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    Revista A Malha Nº 1

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        18-N COMUNICADO 102 ANIVERSÁRIO DA I ASSEMBLEIA NACIONALISTA.

        18-N COMUNICADO 102 ANIVERSÁRIO DA I ASSEMBLEIA NACIONALISTA.

        23-11-20

        Comunicado lido no ato em homenagem à I Assembleia Nacionalista.
        18-N-2020

        Mais um ano estamos a celebrar o aniversário da I Assembleia Nacionalista de Lugo em 1918. Ese acontecimento que se lembra nessa placa na que colocamos este modesto ramo de flores.
        Fazemo-lo apesar dos tempos difíceis que correm, apesar de confinamentos/peches perimetrais, apesar do corona virus e da "nova realidade", bastante pior que a velha.
        Fazemo-lo porque nunca faltamos à nossa cita coa História, cita importantíssima para nacionalistas e independentistas, e porque pensamos que há que seguir fazendo-o, que temos que seguir na rua, que nom há que deixar que os acontecimentos e fitos que fôrom construindo a nossa Naçom caiam no esquecimento.
        Há 102 anos aqui deu-se un passo decisivo nesta construçom da Naçom, as pessoas galeguistas passarom de chamar-se Provincialistas para definirem-se como Nacionalistas e declararom-se "de oxe para sempre nacionalistas galegos e galegas". É hora de seguir avançando. "Galiza ten direito, un direito fundamental, a ser dona ausoluta de si mesma"
        As Irmandades da Fala convocantes desta Assembleia falavam de "autonomía integral", que tinha uns teitos mais elevados que a nossa cativa autonomia atual, dependente do Estado Espanhol e da U.E.
        Galiza está a sofrir a destruçom da sua economia, impedindo-lhe o desenvolvimento dos sectores produtivos básicos; o sector agrogandeiro, a pesca, a construçom naval, etc. sofrem ataques constantes para beneficiar interesses forâneos e do grande capital. Essas políticas forâneas convertem o nosso pais numha colónia, da que extraer materias primas e energia a baixo preço e mao de obra barata; condeando à mocidade à precariedade laboral ou a emigraçom e impedindo à classe operária galega negociar convênios próprios e organizar-se de forma autónoma para defender os seus interesses. Destruem o nosso património natural por meio de industrias enclave, minas a ceo aberto e outras industrias extrativas que nom pecham o ciclo em Galiza e levam o benefício para fora, parques eólicos, empresas adicadas a isso que chamam energia verde, agora protegidas pola selvagem Lei de Depredaçom aprovada na Xunta.
        O idioma galego está a sofrer um retrocesso no seu uso pola aplicaçom de políticas que redundam na imposiçom do espanhol. Fazer umha vida 100% em galego, o que deveria ser a normalidade neste pais, segue a ser inviável e obriga-nos a denunciar continuamente as agressons ao idioma.

        Fazemos umha mençom especial a Carvalho Calero e a lusofonia, lembrando que no Manifesto nos pontos 5 e 6 fala-se de trabalhar por umha federaçom que nos permitisse a igualdade de relaçons com Portugal e que "na forma de governo simpatizaremos com aquela que se amostre mais doada para chegare à federaçom com Portugal".
        O sentir de boa parte dos e das nacionalistas dessa época coincide na defesa da integraçom do galego na lusofonia. O próprio Castelao defendeu na II assembleia que o galego fosse incluido na Academia da Língua Portuguesa. Linha hoje ainda ocultada.
        É por isso que defendemos que em 2021 volte ser Carvalho Calero o homenageado polas Letras Galegas logo deste ano estrano que nom permitiu difundir a sua figura e pensamento como merecia.

        Este ano, há umhas semanas o tribunal de exceçom chamado Audiencia Nacional Española, julgou a 12 independentistas e fixo-o polo feito de sê-lo, por serem independentistas e exercer como tais, mesmo desde a sua própria legalidade espanhola. Entre os cargos que se lhes imputam figuran atos parecidos a este, de enaltecimento de personagens e de feitos históricos.
        Ainda mais, há, além de outros presos e presas galegas, 4 independentistas que estám em prisom preventiva esperando juizo desde fai mais dum ano.
        Nesta declaraçom que tedes nas maos pode-se ler o que aqueles irmaos e irmãs, às reivindicavam na altura, reivindicaçons que hoje em dia ainda tenhem vigência e estám por conseguir.
        Que esse espírito do 1918 siga vivo e poidamos avançar cara a umha Galiza Livre.

        VIVAM AS IRMANDADES DA FALA !
        VIVA GALIZA CEIBE !

        Escrito ?s 18:10:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 634 palavras, 26 views     Chuza!

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