11 de julho

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Foliada despedida cursos.

03-07-15

A quinta-feira dia 9 no centro social foliada a partir das 20h30 para despedir os cursos por ferias de verao. Ainda que alguns,como pandeireta e dança ainda continuam durante este mês.

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Jantar de Irmandade

27-06-15

Achega-se o Dia da Pátria Galega e voltamos a organizar mais um jantar popular no marco do Festival da Chaira. Será o dia 11 de julho. Ide fazendo reserva.

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Obradoiro plantas medicinais

24-06-15

O dias 27 e 28 de junho organizamos um obradoiro para conhecer as plantas medicinais do nosso entorno.Também conheceremos as prantas do Sam Joám.
O preço é de 22 euros (20 euros sóci@s do centro social) Inscriçons no nosso mail ou no tlf.687913857.

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Lume novo 2015

18-06-15

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Segunda quinzena junho.

18-06-15

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18 junho: palestra-debate sobre Brasil com colaborador do MST

15-06-15

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Sexta 19 de junho. Grupo de estudos.

15-06-15

Esta sexta-feira dia 19 de junho continuando co ciclo de debates dobre democracia directa debateremos sobre o texto de Alain C. "O impasse cidadanista.Contribuiçom para a crítica do cidadanismo ". A sessom será às 21h00 no Mádia Leva! com ceia prévia.

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Encontro derrubando fronteiras.

11-06-15


DERRUBANDO FRONTEIRAS

O 15 de junho é o Dia Internacional polo Peche dos CIE, Centros de Internamento de Estrangeiros. Centros de amoreamento de pessoas onde, por lei, se pode estar até 60 dias esperando umha suposta deportaçom que, muitas vezes nom se levará a cabo, e que as deixa numha situaçom de ainda maior vulnerabilidade, ao impedir a sua regularizaçom. As condiçons nesses centros som infra-humanas e se exercem sobre pessoas que cometem umha única falta: carecer dum papel que as convirta em residentes neste pais. Estamos pois, diante dumha repressom racista. Umha fronteira que deveriamos derrubar.
Mas as fronteiras vam além dos próprios CIE. Dia trás dia, as pessoas imigrantes estám sendo submetidas a redadas e identificaçons arbitrárias pola sua aparência ou cor de pele. Redadas que se estám executando inclusive nos próprios domicílios.

Nom nos podemos esquecer da Fronteira Sul, das valas de Ceuta e Melilla e as ilegalidades que está cometendo o governo coas expulsons chamadas “em quente” que nom som outra cousa que expulsons ilegais. Com todo isto, está-se conseguindo a expulsom indiscriminada de pessoas, evitando assim conceder asilo às que chegam fugindo dumha morte segura nos seus países; muitos deles em conflitos bélicos.
Temos outra fronteira fortemente armada nas deportaçons de populaçom imigrante. O governo do Estado Espanhol e grandes empresas estám-se lucrando cos respectivos voos de Deportaçom. Empresas do grupo Globalia, ao que pertencem Air Europa, Viajes Halcón, Viajes Ecuador, Travelplan ou Pepe Phone... som parte de toda esta trama do governo que aprovou pagar a essas empresas algo mais de 12 milhons de euros para este ano e o seguinte em conceito de voos de deportaçom.
A repressom à que é submetida a populaçom imigrante tem outras fronteiras que se volvem invisíveis. A vulneraçom dos seus direitos sociais: no território há múltiplas fronteiras legais que amparan a denegaçom sistemática dos direitos básicos, obrigando as pessoas migrantes a transitar por um labirinto burocrático com altas doses de racismo e xenofobia:
-A exclusom sanitária das pessoas migrantes em situaçom de irregularidade administrativa, provávelmente seja a maior e a mais ruim eliminaçom de direitos básicos que se tenhem produzido no Estado Espanhol nestes últimos anos.
- Resulta muito preocupante também o aumento dos casos de exploraçom laboral do coletivo d@s trabalhador@s migrantes, de forma concreta no ámbito do emprego doméstico; ainda que também em sectores como a hotelaria, o sector pesqueiro ou o agro-gadeiro. Condiçons indignas e de exploraçom resguardada nas sucessivas reformas laborais do governo neoliberal.
-Engadido a esta situaçom, e como um outro exemplo destas fronteiras interiores temos as restriçons que se imponhem às persoas migrantes à hora de aceder a estas prestaçons sociais. A Xunta impide o acesso à RISGA às pessoas que carecem de documentaçom, injustiça que levamos tempo denunciando, e que a aprovaçom da nova Lei de Inclusom Social de Galiza nom só nom mudou senom que vem impor novos atrancos.

Derrubemos as fronteiras que nos separam. Os seres humanos somos todos um. Nom importa procedência, cor, religiom. Nenguma pessoa é ilegal! Nom mais repressom à populaçom imigrante!

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Grupo de estudos. Sexta 5 de junho.

04-06-15

Esta sexta-feira dia 5 de junho continuando co ciclo de debates dobre democracia directa debateremos sobre o texto de Anton Pannekoek "os conselhos obreiros". A sessom será às 21h00 no Ateneu A Engranaxe com ceia prévia.
Pannekoek (1873-1960) foi um astrônomo e teórico marxista neerlandês. Ele se torna o teórico dos conselhos operários e um dos principais representantes do chamado comunismo de conselhos. A visom de Pannekoek da Revoluçom Russa é a de que, ela se caracteriza por ser uma - contra-revoluçom burocrática - que criou um regime denominado por ele como capitalismo de estado. A tese básica de Pannekoek é retomada de Marx: "A emancipaçom dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores" e os conselhos operários som os orgaos do processo revolucionário e da nova sociedade fundada na autogestom.

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Em lembrança de Suso/Susana do Páramo. 23-5-15

01-06-15

Publicamos a seguir alguns dos textos dedicados a Suso na homenagem no passado dia 23 de maio.

NA LEMBRANZA (feliz) DE SUSO DE PÁRAMO
Mero (Baldomero Iglesias), compoñente do grupo de música galega “A Quenlla”.

Coñecín e precieime de saber a Suso do Páramo.
Aínda xantabamos xuntos moitas veces no Breogán
cociña solemne de calquera mesa normal e familiar.
El, habitando a reflexiva súa soidade desde a dor
na que perdido, aloumiñaba soños e buscaba
esa tola definición –norte/sur, día/noite, negro/branco,
home/muller, sol e sombra, doce, amargo-
que nunca entenderemos e que sempre nos persigue
e escapa da razón ao noso ego.
Abrumado nos silencios, tentou determinar o mundo,
necia idea, que nos oscupa e que nós, nunca ocupamos.
Esta terra que nós somos é a nosa esencia,
a paisaxe veloz que sempre ao lonxe nos eleva.
E estamos brevemente ocupados nos días de subir e baixar,
ocupados na tarefa imposible de comprender o tempo,
de sabernos a nós no medio das ausencias e nostalxias,
na fonda amargura das distancias e lamentos.
E non damos máis, non podemos atender tanto rancor,
tantos odios que nos sublevan, e que encirraron
tantas rebelións desde a sua palabra, o seu sosego.
Foi connosco, coas causas que defenden dignidades
diante o abuso, só coas verbas e os silencios
sen as armas de matar que nos abafan amenceres;
nos seus días proletarios, da vida común ao andar con xeito,
ir no camiño percorrendo distancias, de vagar
moi a modiño, poñendo as cousas no seu sitio.
Sen máis lerias entendiamonos ben, xa desde a ollada.
E hoxe, aínda hoxe, busco no Breogán o seu espazo
o seu rostro favorable ao meu abrazo!
E busco a súa vitoria, a súa conquista en poesía.
A verdade é o seu triunfo, a súa conquista,
… e é a nosa tamén, en referencias e aromas
en desexos de lembrar, hoxe, un amigo!

Feita para o acto de homenaxe a Suso, no Madia-Leva
Mero, 21 de maio do 2015

A LOITA CONTINUA
Claudio Rodriguez Fer

Dende a memoria da licenciada e arquiveira
Juana Capdevielle, esposa do gobernador
Republicano Francisco Pérez Carballo,
E da mestra Mercedes Romero Abella,
Esposa do socialista Francisco Mazariegos,
Que en 1936 foron secuestradas na Coruña,
Tras ser fusilados os seus homes,
E apareceron torturadas, violadas e asasinadas
En senllas cunetas da España de Franco,
Contra a barbarie,
A loita continúa,

Dende a memoria do editor Ánxel Casal,
Alcalde galeguista de Santiago de Compostela,
Detido nunha aldea de Arzúa
E paseado nunha virada de Cacheiras,
Que algún día florecerá cos libros
Queimados e nonnatos,
Contra a incultura,
A loita continúa.

Dende a memoria da familia socialista Bilbatúa
E da familia comunista Araújo Conde
(Un membro da cal apareceu paseado
Coa lingua curtada e metida nun peto),
Dezmadas nos masacres de Vigo
Que inzaron de sangue o Cabo Silleiro,
O cemiterio de Cabral e a curva de Puxeiros,
Contra a intolerancia,
A loita continúa.

Dende a memoria de Alexandre Bóveda,
Fusilado no alto da fraga da Caeira,
E que antes de morrer escribiu
Que soamente “Quixen facer ben,
Traballei por Pontevedra, por
Galicia e pola República”
E que o condenaba “o trabucado xuízo dos homes
(Que eu perdoo e todos debedes perdoar)”,
Contra a violencia,
A loita continúa.

Dende a memoria da familia exterminada
Do comunista Benigno Álvarez,
Ou da conciencia de Marcial Valente,
Un dereitista cristián que se negou
A participar nas sacas e paseos de Ourense,
Polo que foi detivo e arrestado,
Pero a quen nunca se puido encarcerar
A xerminal poesía da dignidade
Que había de agromar nun fillo seu,
Contra a represión,
A loita continúa.

Dende a memoria do albanel anarquista
Luís Souto Neira,
Mutilado e asasinado en Lugo,
Ou do médico masón Rafael de Vega Barrera,
Acusado pola envexa
E fusilado polo terrorismo de estado,
Contra a insidia,
A loita continúa.
Dende a memoria das mulleres e homes
Asasinados na matanza de Montecubeiro
E nos masacres da Guarda e de Tui,
Que encheron de sangue toda a terra
Entre a montaña e o mar,
Ou na redada Brandariz, tramada para acabar
Cos círculos ácratas da Galicia libertaria,
Contra o odio,
A loita continúa.

Dende a memoria dos fuxidos
Polos montes e polos mares
E dos agachados
Nos tobos clandestinos
Que se opuxeron á tiranía,
E que caeron acosados,
Contra a opresión,
A loita continúa.

Dende a memoria dos obreiros
Amador Rey e Daniel Niebla,
Abatidos a balazos
Pola policía franquista
Cando reclamaban melloras salariais
No Ferrol do patrón da patronal,
Contra a inxustiza,
A loita continúa.

Dende a memoria de cada acto
De guerra e de posguerra,
De tortura, de censura,
De depuración, de exilio,
De humillación e de esquecemento
Padecidos polos que sufriron,
Sufrimos e sufrirán aínda o mal
De mil novecentos trinta e seis,
A loita continúa.

Poema que Claudio recitou entre outros no acto de homenaxe a Suso


VIVIREMOS NA FLORESTA

Viviremos na floresta
rodeadas de animais
que reciclarám o lixo
mas non irán á despensa;
teremos a nosa cama
xunto dos nobres carballos,
quentaremos a lareira
que faremos de arxila;
queimaremos xestas, uces,
toxos e tamén carqueixas.
Coidaremos os coellos,
as galiñas e as ovellas.
Os abellóns andarán
á beira da nosa casa
e polinizarán todo
canto rodee o lar noso.
Iremos da biblioteca
para a alcoba e a cociña.
E cando chova ben forte
andaremos baixo as pólas,
anfitrioas de animais
que fuxindo da humidade
e guiados polo cheiro
que sae da comida quente
pasarán días con nós.

Poema de Suso do Páramo, 2014
Lido por Isidro Novo no Madia Leva
23-5-2015


COMO RUXIRÁN OS PAXAROS…

Como ruxirán os paxaros
debaixo das cerdeiras
que medrando desde o chao
buscan a luz do sol
Sobre das outras árbores
dando vermello e branco.
E polos verdes carballos
e os xa vellos castiñeiros
haberá niños cantando
con cambio de horas e sons.
Así se formarán boscos
en anos cheos de vida
que a brutalidade desfai.
As abellas polinizan,
os paxaros gardan gra
e os roedores tamén.

Poema de Suso do Páramo, 2015
Lido por Isidro Novo no Madia Leva
23-5-2015

Escrito às 17:45:19 nas castegorias: album
por SCMadiaLeva Email , 1000 palavras, 118 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!

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