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        COVID 19 SANIDADE

        COVID 19 SANIDADE

        16-04-20

        Deixamos a seguir umha reflexons desde a quarentena .

        A Sanidade
        Antes de entrarmos no assunto da famosa pandemia, poderiamos dar um repasso a como está a nossa Sanidade, essa que está a receber tantas flores e tantas louvanças estes dias, ponhendo a Seguridade Social Espanhola como das melhores do mundo.
        O certo é que Galiza foi umha das primeiras Comunidades que começou a privatizar todo o sistema sanitário.
        No 1986 o PSOE promulga a Lei Xeral de Sanidade pola que se externaliza/privatiza a Seguridade Social.
        O PP aprovou umha lei estatal que continuou a regular todo este processo privatizador foi a 15/97, assinada também por: PSOE, Coalición Canaria e PNV.
        No 1990 sendo Conselheiro de Sanidade Romay Beccaria, Galiza foi pioneira no assunto dos concertos de hospitais privados, através das fundaçons. Precisamente a Fundaçom do Hospital de Verim de 1995 foi o primeiro caso da posta em marcha dum modelo de gestom privado.
        A dita lei geral permite que umha empresa privada se faga com o controlo e os benefícios dum hospital construido com fundos públicos. Mas além dessa privatizaçom, pode-se dizer completa, há outras privatizaçons parciais; limpeza, cocinha, cafeteria, cita prévia, certas analises? A Sanidade como negócio e nom como um serviço público, a inversom em Sanidade tratada como gasto nos orçamentos do Estado.
        E daquelas chuivas vinherom estas lamas ou como se diga. E agora quando há um problema sério em saúde comprovamos que o nosso sistema sanitário nom serve.
        Estamos a olhar que temos na Galiza hospitais privados sostidos com fundos públicos e que nom estám a solucionar o problema endémico, porque tenhem camas livres; há atualmente 7500 camas públicas e 2300 privadas. E mentres o Governo Central, e o exército fam propaganda e constroem (é um dizer) hospitais de campanha na Corunha e Compostela. No último ano a Xunta recortou na Galiza 450 camas hospitalárias, 513 vagas de médicas e 184 de enfermeiras, em total 1121 profissionais sanitárias menos.
        Precisamos umha Sanidade Nacional, pública, de qualidade, gratuita. Precisamos que toda essa rede de hospitais privados concertados e Fundaçons seja nacionalizada, integrando umha única rede pública.
        Precisamos umha gestom galega dos recursos sanitarios, para ajeita-los à nossa realidade sociológica e geográfica, sem estar pendentes dos critérios e decisons de Madrid.
        Mais umha vez demostrou-se que a Autonomia, a Xunta, a Consellería de Sanidade, nom solucionam os nossos problemas, que nestes tempos de crise o que estám a fazer o Governo de Espanha e o Governo de Galiza é culpar-se um ao outro e passer-se as responsabilidades mutuamente. A Xunta tinha e tem competências plenas em Sanidade e puido tomar medidas para atalhar a pandemia desde dezembro do ano passado.

        Escrito ?s 12:34:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 432 palavras, 12 views     Chuza!

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