O FACHO - Justo Beramendi: O nacionalismo galego nos finais do franquismo

O FACHO - Justo Beramendi: O nacionalismo galego nos finais do franquismo

25-02-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha


A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10

Palestra

O vindouro dia 9 de Março, terça-feira (martes), o Doutor e historiador, Justo Beramendi González falará sobre O nacionalismo galego nos finais do franquismo dentro do ciclo, Economia, História e C.C. Sociais organizado pola nossa Agrupaçom.

O Doutor J. Beramendi é catedrático de Historia Contemporânea na U.S.C. Realizou estudos de Ingeriria Industrial em Madrid e de traduçom em Barcelona, para logo se doutorar em História na universidade de Santiago. Actualmente é um dos grandes especialistas europeus na história das ideologias e dos nacionalismos.
Autor de umha interessantíssima e amplia obra, tanto em artigos como em livros. Destes últimos sublinhamos: De província a nación. História do galeguismo político, Vicente Risco no nacionalismo galego. Los nacionalismos en la España de la II República Obra política de Ramón Vilar Ponte, Nationalism in Europe. Past and present, La historia política. Algunos conceptos básicos, Memoria e Identidade.
Assim mesmo é co-fundador do Museu do Povo Galego e também da Fundaçom Castelao. Participou na criaçom das revistas Negaciones, A Trabe de Ouro, e Tempos Novos.

Dia: 09 de Março do 2010 - Hora: 8 do serám
Local: Médico Rodríguez nº 2, esquina Juan Flórez
Caixa Galicia - Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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