, com as suas particularidades, devem ser escritas de jeito similar. E isto é um problema no seio da RAG, onde há gente que defende a sua figura (sem por isso defender a sua visom linguística) e outra que directamente a repudia.

        Carvalho escrevia do mesmo jeito que está escrito este texto. Fazia-o nom só por umha razom práctica (gozar da possibilidade de aceder a umha comunidade linguística de mais de 300 milhons de pessoas em todo o mundo), mas também por umha razom filológica: queria escrever o nosso idioma atendendo à etimologia das palavras, à sua origem. Nom che parece estranho que umha palavra que vem do grego "ge", terra, e "grapho", gravar, seja escrita em alemám "geographie", em francês "géographie", em catalám e em italiano "geografia", em castelám "geografía" e em galego "xeografía". Em que momento da "evoluçom" linguística galega o g se transforma em x? A resposta é... em ningum.

        Como sabes, o idioma galego nom se escreveu durante 500 anos, os Séculos Escuros, e, quando se voltou a escrever, as escritoras que o fam escrevem com a ortografia em que foram alfabetizadas, é dizer, a castelá. Por isso nom usam as letras ç, j, ou os dígrafos nh ou lh, que che soaram de vê-los em textos medievais nas aulas de língua galega. Vestem o galego com as roupas castelás, entre outras cousas, porque a maioria de textos medievais galegos eram desconhecidos e guardam-se fora da Galiza actual. Para Carvalho e as reintegracionistas, escrever como o faziam significava reivindicar umha língua autónoma e com continuidade histórica. A RAG, da que el fazia parte desde os anos 50, joga um papel fundamental no estabelecimento da outra normativa na década de 80. Houvo muito debate naquela etapa, mas a postura de Carvalho perdeu e el e as reintegracionistas acabarom marchando. E daí vem o conflito.

        Provavelmente muitas das cousas que acabas de ler já as sabias. Melhor ou pior explicadas, venhem nos livros. Com certeza também escuitache isso de que os livros os escrevem os ganhadores, e Carvalho nom foi um ganhador. De feito, umha das partes mais importantes da sua biografia é que tomou partido, de maneira decidida, polo bando republicano na Guerra Civil. Estava em Madrid, presentando-se às oposiçons a catedrático de ensino secundário, quando tivo lugar o golpe de estado do 1936, e participou na defesa dessa cidade como miliciano. Ascendeu a oficial e foi detido em 1939 e condenado à prissom. O habitual na sua situaçom teria sido ser condenado a morte, mas a sua família tinha um contacto dentro do régime que o evitou. Quando ficou livre, conseguiu um trabalho no colégio privado Fingoi de Lugo, pois o ensino público estava-lhe vetado. Viveu muitos anos da dictadura em liberdade controlada. Este compromisso antifascista também resulta incómodo para quem teima em ignorar as demandas de democratizaçom das estruturas do Estado, absolutamente continuistas depois da morte do dictador, que mesmo designou o Jefe do Estado, esse ao que agora lhe atoparom umhas contas em Suíça.

        A biografia de Carvalho já a conhecerias, mesmo pode que nalgum exame che perguntassem por ela. A incomodidade que desperta seguro que já a intuías. Talvez também intuas outra cousa que os livros nom acabam de contar bem. E é que essa "teima" sua por "escrever diferente" nom foi umha anedota do final da sua vida. Muitas outras autoras e autores tenhem defendido a unidade linguística galego-portuguesa ao longo da história, como Joám Manuel Pintos, Manuel Murguia, Afonso Daniel Castelao, Vicente Risco, Álvaro Cunqueiro, Ramom Outeiro Pedraio, Antom Vilar Ponte, Eduardo Pondal, ... É mais, actualmente, o reintegracionismo continua a crescer na Galiza, porque tem um sentido histórico e porque tem um sentido linguístico. Para as pessoas reintegracionistas o galego é a nossa língua e reivindicariamos o seu uso ainda que fossemos só dous milhons de falantes no mundo. Com a mesma dignidade que as falantes do mapuche, do inglês, do suaíli ou do abinomn. Mas o caso é que o falamos 300 milhons, e nom queremos que nos fagam renunciar a isso.

        Com as nossas diferenças, o galego fai parte dum conjunto de variantes linguísticas que se falam em muitas partes do mundo. Existem menos diferenças entre o português do Brasil e o galego que entre o árabe que se fala em Marrocos e o que se fala na Palestina. Ou entre o espanhol que se fala em Andaluzia e o que se fala em Puerto Rico, mui contaminado pola pressom do inglês. Às vezes a incompreensom também vem derivada da incomunicaçom. Por isso o PP leva anos a negar a possibilidade de receber televisons portuguesas e brasileiras na Galiza. Nom penses que som melhores que as espanholas, mas som diferentes. Dumha banda, quase nom se escuita nelas o castelám. E doutra, nom estám ao serviço do projecto nacional espanhol. É mais do que se pode dizer da actual TVG.

        Mas voltando a Carvalho. Todo isto que acabas de ler é só o prólogo do que realmente che queriamos dizer neste pequeno tríptico. Dim que os livros os escrevem os ganhadores, sim, mas este textinho está escrito por um conjunto de colectivos que defendem as mesmas ideias sobre a língua que Carvalho Calero. E isso, precissamente isso, é o que nom che contam de Carvalho. Que as suas ideias reintegracionistas prendérom em pessoas e colectivos de toda a Galiza. Em escritoras como Charo Lopes, Séchu Sende, Susana Sánchez Arins, Teresa Moure, Marcos Abalde, em editoriais como Através, Ardora ou Abrente, em associaçons linguísticas como a AGAL e a Associaçom de Estudos Galegos, em bandas de música como Caxade, Liska!, Os Novos, Rebeliom do Inframundo, Tecor Societário, The Brosas, em cantoras como Ugia Pedreira, em jornais como o Galiza Livre, o Diário Liberdade, ou o Novas da Galiza, em iniciativas desportivas como a Liga Gallaecia de futebol gaélico, em projectos educativos como as Escolas de Ensino Galego Semente, e em centros sociais e associaçons como o Faísca, de Vigo, o Fuscalho, da Guarda, o Gomes Gaioso, da Corunha, o Mádia Leva!, de Lugo, a Revolta do Berbés, de Vigo, o Pichel, de Compostela, Xebra!, de Burela, e Artábria, de Ferrol. Nos colectivos que assinamos estas linhas e em muitas outras pessoas e iniciativas que, com certeza, esquecemos.

        Reivindicamos a figura de Carvalho polo seu compromisso com o galego, com a Galiza e com o antifascismo. Longe de mitificaçons, mas como mais umha referência que nos situa numha corrente histórica de longo percorrido. A vitória de Carvalho é a das ideias. As que agromam e se transformam em feitos. As que sustentam vidas mais livres e pulam por ganhar o futuro. E isto é o que nom nos contam sobre Carvalho, que por aqui anda, entre nós...

        "Ainda que vivim pouco, muito sonhei"

        Ricardo Carvalho Calero

        Podes aprender mais sobre Carvalho Calero e o reintegracionismo em:
        https://issuu.com/fromgaliza/docs/caderno-conhecermos-carvalho
        https://issuu.com/gentalha/docs/faq

        Escrito ?s 14:21:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 1317 palavras, 45 views     Chuza!
        Apoia os centros sociais

        30-04-20

        Os Centros Sociais precisamos do apoio de todas aquelas pessoas que acreditam na construçom nacional.

        O fechamento dos nossos espaços físicos está a mermar a nossa já precária situaçom económica.

        Fai-te sócia. Fai a tua achega. Quando todo passe, participa das nossas atividades.

        Para associar-te ao Mádia podes escrever para o correio madialeva.gz@gmail.com ou podes fazer a tua achega no número de conta ES63-3070-0001-2760-8633-2522

        Por 10, 100, 1.000 Centros Sociais

        #NomNosFeches

        Escrito ?s 13:24:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 68 palavras, 141 views     Chuza!

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