Edward Bond, Nascido em Gram Bretanha 18 de Julho de 1934
COMENTARIO:
desde sempre o poder tentou controlar e adormecer as sociedades, seu opio varia segundo o lugar, a cultura, o momento... hoje estamos a assistir ao adormecimento multimedia... e mentras nos adormecemos:
Quando vocês forçavam ao governo para se livrar das Bombas H
nom resolviam o problema.
Bombas H som dinossauros.
Qualquer governo ficaria satisfeito com livrar-se delas.
Enquanto celebram a vitória eles vam inventar um arma nuclear
tam pequena que caberá na algibeira do Primeiro-Ministro.
Ele vai tira-lá do bolso para mostrar aos netos enquanto cavalgam
no seu joelho direito durante o dia de Natal.
O vosso problema nom é como livrar-se das Bombas H
senom como mudar a sociedade.

Artur Alonso.- O hino foi uma composiçom que surgiu seu eu ter pensado como... a miúdo tenho reparado que ela nasceu do mais profundo do meu coraçom. Nela expressa-se a visom, creio que subconsciente, da minha forma de ver, sentir, pre-sentir este povo chamado Galiza.
Nasceu pois sem nome... e alguém disse um dia... talvez a melhor musica para o acompanhar fosse a dum hino. E assim foi, o amigo Servando musicou o poema que a seguir ofereço... desfrutai da leitura e da música.
Servando Barreiro
(1963, Vigo)
Clube d@s Poetas Viv@s.- Músico com alma de poeta. Começa os seus estudos musicais com a guitarra clássica da mão do que fora presidente da Agrupaçom Guitarrística Galega (A.G.G.) António Uxio Malho, e mais tarde de aperfeiçoamento de dito instrumento com o grande concertista: David Russel. Paralelamente realiza estudos de linguagem e harmonia musical.
Escrito às 14:04:49 nas castegorias: Poesia do Clube, Servando Barreiro
|

«Antes de estudar o Zen, as montanhas são montanhas e as águas são águas; após uma primeira noção sobre a verdade do Zen, as montanhas já não apenas montanhas e as águas já não são apenas águas; mas, quando se atinge o conhecimento, as montanhas voltam a ser montanhas e as águas voltam a ser águas.» (Seigen)
Escrito às 01:39:40 nas castegorias: Poesia do Clube, Artur Alonso
|

Artur Alonso.- Se nom fosse por ti talvez nom houvesse conhecido esta alegria, e aquela tristeza, e aquele desengano... mesmo as muitas horas lutado por um algo, inventado simplesmente por nós... se nom fosse por ti a palavra magia teria um outro significado.
depois da paixom o que resta é amor... o quotidiano... parece muito pouco apaixonante... e porém é.
Escrito às 18:08:05 nas castegorias: Poesia do Clube, Artur Alonso
|

Artur Alonso.- ... Aprender a desaprender... começar por derrubar da alma o peso que nos afoga, aceitar o passado como algo inevitável... aprender a ver com os olhos da realidade... um primeiro passo para se conhecer, para se recolher... como ser que aspira a ser completo.
Escrito às 20:08:39 nas castegorias: Poesia do Clube, Artur Alonso
|
Artur Alonso Novelhe
(1964, México D.F.)
Clube d@s Poetas Viv@s.- Nascido em México, D.F. filho de galegos, galego pois, e mexica porque, pelas suas próprias palavras, «os primeiros aromas, os primeiros passos sobre a relva, o sonho persistente de lua como parte da vida, o corpo deitado da mulher desnuda, essa figura de vulcão que dorme e escuta o latir da cidade, do vale na profundeza no silêncio... ficam para sempre inseridos na alma».
Escrito às 20:07:29 nas castegorias: Poesia do Clube, Artur Alonso
|