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    Revista Nº 32

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        SAAMASAS, UMHA NOVA AGRESSOM AO MINHO.

        SAAMASAS, UMHA NOVA AGRESSOM AO MINHO.

        24-01-19

        Recolhido na revista 32 do Mádia Leva! Outubro-Novembro-Dezembro 2018

        Neste número queremos denunciar mais umha agressom ao Minho a poucos metros do dique que pretendiam construir e que a pressom popular paralisou. Na mesma zona que sufriu também as agressons da construçom do hipermecado e a da gasolineira, chega agora umha nova urbanizaçom que ocupará umha superficie total de 76.923?45 m2
        Para entendermos este projeto há que falar do Plan Xeral de Ordenación Municipal . No 2006 esse PXOM co governo de Orozco aprova-se e no mês de fevereiro é exposto ao público. Estamos nos anos de auge da bolha imobiliária prévios à crise. Co apoio do PSOE e PP, as empresas da construçom desenham um plano conforme aos seus interesses que desenha um Lugo para 340.000 hab. (no que colheria toda a populaçom da provincia). Começa entom a artelhar-se umha resposta social e o PXOM recebe até 6500 alegaçons. A luita contra a especulaçom urbanística nesses anos tem o seu maior exponente na defesa do Parque Rosalia contra as torres do Garanhom, hoje ainda visíveis embora as sentenças judiciais que ordeam o seu derribo. O PXOM aprovará-se em 2011 ficando só um 5% pendente do visto bo da Xunta.
        Este projeto de Saamasas incluido no PXOM será aprovado pola junta de Governo Local em 2014. Mas a crise, como os mesmos proprietários das fincas reconhecem, freou a urbanizaçom e agora semelha ser o momento de retomar projetos imobiliários. Este em concreto à beira do Minho e metido na cidade é, como apareceu num titular de La Voz de Galicia, o "futuro Lugo vip". 90 chalets e 80 pisos com fabulosas vistas. De novo o negócio duns a costa da maioria.
        O projeto é dirigido pola arquiteta Carmen Viño Vila da empresa KM arquitectos Viño López É umha obra que nasce com irregularidades e com favores do Concelho (rebaixa na contia do aval). De momento estám na fase de preparar os terreos para dous tipos de compra , umha a particulares que depois constroem pola sua conta ou que seja através da futura promotora. De momento já chamam a atençom as primeiras intervençons co desvio de regatos e tala de carvalhos.
        Diante destas grandes obras nom é doado intervir: pola duraçom de todo o processo, pola extensom do expediente , praços de recursos, alegaçons? Fica claro que a única possibilidade de agir contra estas arbitrariedades e por freio a construtores e Concelho, é faze-lo desde a coperaçom entre coletivos e vizinhança.

        Escrito ?s 19:14:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 397 palavras, 4 views     Chuza!

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