O FACHO: O IDIOMA EM CRISE:-ALTERNATIVAS por Pilar García Negro

01-11-2009

Dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom? organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho, a Professora da Universidade d?A Corunha, Pilar Garcia Negro pronunciou umha interessante conferência o passado dia 27 de Outubro de 2009 sobre : O idioma em crise: Alternativas.

Encetou a palestra a partires de três anedotas vividas por ela mesma. Ilustrou no começo como num cartaz acarom dumha fervença no rio Gieira na bisbarra do Barbanza estava escrevido ?Mirador? sobre o mesmo gravaram Miradoiro, Esta reivindicaçom do galego foi contestada com a pintada: This?s Spain. O resto das anedotas expressavam tam nídio como esta primeira a situaçom colonial assumida por gentes do País constructora da miséria no senso de auto-repressom, que o indicador mais salientável do êxito da política achandora da nossa cultura e da nossa identidade.

A conferencista continuou a sua análise mostrando como esses poderes excludentes que desde o século XIX afondárom na política de extermínio da nossa Língua

Ao findar a conferencia houve um interessante colóquio entre os assistentes.

O FACHO, palestra: Ramom Pinheiro- UMHA LEITURA REVISIONISTA DO NACIONALISMO por Miguel Barros

31-10-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º-C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10

Palestra

O vindouro dia 3 de Novembro, terça-feira (martes), Miguel Barros Puente intervirá dentro do ciclo, Economia, História, e Realidade Social. A sua palestra versará sobre a figura de Ramón Piñeiro e intitula-se: Umha leitura revisionista do Nacionalismo.

Miguel Barros é professor de educaçom primaria e licenciado em ciências políticas. Actualmente é Presidente de Promoçons Culturais Galegas, empresa editora do semanário ?A nosa Terra?, e membro do conselho de administraçom do ?Xornal de Galícia?. Foi um dos fundadores do Movimento de Mestres de Ponte-Vedra, que espertou a mobilizaçom social do magistério nos anos finais do franquismo. Exerceu como. Foi militante do PSOE até 2006, e um dos líderes do sector galeguista do PSdeG, assim mesmo foi deputado no Parlamento de Galiza(1981-1993), também foi concelheiro na cidade de Vigo. A sua obra ?Ramón Piñeiro e a revisión do nacionalismo? é o estudo mais complexo na procura dum retrato ideológico de Ramón Piñeiro e da compreensom da sua acçom política.

Dia: 03 de Novembro do 2009 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

O FACHO: O IDIOMA EM CRISE: ALTERNATIVAS por Pilar García Negro

28-10-2009

O FACHO: O IDIOMA EM CRISE: ALTERNATIVAS por Pilar García Negro

Dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom? organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho, a Professora da Universidade d?A Corunha, Pilar Garcia Negro pronunciou umha interessante conferência o passado dia 27 de Outubro de 2009 sobre : O idioma em crise: Alternativas.

Encetou a palestra a partires de três anedotas vividas por ela mesma. Ilustrou no começo como num cartaz acarom dumha fervença no rio Gieira na bisbarra do Barbanza estava escrevido ?Mirador? sobre o mesmo gravaram Miradoiro, Esta reivindicaçom do galego foi contestada com a pintada: This?s Spain. O resto das anedotas expressavam tam nídio como esta primeira a situaçom colonial assumida por gentes do País constructora da miséria no senso de auto-repressom, que o indicador mais salientável do êxito da política achandora da nossa cultura e da nossa identidade.

A conferencista continuou a sua análise mostrando como esses poderes excludentes que desde o século XIX afondárom na política de extermínio da nossa Língua

Ao findar a conferencia houve um interessante colóquio entre os assistentes.

O FACHO: Pilar Garcia Negro: O IDIOMA EM CRISE: ALTERNATIVAS

21-10-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10

Palestra

O vindouro dia 27 de Outubro, terça-feira (martes), a Professora da Universidade d?A Corunha, Pilar Garcia Negro falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: O idioma em crise: Alternativas.

A professora Pilar Garcia Negro tem intervido em numerosos simpósios e congressos nacionais e internacionais sobre sociolingüística, línguas europeias nom normalizadas, literatura galega e feminismo, e publicado ediçons e estudos sobre diversos autores galegos. No curso 1979-1980, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro, publica, n?A Nosa Terra, a secçom ?Lecçons de Literatura e de Língua". Além de neste semanário, tem colaborado noutras publicaçons periódicas galegas, portuguesas, euzkaldunas, catalás e espanholas. É militante do movimento nacionalista desde 1975-1976. Foi deputada polo B.N.G. no Parlamento Galego, de 1989 a 2003

Posúe umha abondosa obra publicada, da que sublinhamos:

O Ensino da Língua: Por um cambio de rumo, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro
Sempre em galego
Poesia galega de Valentin Lamas Carvajal
Direitos linguisticos e controle político
Rosália de Castro. El caballero de las botas azules

É co-fundadora do Comité espanhol do Bureau Européen pour les langues moins répandues e delegada do mesmo, na Galiza, de 1985 a 1990. Também é membro de Conselhos de redacçom de diversas revistas, entre as que ressaltamos: Altres nacions, da Revista de Filoloxía da Universidade da Corunha, Terra e Tempo.

Dia: 27 de Outubro do 2009 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Francisco Rodríguez: LÍNGUA E TRANSFORMAÇOM SOCIAL palestra n'O Facho

16-10-2009

Francisco Rodríguez: LÍNGUA E TRANSFORMAÇOM SOCIAL

Numha sala lotada de público e após umha sucinta apresentaçom a cargo do presidente da nossa associaçom, Rodríguez Pardo, tomava a palavra o histórico dirigente nacionalista Francisco Rodrigues. A palestra, inserida dentro do ciclo Língua, literatura e naçom, decorreu como é habitual na sala de conferências por parte dos assistentes.

Francisco Rodríguez começou por agradecer o convite ao Facho e informou de que, a seguir, ia fazer umha aproximaçom esquemática e clara sobre a situaçom da língua a nível social em ligaçom com a realidade sócio-política galega.

Rodrigues assinalou que por primeira vez se estavam a produzir discursos muito agressivos contra o nosso idioma. Discursos fabricados em Madrid, exportados directamente à Galiza, e que demonstram a ?involuçom democrática que está a sofrer o Estado espanhol?, sublinhou. Aliás, analisou as diferentes repercussons que estes ataques tenhem nas distintas naçons sem estado. Assim, enquanto na Catalunha os discursos fanáticos se topan com o guardachuva da classe meia catalá e de 30 anos de política linguística, na Galiza espalham-se à vontade. ?Na Galiza nom houvo política linguística?, afirmou o secretário geral da UPG. Em relaçom às políticas em matéria de língua que levou avante o bipartido dixo que ?o PP destruiu mais umha intençom do que umha realidade? daí que qualificara as acçons galegófobas da direita espanhola como ?desproporcionadas?. ?Hoje nom é possível o monolinguismo em galego, ligas a umha companhia telefónica ou de avions e nom podes falar galego. Todos temos certo comportamento diglóssico? advertiu Rodrigues com preocupaçom após fazer fincapé no alarmente retrocesso do galego, tal e como tenhem reflectido distintos organismos nacionais e internacionais como as universidades galegas ou a UNESCO. ?Agora já há alguns que se atrevem a defender burradas como que o galego nom é a única língua própria da Galiza? exclamou. Tampouco se esqueceu do topónimo da Corunha. Mostrou a sua indignaçom polo facto de que personalidades que exercem cargos públicos podam desobedecer as leis, ?imaginades que qualquer de nós nom obedecesse a decissom de um juiz, acusariam-nos de desacato!?.

Liberdade ou imposiçom?

Também dissertou o político ferrolano sobre a falsa polémica da livre escolha de língua. ?Ningumha língua normal se escolhe. Um menino andaluz nom escolhe falar essa variante do castelhano, vem-lhe dada. Falar de liberdade em termos linguísticos é absurdo? reflexionou. Para além disto, salientou o facto de na Galiza estar todo determinado para que o povo fale espanhol, desde os meios de comunicaçom até a etiquetagem, todo está nessa língua. ?A língua é um fenómeno social nom individual e quando há problemas linguísticos estes precisam de soluçons sociais? acrescentou.
Após umha revisom rápida da história da língua galego-portuguesa, o militante do BNG sentenciou, ?nos dias de hoje, umha Galiza sem galego é possível, ora bem, umha Galiza sem espanhol nom. Por tanto, qualquer democrata espanhol deveria despreocuparse pola situaçom do espanhol na Galiza?.

O FACHO demanda aos cidadáns galegos a se manifestar o dia 18 de Outubro em Compostela para RESPOSTAR à POLITICA ETNOCIDA do PP contra a LÍNGUA e a CULTURA GALEGA

15-10-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.

Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:

1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.

2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.

3) Toda a acçom política de Feijoo, ?Habichuela? , e os seus ?mariachis? cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.

4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de ?Habichuela? e os seus ?mariachis? violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.

5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.

Na cidade d?A Corunha 01 de Outubro 2009

O FACHO demanda aos cidadáns galegos a se manifestar o dia 18 de Outubro em Compostela para RESPOSTAR à POLITICA ETNOCIDA do PP contra a LÍNGUA e a CULTURA GALEGA

12-10-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.

Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:

1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.

2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.

3) Toda a acçom política de Feijoo, ?Habichuela? , e os seus ?mariachis? cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.

4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de ?Habichuela? e os seus ?mariachis? violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.

5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.


Na cidade d?A Corunha 01 de Outubro 2009

O FACHO: LÍNGUA E TRANSFORMAÇOM SOCIAL por Francisco Rodríguez

12-10-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10

Palestra

O dia 13 de Outubro, terça-feira (martes), A Agrupaçom Cultural O Facho dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom? participará o reconhecido político e intelectual Francisco Rodríguez Sánchez. A sua palestra versará sobre: ?Língua e Transformaçom Social?

Francisco Rodríguez Sánchez, foi um dos impulsores da criaçom e dinamizaçom de organizaçons sindicais e políticas como INTG e BNG. Actualmente é Secretario Geral da U.P.G., membro da Permanente do Bloque Nacionalista Galego e do Conselho Nacional do BNG. Também participou como deputado do Parlamento Galego e nas Cortes Espanholas como membro do Bloque Nacionalista Galego.

É autor de diversas obras, trabalhos e artigos, relacionados com a cultura e a realidade galega dende um compromisso com a Naçom Galega. Entre os seus trabalhos de história, crítica literária y sociolingüística, cabe destacar A evolución ideolóxica de Manuel Curros Enríquez (1974), Conflicto lingüistico e ideoloxía en Galiza (1976), Análise sociolóxica da obra de Rosalía Castro (1988), O desacougo da nación negada, Eduardo Blanco Amor (1994).

Acto: Dia: 13 de Outubro - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galicia
Cantom Grande ? A Corunha

O FACHO - Xabier Do Campo: A política ETNOCIDA contra a LÍNGUA GALEGA, as suas perversidades

30-09-2009

Ontem, 29 de Setembro, O Facho começou de novo a sua andaina de palestras para o período 2009-10 com a charla de Xavier P. Do Campo sobre os argumentos esgrimidos na actual cruzada contra a Língua Galega encetada por Alberto Feijoo, conhecido também como Alberto Habichuela submisso servidor dos interesses políticos da Vila e Cortes.

Numha exposiçom distendida e amena enumerou as distintas perversidades e parvadas que enunciam para tentar justificar a sua política etnocida contra a Língua e Cultura galegas, desde as mais comuns até as mais requintadas. Nom lhes basta só com financiar a entidades que perseguem a Língua Galega com fundos criados para a promover, exemplo bem expressivo som os mais de 1.000 milhons de pesetas ( mais de 6.000.000,.- ?) entregados à patronal galega para o fomento da Língua Galega, quando esta mesma (Clube Financeiro de Vigo) se pronuncia abertamente e com publicidade contra o galego, e já nom comentemos as subvençons percebidas polos médios de comunicaçom impressos.

A prepotência deste neo-fascismo é tal, que hoje tanto a rádio como a televisom pública galega criadas para fomentar e prestigiar o uso da nossa Língua, o castelá aparece cada vez ocupando maior espaço arrumando assim, como quem nom quere a cousa, ao galego à borralheira.

O FACHO: O governo Opus/P.P. e a sua política ETNOCIDA contra a LÍNGUA GALEGA

25-09-2009

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10

Palestra

O dia 29 de Setembro, terça-feira (martes), A Agrupaçom Cultural O Facho enceta as suas actividades do período 2009-10 com a palestra ?O governo Opus/P.P. e a sua política etnocida contra a Língua Galega? dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom?. A conferencia correrá a cargo do reconhecido escritor Xabier P. Docampo.

Xabier Docampo é mestre, escritor, conta-contos, actor e director de teatro, guionista... mas o que lhe pode definir é de ser um dos bons e generosos que canta o nosso Hino, dado que a sua existência esta marcada pola defesa da nossa Língua e Cultura. O seu livro ?Cando petan na porta pola noite? está considerada como umha das cem melhores obras do século XX publicada no Estado espanhol. A sua obra ?A casa da luz? foi levada ao cinema. Xabier Docampo fizo-se escritor porque tem memória de si e dos seus, e com esta actividade obtivo inumeráveis prémios, tanto no País como fora do mesmo.

Acto:
Dia: 29 de Setembro - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galicia
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Agrupaçom Cultural O Facho
Apartado de Correios n.º 46, Oficina Principal da Coruña
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