Passam-se os dias, passam-se as vontades...
Às vezes, ou sempre, é bom deter-se. Sentar na beira do caminho, e mirar como passa o tempo, como passam as gentes, como passam as cousas.
E todo passa.
E todo fica.
E seguimos aqui. Ainda virám mais dias depois destes dias. Devemos estar contentos. Devemos estar agradecidos de seguir aqui, de seguir assim. De ser. De estar.
É um mistério, segue a ser um mistério, o como e o porquê.