02-03-2007

  15:19:29, por Lugris   , 259 palavras  
Categorias: Escrever nom é mau, Um cadáver na rede

O becho segue a crescer...

O cadáver medra sem fim... isso é o que dim.

Levamos dous dias e meio, mais ou menos, de cadáver a circular pola rede, e o pequeno bechinho medra sem fim... Já recebeim perto de 30 linhas, mais ou menos diversas, todas diferentes, onde aparecem umha 20 e pico pessoas.
Nom sei o que durará, mas por agora, parece ter umha vitalidade absoluta. Este cadáver está bem vivo!!! :) :D :p

Por agora, há duas linhas que estam a resultar especialmente prolíficas: a comezada polo Eduardo Estévez, que foi o primeiro que respondeu à chamada, quando menos, o primeiro que me respondeu com um novo verso: "unha palabra afogada un sinal ou desexo"; e a do Eugénio Outeiro, que acrescentou o verso: "como umha porta de cristal fechada".
A maior parte dos cadáveres que vou recebendo, o que nom significa que nom haja outros muitos cadáveres por aí circulando dos que ainda nom tivem notícia), parte dumha destas duas linhas. Ainda poderiamos acrescentar que as linhas que mais jogo estam a dar, som algumhas que tenhem esse começo e que mantenhem também os seguintes quatro ou cinco versos, onde podemos atopa a Elvira Riveiro, Miguel R. Penas, Oscar Mourave, Mario Regueira, Sechu Sende, Maria do Cebreiro, Emma Pedreira, Concha Rousia, Tati Mancebo, Ramiro Vidal,... (por citar assim, de memória, aos primeiros e às primeiras que se me venhem à cabeça).

Variedade, pluralidade, igualdade, liberdade, fraternidade... Este cadáver ainda parece ter muito que dizer.

Longa vida ao cadáver! Longa vida à poesia.

1 comentário

Comentário de: punx [Visitante]  
punx

Óspero!
Xa comezan a escolmarnos as autoridades!!!

05-03-2007 @ 14:04