** O FACHO DE OURO **

29-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Corunha

** F A C H O D E O U RO **

Entrega do Facho de Ouro a D. Xesús Alonso Montero

A Directiva da Agrupaçom acordou outorgar O Facho de Ouro ao professor e homem de bem, D. Xesús Alonso Montero, como testemunha e reconhecimento a sua longa trajectória na defesa da dignidade e da cultura do País.
O acto cívico será acompanhado dumha ceia homenagem que se celebrará o sábado, dia 30 de Janeiro, às 21 horas no Hotel Riaçor d?A Corunha.

Prezo por pessoa: 30 ?.
Para reservar lugar chamardes a Rafael, telefone: 981.269.663-(tardes)
c. electrónico: lobezan@yahoo.es

* * *
No mesmo dia e na lembrança de Castelao, a Agrupaçom Cultural O Facho convida-o assistir à tradicional oferenda floral nos jardins de Mendes Nunes diante do monumento a Curros Henriques as 12 e ½ da manhá.. Na cerimonia haverá musica de gaiteiros.

J. Alberte Corral Iglesias
Secretario d?O Facho

**O FACHO: Concurso de TEATRO INFANTIL**

28-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.

Assumindo como próprias as palavras de Juan Ramón Jiménez quando afirmava que ?Teatro infantil é aquele que também lhe gosta aos nenos?, a Junta Directiva da Associaçom Cultural O FACHO acordou convocar de novo o Concurso de Teatro Infantil, que, nesta nova etapa, se regerá polas seguintes:

BASES:

1º) Poderám optar ao devandito prémio todas as pessoas que pressentem obras inéditas ?em qualquer tipo de suporte- nom representadas, nem premiadas noutros certames e que esteiam escritas em língua galega.
2º) Estabelece-se como prémio único, a ediçom da obra ganhadora, da que o autor ou autora receberá como mínimo o 40% da ediçom..
3º) A obra, que nom poderá exceder os 80 fólios, será presenteada por quintuplicado, em formato DIN A4, a dobre espaço e mecanografados por umha soa cara.
4º) Os originais para o Concurso enviaram-se por correio á sé da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia n.º 12-1º A Corunha (15005) ou a Caixa de Correios n.º 46, Oficina Principal de A Corunha. Apresentaram-se sob um lema, que figurará na portada dos textos enviados, e viram acompanhados de um envelope fechado que contenha no exterior o lema da obra e, no interior, o nome, apelidos e telefone do autor ou autora.
5º) O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2010 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.
6º) Os ganhadores serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO. O mesmo está composto por pessoas de reconhecido prestigio no âmbito teatral galego: Amalia Gómez, Xosé Manuel Rabón, Francisco Pillado.
7º) O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as duvidas que podam existir na sua interpretaçom
8º) A participaçom neste Certame implica assumir as bases do mesmo.
9º) Os originais nom premiados poderám ser retirados, no prazo de 30 dias, no local de O Facho, prévio correio dirigido ao endereço postal da Agrupaçom.:
No caso de que o autor o autora nom resida na Corunha poderá solicitar que lhe sejam enviados por correio postal.
10º) Esta convocatória entrará em vigor ao dia seguinte da sua publicaçom nos médios.

Na cidade d?A Corunha, mês de Janeiro 2010

**O FACHO: Concurso de CONTOS DE NENOS PARA NENOS**

28-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE CONTOS DE NENOS PARA NENOS ?CARLOS CASARES? CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO

BASES DO CONCURSO
Poderem participar crianças e meninas que apresentem as suas obras em língua galega. Os trabalhos apresentados deverám ser originais e inéditos em toda a sua extensom.
O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2010 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.

A apresentaçom de originais para o Concurso fará-se por correio postal dirigido à sede da Associaçom Cultural O FACHO, R/Frederico Tápia,12-1º 15005 - Corunha. Podendo fazer-se individualmente ou por meio do centro onde curse os seus estudos.
No caso em que sejam os centros escolares os que apresentem os originais ao Concurso, deverám fazer umha pre-selecçom de um máximo de dous trabalhos por categoria, qualquer outro terá que ser apresentado individualmente.

As obras haverem de ser relatos originais e nom estarem editados por nengum procedimento impresso ou electrónico, nem terem sido premiados em qualquer outro concurso ou certame literário e em condiçons para que os seus direitos de publicaçom podam ser cedidos a Associaçom Cultural O FACHO por período de três anos contados a partir do dia da falha do jurado.

Para além da originalidade literária, o júri valorizará a riqueza lingüística e o conhecimento gramatical reflectido nas obras.

Estabelecem-se duas categorias:

Categoria A Crianças de 6 a 12 anos.
Categoria B Crianças e meninas de 13 a 16 anos.

As quantias dos prémios serám as que seguem:
Categoria A: 1º 400 ? em efectivo
2º 400 ? em efectivo

Categoria B 1º 500 ? em efectivo
2º 400 ? em efectivo

Cada autor só poderá apresentar umha obra atendo-se aos seguintes limites de extensom:
Categoria A Um máximo de cinco fólios
Categoria B Um máximo de dez fólios

As obras haverem de se apresentar manuscritas ou mecanografadas, encadernadas ou grampadas e levarám por detrás do último folio os seguintes dados:

Nome e apelidos do autor/a.
Endereço e telefone.
Correio electrónico (se o tem).
Centro onde cursa os seus estudos.
Categoria na que participa.

Os prémios serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO em falha que se fará público no mês de Maio.
O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se apresentem e que nom estejam contempladas nestas bases, assim como as dúvidas na sua interpretaçom.
A participaçom neste Concurso implica a aceitaçom das presentes bases.

Na cidade d'A Corunha, mês de Janeiro 2010

O FACHO: As CAIXAS E A CRISE financeira, por Xabier Venze Deza

27-01-2010

Com um salom ateigado de público, o catedrático da USC, Xavier Vence, ofereceu umha interessantíssima palestra sobre a crise fiscal e a sua interelaçom com as Caixas de Aforros galegas.

A exposiçom desenvolta polo conferencista mostrou como o divorcio e a independência da economia financeira da economia produtiva é a cerna da crise que estamos a padecer hoje nas economias capitalistas com as suas consequências de desemprego e miserabilizaçom dos sectores populares da povoaçom. O desastre a que nos abocárom as concepçons neo-liberais da economia com a sua política de nom fiscalizaçom e de potenciaçom da especulaçom financeira.

Centrando-se no aspecto das Caixas de Aforros galegas, desvendou como o desenho do Governador do Banco de Espanha, Fernández Ordoñez, é umha bomba para o desenvolvimento da economia do nosso País, pois nele está nom só o sequestro dos aforros dos galegos cara Madrid, senom também a privatizaçom destas entidades. E como elemento báscular desta política financeira e jungida a mesma, está a sua obsessom por umha maior des regularizaçom dos salários e o aumento de precariedade laboral. Políticas que só conduz a umha maior indigência as classes trabalhadores e um maior enriquecimento as grandes fortunas e constituiçom de outras novas, e junto ao mesmo umha desertizaçom económica e industrial de Galiza com as suas consequências de empobrecimento e emigraçom maciça, tal como leva acontecendo nestas últimas décadas.

O FACHO - Xavier Venze Deza: AS CAIXAS E A CRISE FINANCEIRA.

23-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural ?O Facho? d?A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2009-10.

Palestra:

O vindouro dia 26 de Janeiro, o Doutor e Professor da U.S.C., Xavier Vence Deza falará dentro do Ciclo, Economia, História e Ciências Sociais. A sua charla versará sobre: As Caixas e a Crise financeira.

Xavier Vence Deza é Catedrático de Economia Aplicada da Universidade de S. Compostela, a vez que é coordenador do grupo de investigaçom ICEDE e da Área de Economia do Seminário de Estudos Galegos. Foi director do IDEGA entre os anos 1991-95. Também tem sido professor convidado em diferentes universidades estrangeiras, a sua vez formou parte em múltiplos projectos de investigaçom europeus; assim mesmo coordenou numerosas investigaçom sobre diferentes aspectos da economia galega.
Autor de umha interessantíssima e amplia obra, tanto em artigos como em livros. Destes últimos sublinhamos: O Fracasso neo-liberal na Galiza, Industria e Inovaçom, Capitalismo e desemprego na Galiza, Integration and global corporate strategies, Innovations, Territoires et politiques publiques, Tempos de Sermos, etc... Com outros autores: Informe sobre a pobreza em Galiza, Salários e custo da vida. A sub-reptícia escalada das desiguales, etc...

Dia: 26 Janeiro 2010 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande 21-24 ? A Corunha

O FACHO - Clube de leitura

18-01-2010

Clube de leitura

Esta-se a constituir um Clube de leitura na Agrupaçom Cultural O Facho. A primeira juntança fará-se o dia 4 de Fevereiro, as 19 horas no local social do Facho: Frederico Tápia 12-1º-C . Corunha

Contacto com Sol G. Maside: 981.233.953
C.electrónico: solmaside@terra.es

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.

16-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.

Assumindo como próprias as palavras de Juan Ramón Jiménez quando afirmava que ?Teatro infantil é aquele que também lhe gosta aos nenos?, a Junta Directiva da Associaçom Cultural O FACHO acordou convocar de novo o Concurso de Teatro Infantil, que, nesta nova etapa, se regerá polas seguintes bases:

1º) Poderám optar ao devandito prémio todas as pessoas que pressentem obras inéditas ?em qualquer tipo de suporte- nom representadas, nem premiadas noutros certames e que esteiam escritas em língua galega.

2º) Estabelece-se como prémio único, a ediçom da obra ganhadora, da que o autor ou autora receberá como mínimo o 40% da ediçom..

3º) A obra, que nom poderá exceder os 80 fólios, será presenteada por quintuplicado, em formato DIN A4, a dobre espaço e mecanografados por umha soa cara.

4º) Os originais para o Concurso enviaram-se por correio á sé da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia n.º 12-1º A Corunha (15005) ou a Caixa de Correios n.º 46, Oficina Principal de A Corunha. Apresentaram-se sob um lema, que figurará na portada dos textos enviados, e viram acompanhados de um envelope fechado que contenha no exterior o lema da obra e, no interior, o nome, apelidos e telefone do autor ou autora.

5º) O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2010 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.

6º) Os ganhadores serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO. O mesmo está composto por pessoas de reconhecido prestigio no âmbito teatral galego: Amalia Gómez, Xosé Manuel Rabón, Francisco Pillado.

7º) O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as duvidas que podam existir na sua interpretaçom

8º) A participaçom neste Certame implica assumir as bases do mesmo.

9º) Os originais nom premiados poderám ser retirados, no prazo de 30 dias, no local de O Facho, prévio correio dirigido ao endereço postal da Agrupaçom.:

No caso de que o autor o autora nom resida na Corunha poderá solicitar que lhe sejam enviados por correio postal.

10º) Esta convocatória entrará em vigor ao dia seguinte da sua publicaçom nos médios.

Na cidade d?A Corunha, mês de Janeiro 2010

CONCURSO de CONTOS DE NENOS PARA NENOS ?CARLOS CASARES? CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO

14-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE CONTOS DE NENOS PARA NENOS ?CARLOS CASARES? CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO

Recuperados em 2008 os prémios literários que desde os anos sessenta convocou O FACHO e nos que participaram ou ganharam muitos dos escritores e escritoras que hoje fam possível com a sua obra umha literatura galega de qualidade e de grande importância nas letras universais, fai-se a convocaçom para 2010 do Concurso Literário Carlos Casares e em afectuosa homenagem ao primeiro ganhador do Certame de Literatura Infantil no ano 1968 com a sua formosa obra ?A galinha azul? que atingiria a honra de ter sido o fito fundacional da bem viçosa Literatura Infantil e Juvenil Galega contemporânea.

BASES DO CONCURSO

Poderem participar crianças e meninas que apresentem as suas obras em língua galega. Os trabalhos apresentados deverám ser originais e inéditos em toda a sua extensom.

O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2010 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.

A apresentaçom de originais para o Concurso fará-se por correio postal dirigido à sede da Associaçom Cultural O FACHO, R/Frederico Tápia,12-1º 15005 - Corunha. Podendo fazer-se individualmente ou por meio do centro onde curse os seus estudos.

No caso em que sejam os centros escolares os que apresentem os originais ao Concurso, deverám fazer umha pre-selecçom de um máximo de dous trabalhos por categoria, qualquer outro terá que ser apresentado individualmente.

As obras haverem de ser relatos originais e nom estarem editados por nengum procedimento impresso ou electrónico, nem terem sido premiados em qualquer outro concurso ou certame literário e em condiçons para que os seus direitos de publicaçom podam ser cedidos a Associaçom Cultural O FACHO por período de três anos contados a partir do dia da falha do jurado.

Para além da originalidade literária, o júri valorizará a riqueza lingüística e o conhecimento gramatical reflectido nas obras.

Estabelecem-se duas categorias:

Categoria A Crianças de 6 a 12 anos.
Categoria B Crianças e meninas de 13 a 16 anos.

As quantias dos prémios serám as que seguem:

Categoria A: 1º 400 ? em efectivo
2º 400 ? em efectivo

Categoria B 1º 500 ? em efectivo
2º 400 ? em efectivo

Cada autor só poderá apresentar umha obra atendo-se aos seguintes limites de extensom:

Categoria A Um máximo de cinco fólios
Categoria B Um máximo de dez fólios

As obras haverem de se apresentar manuscritas ou mecanografadas, encadernadas ou grampadas e levarám por detrás do último folio os seguintes dados:

Nome e apelidos do autor/a.
Endereço e telefone.
Correio electrónico (se o tem).
Centro onde cursa os seus estudos.
Categoria na que participa.

Os prémios serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO em falha que se fará público no mês de Maio.

O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se apresentem e que nom estejam contempladas nestas bases, assim como as dúvidas na sua interpretaçom.

A participaçom neste Concurso implica a aceitaçom das presentes bases.

Na cidade d'A Corunha, mês de Janeiro 2010

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.

14-01-2010

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.


Assumindo como próprias as palavras de Juan Ramón Jiménez quando afirmava que ?Teatro infantil é aquele que também lhe gosta aos nenos?, a Junta Directiva da Associaçom Cultural O FACHO acordou convocar de novo o Concurso de Teatro Infantil, que, nesta nova etapa, se regerá polas seguintes bases:

1º) Poderám optar ao devandito prémio todas as pessoas que pressentem obras inéditas ?em qualquer tipo de suporte- nom representadas, nem premiadas noutros certames e que esteiam escritas em língua galega.

2º) Estabelece-se como prémio único, a ediçom da obra ganhadora, da que o autor ou autora receberá como mínimo o 40% da ediçom..

3º) A obra, que nom poderá exceder os 80 fólios, será presenteada por quintuplicado, em formato DIN A4, a dobre espaço e mecanografados por umha soa cara.

4º) Os originais para o Concurso enviaram-se por correio á sé da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia n.º 12-1º A Corunha (15005) ou a Caixa de Correios n.º 46, Oficina Principal de A Corunha. Apresentaram-se sob um lema, que figurará na portada dos textos enviados, e viram acompanhados de um envelope fechado que contenha no exterior o lema da obra e, no interior, o nome, apelidos e telefone do autor ou autora.

5º) O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2010 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.

6º) Os ganhadores serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO. O mesmo está composto por pessoas de reconhecido prestigio no âmbito teatral galego: Amalia Gómez, Xosé Manuel Rabón, Francisco Pillado.


7º) O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as duvidas que podam existir na sua interpretaçom

8º) A participaçom neste Certame implica assumir as bases do mesmo.

9º) Os originais nom premiados poderám ser retirados, no prazo de 30 dias, no local de O Facho, prévio correio dirigido ao endereço postal da Agrupaçom.:

No caso de que o autor o autora nom resida na Corunha poderá solicitar que lhe sejam enviados por correio postal.

10º) Esta convocatória entrará em vigor ao dia seguinte da sua publicaçom nos médios.


Na cidade d?A Corunha, mês de Janeiro 2010

O FACHO: As Estratégias para a Língua por Valentim R. Fagim

13-01-2010

O actual presidente da Associaçom Galega da Língua, Valentim Rodrigues Fagim, ofereceu umha amena e interessante visom das estratégias que podem ser aplicadas à língua galega.
Apetrechado com um computador foi mostrando ao público diferentes imagens, gráfícas, desenhos e esquemas que contribuírom para manter a atençom e para lograr umha maior compreensom das teses reintegracionistas defendidas polo professor.
Valentim começou com umha autocrítica, ?o reintegracionismo sempre foi pouco pedagógico?, afirmou. Depois mostrou um texto em ILG e outro em norma reintegracionista para que o público visse as principais diferenças entre isolacionismo e reintegracionismo. ?Temos que partir do facto de que fala e escrita som actos comunicativos distintos em todas as línguas? pois nengumha língua se fala como se escreve, sublinhou o activista lingüístico.
Aliás, incidiu na ideia que já fora exposta polo professor Freixeiro há umhas semanas, ?o castelhano tem prestígio, o galego da Galiza nom... nom é o mesmo que o galego seja falado por um marinheiro que por Amáncio Ortega, mas isso é assim na Galiza e em todo o mundo? recordou o docente viguês para ilustrar a realidade sociolingüística do País.
Para seguir retratando a realidade do nosso idioma recorreu a umha cita do Compêndio de gramática galego-castelhana que o misterioso Francisco Mirás escreveu em 1864. Nele mostrava-se como um galego tentava confessar-se mas ao nom lhe entender o cura palavras como Nadal acabava por castelhanizá-la em ?navidá?. Aliás, explicou como no século XVI o castelhano era um idioma estrangeiro na Galiza, ?porque assim era percebido polos galegos e galegas?, e no século XVII a unidade lingüística galego-portuguesa era tal que os galegos e galegas emigrados a Madrid ?se faziam passar por portugueses? para que nom se mofassem deles. ?Porém, hoje já nada disto é assim? assegurou.
Depois desta sucinto limiar o Fagim embrenhou o seu relatório para a delimitaçom das estratégias possíveis que tem a língua galega. Distinguiu entre a estratégia que opta por dividir a língua galega do seu ámbito lingüístico natural e reduzí-la à Galiza autonómica e às comarcas galegófonas do Eu-Návia, Vale de Íbias, o Berzo, a Cabreira e a Seabra, para além dos três territórios da estremadura espanhola de fala galego-portuguesa, ou reintegrá-lo com as falas luso-brasileiras e converter a aprendizagem do galego numha necessidade de grande utilidade pois suporia aprender a ler e escrever como ?mais de 200 milhons de pessoas no mundo?, sentenciou.
O Valentim defendeu umha estratégia para reivindicar a língua nom desde a identidade, como se tinha feito até hoje, senom desde a grande utilidade que tem para qualquer galego, da ideologia que for.
Por último, o professor viguês resumiu quais som os objectivos prioritários que devem ser defendidos para a normalizaçom lingúística avançar: A distribuiçom na Galiza de revistas e jornais em galego-português com normalidade nos quiosques, a recepçom de TV´s e rádios lusófonas na Galiza, a introduçom do português no ensino secundário e promover a identidade galego-portuguesa com intercámbios entre ambas as cominidades lingüísticas.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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