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		<title>Funda&#231;om Meendinho</title>
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			<title>28/junho/2011: Comemorando na Crunha o 1600 anivers&#225;rio do Reino da Galiza</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/06/29/28-junho-2011-comemorando-na-crunha-o-1600-aniversario-do-reino-da-galiza</link>
			<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 19:37:18 +0000</pubDate>			<dc:creator>Funda&#231;om Meendinho</dc:creator>
			<category domain="main">Monumento a Ricardo Carvalho Calero</category>			<guid isPermaLink="false">10123@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;A Funda&amp;#231;om Meendinho valoriza muito,  neste ano de 2011, o impulsionamento de todo o tipo de atividades que lembrem que estamos no 1600 anivers&amp;#225;rio do nascimento do Gallaeciorum regnum l&amp;#225; no ano 411, na cidade de Braga &amp;#8211; capital hist&amp;#243;rica da Galiza &amp;#8211;. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A Galiza foi o Primeiro reino que se constituiu como tal dentro das fronteiras do Imp&amp;#233;rio Romano e j&amp;#225; com o seu primeiro rei Hermerico teve moeda com o nome de reino da Galiza. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Al&amp;#233;m de outras quest&amp;#245;es, esse reino e as suas estruturas, &amp;#8211; como com grande genialidade e intui&amp;#231;&amp;#227;o souberam p&amp;#244;r de relevo tanto Benito Viceto como Manuel Murguia no s&amp;#233;culo XIX, nos prim&amp;#243;rdios do galeguismo moderno &amp;#8211;, foi o forno onde se cozeu o p&amp;#227;o da nossa nacionalidade, que dizer, foi ali onde foi gerado Portugal e tamb&amp;#233;m a atual Galiza, que est&amp;#225; sob dom&amp;#237;nio espanhol. Sem esse reino o presente seria muito diferente.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Ontem, dia 28 de junho de 2011, teve lugar mais um ato dos que vimos realizando, para os quais contamos com o apoio da As. Galega de Historiadores e, neste caso, a vontade amiga da A.C. Alexandre B&amp;#243;veda da Crunha.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;O Palestrante foi Xoan Bernardez Vilar, historiador, acad&amp;#233;mico da RAG e associado da AGAL , quem leva publicado j&amp;#225; mais de trinta livros, abrangendo tanto a divulga&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica como os romances de tem&amp;#225;tica hist&amp;#243;rica, de muito sucesso popular, como se percebe polas suas m&amp;#250;ltiplas reedi&amp;#231;&amp;#245;es.  Tamb&amp;#233;m teve uma pequena interven&amp;#231;&amp;#227;o sobre este mesmo assunto do reino da Galiza o presidente da Meendinho, estando os dous acompanhados e apresentados polo Presidente da A.C. Alexandre B&amp;#243;veda, Roberto Catoira.&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;H&amp;#225; &amp;#224;s vezes nas pessoas uma doen&amp;#231;a terr&amp;#237;vel, que &amp;#233; o Alzheimer, que faz que os doentes v&amp;#227;o perdendo a mem&amp;#243;ria. As pessoas sem mem&amp;#243;ria acabam sendo seres que vegetam, mas que n&amp;#227;o t&amp;#234;m futuro e o seu passado l&amp;#225; fica esva&amp;#237;do nas trevas. H&amp;#225; povos a que neles se incute o v&amp;#237;rus, neste caso os pri&amp;#245;es, geradores do Alzheimer social, doen&amp;#231;a terr&amp;#237;vel para os povos que a padecem, e que s&amp;#243; se combate e se cura com mem&amp;#243;ria, abel&amp;#234;ncia social e esclarecimento, e nisso &amp;#233; que quer trabalhar incans&amp;#225;vel a F. Meendinho, como a melhor maneira de inserir a Galiza no espa&amp;#231;o da Lusofonia a que pertence.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;No ano 2000, Aquisgr&amp;#227;o (Aachen em Alem&amp;#227;o), junto com outras cidades europeias, foi cidade europeia da Cultura, e isto foi assim por se cumprirem o 1200 anos da proclama&amp;#231;&amp;#227;o de Carlos Magno como o imperador do Sacro Imp&amp;#233;rio Romano-Germ&amp;#226;nico. Por toda a Alemanha, e por outros pa&amp;#237;ses tamb&amp;#233;m, havia atos, palestras,  programas nos meios, trabalhos nas universidades sobre esse feito e a sua import&amp;#226;ncia hist&amp;#243;rica na configura&amp;#231;&amp;#227;o da moderna Europa e da Alemanha, e a import&amp;#226;ncia do seu legado. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Sabei, amigos e amigas, que a import&amp;#226;ncia disso era muito menor para a Alemanha que o Reino da Galiza para n&amp;#243;s. Mas aqui os pri&amp;#245;es instalados no governo, nas institui&amp;#231;&amp;#245;es, na ignor&amp;#226;ncia interesseira e espanholista que impera nas nossas universidades, faz que passem t&amp;#227;o importantes feitos em bicos dos p&amp;#233;s e no sil&amp;#234;ncio que ecoa ignominioso. &lt;br /&gt;.Em Portugal deveria ser outra cousa, mas h&amp;#225; o problema esquisito de n&amp;#227;o entenderem certas elites provincianas que a Galiza hist&amp;#243;rica, sendo tal, j&amp;#225; era verdadeiro Portugal, o que faz que tamb&amp;#233;m estes assuntos n&amp;#227;o tenham o relevo que corresponde. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Porqu&amp;#234; foi t&amp;#227;o importante o reino da Galiza para a Galiza e Portugal? Reparai neste primeiro e fulcral feito:&lt;br /&gt;.A sua cria&amp;#231;&amp;#227;o foi recebida pelos galaico-romanos como uma ben&amp;#231;&amp;#227;o, sim, como isso. Id&amp;#225;cio de Chaves, um galaico-romano coevo, bem que no-lo conta, e  n&amp;#227;o como uma desgra&amp;#231;a. Os suevos trazem alegria ao povo, libertaram as pessoas da escravid&amp;#227;o das d&amp;#237;vidas e do fisco imperial, permitiram agromar por todo o lado muita iniciativa criadora. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Que era o que se deu para que isso fosse assim?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;O pequeno grupo de germanos suevos que chegaram a essa prov&amp;#237;ncia romana da Gallaecia com  outras gentes germanas e n&amp;#227;o germanas, num totum revolutum, frente ao comportamento de outros povos, como por exemplo os visigodos, os sax&amp;#245;es ou os lombardos, misturaram-se desseguida com o povo que os acolheu, adotaram a religi&amp;#227;o da maioria e deixaram a deles, integraram os galaico-romanos na suas empresas e governa&amp;#231;&amp;#227;o, impulsionaram novos modos de governan&amp;#231;a. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Os inventos dos conc&amp;#237;lios, &amp;#8211; conselhos do povo com todos os estamentos &amp;#8211;, n&amp;#227;o nasceram nem em Toledo nem em Mil&amp;#227;o, nasceram na Galiza &amp;#8211; Braga &amp;#8211;, igual que depois mais tarde na Galiza nasceriam as modernas cortes, que se estenderam depois pola Europa. &lt;br /&gt;.Organizaram o territ&amp;#243;rio no Parrochiale Suevum ou Divisio Teodomiri, que ainda corresponde &amp;#224; nossa organiza&amp;#231;&amp;#227;o natural, muito bem continuada nessas maravilhosas estruturas administrativas de Portugal, que s&amp;#227;o as freguesias. &lt;br /&gt;.Nesse reino da Galiza criou-se um modelo de l&amp;#237;ngua no latim proto-galaico que viria dar no nosso portugu&amp;#234;s moderno expandido pelos quatro cantos do mundo. Poucos povos podem proclamar tanto sucesso hist&amp;#243;rico. &lt;br /&gt;.O arco de ferradura n&amp;#227;o &amp;#233; &amp;#225;rabe, &amp;#233; galego; a igreja de Santa Comba de Bande e a sua g&amp;#233;mea de Viseu, n&amp;#227;o s&amp;#227;o visig&amp;#243;ticas, s&amp;#227;o cria&amp;#231;&amp;#245;es originais do nosso povo. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Esse reino estabeleceu uns limites fronteiri&amp;#231;os do territ&amp;#243;rio bastante est&amp;#225;veis, que v&amp;#227;o ser o cerne da nossa nacionalidade, e que depois, na reconquista frente ao mu&amp;#231;ulmano, foram expandidos.&lt;br /&gt;.Lembremo-los: no leste os rios &amp;#193;gueda, Douro e &amp;#211;rbigo eram a raia; no nordeste, sempre em dura e constante luta, fundaram Ovetum (Oviedo) como forte de defesa, e deram ao rio que fazia de fronteira o nome do territ&amp;#243;rio externo que marcavam, rio Hispania, que hoje leva o nome de Espanha e fica um pouco a leste de Gijom; no sul a fronteira estava no Tejo e na linha que de este nos leva ao promont&amp;#243;rio de Peniche.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Deixaram-nos in&amp;#250;meros nomes na nossa topon&amp;#237;mia, que respondem n&amp;#227;o a uma imposi&amp;#231;&amp;#227;o e sim &amp;#224; alegria da sua aceita&amp;#231;&amp;#227;o pelo nosso povo; povo que popularmente e at&amp;#233; muito recentemente usava os  nomes germ&amp;#226;nicos de maneira dominante, como contraste com os nomes das elites espanholas dominadoras, que os usavam latinos ou judeus.  &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Poder&amp;#237;amos estar indefinidamente falando das marcas que nos deixaram, algumas na vida do dia-a-dia, da broa (p&amp;#227;o em germ&amp;#226;nico) ao lardo (toucinho em germ&amp;#226;nico), mas sabei que depois de quase douscentos anos de exist&amp;#234;ncia consolidada como importante reino da cristandade, n&amp;#227;o desapareceram. Isso &amp;#233; completamente falso.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Na Ib&amp;#233;ria visig&amp;#243;tica a Galiza foi sempre um reino distinto e inconfund&amp;#237;vel com a Espanha, que permaneceu e continuou distinto na sua governa&amp;#231;&amp;#227;o. Est&amp;#227;o a&amp;#237; as atas todas dos conc&amp;#237;lios de Toledo &amp;#8211; esses, copiados do modelo galaico &amp;#8211; para o demostrar; e est&amp;#227;o as fontes hist&amp;#243;ricas para nos indicar que mais de um rei godo, antes de o ser em Toledo foi-o na Galiza, como por exemplo Witiza, e que na Galiza sempre havia a figura duma personagem com a condi&amp;#231;&amp;#227;o real. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Chegou a invas&amp;#227;o mu&amp;#231;ulmana e a Galiza safou-se da domina&amp;#231;&amp;#227;o. Salvou-se com um penhor, uma coima que n&amp;#227;o teve longa dura&amp;#231;&amp;#227;o. As dioceses da Galiza, com a pr&amp;#243;pria Braga, s&amp;#227;o as &amp;#250;nicas dioceses peninsulares que tiveram continuidade no tempo e nunca ficaram vagas. &lt;br /&gt;.Frente ao mu&amp;#231;ulmano, &amp;#233; a Galiza, o poder que o vai enfrentar. S&amp;#243; a Galiza aparece nos textos mu&amp;#231;ulmanos e dos demais reinos crist&amp;#227;os da Europa, francos, lombardos, anglo-sax&amp;#245;es, normandos...&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Castela-Espanha nasceu como uma for&amp;#231;a separatista1, frente &amp;#224; Galiza, e triunfou afirmando-se contra a Galiza e negando-a. O submetimento da parte norte da Galiza e os instrumentos nacionalizadores da escola e das suas institui&amp;#231;&amp;#245;es espanholas socializaram os pri&amp;#245;es da desmem&amp;#243;ria do nosso ser. S&amp;#243; o conhecimento consciente e o desvendar os feitos, pode fazer-nos livres e seguros de n&amp;#243;s pr&amp;#243;prios.&lt;br /&gt;.Al&amp;#233;m disso, o sucesso dessa parte fulcral da Galiza, que &amp;#233; Portugal, gra&amp;#231;as ao maravilhoso milagre da sua separa&amp;#231;&amp;#227;o e nascimento como Estado diferenciado2, fez que a nossa l&amp;#237;ngua e cultura seja um referente internacional, o qual, como dizemos na Meendinho, &amp;#233; ouro nas nossas sacolas e faltriqueiras.... n&amp;#227;o deixemos que nos roubem, abramos todos e todas bem os olhos.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Nota:  A.C. Alexandre B&amp;#243;veda proximamente disponibilizar&amp;#225; o v&amp;#237;deo na sua p&amp;#225;gina web.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;-&amp;#201; muito boa, ao respeito, a obra de Eduardo Menendez-Valdes Golpe &amp;#8220;Separatismo y Unidad&amp;#8221; ed. Galaxia 1970.&lt;br /&gt;.- &lt;a href=&quot;http://www.pglingua.org/images/stories/pdfs/2010/230210_alexandrebanhos.pdf&quot;&gt;http://www.pglingua.org/images/stories/pdfs/2010/230210_alexandrebanhos.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/06/29/28-junho-2011-comemorando-na-crunha-o-1600-aniversario-do-reino-da-galiza&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Funda&#231;om Meendinho valoriza muito,  neste ano de 2011, o impulsionamento de todo o tipo de atividades que lembrem que estamos no 1600 anivers&#225;rio do nascimento do Gallaeciorum regnum l&#225; no ano 411, na cidade de Braga &#8211; capital hist&#243;rica da Galiza &#8211;. </p>..<p>A Galiza foi o Primeiro reino que se constituiu como tal dentro das fronteiras do Imp&#233;rio Romano e j&#225; com o seu primeiro rei Hermerico teve moeda com o nome de reino da Galiza. </p>..<p>Al&#233;m de outras quest&#245;es, esse reino e as suas estruturas, &#8211; como com grande genialidade e intui&#231;&#227;o souberam p&#244;r de relevo tanto Benito Viceto como Manuel Murguia no s&#233;culo XIX, nos prim&#243;rdios do galeguismo moderno &#8211;, foi o forno onde se cozeu o p&#227;o da nossa nacionalidade, que dizer, foi ali onde foi gerado Portugal e tamb&#233;m a atual Galiza, que est&#225; sob dom&#237;nio espanhol. Sem esse reino o presente seria muito diferente.</p>..<p>Ontem, dia 28 de junho de 2011, teve lugar mais um ato dos que vimos realizando, para os quais contamos com o apoio da As. Galega de Historiadores e, neste caso, a vontade amiga da A.C. Alexandre B&#243;veda da Crunha.</p>..<p>O Palestrante foi Xoan Bernardez Vilar, historiador, acad&#233;mico da RAG e associado da AGAL , quem leva publicado j&#225; mais de trinta livros, abrangendo tanto a divulga&#231;&#227;o hist&#243;rica como os romances de tem&#225;tica hist&#243;rica, de muito sucesso popular, como se percebe polas suas m&#250;ltiplas reedi&#231;&#245;es.  Tamb&#233;m teve uma pequena interven&#231;&#227;o sobre este mesmo assunto do reino da Galiza o presidente da Meendinho, estando os dous acompanhados e apresentados polo Presidente da A.C. Alexandre B&#243;veda, Roberto Catoira.</p>...<p>H&#225; &#224;s vezes nas pessoas uma doen&#231;a terr&#237;vel, que &#233; o Alzheimer, que faz que os doentes v&#227;o perdendo a mem&#243;ria. As pessoas sem mem&#243;ria acabam sendo seres que vegetam, mas que n&#227;o t&#234;m futuro e o seu passado l&#225; fica esva&#237;do nas trevas. H&#225; povos a que neles se incute o v&#237;rus, neste caso os pri&#245;es, geradores do Alzheimer social, doen&#231;a terr&#237;vel para os povos que a padecem, e que s&#243; se combate e se cura com mem&#243;ria, abel&#234;ncia social e esclarecimento, e nisso &#233; que quer trabalhar incans&#225;vel a F. Meendinho, como a melhor maneira de inserir a Galiza no espa&#231;o da Lusofonia a que pertence.</p>..<p>No ano 2000, Aquisgr&#227;o (Aachen em Alem&#227;o), junto com outras cidades europeias, foi cidade europeia da Cultura, e isto foi assim por se cumprirem o 1200 anos da proclama&#231;&#227;o de Carlos Magno como o imperador do Sacro Imp&#233;rio Romano-Germ&#226;nico. Por toda a Alemanha, e por outros pa&#237;ses tamb&#233;m, havia atos, palestras,  programas nos meios, trabalhos nas universidades sobre esse feito e a sua import&#226;ncia hist&#243;rica na configura&#231;&#227;o da moderna Europa e da Alemanha, e a import&#226;ncia do seu legado. </p>..<p>Sabei, amigos e amigas, que a import&#226;ncia disso era muito menor para a Alemanha que o Reino da Galiza para n&#243;s. Mas aqui os pri&#245;es instalados no governo, nas institui&#231;&#245;es, na ignor&#226;ncia interesseira e espanholista que impera nas nossas universidades, faz que passem t&#227;o importantes feitos em bicos dos p&#233;s e no sil&#234;ncio que ecoa ignominioso. <br />.Em Portugal deveria ser outra cousa, mas h&#225; o problema esquisito de n&#227;o entenderem certas elites provincianas que a Galiza hist&#243;rica, sendo tal, j&#225; era verdadeiro Portugal, o que faz que tamb&#233;m estes assuntos n&#227;o tenham o relevo que corresponde. </p>..<p>Porqu&#234; foi t&#227;o importante o reino da Galiza para a Galiza e Portugal? Reparai neste primeiro e fulcral feito:<br />.A sua cria&#231;&#227;o foi recebida pelos galaico-romanos como uma ben&#231;&#227;o, sim, como isso. Id&#225;cio de Chaves, um galaico-romano coevo, bem que no-lo conta, e  n&#227;o como uma desgra&#231;a. Os suevos trazem alegria ao povo, libertaram as pessoas da escravid&#227;o das d&#237;vidas e do fisco imperial, permitiram agromar por todo o lado muita iniciativa criadora. </p>..<p>Que era o que se deu para que isso fosse assim?</p>..<p>O pequeno grupo de germanos suevos que chegaram a essa prov&#237;ncia romana da Gallaecia com  outras gentes germanas e n&#227;o germanas, num totum revolutum, frente ao comportamento de outros povos, como por exemplo os visigodos, os sax&#245;es ou os lombardos, misturaram-se desseguida com o povo que os acolheu, adotaram a religi&#227;o da maioria e deixaram a deles, integraram os galaico-romanos na suas empresas e governa&#231;&#227;o, impulsionaram novos modos de governan&#231;a. </p>..<p>Os inventos dos conc&#237;lios, &#8211; conselhos do povo com todos os estamentos &#8211;, n&#227;o nasceram nem em Toledo nem em Mil&#227;o, nasceram na Galiza &#8211; Braga &#8211;, igual que depois mais tarde na Galiza nasceriam as modernas cortes, que se estenderam depois pola Europa. <br />.Organizaram o territ&#243;rio no Parrochiale Suevum ou Divisio Teodomiri, que ainda corresponde &#224; nossa organiza&#231;&#227;o natural, muito bem continuada nessas maravilhosas estruturas administrativas de Portugal, que s&#227;o as freguesias. <br />.Nesse reino da Galiza criou-se um modelo de l&#237;ngua no latim proto-galaico que viria dar no nosso portugu&#234;s moderno expandido pelos quatro cantos do mundo. Poucos povos podem proclamar tanto sucesso hist&#243;rico. <br />.O arco de ferradura n&#227;o &#233; &#225;rabe, &#233; galego; a igreja de Santa Comba de Bande e a sua g&#233;mea de Viseu, n&#227;o s&#227;o visig&#243;ticas, s&#227;o cria&#231;&#245;es originais do nosso povo. </p>..<p>Esse reino estabeleceu uns limites fronteiri&#231;os do territ&#243;rio bastante est&#225;veis, que v&#227;o ser o cerne da nossa nacionalidade, e que depois, na reconquista frente ao mu&#231;ulmano, foram expandidos.<br />.Lembremo-los: no leste os rios &#193;gueda, Douro e &#211;rbigo eram a raia; no nordeste, sempre em dura e constante luta, fundaram Ovetum (Oviedo) como forte de defesa, e deram ao rio que fazia de fronteira o nome do territ&#243;rio externo que marcavam, rio Hispania, que hoje leva o nome de Espanha e fica um pouco a leste de Gijom; no sul a fronteira estava no Tejo e na linha que de este nos leva ao promont&#243;rio de Peniche.</p>..<p>Deixaram-nos in&#250;meros nomes na nossa topon&#237;mia, que respondem n&#227;o a uma imposi&#231;&#227;o e sim &#224; alegria da sua aceita&#231;&#227;o pelo nosso povo; povo que popularmente e at&#233; muito recentemente usava os  nomes germ&#226;nicos de maneira dominante, como contraste com os nomes das elites espanholas dominadoras, que os usavam latinos ou judeus.  </p>..<p>Poder&#237;amos estar indefinidamente falando das marcas que nos deixaram, algumas na vida do dia-a-dia, da broa (p&#227;o em germ&#226;nico) ao lardo (toucinho em germ&#226;nico), mas sabei que depois de quase douscentos anos de exist&#234;ncia consolidada como importante reino da cristandade, n&#227;o desapareceram. Isso &#233; completamente falso.</p>..<p>Na Ib&#233;ria visig&#243;tica a Galiza foi sempre um reino distinto e inconfund&#237;vel com a Espanha, que permaneceu e continuou distinto na sua governa&#231;&#227;o. Est&#227;o a&#237; as atas todas dos conc&#237;lios de Toledo &#8211; esses, copiados do modelo galaico &#8211; para o demostrar; e est&#227;o as fontes hist&#243;ricas para nos indicar que mais de um rei godo, antes de o ser em Toledo foi-o na Galiza, como por exemplo Witiza, e que na Galiza sempre havia a figura duma personagem com a condi&#231;&#227;o real. </p>..<p>Chegou a invas&#227;o mu&#231;ulmana e a Galiza safou-se da domina&#231;&#227;o. Salvou-se com um penhor, uma coima que n&#227;o teve longa dura&#231;&#227;o. As dioceses da Galiza, com a pr&#243;pria Braga, s&#227;o as &#250;nicas dioceses peninsulares que tiveram continuidade no tempo e nunca ficaram vagas. <br />.Frente ao mu&#231;ulmano, &#233; a Galiza, o poder que o vai enfrentar. S&#243; a Galiza aparece nos textos mu&#231;ulmanos e dos demais reinos crist&#227;os da Europa, francos, lombardos, anglo-sax&#245;es, normandos...</p>..<p>Castela-Espanha nasceu como uma for&#231;a separatista1, frente &#224; Galiza, e triunfou afirmando-se contra a Galiza e negando-a. O submetimento da parte norte da Galiza e os instrumentos nacionalizadores da escola e das suas institui&#231;&#245;es espanholas socializaram os pri&#245;es da desmem&#243;ria do nosso ser. S&#243; o conhecimento consciente e o desvendar os feitos, pode fazer-nos livres e seguros de n&#243;s pr&#243;prios.<br />.Al&#233;m disso, o sucesso dessa parte fulcral da Galiza, que &#233; Portugal, gra&#231;as ao maravilhoso milagre da sua separa&#231;&#227;o e nascimento como Estado diferenciado2, fez que a nossa l&#237;ngua e cultura seja um referente internacional, o qual, como dizemos na Meendinho, &#233; ouro nas nossas sacolas e faltriqueiras.... n&#227;o deixemos que nos roubem, abramos todos e todas bem os olhos.</p>..<p>Nota:  A.C. Alexandre B&#243;veda proximamente disponibilizar&#225; o v&#237;deo na sua p&#225;gina web.</p>..<p>-&#201; muito boa, ao respeito, a obra de Eduardo Menendez-Valdes Golpe &#8220;Separatismo y Unidad&#8221; ed. Galaxia 1970.<br />.- <a href="http://www.pglingua.org/images/stories/pdfs/2010/230210_alexandrebanhos.pdf">http://www.pglingua.org/images/stories/pdfs/2010/230210_alexandrebanhos.pdf</a></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/06/29/28-junho-2011-comemorando-na-crunha-o-1600-aniversario-do-reino-da-galiza">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>MANIFESTO 2011 dia das letras</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/05/10/manifesto-2011-dia-das-letras</link>
			<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:21:16 +0000</pubDate>			<dc:creator>Funda&#231;om Meendinho</dc:creator>
			<category domain="main">Monumento a Ricardo Carvalho Calero</category>			<guid isPermaLink="false">9916@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;MANIFESTO&lt;br /&gt;.para toda a sociedade galega, no dia das letras 2011:&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;GALEGAS E GALEGOS: ENVEREDEMOS O CAMINHO CERTO&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A fala da Galiza, o portugu&amp;#234;s de Portugal, os portugu&amp;#234;s dos distintos estados lus&amp;#243;fonos, formam  um &amp;#250;nico diassistema internacional, conhecido entre n&amp;#243;s&lt;br /&gt;.  popularmente como galego e internacionalmente como portugu&amp;#234;s&amp;#8221;  &lt;br /&gt;.Ricardo Carvalho Calero&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;1- A&lt;strong&gt; L&amp;#237;ngua da Galiza &amp;#233; uma cria&amp;#231;&amp;#227;o original coletiva do nosso povo&lt;/strong&gt;, que nos faz ser o que somos ao nela vivermos socialmente como tais, pois por cima de qualquer outra cousa &lt;strong&gt;ela representa o esp&amp;#237;rito da nossa alma coletiva&lt;/strong&gt; como povo diferenciado e original.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;2- &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt; esse cerne da velha Galiza, &lt;strong&gt;estendeu a nossa l&amp;#237;ngua polo mundo&lt;/strong&gt;, fazendo dela uma das mais importantes l&amp;#237;nguas internacionais. &lt;strong&gt;A l&amp;#237;ngua da Galiza &amp;#233;&lt;/strong&gt;, nas palavras tradicionais do galeguismo, &lt;strong&gt;extensa e &amp;#250;til.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;3- &lt;strong&gt;O povo galego na sua l&amp;#237;ngua extensa e &amp;#250;til est&amp;#225; e &amp;#233; no mundo&lt;/strong&gt;, por&amp;#233;m sem ela ficar&amp;#225; morto.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;4- &lt;strong&gt;Denunciamos &lt;/strong&gt;que sob a pretensa normaliza&amp;#231;&amp;#227;o da l&amp;#237;ngua da Galiza, sempre inacabada, &lt;strong&gt;as autoridades espanholas apresentam a l&amp;#237;ngua nacional carente de qualquer sentido de utilidade e expurgada da sua dignidade e da sua condi&amp;#231;&amp;#227;o de ser uma das l&amp;#237;nguas europeias de maior difus&amp;#227;o internacional&lt;/strong&gt;, usada em todos os continentes, que com a variedade pr&amp;#243;pria das l&amp;#237;nguas internacionais &amp;#233; falada por centos de milh&amp;#245;es de pessoas no mundo.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;5-  Enquanto se refor&amp;#231;a continuamente o fator da utilidade e a correspondente necessidade da l&amp;#237;ngua castelhana; &lt;strong&gt;para a l&amp;#237;ngua da Galiza, o galegoportugu&amp;#234;s ou portugu&amp;#234;s da Galiza as pol&amp;#237;ticas reduzem-no, a um sentimento carente de utilidade e necessidade&lt;/strong&gt;, o que a faz perceber como uma escolha na intimidade privada e sentimental, despida do que &amp;#233; a realidade das l&amp;#237;nguas: Uma cria&amp;#231;&amp;#227;o coletiva que se vive socialmente e como tal &amp;#233; necess&amp;#225;ria e &amp;#250;til.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;6- Na L&amp;#237;ngua da Galiza cria-se, edita-se, publica-se, como o que &amp;#233;, uma das l&amp;#237;nguas internacionais do mundo.  &lt;strong&gt;Denunciamos com o amparo das leis europeias &lt;/strong&gt;-repetidamente violadas polas autoridades espanholas- &lt;strong&gt;ante o nosso povo, os povos do mundo e de jeito especial os da lusofonia que compartimos&lt;/strong&gt;- &lt;strong&gt;que a recep&amp;#231;&amp;#227;o dos meios portugueses de todo tipo, especialmente as televis&amp;#245;es segue absolutamente banido da Galiza ao norte do rio Minho&lt;/strong&gt;, sob as pr&amp;#225;ticas mais corruptas, falsas e vergonhosas.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;7- Lembramos, que &lt;strong&gt;neste ano de 2011 cumpre-se o 1600 anivers&amp;#225;rio do nascimento  -nas suas palavras- Gallaeciorum Regnum,&lt;/strong&gt; que com o centro na velha e hist&amp;#243;rica capital da Galiza &amp;#8211;Braga- &lt;strong&gt;foi o fermento para o povo galego como tal ser gerado, tanto no que respeita a Portugal, como &amp;#224; Galiza  do estado espanhol, que acabou usufruindo esse nome -.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;8-  Os assinantes, queremos lembrar a todo o nosso povo, que &lt;strong&gt;a Galiza foi um reino livre com as suas pegadas na hist&amp;#243;ria do mundo e da velha Europa&lt;/strong&gt;, pleno de sucesso, e que como tal viveu at&amp;#233; que a terr&amp;#237;vel guerra de 15 anos (chamada naquela altura de doma e castra&amp;#231;&amp;#227;o) a seguir a batalha de Toro de 1486,  nos submeteu a Castela. Pensamos que &lt;strong&gt;&amp;#233; momento de tornarmos &amp;#224; rota certa e relacionarmo-nos com os nossos vizinhos sob os princ&amp;#237;pios do respeito e da fraternidade solid&amp;#225;ria&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;9- &lt;strong&gt;Neste ano&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;cent&amp;#233;simo&lt;/strong&gt; do nosso grande homem das letras &lt;strong&gt;Ernesto Guerra da Cal&lt;/strong&gt;, queremos destacar &lt;strong&gt;a sua figura que tem que ser um farol do agir polo caminho certo e seguro o nosso povo&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt; compartindo esse farol&lt;/strong&gt; com o do seu bom amigo o tamb&amp;#233;m professor &lt;strong&gt;Ricardo Carvalho Calero, ante cujo monumento nos achamos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/05/10/manifesto-2011-dia-das-letras&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MANIFESTO<br />.para toda a sociedade galega, no dia das letras 2011:</p>..<p>GALEGAS E GALEGOS: ENVEREDEMOS O CAMINHO CERTO</p>..<p>A fala da Galiza, o portugu&#234;s de Portugal, os portugu&#234;s dos distintos estados lus&#243;fonos, formam  um &#250;nico diassistema internacional, conhecido entre n&#243;s<br />.  popularmente como galego e internacionalmente como portugu&#234;s&#8221;  <br />.Ricardo Carvalho Calero</p>...<p>1- A<strong> L&#237;ngua da Galiza &#233; uma cria&#231;&#227;o original coletiva do nosso povo</strong>, que nos faz ser o que somos ao nela vivermos socialmente como tais, pois por cima de qualquer outra cousa <strong>ela representa o esp&#237;rito da nossa alma coletiva</strong> como povo diferenciado e original.</p>..<p>2- <strong>Portugal</strong> esse cerne da velha Galiza, <strong>estendeu a nossa l&#237;ngua polo mundo</strong>, fazendo dela uma das mais importantes l&#237;nguas internacionais. <strong>A l&#237;ngua da Galiza &#233;</strong>, nas palavras tradicionais do galeguismo, <strong>extensa e &#250;til.</strong></p>..<p>3- <strong>O povo galego na sua l&#237;ngua extensa e &#250;til est&#225; e &#233; no mundo</strong>, por&#233;m sem ela ficar&#225; morto.</p>..<p>4- <strong>Denunciamos </strong>que sob a pretensa normaliza&#231;&#227;o da l&#237;ngua da Galiza, sempre inacabada, <strong>as autoridades espanholas apresentam a l&#237;ngua nacional carente de qualquer sentido de utilidade e expurgada da sua dignidade e da sua condi&#231;&#227;o de ser uma das l&#237;nguas europeias de maior difus&#227;o internacional</strong>, usada em todos os continentes, que com a variedade pr&#243;pria das l&#237;nguas internacionais &#233; falada por centos de milh&#245;es de pessoas no mundo.</p>..<p>5-  Enquanto se refor&#231;a continuamente o fator da utilidade e a correspondente necessidade da l&#237;ngua castelhana; <strong>para a l&#237;ngua da Galiza, o galegoportugu&#234;s ou portugu&#234;s da Galiza as pol&#237;ticas reduzem-no, a um sentimento carente de utilidade e necessidade</strong>, o que a faz perceber como uma escolha na intimidade privada e sentimental, despida do que &#233; a realidade das l&#237;nguas: Uma cria&#231;&#227;o coletiva que se vive socialmente e como tal &#233; necess&#225;ria e &#250;til.</p>..<p>6- Na L&#237;ngua da Galiza cria-se, edita-se, publica-se, como o que &#233;, uma das l&#237;nguas internacionais do mundo.  <strong>Denunciamos com o amparo das leis europeias </strong>-repetidamente violadas polas autoridades espanholas- <strong>ante o nosso povo, os povos do mundo e de jeito especial os da lusofonia que compartimos</strong>- <strong>que a recep&#231;&#227;o dos meios portugueses de todo tipo, especialmente as televis&#245;es segue absolutamente banido da Galiza ao norte do rio Minho</strong>, sob as pr&#225;ticas mais corruptas, falsas e vergonhosas.</p>..<p>7- Lembramos, que <strong>neste ano de 2011 cumpre-se o 1600 anivers&#225;rio do nascimento  -nas suas palavras- Gallaeciorum Regnum,</strong> que com o centro na velha e hist&#243;rica capital da Galiza &#8211;Braga- <strong>foi o fermento para o povo galego como tal ser gerado, tanto no que respeita a Portugal, como &#224; Galiza  do estado espanhol, que acabou usufruindo esse nome -.</strong></p>..<p>8-  Os assinantes, queremos lembrar a todo o nosso povo, que <strong>a Galiza foi um reino livre com as suas pegadas na hist&#243;ria do mundo e da velha Europa</strong>, pleno de sucesso, e que como tal viveu at&#233; que a terr&#237;vel guerra de 15 anos (chamada naquela altura de doma e castra&#231;&#227;o) a seguir a batalha de Toro de 1486,  nos submeteu a Castela. Pensamos que <strong>&#233; momento de tornarmos &#224; rota certa e relacionarmo-nos com os nossos vizinhos sob os princ&#237;pios do respeito e da fraternidade solid&#225;ria</strong>.</p>..<p>9- <strong>Neste ano</strong>, <strong>cent&#233;simo</strong> do nosso grande homem das letras <strong>Ernesto Guerra da Cal</strong>, queremos destacar <strong>a sua figura que tem que ser um farol do agir polo caminho certo e seguro o nosso povo</strong>,<strong> compartindo esse farol</strong> com o do seu bom amigo o tamb&#233;m professor <strong>Ricardo Carvalho Calero, ante cujo monumento nos achamos.</strong></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2011/05/10/manifesto-2011-dia-das-letras">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>O dia 30 de Outubro &#224;s 11:00 h inauguramos o monumentoa Carvalho Calero</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/10/28/o-dia-30-de-outubro-as-11-00-h-inauguramos-o-monumentoa-carvalho-calero-1</link>
			<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 10:26:35 +0000</pubDate>			<dc:creator>Funda&#231;om Meendinho</dc:creator>
			<category domain="main">Monumento a Ricardo Carvalho Calero</category>			<guid isPermaLink="false">8957@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;O DIA 30 INAUGURAMOS O MONUMENTO AO PROFESSOR RICARDO CARVALHO CALERO&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A Carvalho Calero, a quem o Parlamento da Galiza no 1996 declarou filho predilecto por unanimidade; neste ano do seu cent&amp;#233;simo e vig&amp;#233;simo do passamento, nom se queria valorizar a sua pessoa, mem&amp;#243;ria e obra, e tal afirma&amp;#231;om resulta l&amp;#243;gica, pois nunca se dera tal unanimidade de peti&amp;#231;&amp;#245;es, para fazermos do ano 2010 o ano Carvalho Calero, de quem al&amp;#233;m da import&amp;#226;ncia da sua obra, foi o primeiro catedr&amp;#225;tico de galegoportugu&amp;#234;s da nossa universidade.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Desde a Funda&amp;#231;om Meendinho, uma entidade declarada de interesse galego, impulsionamos todo um processo para que neste ano 2010, fosse o professor devidamente homenageado, e tivesse um monumento digno, um monumento a colocar no lugar da Galiza -Alameda de Compostela- onde o vam olhar e desfrutar 1.500.000 pessoas ao ano.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Eis o lugar exato em que finalmente vai o monumento a Carvalho Calero&lt;br /&gt;.&lt;a href=&quot;http://maps.google.com/maps?f=d&amp;amp;source=s_d&amp;amp;saddr=42.876749,-8.546804&amp;amp;daddr=&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;geocode=&amp;amp;mra=mift&amp;amp;mrsp=0&amp;amp;sz=20&amp;amp;sll=42.876619,-8.546813&amp;amp;sspn=0.00061,0.00142&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;ll=42.876751,-8.546834&amp;amp;spn=0.00061,0.00142&amp;amp;t=h&amp;amp;z=20&quot;&gt;http://maps.google.com/maps?f=d&amp;amp;source=s_d&amp;amp;saddr=42.876749,-8.546804&amp;amp;daddr=&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;geocode=&amp;amp;mra=mift&amp;amp;mrsp=0&amp;amp;sz=20&amp;amp;sll=42.876619,-8.546813&amp;amp;sspn=0.00061,0.00142&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;ll=42.876751,-8.546834&amp;amp;spn=0.00061,0.00142&amp;amp;t=h&amp;amp;z=20&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Muito gostar&amp;#237;amos contar no ato de inaugura&amp;#231;om do monumento coa presen&amp;#231;a de todo o mundo, de gentes de todas as ideias e desde a Funda&amp;#231;om Meendinho a todos e todas convidamos, pois D. Ricardo Carvalho Calero nom &amp;#233; de ningu&amp;#233;m, &amp;#233; um patrim&amp;#243;nio de coer&amp;#234;ncia, de entrega e de generosidade ao servi&amp;#231;o da Galiza.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;O acto da inaugura&amp;#231;om do bel&amp;#237;ssimo monumento, vai ter lugar o dia 30 de Outubro -cent&amp;#233;simo exato do nascimento do professor e nonag&amp;#233;simo da sa&amp;#237;da da Revista N&amp;#243;s- E ser&amp;#225; &amp;#224;s 11:00 h com come&amp;#231;o pontual.&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;O acto vai ser gravado a v&amp;#237;deo.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;PROGRAMA DO ACTO&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;-Apresenta&amp;#231;om do acto:&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A cargo da professora Margarida Martins, da F. Meendinho&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;-Interven&amp;#231;om Universidades galegas:&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Reitor da U. de Compostela doutor Juan Casares Long,&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;-pendente de confirmar os reitores da Universidade de Vigo -doutor Salustiano Mato, e da Corunha -doutor Jos&amp;#233; M&amp;#170; Barja&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;-Interven&amp;#231;om da AGLP&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Presidente da AGLP e professor da U. Vigo, doutor Jos&amp;#233; Martinho Montero Santalha&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;-Interven&amp;#231;om da ASPGP&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Presidente da ASPGP e professor da U. Vigo, Jos&amp;#233; Paz Rodriguez&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;.Interven&amp;#231;om da AGAL&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Presidente da AGAL, professor Valentim Rodrigues Fagim&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;-Interven&amp;#231;&amp;#227;o da CIG&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Secretario Geral da CIG, D. Suso Seixo&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;Interven&amp;#231;&amp;#227;o da fam&amp;#237;lia&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;      M&amp;#170; Vict&amp;#243;ria Carvalho Calero Ramos doutora professora da U. De Vigo&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;      Margarita Carballo Ramos&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;Interven&amp;#231;&amp;#227;o do Concelho de Compostela&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;                   Sem determinar a pessoa neste momento&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;Interven&amp;#231;&amp;#227;o Presidente F. Meendinho dando as gra&amp;#231;as aos presentes&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;                  Presidente da Funda&amp;#231;om Meendinho, Alexandre Banhos Campo&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;TODAS AS INTERVEN&amp;#199;OES SERAM BREVES, j&amp;#225; que &amp;#224;s 12:00 h. deveria rematar o acto&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Descobrimento do bel&amp;#237;ssimo monumento que vai acrescer o patrim&amp;#243;nio de todos os galegos e galegas&lt;/p&gt;....&lt;p&gt;Encerramento do ato com o Hino galego&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/10/28/o-dia-30-de-outubro-as-11-00-h-inauguramos-o-monumentoa-carvalho-calero-1&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O DIA 30 INAUGURAMOS O MONUMENTO AO PROFESSOR RICARDO CARVALHO CALERO</p>..<p>A Carvalho Calero, a quem o Parlamento da Galiza no 1996 declarou filho predilecto por unanimidade; neste ano do seu cent&#233;simo e vig&#233;simo do passamento, nom se queria valorizar a sua pessoa, mem&#243;ria e obra, e tal afirma&#231;om resulta l&#243;gica, pois nunca se dera tal unanimidade de peti&#231;&#245;es, para fazermos do ano 2010 o ano Carvalho Calero, de quem al&#233;m da import&#226;ncia da sua obra, foi o primeiro catedr&#225;tico de galegoportugu&#234;s da nossa universidade.</p>..<p>Desde a Funda&#231;om Meendinho, uma entidade declarada de interesse galego, impulsionamos todo um processo para que neste ano 2010, fosse o professor devidamente homenageado, e tivesse um monumento digno, um monumento a colocar no lugar da Galiza -Alameda de Compostela- onde o vam olhar e desfrutar 1.500.000 pessoas ao ano.</p>..<p>Eis o lugar exato em que finalmente vai o monumento a Carvalho Calero<br />.<a href="http://maps.google.com/maps?f=d&amp;source=s_d&amp;saddr=42.876749,-8.546804&amp;daddr=&amp;hl=pt-PT&amp;geocode=&amp;mra=mift&amp;mrsp=0&amp;sz=20&amp;sll=42.876619,-8.546813&amp;sspn=0.00061,0.00142&amp;ie=UTF8&amp;ll=42.876751,-8.546834&amp;spn=0.00061,0.00142&amp;t=h&amp;z=20">http://maps.google.com/maps?f=d&amp;source=s_d&amp;saddr=42.876749,-8.546804&amp;daddr=&amp;hl=pt-PT&amp;geocode=&amp;mra=mift&amp;mrsp=0&amp;sz=20&amp;sll=42.876619,-8.546813&amp;sspn=0.00061,0.00142&amp;ie=UTF8&amp;ll=42.876751,-8.546834&amp;spn=0.00061,0.00142&amp;t=h&amp;z=20</a></p>..<p>Muito gostar&#237;amos contar no ato de inaugura&#231;om do monumento coa presen&#231;a de todo o mundo, de gentes de todas as ideias e desde a Funda&#231;om Meendinho a todos e todas convidamos, pois D. Ricardo Carvalho Calero nom &#233; de ningu&#233;m, &#233; um patrim&#243;nio de coer&#234;ncia, de entrega e de generosidade ao servi&#231;o da Galiza.</p>..<p>O acto da inaugura&#231;om do bel&#237;ssimo monumento, vai ter lugar o dia 30 de Outubro -cent&#233;simo exato do nascimento do professor e nonag&#233;simo da sa&#237;da da Revista N&#243;s- E ser&#225; &#224;s 11:00 h com come&#231;o pontual.</p>...<p>O acto vai ser gravado a v&#237;deo.</p>..<p>PROGRAMA DO ACTO</p>..<p>-Apresenta&#231;om do acto:</p>..<p>A cargo da professora Margarida Martins, da F. Meendinho</p>...<p>-Interven&#231;om Universidades galegas:</p>..<p>Reitor da U. de Compostela doutor Juan Casares Long,</p>..<p>-pendente de confirmar os reitores da Universidade de Vigo -doutor Salustiano Mato, e da Corunha -doutor Jos&#233; M&#170; Barja</p>...<p>-Interven&#231;om da AGLP</p>..<p>Presidente da AGLP e professor da U. Vigo, doutor Jos&#233; Martinho Montero Santalha</p>...<p>-Interven&#231;om da ASPGP</p>..<p>Presidente da ASPGP e professor da U. Vigo, Jos&#233; Paz Rodriguez</p>...<p>.Interven&#231;om da AGAL</p>..<p>Presidente da AGAL, professor Valentim Rodrigues Fagim</p>...<p>-Interven&#231;&#227;o da CIG</p>..<p>Secretario Geral da CIG, D. Suso Seixo</p>...<p>Interven&#231;&#227;o da fam&#237;lia</p>..<p>      M&#170; Vict&#243;ria Carvalho Calero Ramos doutora professora da U. De Vigo</p>..<p>      Margarita Carballo Ramos</p>...<p>Interven&#231;&#227;o do Concelho de Compostela</p>..<p>                   Sem determinar a pessoa neste momento</p>...<p>Interven&#231;&#227;o Presidente F. Meendinho dando as gra&#231;as aos presentes</p>..<p>                  Presidente da Funda&#231;om Meendinho, Alexandre Banhos Campo</p>...<p>TODAS AS INTERVEN&#199;OES SERAM BREVES, j&#225; que &#224;s 12:00 h. deveria rematar o acto</p>..<p>Descobrimento do bel&#237;ssimo monumento que vai acrescer o patrim&#243;nio de todos os galegos e galegas</p>....<p>Encerramento do ato com o Hino galego</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/10/28/o-dia-30-de-outubro-as-11-00-h-inauguramos-o-monumentoa-carvalho-calero-1">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/10/28/o-dia-30-de-outubro-as-11-00-h-inauguramos-o-monumentoa-carvalho-calero-1#comments</comments>
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			<title></title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/05/19/title-294</link>
			<pubDate>Wed, 19 May 2010 21:35:27 +0000</pubDate>			<dc:creator>Funda&#231;om Meendinho</dc:creator>
			<category domain="main">Pr&#233;mio F. Meendinho</category>			<guid isPermaLink="false">8483@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Pr&amp;#233;mio Meendinho 2010&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Ontem 17 de maio, reunido em Santiago de Compostela, o padroado da Funda&amp;#231;om Meendinho, acordou-se dar o Pr&amp;#233;mio Meendinho nos termos estabelecidos na sua convocat&amp;#243;ria.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;E tal e como ficava determinado nas bases, a adjudica&amp;#231;&amp;#227;o fijo-se entre as entidades e/ou pessoas propostas por vota&amp;#231;&amp;#227;o popular.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Foram muitas as entidades e pessoas votadas para receberem o Pr&amp;#233;mio Meendinho, e todas elas, a ju&amp;#237;zo do Padroado da Funda&amp;#231;om, merescentes do Pr&amp;#233;mio. A t&amp;#237;tulo de mostra v&amp;#227;o de seguido as mais votadas em ordem alfab&amp;#233;tica: &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Academia Galega (AGLP), AGAL, &amp;#194;ngelo Crist&amp;#243;v&amp;#227;o. Associa&amp;#231;&amp;#227;o Pro Academia,  ASPG-P, Chrys Chrystello, Ernesto V&amp;#225;squez Sousa, Fernando V. Corredoira, Funda&amp;#231;om Art&amp;#225;bria, Gentalha do Pichel, Martinho Monteiro Santalha, Movimento Internacional Lus&amp;#243;fono (MIL)... &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;O Padroado acordou dar o Pr&amp;#233;mio a Academia Galega (AGLP), por acordo un&amp;#226;nime e polas seguintes raz&amp;#245;es:&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;&amp;#8226;.Por primeira vez na Galiza temos uma Academia da L&amp;#237;ngua&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Por existir um antes e um depois, desde a sua constitui&amp;#231;&amp;#227;o, a respeito da proje&amp;#231;&amp;#227;o e da realidade da l&amp;#237;ngua galega na Lusofonia toda, e como um elemento mais dela.&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Por ter feito realidade com o seu trabalho, que os escassos galeguismos diferenciadores, que existem no portugu&amp;#234;s da Galiza, entre 800 e 1300 palavras, algumas comuns com o norte de Portugal, que n&amp;#227;o eram recolhidos nos dicion&amp;#225;rios comuns de portugu&amp;#234;s, hoje j&amp;#225; estejam incorporados aos principais dicion&amp;#225;rios de portugu&amp;#234;s.&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Polo prest&amp;#237;gio justamente ganho na sua curta hist&amp;#243;ria, e polo leque escolhido de magn&amp;#237;ficas personalidades da Galiza que a comp&amp;#245;em&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Polo car&amp;#225;cter a vez popular e elitista da institui&amp;#231;&amp;#227;o, e por contribuir decisivamente a colocar-nos no mundo ao que pertencemos.&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Por ajudar a criar uma imagem prestigiosa da l&amp;#237;ngua da Galiza na Galiza e no nosso mundo.&lt;br /&gt;.&amp;#8226;.Por sabermos que premiando a Academia estamos premiando a todos os seus componentes e as pessoas e institui&amp;#231;&amp;#245;es impulsionadoras do projeto.&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;O Pr&amp;#233;mio Meendinho ser&amp;#225; entregue o dia 12 de Junho numa ceia no hotel Congreso, que bem seguro h&amp;#225;-de-se converter numa afirma&amp;#231;&amp;#227;o do reintegracionismo, e no que estar&amp;#225; o Quem &amp;#233; Quem da cultura galega de futuro.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em Santiago de Compostela, a 17 de maio de 2010&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;.para comunicar e reservar a assist&amp;#234;ncia a ceia, enviar correio a &lt;br /&gt;..&lt;a href=&quot;mailto:meendinho@galiza-gz.info&quot;&gt;meendinho@galiza-gz.info&lt;/a&gt; ou chamar ao 0034 661 418 661&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/05/19/title-294&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pr&#233;mio Meendinho 2010</p>..<p>Ontem 17 de maio, reunido em Santiago de Compostela, o padroado da Funda&#231;om Meendinho, acordou-se dar o Pr&#233;mio Meendinho nos termos estabelecidos na sua convocat&#243;ria.</p>..<p>E tal e como ficava determinado nas bases, a adjudica&#231;&#227;o fijo-se entre as entidades e/ou pessoas propostas por vota&#231;&#227;o popular.</p>..<p>Foram muitas as entidades e pessoas votadas para receberem o Pr&#233;mio Meendinho, e todas elas, a ju&#237;zo do Padroado da Funda&#231;om, merescentes do Pr&#233;mio. A t&#237;tulo de mostra v&#227;o de seguido as mais votadas em ordem alfab&#233;tica: </p>..<p>Academia Galega (AGLP), AGAL, &#194;ngelo Crist&#243;v&#227;o. Associa&#231;&#227;o Pro Academia,  ASPG-P, Chrys Chrystello, Ernesto V&#225;squez Sousa, Fernando V. Corredoira, Funda&#231;om Art&#225;bria, Gentalha do Pichel, Martinho Monteiro Santalha, Movimento Internacional Lus&#243;fono (MIL)... </p>..<p>O Padroado acordou dar o Pr&#233;mio a Academia Galega (AGLP), por acordo un&#226;nime e polas seguintes raz&#245;es:</p>..<p>&#8226;.Por primeira vez na Galiza temos uma Academia da L&#237;ngua<br />.&#8226;.Por existir um antes e um depois, desde a sua constitui&#231;&#227;o, a respeito da proje&#231;&#227;o e da realidade da l&#237;ngua galega na Lusofonia toda, e como um elemento mais dela.<br />.&#8226;.Por ter feito realidade com o seu trabalho, que os escassos galeguismos diferenciadores, que existem no portugu&#234;s da Galiza, entre 800 e 1300 palavras, algumas comuns com o norte de Portugal, que n&#227;o eram recolhidos nos dicion&#225;rios comuns de portugu&#234;s, hoje j&#225; estejam incorporados aos principais dicion&#225;rios de portugu&#234;s.<br />.&#8226;.Polo prest&#237;gio justamente ganho na sua curta hist&#243;ria, e polo leque escolhido de magn&#237;ficas personalidades da Galiza que a comp&#245;em<br />.&#8226;.Polo car&#225;cter a vez popular e elitista da institui&#231;&#227;o, e por contribuir decisivamente a colocar-nos no mundo ao que pertencemos.<br />.&#8226;.Por ajudar a criar uma imagem prestigiosa da l&#237;ngua da Galiza na Galiza e no nosso mundo.<br />.&#8226;.Por sabermos que premiando a Academia estamos premiando a todos os seus componentes e as pessoas e institui&#231;&#245;es impulsionadoras do projeto.</p>...<p>O Pr&#233;mio Meendinho ser&#225; entregue o dia 12 de Junho numa ceia no hotel Congreso, que bem seguro h&#225;-de-se converter numa afirma&#231;&#227;o do reintegracionismo, e no que estar&#225; o Quem &#233; Quem da cultura galega de futuro.</p>..<p>Em Santiago de Compostela, a 17 de maio de 2010</p>..<p>.para comunicar e reservar a assist&#234;ncia a ceia, enviar correio a <br />..<a href="http://agal-gz.orgmailto:meendinho@galiza-gz.info">meendinho@galiza-gz.info</a> ou chamar ao 0034 661 418 661</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/05/19/title-294">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>Forma&#231;om</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/formacom</link>
			<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:08:57 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">Atividades</category>			<guid isPermaLink="false">7794@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#201; vontade da Funda&amp;#231;&amp;#227;o disponibilizar por qualquer meio, materiais que ajudem &amp;#224; superior forma&amp;#231;&amp;#227;o do povo galego&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;para come&amp;#231;armos nada melhor que sabermos de onde vem o nome da Funda&amp;#231;&amp;#227;o:&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Ele vem do autor da formosa cantiga de amigo &quot;Sedia-m'eu na ermida de Sam Simiom&quot; assinada por Meendinho.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Meendinho foi um jogral medieval, de quem nos chegou apenas uma &amp;#250;nica, mas extraordin&amp;#225;ria, cantiga de amigo, cujo cen&amp;#225;rio &amp;#233; a ermida de S&amp;#227;o Sim&amp;#227;o, na Ria de Vigo. Apesar da qualidade desta cantiga, uma das mais not&amp;#225;veis de toda a poesia l&amp;#237;rica galego-portuguesa, sua identidade e a sua biografia s&amp;#227;o ainda quase totalmente desconhecidas.&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;Achava-me eu na ermida de S&amp;#227;o Sim&amp;#227;o&lt;br /&gt;.E cercarom-me as ondas, que grandes s&amp;#227;o:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Estando na ermida ante o altar,&lt;br /&gt;.Cercarom-me as ondas grandes do mar:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;E cercarom-me as ondas, que grandes s&amp;#227;o,&lt;br /&gt;.N&amp;#227;o hei barqueiro nem remador:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;E cercarom-me as ondas do alto mar,&lt;br /&gt;.N&amp;#227;o hei barqueiro, nem sei remar:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;N&amp;#227;o hei barqueiro nem remador&lt;br /&gt;.Morrerei eu formosa no mar maior:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;N&amp;#227;o hei barqueiro, nem sei remar,&lt;br /&gt;.Morrerei eu formosa no alto mar:&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo,&lt;br /&gt;.Eu aguardando o meu amigo! E vir&amp;#225;?&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;O texto tal e como ele foi escrito h&amp;#225; quase 800 anos&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Sedia-m'eu (achava-me) na ermida de Sam Simiom&lt;br /&gt;.e cercarom-mi as ondas, que grandes som: &lt;br /&gt;.eu atendend'o (atender &amp;#233; um galicismo por influ&amp;#234;ncia proven&amp;#231;al por aguardar/esperar) meu amigo&lt;br /&gt;.eu atendend'o  meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Estando na ermida ant'o altar, &lt;br /&gt;.cercarom-mi as ondas grandes do mar: &lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo.&lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;E cercarom-mi as ondas, que grandes som, &lt;br /&gt;.nom heii barqueiro, nem remador: &lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo.&lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;E cercarom-mi as ondas do alto mar, &lt;br /&gt;.nom heii barqueiro, nem sei remar: &lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo.&lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Nom heii barqueiro, nem remador, &lt;br /&gt;.morrerei eu fremosa no mar maior (mar bravo): &lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo.&lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;br /&gt;. &lt;br /&gt;.Nom heii barqueiro, nem sei remar, &lt;br /&gt;.morrerei eu fremosa no alto mar (mar bravo): &lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo.&lt;br /&gt;.eu atendend'o meu amigo. E verr&amp;#225;? &lt;/p&gt;...&lt;p&gt;O poema est&amp;#225; recolhido no c&amp;#243;dice da Biblioteca Nacional de Lisboa e no c&amp;#243;dice da Biblioteca Vaticana, de l&amp;#237;rica medieval.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/formacom&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#201; vontade da Funda&#231;&#227;o disponibilizar por qualquer meio, materiais que ajudem &#224; superior forma&#231;&#227;o do povo galego</p>..<p>para come&#231;armos nada melhor que sabermos de onde vem o nome da Funda&#231;&#227;o:</p>..<p>Ele vem do autor da formosa cantiga de amigo "Sedia-m'eu na ermida de Sam Simiom" assinada por Meendinho.</p>..<p>Meendinho foi um jogral medieval, de quem nos chegou apenas uma &#250;nica, mas extraordin&#225;ria, cantiga de amigo, cujo cen&#225;rio &#233; a ermida de S&#227;o Sim&#227;o, na Ria de Vigo. Apesar da qualidade desta cantiga, uma das mais not&#225;veis de toda a poesia l&#237;rica galego-portuguesa, sua identidade e a sua biografia s&#227;o ainda quase totalmente desconhecidas.</p>...<p>Achava-me eu na ermida de S&#227;o Sim&#227;o<br />.E cercarom-me as ondas, que grandes s&#227;o:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>..<p>Estando na ermida ante o altar,<br />.Cercarom-me as ondas grandes do mar:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>..<p>E cercarom-me as ondas, que grandes s&#227;o,<br />.N&#227;o hei barqueiro nem remador:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>..<p>E cercarom-me as ondas do alto mar,<br />.N&#227;o hei barqueiro, nem sei remar:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>..<p>N&#227;o hei barqueiro nem remador<br />.Morrerei eu formosa no mar maior:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>..<p>N&#227;o hei barqueiro, nem sei remar,<br />.Morrerei eu formosa no alto mar:<br />.Eu aguardando o meu amigo,<br />.Eu aguardando o meu amigo! E vir&#225;?</p>...<p>O texto tal e como ele foi escrito h&#225; quase 800 anos</p>..<p>Sedia-m'eu (achava-me) na ermida de Sam Simiom<br />.e cercarom-mi as ondas, que grandes som: <br />.eu atendend'o (atender &#233; um galicismo por influ&#234;ncia proven&#231;al por aguardar/esperar) meu amigo<br />.eu atendend'o  meu amigo. E verr&#225;? </p>..<p>Estando na ermida ant'o altar, <br />.cercarom-mi as ondas grandes do mar: <br />.eu atendend'o meu amigo.<br />.eu atendend'o meu amigo. E verr&#225;? </p>..<p>E cercarom-mi as ondas, que grandes som, <br />.nom heii barqueiro, nem remador: <br />.eu atendend'o meu amigo.<br />.eu atendend'o meu amigo. E verr&#225;? </p>..<p>E cercarom-mi as ondas do alto mar, <br />.nom heii barqueiro, nem sei remar: <br />.eu atendend'o meu amigo.<br />.eu atendend'o meu amigo. E verr&#225;? </p>..<p>Nom heii barqueiro, nem remador, <br />.morrerei eu fremosa no mar maior (mar bravo): <br />.eu atendend'o meu amigo.<br />.eu atendend'o meu amigo. E verr&#225;? <br />. <br />.Nom heii barqueiro, nem sei remar, <br />.morrerei eu fremosa no alto mar (mar bravo): <br />.eu atendend'o meu amigo.<br />.eu atendend'o meu amigo. E verr&#225;? </p>...<p>O poema est&#225; recolhido no c&#243;dice da Biblioteca Nacional de Lisboa e no c&#243;dice da Biblioteca Vaticana, de l&#237;rica medieval.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/formacom">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>O teu contributo  e imprescindivel para o monumento a RICARDO CARVALHO CALERO</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/projetos</link>
			<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:06:27 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">Atividades</category>			<guid isPermaLink="false">7793@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;UM MONUMENTO PARA D. RICARDO CARVALHO CALERO&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;.O ano 2010 &amp;#233; o ano do cent&amp;#233;simo do nascimento de Carvalho Calero e o vig&amp;#233;simo do seu passamento. Foram muitas as institui&amp;#231;&amp;#245;es e pessoas que aguardavam o ano 2010 como o ano institucional Carvalho Calero. O tentar silencia-lo &amp;#233; um acto c&amp;#250;mplice gerador da desmemoria.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;.A Funda&amp;#231;om Meendinho tem aberto um processo para erigir-lhe um monumento em Santiago de Compostela que perpetue a sua mem&amp;#243;ria. Participam dezessete escultores da Galiza e Portugal.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://pglingua.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1425:fundacom-meendinho-promove-a-construcom-de-um-monumento-dedicado-a-carvalho-calero&amp;amp;catid=28:carvalho-2010&amp;amp;Itemid=84&quot;&gt;http://pglingua.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1425:fundacom-meendinho-promove-a-construcom-de-um-monumento-dedicado-a-carvalho-calero&amp;amp;catid=28:carvalho-2010&amp;amp;Itemid=84&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;...&lt;p&gt;.Para o financiamento deste projecto de subscrip&amp;#231;om popular, &amp;#233; necess&amp;#225;ria a aporta&amp;#231;om de todas aquelas pessoas conscientes, comprometidas coa nossa cultura e defensoras dum idioma que traspassou as nossas fronteiras e que pode encontrar no &amp;#226;mbito da sua l&amp;#237;ngua internacional, o espa&amp;#231;o para a defesa dos seus interesses tal e como afirmava o professor Ricardo Carvalho Calero, e que sabem do valor formativo e exemplar que este tipo de a&amp;#231;&amp;#245;es sup&amp;#245;em&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;.Sem o contributos como o seu seria-nos imposs&amp;#237;vel levarmos a cabo o projecto. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A tal fim ingresse na conta da F. Meendinho em indicando o seu nome e bi para o certificado     .Caixanova  2080  0132  15  0040021179&lt;br /&gt;.IBAN  ES25  2080 0132  1500  4002  1179&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Da sua achega enviar-se-&amp;#225; o correspondente certificado por desagravarem fiscalmente um 25 % de conformidade a Lei estatal do Mecenato, e uma mem&amp;#243;ria final onde se informar&amp;#225; dos ingressos e como estes foram investidos. &lt;/p&gt;...&lt;p&gt;Assinado:  O Presidente, Alexandre Banhos.&lt;/p&gt;....&lt;p&gt;Breve apontamento sobre a figura de D. Ricardo Carvalho Calero (Ferrol, 30-10-1910 - Compostela, 25-03-1990). &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A sua etapa universit&amp;#225;ria ficou marcada pola sua incorpora&amp;#231;om ao Semin&amp;#225;rio de Estudos Galegos (S.E.G).  Foi cofundador do Partido Galeguista em 1931, e juntamente com Lu&amp;#237;s Tobio autor do primeiro Anteprojecto de Estatuto de Autonomia da Galiza.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A 28 de Junho de 1936, no Plebiscito do Estatuto de Autonomia da Galiza, aprova-se por mais de 2/3 do eleitorado. Por&amp;#233;m, poucos dias depois produze-se a subleva&amp;#231;om militar. A sedi&amp;#231;om surpreendeu Carvalho em Madrid e de imediato incorpora-se como miliciano ao ex&amp;#233;rcito republicano, participando na defensa de Madrid, sendo depois elevado a Oficial.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em 1939, &amp;#233; julgado e condenado &amp;#224; cadeia perp&amp;#233;tua, (por ser oficial do ex&amp;#233;rcito, e separatista, -do Partido Galeguista-). No ano 41, regressa a Ferrol em liberdade controlada, dedicando-se ao ensino privado.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Nos anos de posguerra o labor liter&amp;#225;rio vai ser muito intenso, &amp;#233; a primeira pessoa que depois da guerra publica em galego, escreve tr&amp;#234;s obras dram&amp;#225;ticas: A Sombra de Orfeo, A &amp;#193;rbore e Farsa das Zocas. Os romances A Gente da Barreira e Os Se&amp;#241;ores da Pena. A seguir as cr&amp;#243;nicas do mundo da sua inf&amp;#225;ncia: O Lar de Clara, As Pitas baixo a Chuva, Os Tumbos... Tam&amp;#233;m come&amp;#231;am as colabora&amp;#231;&amp;#245;es no jornal &amp;#171;La Noche&amp;#187; sob pseud&amp;#243;nimo.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Participa na funda&amp;#231;om da Editorial Gal&amp;#225;xia em 1950 e nesse ano deslocar&amp;#225;-se para trabalhar em Lugo, onde exercer&amp;#225; como professor e director do Col&amp;#233;gio Fingoi.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em 1964-65 incorpora-se como professor interino de L&amp;#237;ngua e Literatura Galegas na Universidade de Compostela. Em 1966 aparece a primeira edi&amp;#231;om da sua Gram&amp;#225;tica elemental del gallego com&amp;#250;n. Em 1971, publica: A Sombra de Orfeu, Farsa das Zocas, A &amp;#193;rbore e Auto do Prisioneiro.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em 1972 consegue por concurso a primeira C&amp;#225;tedra de galego-portugu&amp;#234;s na Universidade de Compostela facto fundamental para a dignifica&amp;#231;om da nossa l&amp;#237;ngua e cultura e para formarem-se profissionais, e saem do prelo Sobre l&amp;#237;ngua e literatura galega (1971); Estudos Rosalianos: aspectos da vida e obra de Rosalia de Castro (1979), e Libros e Autores Galegos I (1979).&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em 1979 preside a plural Comissom Ling&amp;#252;&amp;#237;stica da Junta Pr&amp;#233;-Auton&amp;#243;mica, que elabora umhas Normas Ortogr&amp;#225;ficas do Idioma, conhecidas como de m&amp;#237;nimos. As normas nom faziam mais do que seguir a linha que formava parte da tradi&amp;#231;om galeguista desde as origens, e do que proclamava a lingu&amp;#237;stica internacional. O chamado Decreto impositivo (1983) (&quot;Decreto Filgueira&quot;) anula as anteriores normas do consenso e impom umha linha que consagram, a sateliza&amp;#231;om ao romance ib&amp;#233;rico central.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em 1980, abandona a doc&amp;#234;ncia, mais a sua actividade criativa multiplica-se, cultivando todos os g&amp;#233;neros: poesia, romance, teatro, ensaio,... A partir deste ano recolhe em livros a maior parte da sua produ&amp;#231;om como cr&amp;#237;tico: Problemas da L&amp;#237;ngua Galega (1981); Livros e Autores Galegos II (1982); Da Fala e da Escrita (1983); Letras Galegas (1984); Escritos sobre Castelao (1989); Estudos e Ensaios sobre Literatura Galega (1989); Do Galego e da Galiza (1990). Continua a sua produ&amp;#231;om po&amp;#233;tica: Pret&amp;#233;rito Imperfeito (1980); Futuro Condicional (1982); Cantigas de Amigo e Outros Poemas (1986); Retic&amp;#234;ncias... (1990). Revisa e reedita toda a obra dram&amp;#225;tica e narrativa: Teatro Completo (1982); A Gente da Barreira e Outras Hist&amp;#243;rias (1982), Narrativa. Em 1987 publica Sc&amp;#243;rpio, um dos melhores romances da Galiza. Foi membro da &amp;#171;RAG&amp;#187;, &amp;#171;Academia das Ci&amp;#234;ncias de Lisboa&amp;#187;, e de honra da &amp;#171;AGAL&amp;#187;&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Em Compostela, onde morava, falecia a 25 de Mar&amp;#231;o de 90. Conclu&amp;#237;a &amp;#171;umha vida densa e austera, dedicada a trabalhar pola Galiza e a sua cultura&amp;#187;. A n&amp;#243;s ficou-nos a sua obra e o seu exemplo de permanente coer&amp;#234;ncia.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/projetos&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UM MONUMENTO PARA D. RICARDO CARVALHO CALERO</p>..<p>.O ano 2010 &#233; o ano do cent&#233;simo do nascimento de Carvalho Calero e o vig&#233;simo do seu passamento. Foram muitas as institui&#231;&#245;es e pessoas que aguardavam o ano 2010 como o ano institucional Carvalho Calero. O tentar silencia-lo &#233; um acto c&#250;mplice gerador da desmemoria.</p>..<p>.A Funda&#231;om Meendinho tem aberto um processo para erigir-lhe um monumento em Santiago de Compostela que perpetue a sua mem&#243;ria. Participam dezessete escultores da Galiza e Portugal.</p>..<p><a href="http://pglingua.org/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1425:fundacom-meendinho-promove-a-construcom-de-um-monumento-dedicado-a-carvalho-calero&amp;catid=28:carvalho-2010&amp;Itemid=84">http://pglingua.org/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1425:fundacom-meendinho-promove-a-construcom-de-um-monumento-dedicado-a-carvalho-calero&amp;catid=28:carvalho-2010&amp;Itemid=84</a></p>...<p>.Para o financiamento deste projecto de subscrip&#231;om popular, &#233; necess&#225;ria a aporta&#231;om de todas aquelas pessoas conscientes, comprometidas coa nossa cultura e defensoras dum idioma que traspassou as nossas fronteiras e que pode encontrar no &#226;mbito da sua l&#237;ngua internacional, o espa&#231;o para a defesa dos seus interesses tal e como afirmava o professor Ricardo Carvalho Calero, e que sabem do valor formativo e exemplar que este tipo de a&#231;&#245;es sup&#245;em</p>..<p>.Sem o contributos como o seu seria-nos imposs&#237;vel levarmos a cabo o projecto. </p>..<p>A tal fim ingresse na conta da F. Meendinho em indicando o seu nome e bi para o certificado     .Caixanova  2080  0132  15  0040021179<br />.IBAN  ES25  2080 0132  1500  4002  1179</p>..<p>Da sua achega enviar-se-&#225; o correspondente certificado por desagravarem fiscalmente um 25 % de conformidade a Lei estatal do Mecenato, e uma mem&#243;ria final onde se informar&#225; dos ingressos e como estes foram investidos. </p>...<p>Assinado:  O Presidente, Alexandre Banhos.</p>....<p>Breve apontamento sobre a figura de D. Ricardo Carvalho Calero (Ferrol, 30-10-1910 - Compostela, 25-03-1990). </p>..<p>A sua etapa universit&#225;ria ficou marcada pola sua incorpora&#231;om ao Semin&#225;rio de Estudos Galegos (S.E.G).  Foi cofundador do Partido Galeguista em 1931, e juntamente com Lu&#237;s Tobio autor do primeiro Anteprojecto de Estatuto de Autonomia da Galiza.</p>..<p>A 28 de Junho de 1936, no Plebiscito do Estatuto de Autonomia da Galiza, aprova-se por mais de 2/3 do eleitorado. Por&#233;m, poucos dias depois produze-se a subleva&#231;om militar. A sedi&#231;om surpreendeu Carvalho em Madrid e de imediato incorpora-se como miliciano ao ex&#233;rcito republicano, participando na defensa de Madrid, sendo depois elevado a Oficial.</p>..<p>Em 1939, &#233; julgado e condenado &#224; cadeia perp&#233;tua, (por ser oficial do ex&#233;rcito, e separatista, -do Partido Galeguista-). No ano 41, regressa a Ferrol em liberdade controlada, dedicando-se ao ensino privado.</p>..<p>Nos anos de posguerra o labor liter&#225;rio vai ser muito intenso, &#233; a primeira pessoa que depois da guerra publica em galego, escreve tr&#234;s obras dram&#225;ticas: A Sombra de Orfeo, A &#193;rbore e Farsa das Zocas. Os romances A Gente da Barreira e Os Se&#241;ores da Pena. A seguir as cr&#243;nicas do mundo da sua inf&#225;ncia: O Lar de Clara, As Pitas baixo a Chuva, Os Tumbos... Tam&#233;m come&#231;am as colabora&#231;&#245;es no jornal &#171;La Noche&#187; sob pseud&#243;nimo.</p>..<p>Participa na funda&#231;om da Editorial Gal&#225;xia em 1950 e nesse ano deslocar&#225;-se para trabalhar em Lugo, onde exercer&#225; como professor e director do Col&#233;gio Fingoi.</p>..<p>Em 1964-65 incorpora-se como professor interino de L&#237;ngua e Literatura Galegas na Universidade de Compostela. Em 1966 aparece a primeira edi&#231;om da sua Gram&#225;tica elemental del gallego com&#250;n. Em 1971, publica: A Sombra de Orfeu, Farsa das Zocas, A &#193;rbore e Auto do Prisioneiro.</p>..<p>Em 1972 consegue por concurso a primeira C&#225;tedra de galego-portugu&#234;s na Universidade de Compostela facto fundamental para a dignifica&#231;om da nossa l&#237;ngua e cultura e para formarem-se profissionais, e saem do prelo Sobre l&#237;ngua e literatura galega (1971); Estudos Rosalianos: aspectos da vida e obra de Rosalia de Castro (1979), e Libros e Autores Galegos I (1979).</p>..<p>Em 1979 preside a plural Comissom Ling&#252;&#237;stica da Junta Pr&#233;-Auton&#243;mica, que elabora umhas Normas Ortogr&#225;ficas do Idioma, conhecidas como de m&#237;nimos. As normas nom faziam mais do que seguir a linha que formava parte da tradi&#231;om galeguista desde as origens, e do que proclamava a lingu&#237;stica internacional. O chamado Decreto impositivo (1983) ("Decreto Filgueira") anula as anteriores normas do consenso e impom umha linha que consagram, a sateliza&#231;om ao romance ib&#233;rico central.</p>..<p>Em 1980, abandona a doc&#234;ncia, mais a sua actividade criativa multiplica-se, cultivando todos os g&#233;neros: poesia, romance, teatro, ensaio,... A partir deste ano recolhe em livros a maior parte da sua produ&#231;om como cr&#237;tico: Problemas da L&#237;ngua Galega (1981); Livros e Autores Galegos II (1982); Da Fala e da Escrita (1983); Letras Galegas (1984); Escritos sobre Castelao (1989); Estudos e Ensaios sobre Literatura Galega (1989); Do Galego e da Galiza (1990). Continua a sua produ&#231;om po&#233;tica: Pret&#233;rito Imperfeito (1980); Futuro Condicional (1982); Cantigas de Amigo e Outros Poemas (1986); Retic&#234;ncias... (1990). Revisa e reedita toda a obra dram&#225;tica e narrativa: Teatro Completo (1982); A Gente da Barreira e Outras Hist&#243;rias (1982), Narrativa. Em 1987 publica Sc&#243;rpio, um dos melhores romances da Galiza. Foi membro da &#171;RAG&#187;, &#171;Academia das Ci&#234;ncias de Lisboa&#187;, e de honra da &#171;AGAL&#187;</p>..<p>Em Compostela, onde morava, falecia a 25 de Mar&#231;o de 90. Conclu&#237;a &#171;umha vida densa e austera, dedicada a trabalhar pola Galiza e a sua cultura&#187;. A n&#243;s ficou-nos a sua obra e o seu exemplo de permanente coer&#234;ncia.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/projetos">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>Objetivos</title>
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			<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:04:13 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">Atividades</category>			<guid isPermaLink="false">7792@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Tal como determina o artigo 6 dos seus estatutos &amp;#8220;A Funda&amp;#231;om Meendinho tem por objeto contribuir para a plena normaliza&amp;#231;om da L&amp;#237;ngua e a cultura galega bem como para a sua proje&amp;#231;om e divulga&amp;#231;om nacional e internacional. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Assim mesmo ter&amp;#225; como finalidade impulsionar e promover ideias e projetos que levem a um potenciamento dos hist&amp;#243;ricos la&amp;#231;os culturais e lingu&amp;#237;sticos com todos os pa&amp;#237;ses de fala portuguesa, especialmente com o vizinho Portugal. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Estes fins inspiram-se, nom s&amp;#243; em raz&amp;#245;es hist&amp;#243;ricas, senom tamb&amp;#233;m na ideia de supressom de fronteiras culturais que se abre caminho na Europa atual.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;Para o cumprimento destes fins, a Funda&amp;#231;om fomentar&amp;#225; a literatura, artes pl&amp;#225;sticas, m&amp;#250;sica tradicional e moderna, v&amp;#237;deo, cinema, etnografia, sociologia, interc&amp;#226;mbios docentes, viagens culturais e todos os trabalhos que contribuam a um maior relacionamento da Galiza com a cultura portuguesa. &lt;/p&gt;..&lt;p&gt;No padroado da Funda&amp;#231;om estam pessoas da Galiza e de Portugal.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/objetivos&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tal como determina o artigo 6 dos seus estatutos &#8220;A Funda&#231;om Meendinho tem por objeto contribuir para a plena normaliza&#231;om da L&#237;ngua e a cultura galega bem como para a sua proje&#231;om e divulga&#231;om nacional e internacional. </p>..<p>Assim mesmo ter&#225; como finalidade impulsionar e promover ideias e projetos que levem a um potenciamento dos hist&#243;ricos la&#231;os culturais e lingu&#237;sticos com todos os pa&#237;ses de fala portuguesa, especialmente com o vizinho Portugal. </p>..<p>Estes fins inspiram-se, nom s&#243; em raz&#245;es hist&#243;ricas, senom tamb&#233;m na ideia de supressom de fronteiras culturais que se abre caminho na Europa atual.</p>..<p>Para o cumprimento destes fins, a Funda&#231;om fomentar&#225; a literatura, artes pl&#225;sticas, m&#250;sica tradicional e moderna, v&#237;deo, cinema, etnografia, sociologia, interc&#226;mbios docentes, viagens culturais e todos os trabalhos que contribuam a um maior relacionamento da Galiza com a cultura portuguesa. </p>..<p>No padroado da Funda&#231;om estam pessoas da Galiza e de Portugal.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/06/objetivos">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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			<title>Quem somos?</title>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/05/quem-somos</link>
			<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:56:45 +0000</pubDate>			<dc:creator>admin</dc:creator>
			<category domain="main">Objetivos</category>			<guid isPermaLink="false">7788@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
						<description>&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Funda&amp;#231;om Meendinho&lt;/strong&gt; tem o n.&amp;#186; de registo de funda&amp;#231;&amp;#245;es galegas &lt;strong&gt;1999/16&lt;/strong&gt;. Est&amp;#225; classificada por Ordem de 27-07-1999, e declarada de interesse galego por Ordem de 18-08-1999.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Funda&amp;#231;om&lt;/strong&gt; foi a cria&amp;#231;&amp;#227;o dum entusiasta escol de galegos e galegas, que tomarom a iniciativa de a criarem como um instrumento muito &amp;#250;til ao servi&amp;#231;o do processo reintegrador, que na Galiza muito cumpre, para caminharmos polos vieiros que pertencem, os pr&amp;#243;prios por hist&amp;#243;ria e natureza.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;O seu primeiro &amp;#243;rg&amp;#227;o de governo estava presidido polo professor Bernardo Penabade Rei, era Vice-Presidente Jos&amp;#233; Manuel Aldea Moscoso, secret&amp;#225;ria Manuela Ribeira Cascudo e Tesoureira Rosa Maria Verdugo Mat&amp;#233;s. Ao longo destes anos a &lt;strong&gt;Funda&amp;#231;om Meendinho&lt;/strong&gt; esteve por tr&amp;#225;s ou apoiando entusiasticamente iniciativas comunicacionais como o jornal &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Novas da Galiza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e na constitui&amp;#231;&amp;#227;o da empresa de cria&amp;#231;&amp;#227;o e distribui&amp;#231;&amp;#227;o musical, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ouvirmos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;No ano 2009, a &lt;strong&gt;Funda&amp;#231;om&lt;/strong&gt; realizou os processos para a sua adapta&amp;#231;&amp;#227;o estatut&amp;#225;ria &amp;#224; &lt;em&gt;Lei de Funda&amp;#231;&amp;#245;es da Galiza&lt;/em&gt;, e tamb&amp;#233;m &amp;#224; &lt;em&gt;Lei estatal do Mecenato&lt;/em&gt; para obter os benef&amp;#237;cios fiscais correspondentes.&lt;/p&gt;..&lt;p&gt;A funda&amp;#231;om Meendinho, somos a primeira entidade deste tipo da Galiza que est&amp;#225; configurada com um padroado galaico-lusitano. Os cargos do padroado, o seu &amp;#243;rg&amp;#227;o de governo, actualmente est&amp;#227;o ocupados polas seguintes pessoas: &lt;br /&gt;.&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Banhos Campo,&lt;/strong&gt; presidente, &lt;br /&gt;.&lt;strong&gt;Isaac Alonso Estraviz,&lt;/strong&gt; vice-presidente,&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;.Manuela Ribeiro Cascudo,&lt;/strong&gt; secret&amp;#225;ria, &lt;br /&gt;.&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Ana Maria Cabanas Gomes,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; tesoureira, &lt;br /&gt;.e os seguintes vogais:&lt;br /&gt;.professora &lt;strong&gt;Margarida Martins Vilanova&lt;/strong&gt;, &lt;br /&gt;.professor &lt;strong&gt;Jos&amp;#233; Paz Rodrigues&lt;/strong&gt;, &lt;br /&gt;.padre &lt;strong&gt;Ant&amp;#243;nio Louren&amp;#231;o Fontes&lt;/strong&gt;, &lt;br /&gt;.doutor &lt;strong&gt;Carlos Reis&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;.professor &lt;strong&gt;Luiz Gonzaga Martins&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;.O dinamizador cultural bruxelense da livraria Orfeu e funcionario da Comiss&amp;#227;o Europeia&lt;/strong&gt; Joaquim Pinto da Silva &lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;del&gt;&lt;/del&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/05/quem-somos&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Funda&#231;om Meendinho</strong> tem o n.&#186; de registo de funda&#231;&#245;es galegas <strong>1999/16</strong>. Est&#225; classificada por Ordem de 27-07-1999, e declarada de interesse galego por Ordem de 18-08-1999.</p>..<p>A <strong>Funda&#231;om</strong> foi a cria&#231;&#227;o dum entusiasta escol de galegos e galegas, que tomarom a iniciativa de a criarem como um instrumento muito &#250;til ao servi&#231;o do processo reintegrador, que na Galiza muito cumpre, para caminharmos polos vieiros que pertencem, os pr&#243;prios por hist&#243;ria e natureza.</p>..<p>O seu primeiro &#243;rg&#227;o de governo estava presidido polo professor Bernardo Penabade Rei, era Vice-Presidente Jos&#233; Manuel Aldea Moscoso, secret&#225;ria Manuela Ribeira Cascudo e Tesoureira Rosa Maria Verdugo Mat&#233;s. Ao longo destes anos a <strong>Funda&#231;om Meendinho</strong> esteve por tr&#225;s ou apoiando entusiasticamente iniciativas comunicacionais como o jornal <strong><em>Novas da Galiza</em></strong>, e na constitui&#231;&#227;o da empresa de cria&#231;&#227;o e distribui&#231;&#227;o musical, <strong><em>Ouvirmos</em></strong><em>.</p>..<p>No ano 2009, a <strong>Funda&#231;om</strong> realizou os processos para a sua adapta&#231;&#227;o estatut&#225;ria &#224; <em>Lei de Funda&#231;&#245;es da Galiza</em>, e tamb&#233;m &#224; <em>Lei estatal do Mecenato</em> para obter os benef&#237;cios fiscais correspondentes.</p>..<p>A funda&#231;om Meendinho, somos a primeira entidade deste tipo da Galiza que est&#225; configurada com um padroado galaico-lusitano. Os cargos do padroado, o seu &#243;rg&#227;o de governo, actualmente est&#227;o ocupados polas seguintes pessoas: <br />.<strong><strong>Alexandre Banhos Campo,</strong> presidente, <br />.<strong>Isaac Alonso Estraviz,</strong> vice-presidente,<strong> <br />.Manuela Ribeiro Cascudo,</strong> secret&#225;ria, <br />.<strong><strong>Ana Maria Cabanas Gomes,</strong><strong> tesoureira, <br />.e os seguintes vogais:<br />.professora <strong>Margarida Martins Vilanova</strong>, <br />.professor <strong>Jos&#233; Paz Rodrigues</strong>, <br />.padre <strong>Ant&#243;nio Louren&#231;o Fontes</strong>, <br />.doutor <strong>Carlos Reis</strong> <br />.professor <strong>Luiz Gonzaga Martins</strong>,<br />.O dinamizador cultural bruxelense da livraria Orfeu e funcionario da Comiss&#227;o Europeia</strong> Joaquim Pinto da Silva </strong></strong> </em><del></del></p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/meendinho/2010/01/05/quem-somos">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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