Numha emotiva cerimonia foi-lhe entregado o Facho de Ouro na R. Academia Galega, ao historiador e teólogo, Francisco Carvalho Carvalho. No acto falárom o Presidente da Academia, J. L. Méndez Ferrín, para nos dizer da coragem e da dignidade do homenageado, ilustrando o mesmo com experiências compartidas. Anteriormente o Presidente da Agrupaçom, J. L. Rodrigues Pardo, expujo as múltiplas razons porque Francisco Carvalho era merecente do reconhecimento por parte do Facho.
Posteriormente celebrou-se umha ceia num conhecido Hotel da cidade da Corunha como mostra de agradecimento ao homenageado pola sua entrega aos humildes e ao País.
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Taipa 12-1º
15005 A Corunha
“O galego, o nosso existir”
Ante a necessidade de respostas à política etnocida de Feijóo e o seu desgoverno contra a nossa Língua, O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadás frente às agressons contra a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza participando na manifestaçom convocada para o 17 de Maio ás 12 horas desde a Alameda de Compostela.
A Agrupaçom Cultural O Facho manifesta
O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defesa da Língua Galega que constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom.
As políticas lingüísticas levadas a cabo pola Junta do P.P. supom um passo adiante na política de repressom, empobrecimento e marginalizaçom que Feijóo e os seus “mariachis” estám a realizar contra a Língua e a Cultura dos galegos e galegas desde a Junta de Galiza.
O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, todas as políticas culturais e lingüísticas estám a violentar o próprio Estatuto de Autonomia.
Demandamos
Que cesse a perseguiçom da Língua e Cultura Galega por parte da actual Junta do P.P.
A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelám, a aboliçom do supremacismo castelám que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade.
Na cidade d’A Corunha, mês de Maio 2010
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Taipa 12-1º
15005 A Corunha
“O galego, o nosso existir”
Ante a necessidade de respostas à política etnocida de Feijóo e o seu desgoverno contra a nossa Língua., O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadás frente às agressons contra a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza participando na manifestaçom convocada para o 17 de Maio ás 12 horas desde a Alameda de Compostela.
A Agrupaçom Cultural O Facho manifesta
O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defesa da Língua Galega que constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom.
As políticas lingüísticas levadas a cabo pola Junta do P.P. supom um passo adiante na política de repressom, empobrecimento e marginalizaçom que Feijóo e os seus “mariachis” estám a realizar contra a Língua e a Cultura dos galegos e galegas desde a Junta de Galiza.
O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, todas as políticas culturais e lingüísticas estám a violentar o próprio Estatuto de Autonomia.
Demandamos
Que cesse a perseguiçom da Língua e Cultura Galega por parte da actual Junta do P.P.
A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelám, a aboliçom do supremacismo castelám que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade.
Na cidade d’A Corunha, mês de Maio 2010
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho e os cidadáns da Corunha erguerám a nossa dignidade de povo contra os feridos e duros de Feijoo e os seus “mariachis”, contra a sua mentira e o desprezo que o seu decreto manifesta para a nossa Língua e para com Nós, seguindo a partitura mandada desde Madrid pola FAES de Aznar. Um decreto que afasta dos infantários a Língua Galega e fai possível que um neno nom tenha contacto com a nossa Língua e Cultura até os seis anos. Um decreto que conculca a Lei de Normalizaçom Lingüística aprovada no ano 1983 que contou com a unanimidade da Câmara e que no seu preâmbulo, manifesta: A Língua é a maior e mais original criaçom colectiva dos galegos, é a verdadeira força espiritual que lhe dá unidade interna á Nossa Comunidade
Diante desta aldraje, O Facho convoca a se concentrar:
O luns (segunda-feira), dia 15 de Março, às 8 do serám diante do instituto Eusébio da Guarda, na Praça de Ponte-Vedra, da cidade da Corunha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.
Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:
1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.
2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.
3) Toda a acçom política de Feijoo, “Habichuela” , e os seus “mariachis” cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.
4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de “Habichuela” e os seus “mariachis” violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.
5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.
Na cidade d’A Corunha 01 de Outubro 2009
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.
Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:
1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.
2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.
3) Toda a acçom política de Feijoo, “Habichuela” , e os seus “mariachis” cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.
4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de “Habichuela” e os seus “mariachis” violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.
5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.
Na cidade d’A Corunha 01 de Outubro 2009
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza conformada na sua maioria por membros do OPUS e outras seitas semelhantes.
Ante esta afrenta ao povo galego, O Facho manifesta:
1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega
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2) A Língua constituí um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A supressom do actual Decreto 124/2007, polo que se regula o uso e a promoçom do galego no sistema educativo, retrotrai-nos ao mais râncio franquismo do que o actual Governo da Junta tem múltiplos canles manifestos e soterrados de comunicaçom.
3) A eliminaçom deste Decreto supom um passo adiante na política de repressom, empobrecimento e marginaçom que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura dos galegos e galegas.
4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e como a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, com a supressom do Decreto 124/2007 violenta-se o próprio Estatuto de Autonomia.
5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos à vez que geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega, tanto por parte do Estado, da Eireja, e outras Instituçons. O Decreto 124/2007 desenvolve a Lei 3/1983, de Normalizaçom Lingüística que garante a igualdade do galego e do castelám como Línguas oficiais da Galiza e assegura a normalizaçom do galego em todos os eidos da sociedade.
Demandamos que cesse a persecuçom da Língua Galega por parte da actual Junta de Galiza e que o Decreto 124/2007 mantenha a sua vigência.
Na cidade d’A Corunha a 10 de Junho 2009
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
** F A C H O D E O U RO **
Entrega do Facho de Ouro a D. Xosé Neira Vilas
A Directiva da Agrupaçom acordou outorgar O Facho de Ouro ao escritor e homem de bem, D. Xosé Neira Vilas, como testemunha e reconhecimento a sua longa trajectória na defesa da dignidade e da cultura do País.
O acto cívico será acompanhado dumha ceia-homenagem que se celebrará o sábado, dia 31 de Janeiro, às 21 horas no Hotel Riazor d’A Corunha.
Preço por pessoa: 30 €.
Para reservar lugar chamade a Rafael, telefone: 981.269.663-(tardes)
c. electrónico: lobezan@yahoo.es
Domingo 17 fevereiro 2008
Manifestaçom contra a Destruiçom do País
Compostela – Alameda às 12h
Salvemos o território e contra:
A marbelhizaçom do litoral
Recheios e contaminaçom das rias
Degradaçom dos rios.
Plano aqüícola devastador
Plano de portos esportivos.
Plano eólico brutal e desmesurado.
Plano da minaria. Destruiçom do Courel.
Urbanismo especulativo e bárbaro.
Industrias perigosas (Reganosa, Ence, Parque de Resíduos no Ribeiro e tantas outras)
Modelo de transporte e mobilidade insustentável
Especulaçom. Destruiçom do médio rural.
Destruiçom dos espaços protegidos.
Destruiçom do Património Cultural.
Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963 . Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha.
+ info
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
o_facho_a_cultural@yahoo.com.br