30-11-2008

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A Campabranca, mais branca que nunca

Esta é umha foto feita com o móbil desde a minha casa a sexta-feira 28 às 14.00h., mais ou menos.
A Campabranca, mais branca que nunca.

28-11-2008

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Categorias: Gz é bem pequena

Quê bonita a maldita, asquerosa e condenada neve!

Aqui estou, no trabalho, no meu posto de trabalho.
Hoje, 28 de Novembro, que tinha que estar caminho de Compostela. Nom para beijar o santo, mas para participar na inauguraçom da exposiçom "poesia para Ver/poesia para Ler", no Centro Social O Pichel.
Mas os anjos do ceu confabularom-se para que leve todo o dia nevando, impossibilitando cruzar Pedrafita.
Quê bonita, quê linda, quê simpática, a maldita, asquerosa e condenada neve!!!
De todas as formas, o acto celebrará-se igual.
Aguardo que, quando menos, as pessoas que vaiam tenham a bem beber umhas cervejas à minha saude. E que Sechu, Baldo, Estíbaliz, Alberte e Xosé (e o público que asista) me desculpem a ausência.

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Categorias: Cousas por aí, Gz é bem pequena

Compromisso com quê? Compromisso com quem?

Vem de sair à rua o número 50 do Abrente, o vozeiro de Primeira Linha.Um número especial com colaboraçons de alguns e algumhas das colaboradoras habituais nestes doze anos de imprensa independentista e comunista galega: Carlos Morais, Noa Rios, Alberte Moço, Daniel Lourenço, Berta L. Permui, Maurício Castro, André Seoane, Ramiro Vidal, Carlos Taibo, Domingos Antom Garcia, Michael Löwy, George Labica, Iñaki Gil de San Vicente, Narciso Isa Conde, Ana Barradas, Marco Santopadre..., e também de quem isto escreve.
Um artigo intitulado "Compromisso com quê? Compromisso com quem?", que colo também aqui embaixo.

Compromisso com quê? Compromisso com quem?

No mundo ocidental actual em que vivemos, o consumo é em si mesmo um fim. Consumir é, no mundo capitalista, o maior exemplo de liberdade. Nom é por acaso que os defensores deste mundo como o único mundo possível sempre falem da necessidade de defender o “sistema de livre mercado”. A produçom cultural, para bem e para mal, nom é alheia a isto. A Produçom Cultural com maiúscula, a Cultura séria, essa que aparece em, e é promovida por, os grandes grupos mediaticos, essa que ocupa as prateleiras das livrarias dos centros comerciais, os museus e as galerias de arte, os coliseus e os palácios da música, as salas de cimena e os teatros, as discotecas e as universidades... só se produz para ser vendida, para ser comprada. E, para se vender, para poder ser comprada, tem que situar-se consciente ou inconscientemente dentro de umha aposta ético-estética, político-ideologica, que lhe permita ser compatível com a óptica burguesa do mundo. Isso significa que tem que botar pola borda o compromisso com a liberdade, com a emancipaçom, com a fraternidade, com a igualdade. Tem que ser umha produçom cultural que asuma a necessidade de se converter num bálsamo apaziguador das evidentes injustiças realmente existentes no mundo contemporáneo, gestando-se longe de qualquer preocupaçom social e excluindo do seu ADN todo o que puder contribuir para compreender os motivos polos quais este mundo deve ser transformado. A cultura situa-se, assim, no campo do colaboracionismo político-ideológico com o capitalismo e a indiferença social, e promove a visom da inevitabilidade do mundo actual tal e como o conhecemos. É umha cultura comprometida, sim, mas comprometida com o sistema imperante, actuando como parte de umha grande campanha de propaganda e publicidade do mesmo.

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25-11-2008

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De festa em casa alheia... (ou nommmm)

Andivemos/andamos de festa, de parranda, de esmorga, de joldra, de troula, de fartadela, de chacarandaina, de galhoufa, de reboldaina, de rejouba... em casa alheia. Ou nom tam alheia.
Nem sei muito bem como é que comezou.

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24-11-2008

para Ver/Ler em Compostela

Já levavamos tempo anunciando que a exposiçom "poesia para Ver/poesia para Ler" chegaria a Compostela. E agora podemos concretar datas. Do 27 de Novembro ao 27 de Dezembro, estará no Centro Social O Pichel, o local da Gentalha do Pichel.
E na sexta-feira, 28, a partir das 20.00h., faremos um recital com uns amigos, como acto de inauguraçom, com a participaçom dos/as poetas Estíbaliz Espinosa, Séchu Sende, Alberto Momam e Baldo Ramos, e a actuaçom musical de José Constenla.

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20-11-2008

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Categorias: Cousas por aí

Poesia e militáncia

"Há que desterrar essa concepçom falsa, mecánica e daninha segum a qual o poeta comprometido com o seu povo e com o seu tempo é um indivíduo iracundo ou excessivamente doido que se passa a vida dizendo, sem mais nem mais, que a burguesia é nojenta, que o mais belo do mundo é umha assembleia sindical e que o socialismo é um jardim de rosas sob um sol especialmente tenro. A vida nom é tam simples e a sensibilidade que precisa um marxista para ser verdadeiramente tal, debe-o captar perfeitamente. É dever do poeta luitar contra o esquematismo mecanicista. Este método empece o desenvolvimento da poesia –que como a conquista do Cosmos deve conservar sempre fresca a sua sede aventureira- e lesiona o possível conteudo conceptual possítivo"

Ponto 13 do texto de Roque Dalton "Poesia e militáncia na América Latina", publicado na revista Casa de las Américas, 3.20 (A Havana, Cuba, 1963).

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19-11-2008

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Categorias: Escrever nom é mau, Músicas

Já e manhám para ti

Já é manhám para ti
e para nós ainda é onte
ou antonte
Mesmo há alguns entre nós
para os que ainda é a semana passada
ou o mês anterior
Mas para ti
já é manhám

Porém
lembra que o tempo
está a favor dos pequenos
e que se para nós ainda é onte
ou antonte
é porque realmente ainda é onte
ou antonte
porque o futuro só chegará
quando nós
o construamos
nom quando tu no-lo queiras vender

Por isso
anda com olho
porque
já é manhám para ti

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18-11-2008

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Categorias: Escrever nom é mau

Vim-te marchar três vezes da casa

Com esta
vim-te marchar três vezes da casa
dando um portazo
e prometendo nom voltar
nunca mais

A primeira vez
durou o tempo suficiente
para que eles pensaram que te precissavam
e sairam a chamar-te
a ti
que aguardavas fora a que te chamaram
ao descobrir que o frio
o frio real
nem era metafórico
nem romántico
nem atractivo

A segunda vez
durou o tempo suficiente
para que tu descubriras que precissavas voltar
e chamache à porta
repetidas vezes
porque sabias o agradável que era
sentir calor
mirando pola janela
mentras falavas
da neve
da chuva
e do frio

Esta é a terceira vez
A primeira vez que saiche
alegramo-nos muito
compartilhamos contigo o balbordo silenciado
e lamentamos a tua marcha
ainda que prometeras que dentro da casa
ias falar do exterior
da realidade do exterior
e da pertinência de ter presente a situaçom

A segunda vez que saiche
estavamos construindo algumha cousa
e contamos contigo
e seguimos guardando um lugar
para ti
depois de que voltaras à casa
prometendo-nos que as cousas
definitivamente
iam mudar
e todo aquel palavrório
da contextualizaçom dos conflitos
e as condiçons materiais

Hoje
quando te vejo sair
novamente da casa
prometendo nom voltar
nunca mais
só podo alegrar-me
por saber que dentro
as cousas som tam complicadas como fora

Nós só queremos botar-vos fora
E o conseguiremos
Nom para entrar nós
Só para que nom haja ninguem dentro
quando derrubemos a casa
essa maldita casa

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16-11-2008

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Mirando um gravado erótico chino

Mirando um gravado erótico chino
tú me perguntache
que como era possível fazê-lo desse modo

Intentamo-lo, lembras?
Intentamo-lo

Mas foi um fracaso

China tem os seus arcanos
China tem os seus segredos
China tem as suas muralhas infranqueáveis

***
Um poema de Luis Rogelio Nogueras

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15-11-2008

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Categorias: Escrever nom é mau

10 perguntas

Quem elabora o discurso?
Quem dirige o movimento?

Alguém sabe quem fixou a estratégia?
quem definiu a táctica?

Alguem pode explicar quem
ou quê
decidiu o caminho?
Por quê é que estamos dando voltas
ao redor da ausência?
Onde estám os instrumentos
as ferramentas
as armas?

Como é que
a nossa defesa
foi o pior
dos seus ataques?

Quem nos enganou?
Por quê motivo nos deixamos enganar?

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