Somos do Clube...

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03-11-07



Poetas Viv@s com Servando e Anjo
(Taim - Coles, 20 de Janeiro de 2007)

Clube d@s Poetas Viv@s.- A limiã Concha Rousia, o ourensano José Manuel Barbosa, o galego-mexicano Artur Alonso Novelhe, a jovem carvalhinhesa Belém de Andrade, o corunhês José Alberte Corral e o cantor e compositor viguês Servando Barreiro, fazemos o Clube d@s Poetas Viv@s. Quem quiser saber mais sobre nós é só continuar a ler ou acessar nas nossas respectivas secções aqui no blogue.

Continua:



Artur Alonso Novelhe
(1964, México D.F.)

Nascido em México, D.F. filho de galegos, galego pois, e mexica porque, pelas suas próprias palavras, «os primeiros aromas, os primeiros passos sobre a relva, o sonho persistente de lua como parte da vida, o corpo deitado da mulher desnuda, essa figura de vulcão que dorme e escuta o latir da cidade, do vale na profundeza no silêncio... ficam para sempre inseridos na alma».

O Artur acrescenta que também fazem parte da sua identidade «o exílio e a forçada migração... dos seres que vivem divididos em dous...»

Frequentou os estudos primários nos Maristas de Ourense, e secundários na mesma cidade, onde obteve o título de Perito Mercantil. Actualmente é funcionário do SERGAS.

Individualmente tem publicado dous livros: «Entre os teus Olhos» (Difusora, 2003) e «Umha Meixela Depois a Outra» (AGAL, 2005), além de poemas soltos na revista Agália, colaborando também com a revista Outras Vozes e o periódico Novas da Galiza. Foi ganhador do XVIII Certame Poético «Feliciano Rolán» (Guarda - Baixo Minho).

Colabora também no livro de poesia colectivo «Dez por Dez» (Abrente Editora, 2007).

+ Conversa com Artur Alonso Novelhe, no PGL.

+ Um poemário, uma advertência: democracia ou totalitarismos, no blogue Altera Galiza.



Belém de Andrade
(1975, Andrade - Santo Amaro)

Nasceu a 21 de Setembro de 1975, no preciso momento em que «o Virgo cede soberania à Balança», pelas suas próprias palavras. Ainda hoje, afirma, não sabe qual dos dous signos a define, mas gosta de pensar que na mistura esta o «donaire», a graça.

Não sabe porque começou a escrever poesia, mas, também não se importa com isso. Agora mesmo, ama a poesia, e é muito feliz escrevendo. A segunda cousa de que mais gosta é comer com as mãos.

Na altura colabora activamente com o projecto da Esmorga, em Ourense; com anterioridade tinha participado na histórica Associaçom Avantar do Carvalhinho e impulsionado a Associaçom de Mulheres Sam Brais de Santo Amaro, da qual foi Presidenta durante 4 anos.

Dizem-lhe Belém.

+ Ana Belém Fernandes: «O associacionismo é o único carburante que pode mexer o motor da mudança neste país», na Esmorga Blogue.



Concha Rousia
(1962, Covas - Ginzo)

Concha Rousia nasceu em 1962, numa aldeia situada no Sul da Galiza, entre Ginzo de Límia e Montalegre, onde passou a sua infância. Deslocou-se posteriormente a Vigo, onde cursou estudos secundários na Universidade Laboral, um internato público para raparigas de famílias camponesas e operárias. Lá sofreu por primeira vez o choque de não poder utilizar com normalidade a sua língua galego-portuguesa na sua própria terra, e iniciou uma militância cultural e política a favor dos direitos linguísticos e de identidade da Galiza que continua até hoje.

Após diversas peripécias vitais, cursou tardiamente estudos de Psicologia na Universidade de Santiago de Compostela, e depois residiu diversos anos nos Estados Unidos, completando um mestrado em Terapia Familiar na Universidade de Maryland. Na actualidade partilha a sua actividade literária com a prática da Psicologia Clínica.

Tem publicado o livro «As Sete Fontes» em formato digital (Arcosonline, 2005). Anteriormente, deu a conhecer na rede alguns relatos curtos agrupados sob o título «Lobos». Em 2004 foi ganahadora do Certame de Narrativa Curta do Concelho de Marim, com o relato «Segredo de Confissão»; em 2006 ganhou o III Certame Literário Feminista do Condado com o trabalho intitulado «A Língua de Joana C.», apresentado sob o pseudónimo de Rosaura de Antioquia.

Fez parte da equipa fundadora da revista cultural A Regueifa. Também colabora em revistas como a Agália, Lethes, Rascunho do Brasil, A Folha da Fouce; com o periódico Novas da Galiza e os jornais electrónicos Vieiros e Portal Galego da Língua. Colabora igualmente no livro de poesia colectivo «Dez por Dez», editado em 2007.

+ AGAL e Futuro: Concha Rousia, psicoterapeuta em Briom (Compostela), no PGL.



José Alberte Corral
(Corunha)

Nascido na cidade da Corunha, é Professor Mercantil e Licenciado em Ciências Económicas pola Universidade de Santiago de Compostela. Também cursou jornalismo na Universidade Central de Venezuela (Caracas). Após exercer em diversas profissões, na actualidade é docente no Ensino Secundário.

Tem publicado «Del Amor y la Memoria», poesia (1a ed. Ateneo de los Teques - Venezuela; 2a ed. Emboscall - Vic), «Palavra e Memória», poesia (AGAL, Galiza), «A Carom da Brêtema», poesia (AGAL, Galiza), «Detrás da Palavra», poesia (AGAL,Galiza) e os livros de relatos «Do Lusco-Fusco» (Baía Edicións, Galiza) e «Buracos no Espelho» (AGAL, Galiza).

+ José Alberte Corral: «As minhas fontes som mergulhar na nossa cultura como povo e o desejo como classe», no PGL.



José Manuel Barbosa
(1963, Ourense)

É professor de Educação Física e estudante de História pola UNED. Sócio da AGAL desde o ano 1984, ano que se associou após um curso ministrado pola presidenta da AGAL, na altura Maria do Carmo Henríquez, no Ateneu de Ourense, momento em que começou a sua militância linguística até o dia de hoje ininterrumpidamente.

Professor de galego-português na norma AGAL em várias cidades e vilas da Galiza, entre elas Ourense, Mugia e o Carvalhinho, desde o ano 1985. Publicou vários trabalhos na revista Agália, entre os quais «Galiza e Portugal: Umha ou duas naçons?», ou «A história dum imperialismo fracassado».

Outros trabalhos de criação, também na revista Agália, são «Trabalho inacabado» ou «Zepe de Celaguantes. Contos do meu avô». Publicou também o manual «Curso Prático de Galego» no ano 1999, fruto da sua experiência docente, já esgotado na sua primeira edição e pronto para sair a segunda.

As suas últimas produções são O livro de poemas «Ámago/Mágoa», em 2002, em parceria com José Roi Brás, e o ensaio «Bandeiras da Galiza». Além disso colabora activamente com vários grupos culturais do País.

+ Entrevista a José Manuel Barbosa, autor do livro «Bandeiras da Galiza», no PGL.

+ Entrevista: José Manuel Barbosa Álvares, director do 'Curso de língua e literatura'' em Ourense, no PGL.



Servando Barreiro
(1963, Vigo)

Músico com alma de poeta. Começa os seus estudos musicais com a guitarra clássica da mão do que fora presidente da Agrupaçom Guitarrística Galega (A.G.G.) António Uxio Malho, e mais tarde de aperfeiçoamento de dito instrumento com o grande concertista: David Russel. Paralelamente realiza estudos de linguagem e harmonia musical.

Com a base que lhe da esta formação clássica e devido ao seu crescente interesse pola música tradicional e folclore da Galiza, começa a fazer arranjos de temas tradicionais, bem como composições próprias e de outros autores que ele mesmo interpreta. Fruto de este trabalho foi o prémio conseguido no IV Festival Galego da Canção, no que resultou ganhador, e a gravação de um CD compartilhado com os demais finalistas.

Durante este tempo ministra aulas de música em diferentes escolas e centros culturais, ademais de realizar todo tipo de concertos tanto na Galiza como no estrangeiro: concertos didácticos, como cantor-autor, de música tradicional... Além de ter uma atitude de compromisso activo com o folclore do seu país, impulsionando vários projectos de animação cultural.

Assim mesmo dirige ou funda vários tipos de formações musicais. Junto com uma delas, o grupo Retrincos de Valadares grava o CD «O Som da Sega» em Edições do Cúmio, e mais recentemente um disco constituído basicamente por temas tradicionais para dançar no que o acordeão têm um especial destaque: A Dança do Lume , com o grupo Contradança em Chorima Edições.

Actualmente segue a sua actividade tanto como cantor-autor, como com o grupo Contradança, com o qual editou o seu último trabalho «Som Voltas». Em ambas as formações ademais da própria música a interpretar, busca sempre uma participação directa do público nos seus concertos mediante o canto e a dança. Também esta a preparar o que será o seu próximo trabalho discográfico.

+ Servando Barreiro: «até hoje havia umha sede de conhecimento das nossas raízes musicais; mas agora está-se a experimentar mais e a procurar novas sonoridades e um novo discurso poético», no PGL.

+ Músicas para a Escola, no blogue Altera Galiza.

Escrito às 14:27:40 nas castegorias: Notícias na Hora, Quem Somos?

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1 comentário

Comentário de: Ana Luisa Kaminski [Visitante] Email · http://www.ancoraseasas.blogspot.com
Caríssimos poetas e poetisas, cá estou a convite da Concha, para conhecer este bonito espaço de encontro artístico. Voltarei mais vezes para, aos poucos, ir conhecendo melhor os colaboradores e seus estilos, mas, desde já, fico contente em passear por mais um recanto poético. Abraços alados!
29-11-07 @ 20:26

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