O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

24-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual “Xunta de Galicia”, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

20-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual “Xunta de Galicia”, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO; "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa" por Gervásio Absolone Chambo

18-01-2013

A pesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País e pensadores da área da Galeguia (Lusofónia).

O professor moçambicano, Gervásio Absolone Chambo intervéu dentro do ciclo “Língua, Literatura e Naçom”. A sua palestra decorreu sob o lema "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa". O acto celebrou-se no salom de actos R. Academia Galega na Corunha.
Absolone Chambo expujo umha ricaz visom sobre o mundo moçambicano para logo expôr os aspectos relativos à diversidade étnico-linguística e cultural de Moçambique, a sua problemática poli-lingüística assim como a convivência linguísta e cultural no País Austral-Africano.
Como sempre ao findar a descriçom o conferenciante mantivo um interessante colóquio com a atenta cidadania assistente.

O FACHO; Gervásio Absolone Chambo-"Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa"

18-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convída-o a assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-2013

Palestra

O vindoiro dia 8 de Janeiro, terça (martes), às 7.30 do serám o  professor moçambicano  Gervásio Absolone Chambo, falará dentro do ciclo “Língua, Literatura e Naçom”, sobre "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa".  O acto celebrara-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 – Cidade Velha – A Corunha.  

Absolone Chambo é um professor moçambicano, licenciado em Ensino de Línguas Bantu pola Universidade Eduardo Mondlane e actualmente é estudante de mestrado, programa Poslea na Universidade de Vigo. Em Moçambique é membro activo na Associaçom Bantu Mosambiki, umha organizaçom em prol das línguas e culturas bantu moçambicanas na qual é membro co-fundador.  Na sua exposiçom focalizará os aspectos relativos à diversidade étnico-linguística e cultural de Moçambique, a problemática sobre a poli-lingüística de Moçambique e discutirá a convivência multi-linguísta e multi-cultural no País Austral-Africano, na tentativa de mapear os limites e espaços construçom da paz lingüística e cultural e os de conflitos (desencontros) entre as línguas e culturas das línguas moçambicanas e o português.


Dia: 8 de Janeiro- Hora: 7.30 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas nº 11- Cidade Velha – A Corunha

O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

17-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual “Xunta de Galicia”, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO : “Ramom de la Sagra, um ilustrado galego”por Ascensom Cambrón Infante

12-12-2012

A pesar das dificultades financeiras criadas polo capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País.

A professora e investigadora, Ascensom Cambrón Infante intervéu dentro do ciclo “Economia, História e Realidade Social”. A sua palestra decorreu sob o lema “Ramom de la Sagra, um ilustrado galego”. O acto celebrou-se no salom de actos R. Academia Galega na Corunha.

Cambrón Infante expujo a sua análise sobre a figura do intelectual, empresário e político corunhês, fazendo finca-pé na lucidez da visom de Ramom de la Sagra cara a construçom de um processo emancipador e de industrializaçom da Galiza. Da sua presencia nos movimentos sociais do século XIX. Durante a sua residência em Paris estivo em contacto com o pensamento socialista da época, Marx, Engels, Proudhom... com este último colaborou e publicou Banque du Peuple. Théorie et pratique de cette institution, fondée sur la théorie rationelle; sendo co-fundador deste banco. Em 1845 junto com Antolin Faraldo funda em Compostela“El Porvenir”, o primeiro jornal anarquista publicado dentro do Estado espanhol. Assim mesmo foi testemunha da revoluçom parisina do 1848, e expulsado de França no ano 1849 pola sua actividade prol do socialismo.

Como sempre ao findar a descriçom a conferenciante mantivo um interessante colóquio com o público assistente.

O FACHO: Ascensom Cambrón Infante - “Ramom de la Sagra, um ilustrado galego”

28-11-2012

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-lo assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-13

Palestra


O vindouro dia 11 de Dezembro, terça (martes), às 7,30 do serám; a ensaista e professora titular de Filosofia do Direito na UdC. Ascensom Cambrón Infante, falará dentro do ciclo “Economia, História e Realidade Social”, com a sua exposiçom intitulada “Ramom de la Sagra, um ilustrado galego”. O acto celebrará-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 – Cidade Velha – A Corunha.

Cambrón Infante, é é Doutora em Filosofia e trabalha em História do pensamento liberal e utópico do século XIX e investiga sobre Bionomía Jurídica.Sobre esta matéria publicou diversas obras: Entre o Poder e a Razom: Novas técnicas reprodutivas e decisons éticas e políticas, O Projecto Genoma Humano e o direito à propriedade intelectual, Le droit face aux problèmes de genre, The Social Responsibility of Scientists e outros. É membro do Comité de Ética Assistencial do CHUAC, é Directora do Master em Direitos Fundamentais e Sistema de Garantias, com título próprio desta Universidade, foi Directora do Working Group A-4, sobre New Technologies, Law and Globalization no XXII Congresso Mundial de Filosofia do Direito.Também foi nomeada pola Conselharia de Sanidade da Junta de Galiza, como membro do Conselho Assessor do Sistema Sanitário. É Presidenta do Comité de Ética e de Investigaçom da Universidade da Corunha.

Dia: 11 de Dezembro - Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas nº 11- Cidade Velha – A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretario d’O Facho

O FACHO: A evoluçom da economia galega por Luís Alonso Alvares

24-11-2012

O professor e investigador, Luís Alonso Alvares intervéu dentro do ciclo "Economia, História, e Realidade Social" organizado pola nossa Agrupaçom. A sua palestra decorreu sob o lema “A evoluçom a longo prazo da Economia Galega".

Alonso Alvares falou das suas investigaçons sobre a evoluçom da economia galega desde o século XVIII, tanto desde umha óptica política da economia galega como a evoluçom das empresas na Galiza. A presença do além mar nos intercâmbios tido ao longo dos séculos por Galiza com os países da outra beira do Atlântico

Como sempre ao findar a descriçom o conferenciante mantivo um interessante colóquio com o público assistente.

O FACHO: Luís Alonso Alvares - "Evoluçom a longo prazo da Economia Galega".

28-10-2012

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Taipa 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural “O Facho” d’A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2012-13.

Palestra:

O vindouro dia 22 de Novembro, quinta (joves), o Professor da UDC, Luís Alonso Alvares falará dentro do Ciclo: Economia, História e Realidade Social. A sua exposiçom versará sobre: "Evoluçom a longo prazo da Economia Galega".

Alonso Alvares é Doutor em Geografia e Historia Moderna e Contemporánea pola U. de Barcelona. Actualmente é Catedrático na Faculdade de CC. Económicas de UDC no Departamento de Economia Aplicada, Área de Historia e Instituiçons Económicas.
As suas linhas de investigaçom guardam relaçom com a Historia empresarial, tributaria e de Galiza, sobre as que tem realizadas numerosas pesquisas. Na actualidade dirige o Grupo de Estudos de Historia da Empresa da Universidade da Corunha. Forma parte, assim mesmo, dos conselhos editoriais de varias revistas científicas e co-dirige a revista Ilhes i Imperis (Universidade Pompeu Fabra de Barcelona).


Entre as suas publicaçons mais recentes podem sublinhar-se: “Comercio exterior e atraso económico. Os intercambios de Galicia con Latinoamérica,1764-1868”, em L. Alonso (ed), “As tecedoras do fume. Historia da Fábrica de Tabacos de A Coruña, 1804-2000”,Vigo 2001; em colaboraçom com Ramón Vilhares, “Estrella Galicia. Una empresa, un siglo, 1906-2006”, A Corunha 2006 (também em galego e inglés); “El costo del Imperio asiático. La formaçom colonial de las islas Filipinas bajo dominio espanhol, 1565-1800”, México, 2009; com Elvira Lindoso e Margarita Vilar, “O lecer das augas. Historia dos balnearios de Galicia”, 1700-1835, Vigo, 2011. E também com Elvira Lindoso e Margarita Vilar, “El agua bienhechora. El turismo termal en España, 1700-1936”, Granada, 2012.

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Dia: 22 Novembro 2012 - Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas nº 11- Cidade Velha – A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho

O Facho: “O direito à Normalizaçom Lingüística” por Goretti Sanmartim Rei

18-10-2012

A professora e ensaísta Goretti Sanmartim Rei intervéu dentro do ciclo "Língua, Literatura, e Naçom" organizado pola nossa Agrupaçom. A sua palestra decorreu sob o lema “O direito à Normalizaçom Lingüística"

Goretti Sanmartim expujo a sua análise sobre a situaçom da língua galega hoje, fazendo finca-pé na na necessidade de umha apertura política lingüística do galego cara obter a sua hegemonia social. Lembrou como já o professor Garcia Branco a começos do século XIX manifestou a existência de um desenho ditado pola Vila e Corte e assumido polas capas médias colonizadas do País cara o abandono da Língua Galega como veiculo normalizador da sociedade galega..

Como sempre ao findar a descriçom a conferenciante mantivo um interessante colóquio com o público assistente.

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Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963 . Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha.
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15005 A Corunha
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