O FACHO - Pilar Garcia Negro: Rosália, a primeira feminista da naçom galega.

17-12-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2008-9

Palestra

O vindouro dia 17 de Dezembro, quarta-feira (mércores), a Professora da Universidade d?A Corunha, Pilar Garcia Negro falará dentro do ciclo, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: Rosália, a primeira feminista da naçom galega.
A professora Pilar Garcia Negro tem intervido em numerosos simpósios e congressos nacionais e internacionais sobre sociolingüística, línguas europeias nom normalizadas, literatura galega e feminismo, e publicado ediçons e estudos sobre diversos autores galegos. Desde Março de1978 até Agosto de 1979 ocupou-se da secçom "O idioma", no semanário A Nosa Terra, que foi a primeira do seu género (divulgaçom de bons usos na prática oral e escrita da Língua) publicada em meios de comunicaçom galegos. No curso 1979-1980, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro, publica, no mesmo semanário, a secçom ?Lecçons de Literatura e de Língua". Além de neste semanário, tem colaborado noutras publicaçons periódicas galegas, portuguesas, euzkaldunas, catalás e espanholas. É militante do movimento nacionalista desde 1975-1976. Deputada, polo Bloque Nacionalista Galego, no Parlamento Galego, de 1989 a 2003
Posúe umha abondosa obra publicada, da que sublinhamos:
O Ensino da Língua: Por um cambio de rumo, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro
Sempre em galego
Poesia galega de Valentin Lamas Carvajal
Direitos linguisticos e controle político
Rosália de Castro. El caballero de las botas azules
Assim mesmo foi Presidenta da Agrupaçom Cultural da Corunha "Alexandre Bóveda" entre 1983 e 1988. Co-fundadora do Comité espanhol do Bureau Européen pour les langues moins répandues e delegada do mesmo, na Galiza, de 1985 a 1990. É membro de Conselhos de redacçom de diversas revistas, entre as que ressaltamos: Altres nacions, da Revista de Filoloxía da Universidade da Corunha, Terra e Tempo.

Dia: 17 de Dezembro do 2008 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Higinio Martins Estêvez na Crunha

17-12-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tapia 12-1º
15011 A Corunha

O Facho tem a bem convida-lo ao lançamento do livro do Professor e Académico, o doutor Higinio Martins Estêvez.

Higinio Martins Estêvez é professor na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidad del Salvador da cidade de Buenos Aires, universidade onde realizara os seus estudos em Direito e, Filosofia e Letras. Encetou a sua actividade como docente encarregando-se primeiramente da cadeira de História da Língua Castelhana e mais tarde de Linguística Românica e Introduçom à Lingüística na predita Instituiçom. Em 1977 os membros do Instituto Argentino de Cultura Galega, dependente do Centro Galego, escolhêrom-no como professor coordenador dos cursos de língua e literatura a ditar-se nessa instituiçom.
Em 1996 finalizou a redacçom dum Ensaio de Gramática do Céltico Antigo Comum, ainda inédito. Esta obra é o resultado de vários cursos teórico-práticos ditados polo próprio autor e nela recolhem-se, com carácter divulgativo, as noçons gramaticais do céltico acompanhadas dum vocabulário final e da traduçom de textos de conhecimento geral (v. gr. O Nosso Pai). Outras obras som Estudos Célticos e Românicos em Campo Galego, a traduçom directa da Táin! Bó Cúalnge ao galego (segundo o Livro de Leinster) e tem em preparaçom Nomina Gallaeciae - Anmana Kallaikias (Léxico Toponímico da Galiza). Hoje em dia o professor Higinio Martins E. está considerado com umha das máximas autoridades em linguistica do céltico antigo do Mundo
Outra boa amostra do seu trabalho erudito som as ediçons críticas da obra galega rosaliana. Publicados os Cantares Galegos pola Caixa Ourense, tem aperfeiçoado essa ediçom à vez que tem também ultimada umha ediçom com características semelhantes de Folhas Novas. Da mesma autora traduziu Nas Ribas do Sar.
Em ?Tribos Calaicas?, o professor Martins Estêvez trabalha com a toponímia e os dados linguísticos galegos para investigar e aprofundar no conhecimento das épocas mais longínquas e primordiais do nosso País. Para além da exaustiva pesquisa e informaçom fornecida nos textos, eles vam acompanhados de um mapa explicativo que recolhe as conclusons às que chega o professor Martins Estêvez na sua investigaçom.

Dia: 18 de Dezembro de 2008
Hora: 8,30 do serám. Local: Livraria Couceiro
Praça do Livro (Enrique Dequit) n.º 12 - A Corunha

O Facho : ?As Tribos Calaicas: Proto-História da Galiza à luz dos dados linguísticos?

14-12-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tapia 12-1º
15011 A Corunha

O Facho tem a bem convida-lo ao lançamento do livro do Professor e Académico, o doutor Higinio Martins Estêvez.

Higinio Martins Estêvez é professor na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidad del Salvador da cidade de Buenos Aires, universidade onde realizara os seus estudos em Direito e, Filosofia e Letras. Encetou a sua actividade como docente encarregando-se primeiramente da cadeira de História da Língua Castelhana e mais tarde de Linguística Românica e Introduçom à Lingüística na predita Instituiçom. Em 1977 os membros do Instituto Argentino de Cultura Galega, dependente do Centro Galego, escolhêrom-no como professor coordenador dos cursos de língua e literatura a ditar-se nessa instituiçom.
Em 1996 finalizou a redacçom dum Ensaio de Gramática do Céltico Antigo Comum, ainda inédito. Esta obra é o resultado de vários cursos teórico-práticos ditados polo próprio autor e nela recolhem-se, com carácter divulgativo, as noçons gramaticais do céltico acompanhadas dum vocabulário final e da traduçom de textos de conhecimento geral (v. gr. O Nosso Pai). Outras obras som Estudos Célticos e Românicos em Campo Galego, a traduçom directa da Táin! Bó Cúalnge ao galego (segundo o Livro de Leinster) e tem em preparaçom Nomina Gallaeciae - Anmana Kallaikias (Léxico Toponímico da Galiza). Hoje em dia o professor Higinio Martins E. está considerado com umha das máximas autoridades em linguistica do céltico antigo do Mundo
Outra boa amostra do seu trabalho erudito som as ediçons críticas da obra galega rosaliana. Publicados os Cantares Galegos pola Caixa Ourense, tem aperfeiçoado essa ediçom à vez que tem também ultimada umha ediçom com características semelhantes de Folhas Novas. Da mesma autora traduziu Nas Ribas do Sar.
Em ?Tribos Calaicas?, o professor Martins Estêvez trabalha com a toponímia e os dados linguísticos galegos para investigar e aprofundar no conhecimento das épocas mais longínquas e primordiais do nosso País. Para além da exaustiva pesquisa e informaçom fornecida nos textos, eles vam acompanhados de um mapa explicativo que recolhe as conclusons às que chega o professor Martins Estêvez na sua investigaçom.

Dia: 18 de Dezembro de 2008
Hora: 8,30 do serám. Local: Livraria Couceiro
Praça do Livro (Enrique Dequit) n.º 12 - A Corunha

José Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Rosália, a primeira feminista da naçom galega, por Pilar G. Negro n'O Facho - A Crunha

14-12-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha


A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2008-9

Palestra

O vindouro dia 17 de Dezembro, quarta-feira (mércores), a Professora da Universidade d?A Corunha, Pilar Garcia Negro falará dentro do ciclo, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: Rosália, a primeira feminista da naçom galega.
A professora Pilar Garcia Negro tem intervido em numerosos simpósios e congressos nacionais e internacionais sobre sociolingüística, línguas europeias nom normalizadas, literatura galega e feminismo, e publicado ediçons e estudos sobre diversos autores galegos. Desde Março de1978 até Agosto de 1979 ocupou-se da secçom "O idioma", no semanário A Nosa Terra, que foi a primeira do seu género (divulgaçom de bons usos na prática oral e escrita da Língua) publicada em meios de comunicaçom galegos. No curso 1979-1980, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro, publica, no mesmo semanário, a secçom ?Lecçons de Literatura e de Língua". Além de neste semanário, tem colaborado noutras publicaçons periódicas galegas, portuguesas, euzkaldunas, catalás e espanholas. É militante do movimento nacionalista desde 1975-1976. Deputada, polo Bloque Nacionalista Galego, no Parlamento Galego, de 1989 a 2003
Posúe umha abondosa obra publicada, da que sublinhamos:
O Ensino da Língua: Por um cambio de rumo, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro
Sempre em galego
Poesia galega de Valentin Lamas Carvajal
Direitos linguisticos e controle político
Rosália de Castro. El caballero de las botas azules
Assim mesmo foi Presidenta da Agrupaçom Cultural da Corunha "Alexandre Bóveda" entre 1983 e 1988. Co-fundadora do Comité espanhol do Bureau Européen pour les langues moins répandues e delegada do mesmo, na Galiza, de 1985 a 1990. É membro de Conselhos de redacçom de diversas revistas, entre as que ressaltamos: Altres nacions, da Revista de Filoloxía da Universidade da Corunha, Terra e Tempo.

Dia: 17 de Dezembro do 2008 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

O Facho: Aspectos da consideraçom da mulher no recorrer da História por Francisco Pilhado Maior

11-12-2008

O Facho: Aspectos da consideraçom da mulher no recorrer da História por Francisco Pilhado Maior

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J. A. Corral Iglesias/Soledad González Maside

O Editor e Dramaturgo Francisco Pillado Mayor intervéu o passado dia 10 de Dezembro de 2008 dentro do ciclo ?Literatura e Naçom? organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho com a sua conferencia intitulada: Aspectos da consideraçom da mulher no recorrer da História
A intervençom do conferencista espertou um grande interesse entre o publico assistente como mostrou o posterior colóquio que seguiu á exposiçom do conhecido intelectual corunhês..
É por todos bem conhecido o longo percorrido cultural Francisco Pillado Mayor, no eido teatral desde começos da década dos sessenta do século passado até o seu trabalho tanto como dinamizador cultural, hoje é director da editorial LaiaoVento assim como ensaísta. Pillado Mayor encetou a sua exposiçom partindo da consideraçom profundamente desprezativa da condiçom feminina por parte dos próceres da monarquia sacerdotal papista, desde os Pais da Eireja até diversos Papas. A eireja outorga-lhes a estes egrégios poderes esotéricos e demiúrgicos e denomina-os santos. Tal consideraçom mostra a minusvaloraçom da mulher para o catolicismo, considerada como fonte de todo mal e totalmente incapacitada para qualquer outra funçom que nom fosse reproduzir.
Continuou a sua análise com outra rica mostra de citas de filósofos, desde Aristóteles, Erasmo, Quevedo, Lutero, Nietzsche, etc. para os que a consideraçom da mulher nom tinha nada que invejar às papistas. A conclusom é desoladora, pois mesmo hoje poderíamos afirmar que a mulher, no mundo que entendemos como ocidental, nom foi outra cousa que um objecto de domínio e de escárnio, sendo sempre a vitima propiciatória do poder ideológico das distintas eirejas (Católico-Romana, Católico-Ortodoxa, Luterana, Calvinista, etc.) que competírom no extermínio massivo das mulheres sob pretexto de elas terem tratos com o Demo, sendo queimadas vivas em fogueiras com lenha verde ou entre tormentos.
Ao findar a exposiçom houvo um vivo colóquio--

O Facho: "Aspectos da consideraçom da mulher no recorrer da História " palestra por Francisco Pillado Mayor

06-12-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha


A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2008-9

Palestra

O vindouro dia 10 de Dezembro, quarta-feira (mércores) no Centro Socio-Cultural de Caixa Galiza na rua Joám Flórez / Médico Rodríguez da Corunha, o Editor e Dramaturgo Francisco Pillado Mayor falará dentro do ciclo, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: Aspectos da consideraçom da mulher no recorrer da História
No seu longo percorrido cultural Francisco Pillado Mayor foi promotor dos grupos de teatro O Facho (1965), Escola Dramática Galega (1978), Luís Seoane (1980) e de Elsinor Teatro (1990). Em 1965, montou, para o grupo de teatro d?O Facho, um espectáculo baseado em textos de Castelao e Luís Pimentel. Com esta representaçom fixo a sua apresentaçom pública o grupo teatral da nossa Agrupaçom. Sendo o mesmo um dos primeiros grupos de teatro galego durante a tirania franquista. Durante vários anos ocupou a presidência da Escola Dramática Galega.
É coautor de Textos pra o ensino do Galego, O Teatro Galego, Antoloxía do teatro galego, Diccionário do teatro galego 1671-1985, Conversas em Compostela com Carvalho Calero e A nación incesante. Conversas com Xosé Manuel Beiras. Asimesmo, é autor de numerosas traduçons teatrais.
Também foi director de Cadernos da Escola Dramática Galega, Cadernos do Espectáculo da Companhia Luís Seoane, Colecçom Castrodouro-Teatro, Colecçom Arlequín, Ediçons Laiovento, Livros Elsinor Teatro, Cadernos de Teatro e da Revista de Teatro Casahamlet. Em 1981, recebe um prémio da Aula de Teatro da Universidade de Santiago de Compostela polo trabalho sobre o Teatro de Luís Seoane, realizado em colaboraçom com Manuel Lourenço. Em 1989, é galardoado com o Prémio da Crítica polo seu labor como director dos Cadernos da E.D.G. Em 1993, recebe o Prémio Compostela de Honra polos Cadernos de Escola Dramática Galega
Em colaboraçom com a Associaçom de Solidariedade Galego-Cubana "Curros Enriques" e publica a traduçom do livro Un grao de millo, Conversa de Fidel Castro com Tomás Borge.

Dia: 10 de Dezembro do 2008 - Hora: 8 do serám
Local: Centro Socio-Cultural Caixa Galiza
Joám Flórez / Médico Rodríguez ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

?Atlas Histórico da Galiza?

18-11-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Federico Tapia 12-1º
15011 A Corunha

O Facho tem a bem de informar do lançamento do ?Atlas Histórico da Galiza? de José Manuel Barbosa, escritor e historiador, e José Manuel Gonçalves Ribeira, desenhador gráfico.

O Atlas Histórico da Galiza é umha obra com mais de oitenta ilustraçons e mapas, combina os materiais gráficos com os textos para oferecer uma visom que abrange, de jeito exaustivo, todas as épocas e momentos históricos da Galiza, desde a Pré-História até a actualidade, e proporciona uma explicaçom detalhada de cada um deles.
Este Atlas à parte de ser umha obra de grande interesse, é ultimamente o segundo livro mais vendido do País, segundo a informaçom fornecida polo jornal A Nossa Terra

Dia: 20 de Novembro de 2008
Hora: 8,30 do serám
Local: Livraria Couceiro
Praça do Livro (Enrique Dequit) n.º 12
A Corunha

José Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

O Discurso da História e a Construçom Nacional: Galiza, Angola, Brasil

03-11-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2008-9

Palestra
O vindouro dia 5 de Novembro, quarta-feira (mércores), o Professor da Universidade de A Corunha Francisco Salinas Portugal falará dentro do ciclo, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: O Discurso da História e a Construçom Nacional: Galiza, Angola, Brasil
Francisco Salinas Portugal (Bande-Ourense). Estudou Filologia em Compostela onde se doutorou com umha tese sobre literaturas africanas Língua Portuguesa, em particular sobre o escritor angolano, Pepetela. Actualmente lecciona Literatura Portuguesa e Literaturas africanas de Língua Portuguesa na U.D.C. sendo o Professor Titular de Filologias Galega e Portuguesa na Universidade de A Corunha.
Reconhecido poeta e ensaísta, com especial dedicaçom à literaturas africanas em língua portuguesa, tem umha obra grandemente reconhecida tanto no País como fora do mesmo. Também tem colaborado em revistas da sua especialidade na Galiza, Portugal, Itália, USA.
Entre os seus livros publicados cabe sublinhar:
Rosto Negro, A Máscara do Sagrado, Entre Próspero e Caliban, Literaturas africanas em lengua portuguesa, Voz e Silêncio, Percorro o mapa, etc..

Dia: 5 de Novembro do 2008 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Léxico galego: ingenuidades, imposturas e escándalos

24-10-2008

Léxico galego: ingenuidades, imposturas e escándalos

J. A. Corral Iglesias/Soledad González Maside

O escritor e professor da U. de Vigo Carlos Garrido Rodrigues interveu o passado dia 22 de Outubro dentro do ciclo «Língua e Naçom» organizado polo O Facho, a sua conferencia intitulada: Léxico galego: ingenuidades, imposturas e escándalos

A intervençom do conferencista espertou grande interesse entre o publico assistente como demonstrou o participado colóquio que seguiu á exposiçom do professor vigués.

O professor Garrido Rodrigues encetou a sua exposiçom a partires da consideraçom e análise de umha rica mostra de usos lexicais hoje realizados por utentes cultos de galego, e como a carência de umha supradielectal-formal para a escrita dos diversos termos léxicos para se referir ao mesmo conceito trava a construçom do galego como língua formalizada nos diversos eidos do saber cientifico. Continuou com um levantamento dos processos de degradaçom que historicamente tem afectado o léxico galego e das correspondentes actitudes dos actuais codificadores. A conclusom de tal inventário é desalentadora: para a maioria dos actuais utentes cultos de galego ao nom existir na nossa Língua um sistema lexical funcional, estável e coerente, nem um modelo de correcçom lexical autónomo diferente do castelhano, de modo que só a ingenuidade de muitos e a impostura de alguns sustenta um estado de anomia e subsidiariedade expressivas que noutras coordenadas sociais e culturais, menos problematizadas do que as galegas, constituiria um verdadeiro escándalo. Ou como comentou alguns dos assistentes, umha mostra mais da colonizaçom ideológica.

Léxico galego: ingenuidades, imposturas e escándalos polo professor Carlos Garrido R.

16-10-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º- C
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural ?O Facho? de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2008-09.

Palestra:
O dia 22 de Outubro, quarta-feira (mércores), o Professor da U.V. Carlos Garrido Rodrigues falará dentro do Ciclo, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: Léxico galego: ingenuidades, imposturas e escándalos
Carlos Garrido Rodrigues é doutor em Biologia pola U.S.C. e licenciado em Traduçom e Interpretaçom pola U.V. Estudioso da língua especializada, lexicógrafo e tradutor científico, Carlos Garrido é professor titular da Universidade de Vigo, onde lecciona Traduçom de Textos Científicos e Técnicos Inglês/Alemám-Galego, secretário da Comissom Lingüística da Associaçom Galega da Língua (AGAL), membro do conselho de redacçom da revista Agália.
É autor, entre outras obras, do Dicionário Terminológico Quadrilíngue de Zoologia dos Invertebrados (1997), do Manual de Galego Científico (2000) e de Aspectos Teóricos e Práticos da Traduçom Científico-Técnica (2001).
Também tem traduzidos várias obras, entre as que sublinhamos: Peter AX. 1999. La sistemática biológica. Plasmación del orden filogenético del mundo vivo. Trad. do alemam, de Systematik in der Biologie. Darstellung der stammesgeschichtlichen Ordnung in der lebenden Natur (Gustav Fischer Verlag, 1988). U.V. Walter SUDHAUS e Klaus REHFELD. 2002. Manual de Evoluçom e Sistemática. Trad. do al., de Einführung in die Phylogenetik und Systematik (Gustav Fischer Verlag, 1992), Edicións Laiovento.

Dia: 22 de Outubro do 2008 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande - A Corunha
José Alberte Corral Iglesias
Secretário d'O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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