26-03-2009

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Duas para Nove

Eu nom vou poder estar. Mas quem poda, que nom perda a oportunidade. Paga a pena, sem dúvida. Maria Aldao e Lucia Lado. Duas para Nove.

26-09-2008

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Eu também participei no González Garcés com um poemário nom inédito

O título deste post poderia parecer o início dumha campanha de solidariedade seguindo o modelo das autoinculpaçons. Mas nom o é. Ou nom só. Porque é verdade. Eu também participei no prémio de poesia González Garcés deste ano com um poemário "nom-inédito" e além disso rompendo com a regra do "anonimato".
Como eu nom tenho aceso a informaçom privilegiada, e nem sei se o meu poemário já foi desbotado na primeira leitura e posta em comum por parte do juri, ou mesmo se tivo apoios por parte de algum/ha d@s suas integrantes, ou se todos/as elas/es estiverom dacordo na baixa qualidade do mesmo,... vaia, que como nom sei que foi o que se passou com ele, nom podo falar de como lhe foi.
Sim sei, como sabemos todos e todas a estas alturas, que nem ganhou o prémio nem lhe derom um accesit. Nom tenho a mais mínima dúvida de que o poemário de Eduardo Estévez é de mais qualidade que o meu: tenho-lhe lido os seus livros, e parece-me um muito bom poeta. Sobre a provável qualidade da obra de X.Lama nom podo comentar nada, porque nunca nada lhe lim. Mas é de supor, se acreditamos na qualidade do juri, que também será um bom poemário. O suficientemente bom como para merecer um accesit.
Mas ter participado da-me o direito, penso eu, a entrar (como entrei) no debate suscitado pola, ao meu entender, nefasta actuaçom do juri. E mesmo teria direito a apresentar umha protesta e umha reclamaçom por o juri ter considerado que a categoria "accesit" equivale a um segundo posto (cousa que nom aparece por lado nengum nas bases), e que retirado o primeiro prémio ao poemário ganhador, este deve recair no "accesit", como se isto fora o Tour, ou as olimpiadas.
E participo, entro, promovo, publicito e animo o debate sem necessidade de fazer parte de nengum "lobbie", grupo de pressom ou camarilha. Fago-o sem necessidade de agachar a minha identidade, nem coleguear com ninguém. Fago-o, e digo as cousas que digo e nas que me reafirmo, porque a decissom do juri de retirar-lhe o prémio a Eduardo e dar-lho ao Xabier Lama pareceu-me total e completamente desafortunada. Injusta. Indignante. E todas quantas palavras sinónimas podades atopar nos dicionários. E fazendo isto, concordo e compartilho opinions com muita gente, expresada especialmente (mas nom só), na rede, por meio dos numerosos blogues que se tenhem ocupado do tema, e em várias webs e ediçons electrónicas de diários e revistas que tenhem tratado este asunto.
Mas nom pretendia falar disso. A resposta, acusadora, do X.Lama, recolhida no bar do Jaureguizar, já foi bem respondida por outras pessoas, entre elas O levantador de minas. Eu queria falar do poemário que eu enviei. E que, como digo, também conhecera anteriormente algum tipo de "publicaçom", quer-se dizer, que também foi feito público anteiormente.

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24-09-2008

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A história do juri que roubava prémios.

Levo toda a tarde querendo escrever este post, e ainda nom tivera tempo. Desde que às 16.00 ao chegar ao trabalho e abrir os meus correios vim umha mensagem que me informava de que a Eduardo Estévez lhe "retiraram" o Prémio González Garcés que ganhou em Maio deste ano.
Esta é a história dum juri que rouba o prémio que ele mesmo concedera. A história dum prémio que finalmente ganha quem nom o ganhara. A história dum (mais um) lamentável capítulo do nosso sistema literário.
O juri do prémio, Manuel Álvarez Torneiro, Manuel Fernández Álvarez, Gonzalo Navaza Blanco, Luz Pozo Garza, e Remedios Fernández Romero, decidiu agora retirar-lhe o prémio polo mesmo motivo polo que lho concedeu entom. Em Maio, destacavam a sua "renovación estética" e o "achegamento ao cotiá". Segum publicava vieiros.com na altura,"o voceiro do xurado, Manuel Forcadela, destacou que a obra "Construcións" sorprendeu pola "contemporaneidade da súa escrita e a aposta do autor pola renovación da nosa tradición estética", así como "a liña de construcción expresiva" da obra "na que se pode advertir unha proximidade do cotián".
Agora, decidem que todo isso é intranscendente, e depois de receber umha impugnaçom por parte do ganhador do accesit, e tiram-lhe o Prémio ao Eduardo para dar-lho a este. É umha forma de re-escrever a história.
Porque história tem que haver, e muita, tras desta decissom.

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26-08-2008

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A Corunha à luz das letras

Há umhas quantas semanas, subim ao blogue o poema que constitue o meu contributo a este livro colectivo, editado pola Concelharia de Cultura da Corunha (quem o diria há uns anos...?) e a AELG, e publicado pola editorial Trifolium, com motivo do 800º aniversário da fundaçom dessa cidade, na que vivim durante 8 anos quando era cativo, entre os 6 e os 14 anos.

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03-06-2008

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Maria Lado, Nove

Maria Lado, anuncia, via co-e, e via blog, que já está pronto para sair à rua "Nove". Di ela que nos próximos dias já lhe poderemos pedir ao nosso libreiro/à nossa libreira um exemplar em papel deste "endemoniado livro", culpável dos seus desvelos do verao passado.
Além disto,

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11-07-2007

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Categorias: Cousas por aí, Livros, Músicas

Que bonito é Berlim!

Levo vários dias a escuitar a ediçom publicada pola Regueifa do livro da Maria Lado, Berlim.

Este primeiro "audiobook" da netlabel, oferece-nos a possibilidade, a mais que recomendável e interessante possibilidade, de escuitarmos a voz da Maria Lado a recital os seus versos com a música de Fanny+Alexander, composta especialmente para a ocasom.

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28-01-2007

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O Livro das Confusons no Diário Cultural da Rádio Galega

Durante esta semana, os poemas que se poderam escuitar no Diário Cultural da Rádio Galega, serám os do meu livro "O Livro das Confusons".

Lembra que a Rádio Galega pode-las escuitar nestes pontos do teu dial, ou bem na internet em directo, ou escolhendo o programa que desejar.

Escuitamo-nos nas ondas!

E para rematar, umha ligaçom musical. Que gostedes!

24-01-2007

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Volver-lhes a palavra

Recentemente, tem-me chegado à minha morada o volume colectivo "Volverlles a palabra", umha coediçom, coordenada por Xoán Carlos Domínguez e Baldo Ramos, da Difusora de Artes Letras e Ideas, da Junta da Galiza e com a colaboraçom da Associaçom Arraianos, no que se recolhem as colaboraçons literárias de 57 autoras/es e gráficas doutras 14 pessoas (entre elas, modestamente, eu próprio, com um pequeno poema inédito, nom publicado ainda em papel nem na rede) que querem, em palavras dos coordenadores, "render umha solidária e comovida homenagem a todas as mulheres e homens que foram repressaliados pola ditadura franquista por pensar e viver livremente num país que começava a nascer".

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21-12-2006

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Categorias: Escrever nom é mau, Livros, O Livro das Confusons

Queres um livro das confusons de balde?

Nom te confundas, isto nom é um concurso electrónico, isto nom é um calote de internet, isto nom é umha brincadeira virtual. Isto é umha pequena demostraçom de que a cultura (neste caso, modestamente, a literatura) pode nom só circular livremente grazas às novas tecnologías, mas que também pode repartir-se, livre e gratuitamente, boicotando isso que agora se chama indústria editorial e indústria dos direitos do autor, contando com as “vellas” tecnologías.
Se es umha das (imagino que poucas) pessoas que lêm este blog, que se actualiza dependendo das possibilidades de quem isto escreve, tes a oportunidade de conseguir, completamente de balde, um livro, completamente de poesia. E, por suposto, na nossa língua.

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30-08-2005

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Categorias: Livros

Connemara em Ponferrada

O 18 de Julho, ao pouco de ter começado a trabalhar na Gatera, Daniel Verdú publicava em "El País", o periódico independente da manham e dependente de quem todos sabemos, umha entrevista com um escritor do que eu nom tinha escuitado falar nunca. Jamie O'Neill: "Joyce siempre murmura al oído de cualquier escritor irlandés".
Se ides à ligaçom, que nom tem a entrevista, porque para isso há que pagar, poderedes comprovar, ademais, que o periódico chama-lhe "Jaime" o pobre Jamie.

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