21-09-2011

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Método practico para a defesa da língua e os postos de trabalho na nossa terra

Qualquer empresa presente na Galiza e que tenha um serviço de atençom telefónica aos seus clientes, deveria de dar a oportunidade de configurar essa atençom telefónica na nossa língua, em galego.

Nom todas as empresas oferecem essa possibilidade, e isso deberia ser umha cousa a denunciarmos constantemente de todos os sectores interessados na normalizaçom da língua galega.

Mas nom só. Exigir um serviço telefónico na nossa língua, também é umha forma de defender os postos de trabalho na nossa terra: as empresas onde podas configurar a tua conta como cliente para ser atendido sempre em galego, nom poderam contratar essa atençom com outras empresas (os call centers) de fora do país, porque nom teram gente que poda atender em galego.

Assím, se em todas as empresas com as que tenhas relaçons telefónicas, configuras o teu perfil de cliente para ser atendido em galego, estarás contribuindo a que haja postos de trabalho nos call centers das nossas vilas.

Por exemplo, se es cliente de Vodafone, e exiges que te atendam sempre em galego, serás atendido por pessoas galego-falantes que trabalham numha cidade da Galiza irredenta.

Mas o mesmo sucede com outras empresas: Movistar, Orange, R, Gas Natural, Endesa, Iberdrola, BBVA, Nova Caixa Galicia, etc, etc...

Para defender a língua, para impedir que as empresas "deslocalizem" a produçom: exige ser atendido na nossa língua.

23-02-2010

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Aqualdre Zinc ou como fazer-se rico fabricando merda

A, por agora, última promesa de postos de trabalho que nos traem para o Bierzo as autoridades, de maos dadas com a classe empresarial, é umha auténtica fábrica de merda, umha fábrica de venenos e residuos perigosos, tóxicos e poluintes .

No Bierzo já temos duas centrais térmicas de carbom: Compostilha (Endesa) e Anlhares (Union Fenosa), sendo a de Compostilha a segunda mais grande de todo o Estado espanhol, e umha das mais contaminantes; contamos também com umha fábrica de cementos em Toral dos Vaos (Cementos Cosmos, Grupo Cimpor), e umha acería (Roldan, grupo Acerinox). Estas 4 empresas, altamente poluintes, já deveriam encher a porcentagem deste tipo de indústrias na nossa comarca.

Mas nom é assim. Novas ameaças sobrevoan os nossos ceus. Cementos Cosmos sigue avante no seu projecto de convertir-se numha empresa incineradora de todo tipo de residuos; está em marcha um projecto de incineradora de pneumáticos em Branhuelas, e, por último (por agora), a instalaçom no macropolígono industrial do Baio dumha planta de fundiçom de residuos para a produçom de óxido de zinc.

No Bierzo estamos avondosamente contaminados, e nos últimos anos tenhem-se rebasado os níveis de alerta à populaçom e os níveis recomendados pola OMS em varias ocasions, especialmente em dióxido de enxofre e ozónio. Seguimos sendo, segum os informes de “Qualidade do ar” da própria Junta de Castela e Leom (que se podem consultar no seu web), um dos pontos onde se sobardam os limites legais estabalecidos para a protecçom da saude.

Polas suas características climáticas e orográficas, a contaminaçom que se produz no Bierzo persiste durante muito mais tempo, convertindo-se assim em muito mais perigosa e prejudicial para a saude e para a produçom agroalimentária. Em numerosas ocasións as organizaçons ecologistas e ambientalistas tenhem solicitado um estudo epidemiológico da nossa regiom, que poderiam confirmar a relaçom entre a contaminaçom que padecemos e os altos índices de câncer, enfermidades respiratórias e pulmonares, alergias, etc... que existem no Bierzo.

Porém, as autoridades, políticas, económicas e administrativas, permitem continuar avante com o projecto da empresa Aqualdre Zinc, que pretende instalar essa planta de produçom de óxido de zinc a partir da “reciclagem” de pó de aço.

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29-05-2009

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Eleiçons e intranscendências.

Há um par de semanas, lim o resultado dumha enquisa num diário que dizia que dous de cada três subditos (à força) do Reino de Espanha nom sabia quê dia eram as eleiçons ao Parlamento Europeu.

Pensei que tal vez o resultado fose um bocadinho exagerado. Mas depois, com o passo dos dias, decatei-me de que nom. A verdade é que pouca gente sabe quando som a eleiçons, e a campanha eleitoral passa por diante de nós com escasso sucesso. Isso fai prever que a participaçom nesse dia nom vai ser muito elevada. Mas aos grandes partidos, aos tertulianos, aos colunistas da imprensa séria nom lhes importa isso. Melhor, pensam. O Parlamento Europeu está considerado como um retiro dourado, umhas férias, ou umha saida digna para aqueles e aquelas que já nom tenhem lugar nas outras instituiçons: cobrar muito, muito, trabalhar pouco, pouco, e nunca, nunca ter que rendir sobre o trabalho feito ou deixado de fazer.

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16-05-2009

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As letras galegas também som do Bierzo

"Cual tesoro q'a codicia
de dóus avaros escolta
con xusticia, óu sin xusticia,
tira por éla Galicia,
máis Castilla non a solta
"

Antonio Fernández y Morales, Ensayos Poéticos en Dialecto Berciano (1861)

11-05-2009

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Sempre Mais!

Galego, sempre mais
Contra a imposiçom do castelhano

Adire à manifestaçom que terá lugar o dia 17 de maio às 12h15 em Compostela: info[@]galegosempremais.net

O dia 17 de maio é um dia para denunciar nas ruas a única imposiçom lingüística verificável que este país sofre diariamente. E este ano estamos a viver um contexto novo, um contexto cheio de dúvidas e de poucas esperanças para a sobrevivência da língua na Galiza, daí que todos o colectivos que assinamos este manifesto queiramos expressar conjuntamente o nosso ponto de vista e contribuir para o avanço da normalidade lingüística no nosso País.

O nosso manifesto leva como lema “Galego, sempre mais”, e dizemos isto porque achamos que se por um lado o galego é umha língua cheia de possibilidades e oportunidades, por outro lado, tudo o que se fizer na Galiza em favor dos usos da língua galega nunca será suficiente. Saímos à rua com umha mensagem clara: “Contra a imposiçom do castelhano”.

Os colectivos que assinamos este manifesto temos toda a vontade de somar esforços pola dignificaçom do galego na Galiza. Se este 17 de maio nom há convocatória unitária é porque a mesa pola normalizaçom lingüística optou por prescindir do resto de organizações (fomos convidados a apoiar umha mobilizaçom já convocada previamente). A Mesa nom é a única organizaçom a defender a língua e, portanto, nom pode agir como se o fosse. É por isto que nom apoiamos nominalmente a manifestaçom da Mesa. No entanto, por responsabilidade com o momento histórico que padecemos, somaremo-nos a este 17 de Maio. Faremo-lo mantendo umha distáncia com quem achamos que atende mais as necessidades de umha sigla política que as do movimento normalizador.

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04-05-2009

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Já está aqui

Com certeza. Já está aqui, acó. O novo disco, o terceiro já, de FANNY+ALEXANDER está já nos webs para a sua descarga gratuita, de balde, e, segúm contam, em poucos dias estará também nas ruas e nas tendas. Entre os 11 temas do disco, está versom do meu poema, que agora também é cartaz, Artefacto Burbur.
Umha recomendaçom para a vosa discoteca particular!

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Nos Maios estivemos...

Esta é a prova. Umha grande pequena festa, onde o importante nom som as autoridades que podam pretender presumir de festa na sua localidade, na sua regiom, ou na sua comunidade autónoma. O importante é a própria festa. Mais que recomendável. Apontade-a no vosso calendário para próximos anos.

30-04-2009

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Aos Maios!

Manham, aos Maios! A Vila Franca do Bierzo, a percorrer as ruas co Maio mozo. "Por cada rua há um Maio e por cada Maio vários músicos que o acompanham cantando umha copla milenária casa por casa. As estrofas da copla fam umha petiçom muito parecida a um aguinaldo e segundo a generosidade dos vizinhos canta-se umha estrofa de agradecemento ou com ironia e escarnho. Umha tradiçom milenária que une homem, natureza e música num espectáculo sobrenatural: O Maio Vivo de Vila Franca".

20-04-2009

2Mvks para ver, 2Mvks para ler

Ou o que é o mesmo: 2000 vacas para ver, 2000 vacas para ler.
Na próxima sexta-feira, 24 de Abril, inauguramos a exposiçom "poesia para Ver/poesia para Ler", na Galeria "DOSMILVACAS.arte", de Ponferrada, sala de exposiçons e actividades que é um foco de vitalidade e cultura graças ao bom fazer e capacidade(s) da sua direitora, Reme Remedios.
Depois de ter passado por Cabanas Raras, por Salvaterra, por Ponte Areas, por Compostela, por Trasancos, novamente por Cabanas Raras,... agora é Ponferrada onde estarám pendurados estes cartazes, estes poemas.
O 24 inauguraremos com petiscos, vinho, licor café e música. E cara os primeiros dias de Maio, contamos com poder organizar um micro-macro recital de poesia, do que já informaremos mais adiante.
Quem queira, quem poida, estar esse dia em Ponferrada, já sabe onde me pode atopar. A entrada, com certeza, é livre e de balde. Mais que livre, ilimitada.

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11-04-2009

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A ilha de Chelo. Memória para o futuro

Cabanas Raras acolherá o próximo Domingo, dia 19, a projecçom do documentário "La isla de Chelo". Trata-se dum filme de 57 minutos sobre a vida da guerrilheira Consuelo Rodríguez López "Chelo", realizado por Odette Martinez-Maler com a participaçom de Ismael Cobo & Laetitia Puertas. Os dias 17 e 18, poderá ser visto também no Barco e em Monforte. No acto, estarám presentes além da própria protagonista, a realizadora Odette Martinez-Maler e Francisco Martínez López "Quico", um dos guerrilheiros da partida de Girom, resistente na zona do Bierzo ao golpe fascista de 36, e natural de Cabanas Raras.

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