O FACHO: Contra o novo julgamento de Carlos Callón

10-05-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Crunha

Manifesto contra o novo julgamento de Carlos Callón

A Agrupaçom Cultural O Facho quer mostrar o seu desacougo polo novo julgamento do professor Carlos Callón e opom-se ao mesmo. Carlos Callón já foi juzgado por ter criticado, em 2008, o uso de toponímia deturpada e o instar a cumprir a legalidade pola pessoa que na altura era juiz decano da Corunha, António Fraga Mandián,

Temos que lembrar que no anterior juízo nem a fiscalia nem a juíza instrutora viram indícios de delito por parte do presidente da Mesa pola Normalizaçom Lingüística. O novo juízo supom a possibilidade de outorgar um aval para a ?caça de bruxas? em toda regra contra a nossa língua e a nossa cultura.
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Ante este chocante episódio, O Facho manifesta o seu apoio a Carlos Callón, e aguarda que a legalidade e o sentido comum prive sobre qualquer manifestaçom de arbitrariedade e estrago da Justiça.

A Crunha, 10 de Maio do 2013

O FACHO: Letras Galegas: Vidal Bolanho por Xosé Antón López Dobao

09-05-2013

O FACHO: Letras Galegas: Vidal Bolanho por Xosé Antón López Dobao

Apesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País assim como intelectuais da área da Galeguia (Lusofonia)

O passado dia 07 de Maio, convidado pola nossa Agrupaçom, o escritor e cineasta, Xosé Antom López Dobao intervéu num dos actos que com o galho das ?Letras Galegas? está a realizar a nossa Associaçom. A sua palestra decorreu sob o lema ?Roberto Vidal Bolanho?, figura homenageada neste ano.
López Dobao expujo ante umha interessada cidadania umha ilustrada e documentada análise a figura do intelectual e dramaturgo homenageado fazendo finca-pé na lucidez da visom de Vidal Bolanho cara a construçom de umha dramaturgia galega à par com qualquer outra existente, assim como o seu compromisso permanente com o País e a sua cultura.
O conferencista mostrou polo miúdo a relevância de Vidal Bolanho no eido do teatro, nom só pola sua entrega nas distintas áreas do mesmo, se nom também pola suas aportaçons tanto de textos como de postas em cenário. Pode-se afirmar que as aportaçons de Vidal Bolanho marcam um fito no que-fazer teatral na Galiza.

Ao findar a sua exposiçom mantivo um interessante colóquio com os assistentes.

O FACHO: AELG premia ao Facho junto com outras Associaçons Culturais

07-05-2013

O FACHO: AELG premia ao Facho junto com outras Associaçons Culturais
O FACHO: AELG premia ao Facho junto com outras Associaçons Culturais

A Associaçom de Escritoras e Escritores em Língua Galega (AELG) concedeu O Prémio ?Instituiçons? a diversas associaçons culturais de base criadas na Galiza nas décadas de 60 e 70 e que hoje em dia continuam com a sua actividade em defesa do País e da sua Língua e Cultura nacionais.

Este reconhecimento outorgado por AELG a quem contribuí à divulgaçom da Língua e Cultura Galega. Este ano foi entregado ao associativismo cultural nado nas décadas dos 60 e 70, e que continuam a dia de hoje com a sua actividade de defesa da língua e cultura da Naçom galega: Agrupaçom Cultural O Galo, Agrupaçom Cultural O Facho, Clube Cultural Valle Inclán, Agrupaçom Cultural Auriense, Agrupaçom Cultural Francisco Lanza, Agrupaçom Cultural Avantar, Agrupaçom Cultural Alexandre Bóveda, Agrupaçom Cultural Lumieira, Sociedade Cultural Medulio, Associaçom Cultural Amig@s da Cultura de Pontevedra.

A Agrupaçom Cultural O Facho quere agradecer a toda-las sócias e sócios da associaçom que fam e fizérom possível com a sua afiliaçom, a defesa da Língua e Cultura Galega. Sendo esta distinçom um reconhecimento a sua entrega.

Esta deferência é um aguilhom para actual Junta Directiva que a obriga continuar "picando pedra" em prol da emancipaçom do País e da sua Língua e Cultura. Só sendo donos de nós, seremos livres.

O FACHO: Letras Galegas: Xosé Antón López Dobao - Roberto Vidal Bolanho

05-05-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Crunha

Palestra

A Agrupaçom Cultural O Facho tem a bem o convidar à palestra que o vindouro dia 07 de Maio, terça, o escritor e professor, ?Xosé Antón López Dobao? falará da figura homenageada neste ano com o galho das Letras Galegas, ?Roberto Vidal Bolanho?.

Antón Dobao, é licenciado em Filologia galega pola USC, onde foi professor associado da Faculdade de Ciências da Informaçom. Trabalha como lingüista na TVGA desde o ano 1986. É membro do comité de redacçom da revista ?Trabe de Ouro?. Participou na criaçom do livro ?Xuro que nunca volverei pasar fame?, editado polas Redes Escarlate, organizaçom à que pertence. Assim mesmo é um dos impulsores de ProLingua. Tomou parte de criaçom de numerosas obras colectivas assim como individuais, entre as que sublinhamos: Os escritores lucenses arredor de Anxel Fole, XII Festival da Poesia no Condado, A poesía é o gran milagre do mundo, Alma de beiramar, Intifada. Ofrenda dos poetas galegos a Palestina, Volverlles a palabra. Homenaxe aos represaliados do franquismo. Incertos. Assim mesmo tem umha obra fílmica grandemente reconhecida: A biblioteca da iguana, O bosque de Levas, A marinheira, O clube da calceta.

Dia: 07 de Maio do 2013 - Hora: 7,30 do serao
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas na 11- Cidade Velha ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Todas as palestras estám em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

O FACHO: ?Emília Pardo Bazám e António Casares?. por Manuel Bermejo Patinho

26-04-2013

O FACHO: ?Emília Pardo Bazám e António Casares?. por Manuel Bermejo Patinho

Apesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País assim como intelectuais da área da Galeguia (Lusofonia)

No salom de actos da R. Academia Galega, o conferencista, Bermejo Patinho, com umha interessante exposiçom mostrou como o Emília Pardo Bazám mantinha contacto desde a sua nenez com o saber cientifico e em particular com António Casares, motivado pola amizade existente entre as suas famílias que compunha um pequeno reduto dos ilustrados do século XIX. Assim mesmo deu a conhecer como a obra da escritora está marcada desde o seu começo polas descobertas cientificas do século que só podia as ter escuitado no ambiente das tertúlias de ilustrados que se mantinham, de seguro, na sua casa petrucial

Assim mesmo apontou como a figura de António Casares presenta grandes escuros na sua actuaçom cívica, negando na sua prática social-política as posiçons de avançada que mantinha no eido cientifico. Numha das obras teatrais fulcrais, ?As actas escuras? da figura homenageada este ano com o galho das Letras Galegas, Roberto Vidal Bolanho, retrata com profundidade e acerto, a toma de posiçom contra o livre pensamento e em particular contra a Teoria da Evoluçom das Espécies por parte de António Casares, pom-se com o seu voto de qualidade com o doutrinário do reaccionárismo católico enviando deste jeito a dous professores da universidade, da escola kraussista, ao penal do Castelo de S. Antom na Crunha

Ao findar o conferenciante mantivo um mui interessante colóquio com o público assistente.

O FACHO: Manuel Bermejo Patinho - ?Emília Pardo Bazám e António Casares?.

19-04-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha


A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o a assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-13

Palestra

O vindoiro dia 23 de Abril, terça (martes), o Catedrático de Química Inorgánica da U.S.C., Manuel Bermejo Patinho, falará dentro do ciclo ?O saber cientifico na Galiza?, com a palestra intitulada ?Emília Pardo Bazám e António Casares?.

Manuel Bermejo é professor-investigador da USC. Do amplo currículo deste professor cabe destacar:

Director de um Grupo de Investigaçom em Química Bio-inorgánica e Supra-molecular; director e colaborador na direcçom de diversas Teses de Doutoramento de História da Ciência em Galiza; director de um Grupo de Trabalho sobre Conservaçom e posta em valor do Património Científico de Galiza; Director do trabalho Estrategia Galega de Educaçom Ambiental e participante no Projecto Galiza 2010. Assim mesmo tem organizado e participado em numerosos congressos nacionais e internacionais, tanto da sua especialidade como da Historia da Ciência e de Educaçom Ambiental.
Tem inumeráveis publicaçons de trabalhos em revistas internacionais do mais alto nível e comunicaçons científicas ao longo de todo o mundo. Também é autor de múltiplos trabalhos pedagógico-didácticos, livros de Ciência e Divulgaçom científica, artigos em revistas galegas e espanholas e múltiplas conferencias de divulgaçom.

Dia: 23 de Abril- Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas na 11- Cidade Velha ? A Corunha

Todas as palestras dadas estám em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

O FACHO: As raizes celtícas da Galiza por Alberte Lago Vilaverde

18-04-2013

O FACHO: As raizes celtícas da Galiza por Alberte Lago Vilaverde

Apesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País assim como intelectuais da área da Galeguia (Lusofonia).

O passado dia 17 de Abril, quarta-feira (mércores,o investigador e professor em História, Alberte Lago Vilaverde,falou dentro do ciclo, ?Economia, História e C.C. Sociais?. Na sua exposiçom sobre: ?Raízes Célticas da Galiza? mostrou numerosos dados sobre o que ele definiu como ?irrefutável celtismo galego?. É a identidade cultural nas extremas mais ocidentais da Europa, que vem desde milheiros de anos, é um feito que desde a antropologia e as modernas investigaçons manifestam de um jeito evidente

Ao findar a sua exposiçom o conferenciante mantivo um cálido colóquio com os assistentes.

O FACHO: Alberte Lago Vilaverde - ?Raízes Célticas da Galiza?

16-04-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-13

Palestra

O vindouro dia 17 de Abril, quarta-feira (mércores), o professor em História, Alberte Lago Vilaverde, há falar dentro do ciclo, ?Economia, História e C.C. Sociais?. A sua exposiçom versará sobre: ?Raízes Célticas da Galiza?
O historiador Lago Vilaverde, é licenciado em Geografia e História pola Universidade de Santiago, especialidade de História Medieval. Actualmente exerce de professor de Ensino Secundário no I.E.S. de Poio. É um dos fundadores de Murguia, revista galega de história, escrevendo desde o inicio da mesma tanto artigos como recessons de livros.
Tem publicados diversas investigaçons sobre a cultura celta na revista Murguia.


Dia: 12 de Março do 2013 ? Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega R/ Tabernas nº 11-
Cidade Velha ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho


Todas as palestras dadas estám em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

O FACHO: Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar por José V. Martínez-Romero Gandos,

13-03-2013

O FACHO: Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar por José V. Martínez-Romero Gandos,
O FACHO: Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar por José V. Martínez-Romero Gandos,

Apesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País assim como intelectuais da área da Galeguia (Lusofonia).

O passado dia 12 de Março, o Doutor em Psicología, José V. Martínez-Romero Gandos, partilhou dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom organizado pola nossa Agrupaçom. Na sua exposiçom tratou sobre: Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar. A palestra realizou-se no Salom de Actos da R. Academia Galega, que desde há um par de anos nos presta a sua ajuda para fazer possível as nossas actividades.

Martínez-Romero Gandos, filho de emigrantes da Terra de Montes e nado na Argentina desenvolveu umha dilatada actuaçom na Colectividade galega emigrada no Rio da Prata, participando na vida cultural galega da emigraçom desde 1960 até o seu retorno definitivo à Terra no 2002. Na sua explicaçom mostrou a ingente actividade civico-cultural levada a cabo no Além-Mar por emigrantes, polos seus filhos e netos foi fulcral para nossa história como Naçom.

Ao findar a sua exposiçom o conferenciante mantivo um cálido colóquio com os assistentes.

O FACHO: Doaçom dos fundos históricos d'O Facho à Real Academia Galega.

12-03-2013

O FACHO: Doaçom dos fundos históricos d'O Facho à Real Academia Galega.
O FACHO: Doaçom dos fundos históricos d'O Facho à Real Academia Galega.
O FACHO: Doaçom dos fundos históricos d'O Facho à Real Academia Galega.

No ano 1963 do século passado um pequeno fato de estudantes e jovens profissionais liberais fundavam na Cidade d'A Corunha a Agrupaçom Cultural O Facho. É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia umha clara vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussoes políticas que se podia fazer. A língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua. Os mesmos tivérom umha grande importáncia naqueles anos na cidade d'A Corunha. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarelhos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados à cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários, o grupo de teatro foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...)
Cinqüenta anos depois,todo o material salvado de umha possível desfeita, foi doado à Real Academia Galega. Este acordo inclui a doaçom de milheiros de peças documentais e bibliográficas que recolhem o labor e o que-fazer histórico d'O Facho na defesa da Língua e Cultura Galegas, assim como a sua biblioteca de mais de 3.000 volumes. O documento da entrega foi assinado polo presidente da Real Academia Galega, Xosé Luís Méndez Ferrín, escritor e grande luitador na emancipaçom de Galiza, e polo O Facho, assinou o seu presidente, Xosé Luis Rodríguez Pardo, de longa trajectória na luita cultural e política no nosso País.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Apartado de Correios n.º 46, Oficina Principal da Coruña
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