O FACHO: As CAIXAS E A CRISE financeira, por Xabier Venze Deza

O FACHO: As CAIXAS E A CRISE financeira, por Xabier Venze Deza

27-01-2010

Com um salom ateigado de público, o catedrático da USC, Xavier Vence, ofereceu umha interessantíssima palestra sobre a crise fiscal e a sua interelaçom com as Caixas de Aforros galegas.

A exposiçom desenvolta polo conferencista mostrou como o divorcio e a independência da economia financeira da economia produtiva é a cerna da crise que estamos a padecer hoje nas economias capitalistas com as suas consequências de desemprego e miserabilizaçom dos sectores populares da povoaçom. O desastre a que nos abocárom as concepçons neo-liberais da economia com a sua política de nom fiscalizaçom e de potenciaçom da especulaçom financeira.

Centrando-se no aspecto das Caixas de Aforros galegas, desvendou como o desenho do Governador do Banco de Espanha, Fernández Ordoñez, é umha bomba para o desenvolvimento da economia do nosso País, pois nele está nom só o sequestro dos aforros dos galegos cara Madrid, senom também a privatizaçom destas entidades. E como elemento báscular desta política financeira e jungida a mesma, está a sua obsessom por umha maior des regularizaçom dos salários e o aumento de precariedade laboral. Políticas que só conduz a umha maior indigência as classes trabalhadores e um maior enriquecimento as grandes fortunas e constituiçom de outras novas, e junto ao mesmo umha desertizaçom económica e industrial de Galiza com as suas consequências de empobrecimento e emigraçom maciça, tal como leva acontecendo nestas últimas décadas.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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