27-01-2009

  12:00:53, por Lugris   , 202 palavras  
Categorias: Gz é bem pequena

Os meus dardos

O Levantador de Minas tivo a bem premiar este blogue com um dos Prémios Dardos.

«Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger, emprega ao transmitir os mesmos por culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.

Este Prémio obedece a algumas regras:
1) Exibir a imagem do selo;
2) Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação;
3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos.»

Já lhe agradecim a ele o Prémio, e para poder recolhé-lo (e continhar com esta cadeia infinda de ligaçons que vai polo mundo inteiro de blogue em blogue), fago eu entrega dos meus Dardos, com a ajuda de Celso Emílio, a:

Made in Galiza, porque si, porque quero.

...mmmmm..., porque me gosta.

Fannyalexander, porque me peta e da-me a gana.

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26-01-2009

  17:40:05, por Lugris   , 576 palavras  
Categorias: Cousas por aí, Estam tolos estes espanhois, Stop hipocrisia!

Quê é Bolonha? Umha, entre muitas, resposta.

"Nota aclaratoria. Este artigo é a transcripçom dumha tese que pronunciei no 25 de Julho de 2006 num dos Cursos de Verao de El Escorial (?Ocidente: Razom e Mal?) organizado pola Universidade Complutense de Madrid e patrocinado pola Fundaçom do BBVA. Estava previsto publicar as teses do curso num livro financiado por esta Fundaçom. Durante já quase dous anos mostrarom todo tipo de reticências para a publicaçom do meu artigo, alegando que nom se tratava de censura ideológica, pois a minha intervençom carecera de ?rigor académico e de seriedade científica?. Para nom prejudicar os outros autores que participavam no livro, acedi várias vezes a practicar a autocensura, limando expressons coloquiais e suavizando o tom na versom escrita da minha tese. Mas finalmente, deixárom claro que o livro nom sairia se eu nom retirava a minha contribuiçom. Há ano e meio que estava desejando ficar libertado do meu compromiso, de modo que me alegro de poder publicar por fim este texto por outras vias. O grave nom é o tempo que se me fijo perde (desgraçadamente o tema está longe de ficar antiquado). O grave é que esta anedota é um sintoma fatal que anuncia um futuro muito nefasto para o mundo académcio e a Universidade pública. O processo de Convergência Europeia em Educaçom Superior, o que se chama o ?Processo Bolonha?, articula-se sobre a subordinaçom de toda financiaçom pública à prévia obtençóm dumha financiaçom privada. Assim, em lugar de financiar o mundo académico com critérios científicos, independentemente da autoridade do mercado, financia-se com dinheiro público tam só aqueles projectos que interesam ao mundo empresarial. Somos muitos os que levamos advertindo que esta mercantilizaçom da Academia supom o colapso da Universidade pública a meio praço. A minha ?competencia científica? e o meu ?rigor académico?, por exemplo, teriam que ter sido julgados polos organizadores académcios do Curso (ou polos membros do tribunal de oposiçons com o que ganhei no seu dia a liberdade de cátedra em tanto que profesor Titular da UCM). Repugana à ideia mesma de Academia que umha instituiçom privada, um Banco, tenha algumha cousa que opinar ao respeito. Porém, esta é a situaçom que se está generalizando com o processo de Bolonha: a financiaçom privada terá em adiante a última palabra no mundo académcio, condicionará os planos de estudos, os projectos de investigaçom, a distribuiçom de departamentos, faculdades e escolas. A Convergência Europeia é o equivalente dumha reconversom industrial na Universidade. É dificil entender como pode haver quem nom o veja craro.

Para ilustrar a anedota com a Fundaçom BBVA, preferim deixar o texto o mais parecido possível à versom original do evento, respeitando o estilo oral da intervençom".

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22-01-2009

  12:41:29, por Lugris   , 509 palavras  
Categorias: Stop hipocrisia!

Nom por lembrar a História estás livre de repeti-la

De todas as imagens que publico hoje (e que me chegárom via correio electrónico), algumhas delas realmente duras e desagradáveis, esta que encabeça o texto é a que mais me impresiona. Há toda umha história nessas duas fotos. A mesma história, o mesmo relato. É o mesmo medo, o mesmo terror, a mesma certeza interior de que nada bom é o que lhe vai acontecer, a que se reflite na faze dos dous rapazes. O futuro de ambos rapazes, só culpaveis de ter nascido no lugar equivocado no momento menos oportuno, é, foi, o mesmo.

Os soldados, som também os mesmos: tenhem um outro uniforme, falam outra língua, os seus mandos som outros, mas som todos os mesmos. Estám igualmente convencidos, firmemente convencidos, de defender a razom, a orde, a legalidade. Por suposto, os militares dumha foto e da outra som desse tipo de pessoas que sempre dim preferir a orde à justiça.

As imagens que hoje publico, som todas elas História. Mesmo que fosem falsas, mesmo que fosem montagens, ou estivesem trucada, ou nom fosem do tempo que pensamos que som, mesmo assim, som História: porque reconhecemos como verdade o que nos contam, sabemos que som verdade. Fam-nos ver a História, essa que é tam fácil de repetir. É por isso que nom devemos esquecé-las. Nom devemos esquecer a História. Já sabemos que nom esquecé-la nom é suficiente para nom repeti-la: é o que nos tem ensinado o Estado terrorista de Israel em todas estas semanas. Mas esquecé-la, esquecer o que tem sucedido em Gaza, o que ainda está sucedendo, o que leva tantas décadas sucedendo na Palestina, convertirá-nos em indign@s de chamar-nos pessoas. Há culpáveis, há responsáveis, há colaboradores, há quem deixou fazer, quem permitiu, quem mirou para outro lado. E practicamente em todas as nossas vilas e aldeias, nas nossas cidades podemos atopá-los: todos os políticos que nom tenhem levantado a voz contra essa barbárie, contra o genocídio, contra o massacre cometido em Gaza. Os que ainda siguem a chamar a Israel de Estado democrático, e tratando às suas autoridades, ás suas instituiçons, ao seu exército, como democráticas, responsáveis e amigas. O PP e o PSOE, agora e antes, com Felipe, com Aznar e com Zapatero, tenhem colaborado com o massacre: tenhem negociado com Israel; permitirom, desculparom, procurarom motivos para o genocido; venderom e siguem a vender armamento; tratarom e siguem a tratar às organizaçons palestinas como terroristas e ao exército sionista como respeitável.

Há quem necessita que feitos como estes, que imagens como estas, se produzam perto para reagir, para comocionar-se. Perto geográficamente, mas nom só. A mim a distáncia ainda me resulta mais impresionante. Quêm tranquilizou a esse rapaz, a qualquer dos dous? Quêm lhe deu um beijo e lhe dijo que nom se passava nada, que já passara todo, que nom tinha que ter medo? Quêm? Nom podemos esquecer. Nom devemos esquecer.

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21-01-2009

  07:07:56, por Lugris   , 131 palavras  
Categorias: Filmes, Gz é bem pequena, Stop hipocrisia!

Occupation 101. Vozes da maioria silenciada

O que se segue é um documentário de 1 hora e 28 minutos de duraçom, premiado e reconhecido por numerosos certames internacionais de cinema, dirigido por Sufyan Omeish e Abdallah Omeish.
Narrado por Alison Weir, fundadora do If Americans Knew, o filme discute os eventos a partir do surgimento do movimento Sionista até a segunda Intifada, a limpeza étnica da Palestina, as relações entre Israel e Estados Unidos e as violações dos direitos humanos e abusos cometidos por colonos e soldados israelenses contra os Palestinos.

É um valioso documento para se informar sobre a natureza do expansionismo sionista, a partir do testemunho de numerosas pessoas que tenhem vivido o conflito em primeira pessoa. A nom perder. Versom original legendada na variante brasileira da nossa língua.

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20-01-2009

  17:16:19, por Lugris   , 150 palavras  
Categorias: Geral, Músicas, B.S.O. da memória, Aqueles maravilhosos anos

We don't need thought control

Living easy, living free: no stop signs, speed limit. We don't need no education, I felt a little like a dying clown. Who the fuck are you?
We dont need no thought control. Don't need reason, don't need rhyme, I remember throwin' punches around.
And preachin' from my chair: Hey! Teachers! Leave them kids alone!

[youtube]M_bvT-DGcWw[/youtube]

[youtube]aQIxn7s3ym8[/youtube]

[youtube]JgQqnzdVqJk[/youtube]

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19-01-2009

  17:18:10, por Lugris   , 299 palavras  
Categorias: Músicas, B.S.O. da memória, Aqueles maravilhosos anos

This is the end...

This is the end, my friend...And I Feel Fine!!! The End.
Oh yeah, all right. Dance me to the end of love. It's the end of the world as we know it.
Are you going to be in my dreams tonight? This is the end, my friend. Go if you want to. I never try to stop. You know theres a reason.
No safety or surprise, the end. Waiting for the summer rain. This is the end...

[youtube]QHFK1yKfiGo[/youtube]

[youtube]cGqroT1FZ5Y[/youtube]

[youtube]FSO7MGgeayc[/youtube]

[youtube]oCjQN7mQAzI[/youtube]

[youtube]coKGNwR8_4k[/youtube]

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16-01-2009

  23:22:49, por Lugris   , 77 palavras  
Categorias: Cousas por aí, Gz é bem pequena, Stop hipocrisia!, Músicas

Este Domingo, tod@s por Palestina!

O Domingo, às 12:00h., na Alameda de Compostela, MANIFESTAÇOM NACIONAL contra o massacre sionista, polo fim das agressons militares à populaçom palestiniana, pola liberdade do povo palestiniano. Contra Israel.

Aqui deixo o vídeo de urgência que já está girando pola rede, realizado polo músico basco Fermim Muguruza, o grupo palestiniano Dam, a castelhana Minsa, de Desechos, o parisino Guive, e Al Rumjen, membro de Asian Dub Foundation: Itzuliko naiz

[youtube]APSbW92QjSM[/youtube]

  08:00:24, por Lugris   , 38 palavras  
Categorias: Cousas por cá, Gz é bem pequena, Para Ver Ler

Autobombo de Lugros (Tomamos um vinho este sábado ou predicamos no deserto?)

Hoje, o Diário de Leom, lembra-nos que Lugros, esse poeta, vai estar manham em Cabanas Raras, dando um recital.
Já sabedes que a entrada é de balde.
Estades convidadas/os.
(Ao remate, tomaremos um vinho).

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14-01-2009

  17:04:37, por Lugris   , 398 palavras  
Categorias: Músicas

Duas de música

Duas de música. Umha entrada dupla.
Via O Levantador de minas, esta verdadeira marabilha. Umha versom internacional, do "Stand by me", de Ben E. King.

[youtube]Us-TVg40ExM[/youtube]

E via Fanny e Alexander, "Setecentos", o single e o vídeo de adianto do seu novo trabalho, Alfaias, com letra de Mário Regueira.

[youtube]h05VD_D7Vic[/youtube]

Addenda: ainda umha cousa mais de música. Ou assim. Faisbuc es una mierda. Visitai o de Ataque Escampe. Na minha opiniom, quando o Dia das Letras esteja bem pensado, deveriam de dedicar-lhe um ano a estes.

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Para o Santi e o Alex. Galiza nom tem rei.

A casa real da Mongólia
a totalidade da casa real da Mongólia
foi passada à facada
muitos anos antes de fundarmos Mongólia
e anos
muitos anos depois
de alguém descobrir
o primeiro caminho que levava a Mongólia
ou a algum lugar parecido
E de que esse alguém fosse decapitado
queimado assassinado envenenado desaparecido
Mas essa foi a mesma pessoa que
quarenta geraçons antes ou quarenta geraçons depois
passou à facada à casa real da Mongólia
À totalidade da casa real da Mongólia
E com cada facada fundava-se
fundou-se
fundavam
fundamos Mongólia

Um poema de "Mongólia. Umha entidade estatal rugosóide", hoje para Santi e Alexandre.

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