O FACHO: Rafael Quintía Pereira - A Moura na mitologia galega

O FACHO: Rafael Quintía Pereira - A Moura na mitologia galega

25-04-2016

Agrupaçom Cultural O Facho
G-15037021
Apartado de Correios nº 46 O.P.
Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho d'A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2015-16

Palestra:


O vindouro dia 4 de Maio, quarta (martes), o antropologo, escritor e investigador, Rafael Quintía Pereira, falará dentro do ciclo, Economia, História e C.C. Sociais. A sua conferência intitula-se: A Moura na mitologia galega. O acto realizara-se em Portas Ártabras, rua Sinagoga 22, Cidade Velha.


Quintía Pereira, é licenciado en Antropologia Social e Cultural, licenciado en C.C. Empresariais, escritor e músico tradicional. Assim mesmo é membro fundador e presidente da Sociedade Antropológica Galega (SAGA) e co-fundador da associaçom cultural e grupo de música tradicional Os Chichisos. Também foi membro fundador do Grupo de Estudos Etnográficos Serpe Bichoca.
Ganhou o Prémio de investigaçom Luís Cuadrado 2010 polo seu trabalho A Nosa Senhora da Lanzada. Estudio antropológico de um santuario marítimo. Dirixe a publicaçom Fol de Veleno. Anuario de Antropoloxía e Historia de Galiza. Como ensaista tem publicado diversos libros, entre os que sublinharemos: La historia de Galicia en 50 lugares, Uso simbólico do cuarzo na cultura galega. Aspectos etnográficos e arqueolóxicos. Alicornio. O poder do corno de unicornio na medicina tradicional galega,Deuses, Mitos e Ritos do Monte do Seixo. Unha proposta interpretativa en clave céltica. É autor, ademais, de numerosos artículos etnográficos, antropológicos e históricos publicados en distintas revistas de investigaçom e divulgaçom.

Data: 4 de Maio 2016
Hora: 8 do serám ? Rua Sinagoga 22
Portas Ártabras ? Cidade Velha

J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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