25-10-2006

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Categorias: Cousas por cá

Magusto na Malhadina

Este Sábado, a partir das 19'00h., a Associçom de Vizinhas e Vizinhos da Malhadina-Campabranca de Cabanas Raras, celebraremos o nosso II Magusto: castanhas, chouriço, vinho, queimada,... e por suposto, festa! Muita festa!
Já sabedes. Se estades polo Bierzo, vinde ao nosso Magusto!

24-10-2006

Link permanente 15:25:52, por i (gor) Email , 795 palavras   Português (GZ)
Categorias: Cousas por cá

Ajuda-nos a denunciar: a obstaculizaçom ao ensino da nossa língua, continúa!

Mais umha vez, Fala Ceive tem que sair à rua, para denunciar um novo obstáculo no caminho, no longo caminho, de dignificaçom, e normalizaçom da língua e cultura galegas no Bierzo. Para além das campanhas publicitárias organizadas por um governo da "Xunta" da Comunidade Autónoma Galega que é incapaz de aplicar os seus próprios planos, leis e acordos; para além das declaraçons de intençons e promesas dumha "Junta" da Comunidade Autónoma de Castela e Leom que nom som mais que palavras vazias e sem compromiso; para alem das leis que supostamente defendem os direitos das pessoas galego-falantes do Bierzo; para além de tudo isso, está a realidade. E a realidade é que todo tipo de entraves e obstáculos som postos no proceso de normalizaçom lingüística. Neste caso, nos centros de ensino, onde a atitude de certos profesores, funcionários e direcçons de centros, junto com o desleixo (quando nom com a clara colaboraçom no boicote) dos responsáveis políticos, fai com que as promesas fiquem em papel molhado.
O Bierzo sigue a precisar da tua ajuda e colaboraçom. A luita galeguista no Bierzo sigue a precisar de toda a solidariedade e apoios que poda conseguir. Ajuda-nos na difusom desta denúncia por todos os meios possíveis.

A OBSTACULIZAÇOM DO ENSINO DA LÍNGUA GALEGA EM SECUNDÁRIA CONTINÚA

A Associaçom Cultural Fala Ceive do Bierzo denuncia novamente os impedimentos que se ponhem ao ensino da língua galega em secundária. Famílias do Bierzo, afectadas por estes impedimentos no processo de aprendizado da nossa língua, dirigirom-se a Fala Ceive para nos informar dos obstáculos que persistem em certos centros de ensino para exercer, tal e como é o seu direito, esta opçom.

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20-10-2006

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Categorias: Cousas por cá

A Galiza irredenta também existe

Hoje, Vieiros e o Galiza-Hoje, publicam o seguinte artigo, ao fio da polémica criada ao redor do mapa comarcal da Galiza publicado por NÓS-UP, e que recolhe o conjunto dos territórios da nossa naçom, e nom só o território da Comunidade Autónoma Galega.
Podedes ver também o artigo no Primeira Linha em Rede,(muito recomendável porque publicam a
"Carta Geométrica da Galiza", publicada em 1845 (um dos precedentes da proposta territorial para a Galiza apresentada por NÓS-UP em 2003), e no web de NÓS-UP.
Apoveito para recomendar encarecidamente a leitura do Dossier sobre a Galiza irredenta, que esta organizaçom disponibiliza hoje no seu web, e que foi publicado no número 12 da sua revista, o Voz Própria.

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19-10-2006

18-10-2006

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Categorias: Cousas por cá, Estam tolos estes espanhois

De mapas e polémicas

Nom sabia em que categoria publicar este comentário: em "cousas por aí", "cousas por cá" ou, sem mais, na de "estam tolos estes espanhois".
A polémica em torno do mapa da Galiza publicado por NÓS-UP há 3 anos, promete estender-se durante vários dias. Hoje nom tenho tempo mais que de recolher as notícias que forom aparecendo nos diversos meios, começando pola Opinion-El Correo de Zamora ("El mapa territorial aparece presidido por la palabra "Galiza", con letras blancas y mayúsculas, y junto a ella la insignia que representa a una rubia sirena, de dorados cabellos, ondeando al viento del océano Atlántico, sobre el cabo de San Adrián, sujetando en sus manos el escudo, de fondo azul, con una hoz de segador de cereal y dentro de su curva una estrella de color rojo. A su alrededor va la leyenda: «Denantes mortos que escravos». En cuanto a la bandera, esta es la similar, blanca con la franja azul cruzada, a la que se le añade la estrella roja de cinco puntas").

Estamos em polémica, mas compre reflexionar. E conhecer a história. Prova com esta ligaçom para saber um pouco mais: "Entrevista con FELIPE LUBIÁN, alcalde de Lubián e deputado do PSOE en Castela e León "Eu considérome galego".

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17-10-2006

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Categorias: Cousas por cá

Ante a reforma do Estauto de Castela e Leom

Na passada sexta-feira 13 de Outubro a Associaçom Cultural Fala Ceive enviou aos grupos do PSOE e do PP das Cortes (Parlamento autonómico) de Castela e Leom as suas propostas para a reforma do Estatuto de Autonomia da Comunidade Autónoma de Castela e Leom, em relaçom com um maior reconhecimento da língua galega.
No texto de Fala Ceive, realizam-se propostas concretas, que podem ser levadas adiante sem maiores problemas dentro do actual quadro jurídico-político, e que só precisam da vontade política dos partidos presentes as Cortes para sair adiante. Fala Ceive aposta claramente pola dignificaçom e promoçom da nossa língua e cultura no Bierzo e na Seabra, e para isso entende que a única possibilidade passa pola oficialidade da língua galega e polo seu reconhecimento nos textos legislativos autonómicos.
A seguir apresentamos o escrito remetido por Fala Ceive às Cortes de Castela e Leom, e que também foi enviado às instituiçons berzianas e aos meios de comunicaçom, onde encontrarom escaso eco.


PROPOSTA SOBRE O IDIOMA GALEGO
ANTE A REFORMA DO ESTATUTO DE AUTONOMIA DE CASTELA E LEOM

A Associaçom Cultural Fala Ceive do Bierzo apresenta à Comissom de Reforma do Estatuto de Autonomia de Castela e Leom este documento com as propostas relacionadas com um mayor reconhecimento legal do idioma galego. Neste sentido partimos de que esta idioma é próprio do Bierzo. Constata-se a sua presencia permanente nesta zona periférica desde a Idade Meia, daí a sua caracterizaçom lingüística como histórico e territorial. A pervivência secular deste idioma deve-se à firme vontade da comunidade galego-falante do Bierzo por manter a sua vitalidade lingüística até a actualidade. Por isso a classe política nom pode ignorar por mais tempo a necessidade de conceder valor jurídico à língua galega na sua utilizaçom ante as administraçons públicas desta Comunidade Autónoma.

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16-10-2006

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Categorias: Stop hipocrisia!

Contra quê pobreza?

Há vários dias escuitei na rádio umha notícia, na que se falava dum informe elaborado por um amplo grupos de ONG's (já sabedes, essas organizaçons que presumem do que nom som: dim que nom som governamentais, mas o 90% vivem do dinheiro que lhes dam os diferentes, diversos e variados governos e administraçons públicas). Neste caso, tratava-se do grupo das mais grandes ONG's do Estado espanhol (que nisto da "solidariedade" burguesa ainda há classes, e nom me vas comparar umha ONG séria e responsável com sedes em várias capitais de província e por suposto em Madrid e projectos e meio mundo ou mais, com umha ONG dessas que todo o que tenhem é um apartado de correios em algumha província perdida do mapa).

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Categorias: Stop hipocrisia!

Democracia e partidos democráticos

Agora que começou a campanha eleitoral para as eleiçons autonómicas na Catalunha, andam, como sempre, os jornalistas alborotados, cagando sentências polas esquinas, e explicando-nos aos pobres mortais como é que o melhor que se pode passar é o que eles dim que se deve passar, e nom o que livremente os e as catalans podam decidir que se passe.

Hoje na rádio, na rádio progre espanhola por antonomásia, vários jornalistas e "expertos", explicavam como ERC é umha organizaçom que nom oferece garantias, porque nom é séria, nom é responsável. Em que se baseavam para dizer isto? Em que, no processo de reforma do Estatut da Catalunha, finalmente ERC defendeu nom o que umha parte da sua direcçom queria defender, mas o que as suas bases, quer dizer, a maioria, a imensa maioria da organizaçom, quixo defender.

Em que quedamos? Nom é que os partidos políticos, para ser legais, devem ser democráticos, respeitar a democracia, e toda essa lenga-lenga burguesa? Pois entom, como é que se pode criticar a um partido por fazer e defender o que maioritariamente as pessoas que fam parte desse partido decidem? É que obviar a opiniom dos e das membros dumha organizaçom, e fazer o que os dirigentes decidam, sem ouvir nem ter em conta as opinions dos e das suas filiadas pode ser considerado "democrático"?

Haverá, de facto há, muitas razons para criticar ERC, mas nom precisamente essa: criticar a sua democracia interna. Nom será, mais bem, que é que os outros partidos nom é que nom sejam sérios ou responsáveis, o que nom som é "democráticos"? Nom será que com as Leis na mao (as leis espanholas, as mesmas que eles mesmos promulgarom) haveria motivos para a sua ilegalizaçom, por nom terem um funcionamento interno democratico? Nom di a sacrosanta Constituiçom espanhola algumha cousa ao respeito? E a famosa Lei de Partidos políticos, também nom di nada sobre o necessário fucionamento democrático dos partidos para ser legais?

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Categorias: Estam tolos estes espanhois

Os livros de texto dos espanhois...

Um dos temas predilectos dos fachas espanhois (dos fachas ráncios, dos fachas progres, dos fachas que se pensam modernos, e de tantas outras sub-espécies que pululam polos territórios mediáticos espanhois), é o tema da educaçom e dos livros de textos. Sobre todo, os livros de texto nas naçons que ainda hoje sobrevivem sob a bota militar espanhola. Aproveitam qualquer momento, qualquer excusa, para insistir na sua teima anti-todo-o-que-nom-seja-Espanha (una grande y libre).

Deveriam preocupar-se menos de como a administraçom autonómica (por certo, administraçom tam espanhola como a administraçom "central") da Catalunha, Euskadi ou Galiza organiza a educaçom dentro das suas competências, e mais do que os seus escolares "aprendem" nos seus livros de texto. Como mostra, um botom.

Se isto nom sucedera em Fachadolid, mas em Barcelona, em Bilbo ou em Compostela, já teriamos montado por parte dos comentaristas, articulistas, jornalista, opinólogos e demais ralea, um bom folhom. Imaginai os titulares do Mundo! Imaginai as vozes na COPE! Imaginai os editoriais no Pais!

Definitivamente, estam tolos estes espanhois!

Outubro 2006
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