Dezembro

Categoria: album

Volta o Apalpador.

16-12-14

Escrito às 11:28:09 nas castegorias: album
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Pepe Sendón apresenta Falando Claro.

05-12-14

Escrito às 10:19:14 nas castegorias: album
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Baralho das árvores na Galiza editado pola Semente à venda no centro social.

05-12-14

Baralho das árvores na Galiza editado pola Escola de Ensino Galego Semente à venda no centro social.10 euros.
Apoia o projecto das Escolas de Ensino Galego Semente. Mais informaçom

Escrito às 10:16:34 nas castegorias: material, album
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Calendário cos desenhos de Antom Santos à venda no centro social.

05-12-14

Já se pode comprar o calendário com desenhos do companheiro e preso independentista Antom Santos que acaba de editar Ceivar. O preço 10 euros.

Escrito às 10:15:38 nas castegorias: material, album
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Obradoiro de fiado com lã de ovelhas.

04-12-14

Apreende a fazer os teus próprios fios com lã de ovelha. Inscrebe-te ao obradoiro que impartirá Velaivén o último fim de semana de Janeiro.(dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro) Preço para sóci@s 20 e nom sóci@s 22 euros. Será em sábado e domingo 4 horas por dia.
Dúvidas ou reservas em madialeva.gz@gmail.com

Escrito às 19:57:10 nas castegorias: cursos, album
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20 de dezembro. Jornada antifascista.

04-12-14

O sábado 20 de dezembro as BAF Lugo organizam estas jornadas antifascistas que darám começo às 17h00 no nosso centro social cumha projecçom que dará passo a charla sobre repressom ao antifascismo. Depois às 20h30 haverá umha concentraçom na praça Maior e para rematar às 23h00 um concerto no centro social Carneiro Alado.
Desde o Mádia Leva! animamos-vos a participar.

Escrito às 19:05:30 nas castegorias: album
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Manifesto lido na homenagem à I Assembleia Nacionalista.

19-11-14

MANIFESTO
Mais um ano juntamo-nos diante deste Hotel para celebrarmos a leitura do Manifesto da I Assambleia Nacionalista de Lugo. Aquele Manifesto que redigirom as Irmandades da Fala, e que tedes nas maos.
Todas e todos nós que estamos aqui, sabemos da importáncia que tivo esse Manifesto para a História do nosso País, e que por isso mesmo nom merece nengumha mençom oficial no calendário institucional.
É importante entre outros motivos, como já é de sobra conhecido, por ser a primeira vez que se fala da Naçom Galega.
Hoje, 96 anos depois, seguimos na percura de muitas das reivindicaçons daquele Manifesto:

Autonomia integral para Galiza
Autonomia municipal com reconhecimento jurídico das Paróquias de origem sueva
Cooficialidade do idioma galego
Acabamento das Deputaçons Provinciais
Regime tributário sem intervençom do Governo espanhol
Competências educativas plenas para Galiza
Controlo das comunicaçons
Nacionalizaçom do comboio
Controlo do tráfico marítimo
Liquidaçom do exército espanhol


Aqueles Irmandinhos diciam no remate: “Son chegadol-os tempos d’erguere a y-alma e o pensamento da Galicia, e sobor todo a súa soberanía, compreta e sin cativeces. N-isto non caben discusións: Galicia ten direito, un direito fundamental, a ser dona ausoluta de si mesma.”
Hoje, nove dias depois desse triunfo do independentismo catalá, que foi o referendo esse que para Espanha é o innomeável, vemos mais umha vez a genreira, o ódio de Espanha a todas as naçons que ficamos à força dentro do Estado Espanhol. Genreira, ódio, mas também medo. Este medo é polo que se entende tanta mentira, tanta desinformaçom, tanta repressom, tanto cárcere… Por esse medo perseguem o uso da nossa língua, perseguem a celebraçom das nossas datas, perseguem a defesa do nosso monte, dos nossos rios, das nossas costas, perseguem a memória das nossas devanceiras…
Hoje mais umha vez, vemos que nom podemos esperar nada do Estado Espanhol e das suas instituiçons no caminho de construirmos umha Galiza Ceive.
É em tempos coma este quando agromam todas as essências reacionárias e neofranquistas dos governos do PP e os seus aliados de sempre, esses que ainda estám mais à direita, se é possível.
Também o PSOE volve intentar essa 2ª Transiçom, con novas mentiras, prometendo mais cámbios para que todo siga igual. Agora falam de reforma constitucional, de pacto federal, de fazer umha outra vez um marco legal co que poderem aferrolhar-nos doutro jeito.
Mais também nom podemos esquecer a essa esquerda espanhola que tam pouco nos ajuda e à que tam pouco gosta que exerçamos o Direito de Autodeterminaçom. Direito de Autodeterminaçom que pola contra defendem para o Povo Palestiniano ou para o Povo Curdo, ou o Saaráui.
Os tempos ainda nom som chegados, mais nom podemos, nem devemos ficar sentados agardando que cheguem; somos nós quem temos que dar-lhe corda aos relógios, pô-los em hora e juntarmo-nos em Irmandade.
Desde o 1918 a luita do povo galego pola nossa liberdade nom cessou. Houvo distintas etapas, houvo tempos de muita actividade e tempos nos que parecia nom haver nada. Houvo-há momentos de repressom intensa e outros de repressom mais sútil. Houvo distintos jeitos de luita, ensaiarom-se, e às vezes com éxito, novas formas de organizaçom. Houvo luita no interior e luita na Galiza do exílio e da emigraçom.
Como dicia Xosé Mª Diaz Castro, semelha que Galiza é um continuo tecer e destecer. Aqui estamos juntas, assim vos convidamos, as distintas organizaçons nacionalistas de Lugo, entre as que há reais diferências, mas, de certo som mais as cousas que temos em comum que aquelas que parece que nos separam.
Temos a obriga cos irmaos e irmás que nos precederom na luita de Libertaçom Nacional de continuarmos coa tarefa de construir desde já um futuro de liberdade.
Temos a obriga co nosso País de dar passos cara adiante, cara a libertaçom da Galiza superando as nossas diferências.
Irmás, irmaos, recolhamos e recuperemos hoje aqui o compromisso daquela Irmandade da Fala e luitemos por umha Galiza nossa.

VIVA AS IRMANDADES DA FALA!
VIVA GALIZA CEIVE!

Lugo, 18-N-2014

Escrito às 09:44:00 nas castegorias: album
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Calendário social segunda quinzena novembro.

17-11-14

Escrito às 19:37:07 nas castegorias: album
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Biblioteca do centro social

01-10-14

Dezembro 2014. Novidades.

Incorporamos novos títulos à biblioteca graças a doaçom que nos figerom da CIG.

Economía social no sector primario DVD
Galiza en Andorra DVD
Galiza en Canarias DVD
Ortegal. Olladas e perspectivas DVD
Sector enerxético en Galiza, O. Situación e perspectivas de futuro (2 DVD)

Bóveda Arias, M.X. e Sardiña, Carlos
Do Piñeirismo ao Consello da Mocidade Garrido Couceiro, X.C. e Dieguez Cequiel, U.B.

Donas do segredo. Muras, Xan G.
Estrelas fugaces, As. Albores da prensa luguesa Soto, Juan
Estudo socioeconómico da bisbarra de Ortegal
Estudo socioeconómico das bisbarras de Arzúa e Terra de Melide e concellos de Curtis e Vilasantar.
Folgas xerais de 2001 e 2002.
Historia en imaxes do sindicalismo nacionalista da Galiza. Unha historia vivida
Introdución á economía política
Política e a organizaçom exterior da UPG (1964/1986), Gonçales Blasco “Foz”, Luis

Reconversión naval de 1984 na Galiza,
Reino Suevo da Gallaecia,
Rosalía de Castro, estranxeira na sua patria (a persoa e a obra de onte a hoxe) Rodríguez, Fco.
Sector enerxético en Galiza. Situación e perspectivas de futuro,
Síntese histórica do soberanismo galego (1846/1936)Diéguez Cequiel,U
Teoría de Lugo. Guía urbana de espazos amenos Alvarellos, Henrique
Terra sabe a loita López Pérez, Emilio
Xunguidos á Terra Muras, Xan G.

Novembro 2014. Nacionalismo galego.

A Nosa Terra. Ediçom para consulta no centro social.

Outubro 2014.Luitas na América Latina.

AMÉRICA LATINA.
Nuestra América contra el V Centenario. Emancipación e identidad de América Latina. Vários autores.

ARGENTINA.
Recuerdo de la muerte. Miguel Bonasso.

CHILE.
Para que no me olvides (novela). Marcela Serrano

MÉXICO.-
Sombra de la sombra (novela) Paco Ignacio Taibo II

URUGUAY
Memorias del calabozo. Mauricio Rosencof e Eleuterio Fernández Guidobro

COLOMBIA
Semblanza del Comandante Jorge Briceño (FARC-EP)
DVD: Rosas y fusiles (sobre as mulheres das FARC-EP)
DVD: El nombre de la Paz es Justicia
DVD: FARC-EP, a insurgencia do s. XXI

VENEZUELA.
Chávez: La permanente búsqueda creadora.Amílcar Figueroa

CD: El Pollo de Falcón. Nuestros héroes

Escrito às 13:39:10 nas castegorias: album, opinióm
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Fotos do jantar e discurso pronunciado por integrante de Causa Galiza

18-07-10

Companheiras e Companheiros:

Nom vou saber como vos agradecer a honra de pronunciar hoje este discurso, neste festa das vésperas do Día da Nossa Pátria, perante vós –as minhas irmãs e os meus irmãos-, precissamente aquí, na Chaira, na terra dos meus devanceiros. Nom podo deixar de vos dizer que, esta bisbarra, tem um fondo significado para mim: topónimos que ecoam desde a lembrança sempre saudosa da minha nenice: Robra, Joibam, Gaibor..., rios coma este ou como o Ladra, onde meu avó quijo aprender-me, sem sucesso nengum, a pescar; a Terra Chá é a pasiagem paradigmática da Galiza na minha memória mais profunda. Como dicia Otero, o 25 de Julho de 1930, no Garcia Barbom de Vigo: É natural, senhoras e senhores, que as minhas primeiras palavras foram adicadas á aldeia. Sempre na Galiza qualquer manifestaçom vidal tem que vir dela (...) O povo labrego e marinheiro soupo sempre o seu dever; namentras os homes de cultura, ou os que se chaman de tais, esqueziam a terra e procuravam um vivir de imitança, o povo guardava-se fiel ao espírito. Trabalhando de sol a sol, aldrajado e servo, nom perdeu a confiança. Cangado em col de probes leiras de centeo cantava as catigas antergas, cada manhã novas de novo orvalho, e pola noite, ao redor dum probe lume de garamatas, em cada fogar latejava a lenda, a imaginaçom, a arte dos celtas inspirados. Neste Dia, nosa primeira admiraçom para o povo.

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Escrito às 16:54:48 nas castegorias: actividades, album
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    A Sociedade Cultural Mádia leva! é um projecto comprometido com a lingua e a cultura galega, assim mesmo também trabalhamos por impulsionar a organizaçom do povo, a democracia participativa, a defesa da Terra e a luita pela autodeterminaçom da GALIZA.
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