O FACHO: A Educaçom em Tempos de Neoliberalismo

O FACHO: A Educaçom em Tempos de Neoliberalismo

05-02-2009

Jurjo Torres Santomé, Catedrático de Didáctica e Organizaçom Escolar na Universidade da Corunha e intelectual de reconhecido prestigio dentro da comunidade cientifica internacional dentro dos eidos da educaçom interveu dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho. A sua atraente palestra versou sobre: A Educaçom em Tempos de Neoliberalismo

O professor Torres, principiou a sua palestra afirmando que nunca como hoje a Escola estivo tam fornecida à vez que tampouco nunca estivo submetida a tanta desconfiança. Nunca como hoje houvo tanto e tam bons docentes e especialistas na Escola. Por vez primeira é umha Escola de massas, o ensino é obrigatório desde o 3 anos até os 16 anos. Mas nom som os alunos o peares deste descontente, ao contrário, o alunato valora bem a Escola, porque é o lugar de socializaçom para eles, é o espaço onde construem as suas amizades. A Escola deixou de ser um lugar sagrado, tem que compartir com outras redes que falam o mesmo que ela fala, a rede, o cinema, o museu, etc. Se a Escola só fosse um lugar para transmitir informaçom poderia ser substituída, porém nom o é, porque na Escola analisa-se, avalia-se, questiona-se, a informaçom; pôr-se em ordem os dados numha mudança constante. Na Escola tenta-se produzir conhecimento e nom ideologia a pesar da dominaçom de classe por parte do Capital.
Hoje vivemos na sociedade do capitalismo da informaçom ou do capitalismo cognitivo. A rapidez da informaçom é determinante, possuir informaçom é poder. A revoluçom cientifico-tecnológica abeira aos maiores, ficam fora, receiam das novas máquinas; a mais grande fenda é a existente entre novos e velhos. E todo isto vencelhado a contra-revoluçom económica, onde a Economia é governada por tecnocratas, construindo umha política que nega o comum, o público. O neoliberalismo ao negar o publico nega de facto à cidadania ao colonizar o mundo social.

.
.

Endereço de trackback para este post

Trackback URL (clique direito e copie atalho/localizaçom do link)

Sem comentários ainda

Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
+ info

Agrupaçom Cultural O Facho
Apartado de Correios n.º 46, Oficina Principal da Coruña
o_facho_a_cultural@yahoo.com.br

Busca

  Feeds XML

Ferramentas de administraçom

blogging software