
Entre outras cousas que me mantiverom ocupado neste último mês, nom foi a menor (e também nom foi a maior, claro está), os exames de final de curso da EOI.
Onte mesmo pudem ver as qualificaçons no web, e estou contento. Rematado este curso, parece que agora me darám um título.

Sentados nos sues cómodos, luxosos e bem pagos gabinetes de Roma, quer dizer... de Bruxelas e Estrasburgo, os senadores romanos..., isto é, os europarlamentários, decidem que a partir de tal data se poderá reter a água com as maos. Sem dúvida, se eles o decidem, será possível.

Na sexta-feira, às 19'50h., Aldám decidiu sair da barriga da sua mae, em um parto prezioso, bonito, emocionante e, sobre todo, tranquilo.
Já estamos em casa, os 4: Aldám, Xende, Noélia e quem isto escreve.
Nos próximos dias, mais comentários. Agora, só umhas linhas para que todo o mundo poda saber que estamos muito contentos/as.

Joachim Hunold é um elegante, importante e galante executivo, mais isso nom evita que seja umha pessoa humana como todas as demais que andamos polo mundo adiante, e tenha os mesmos defectos e as mesmas virtudes que todos os demais.
Virtudes, em verdade, nom lhe conhecemos nengumha, mas o certo é que o conhecemos pouco. Mas sabendo que é Director-Executivo dumha grande empresa internacional, imaginamo-nos que também nom será umha pessoa preocupada polos problemas sociais, políticos, económicos, ecológicos e/ou que existem no mundo. Estará mais preocupado, pola conta de resultados da sua empresa, polas da competência, e todos os dias se levantará pensando em como fazer para, seja como for, conseguir que a sua empresa ganhe mais e mais dinheiro.
Nessas devia andar um dia o tal Joachim, sentado no seu gabinete, quando se lhe escapou um peido. Sim, um peido!

A verdade é que o futebol, e practicamente todos os espectáculos chamados desportivos (grandes negócios de grandes empresas), me interessam bem pouco. Nunca soubem nada de futebol: nem os nomes dos jogadores, nem os nomes das empresas (quer dizer, dos clubes), nem dos campeonatos,... Nunca sei a quê hora se jogam os partidos, nem quem vai melhor ou pior classificado. Nom tenho nengum interês em saber quê fai ou deixa de fazer essa chamada "selecçom espanhola", e se me perguntam sei qual será a minha resposta.
Mas, agora que começou nom sei quê competiçom, que ocupa horas e horas de rádio e televisom, e páginas e páginas de periódicos e webs, depois de ler e ouvir a tanto falabarato charlatam e patrioteiro, chego novamente a umha conclusom evidente: Das piores cousas que se podem ser no mundo, ser espanhol é umha delas.

Caminhando polas ruas virtuais, visitando as casas dos amigos e as amigas, tomando-lhe um café por aí e um licor café por alá, atopei um lugar onde descansar um pouco mentres via umha interesante curta.
De súpeto, descobres umha das melhores vozes da nossa literatura, a falar nessa curta, porque o texto é seu, e se calhar mesmo a música está escolhida por ela.
Vejo umha, duas, três vezes o vídeo, ensino-lho a umha das companheiras do trabalho, e, sem poder resistir-me, escrevo este pequeno comentário, para dar-lhe publicidade, cumprindo com umha das minhas (auto)obrigas: ser um operário da agit-prop. E entom decidido seguir caminhando por essas ruas que poucas vezes visito.
[youtube]CMHdp_Rf05o[/youtube]

Descobrim a Georges Brassens quando tinha, mais ou menos, 11 anos. Numha viagem à Suiça, para ir ver a minha mae, meu irmao cantou-nos, em franzês (se calhar aprendida no liceu), La Mauvaise Reputatión.
Anos depois, muitos anos depois, em Ovieu, na casa dumha tia, pudem escuitar e gravar um disco de Brassens, e um disco com as cançons de Brassens traduzidas ao espanhol cantadas por Claudina e Alberto Gambino: "Ensayos sobre Brassens".
[youtube]xWhJtRYhJfE[/youtube]

Há muitos anos, já muitos muitíssimos anos, os meus tios, o irmao da minha mae e a sua mulher, chegarom à nossa casa da Corunha com um presente inesquecível: um gira-discos. Um mala compacta, com giradiscos, cassete e rádio, e dous alta-vozes, que se convertirom no centro da casa, e com os quais pudemos escuitar música durante muitos anos, até que as cousas melhorárom economicamente na minha família (e isso foi depois de vários e vários anos), e pudemos mercar um outro aparato (que ainda é o que há na casa familiar), já entom com leitor de CD`s.
[youtube]xdBMY3R4C0Q[/youtube]

Maria Lado, anuncia, via co-e, e via blog, que já está pronto para sair à rua "Nove". Di ela que nos próximos dias já lhe poderemos pedir ao nosso libreiro/à nossa libreira um exemplar em papel deste "endemoniado livro", culpável dos seus desvelos do verao passado.
Além disto,
O Xende quer a todas as horas ver/ouvir esta cançom no tubo. Nom tem mal gosto...
[youtube]55yCQOioTyY[/youtube]