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Skacha apresenta em Ponte Vedra o seu novo disco no sábado 13 de Janeiro
![]() A A.C Revira organiza a apresentaçom do novo disco do grupo Skacha no sábado 13 de Janeiro às 22h. Previamente, a partir das 20:30, teremos umha ceia com os componentes do grupo no nosso local, para despois nos deslocar até a sala "Sugar and Salt", onde terá lugar o concerto.
"Seconds", de Frankenheimer, nova sessom de cinema
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1º Aniversário do ataque sionista a Gaza: projectamos "To shoot an elephant"
![]() A Revira quer conmemorar o 1º aniversário do fim do bombardeio à Faixa de Gaza por parte de Israel. Um ataque que começou a 27 de Dezembro de 2008 e durou até 18 de Janeiro de 2009, e no qual 1.412 Palestinos perderam as suas vidas. O documentário "To shoot an elephant" é um relato testemunhal a partir da Faixa de Gaza do que ocorreu durante esses dias. Esta narraçom directa e privilegiada torna-se num instrumento com o qual podemos confrontar a propaganda Israelita e o silêncio da comunidade internacional sobre o que realmente aconteceu. Polo seu valor como testemunho da populaçom civil, "To shoot an elephant" é um relato legítimo que conta o que realmente ali aconteceu. É um retrato insubstituível do que os meios de comunicaçom tentam esconder, uma excepcional banda sonora a ser ouvida por aqueles que crêm na propaganda sionista... fragmentos de realidade a mostrar como a vida é numa guerra onde nom há possibilidade de escapar. Quinta Feira 21 de Janeiro às 20:30h.
O galego nom se borra! A A.C Revira fronte à proposta desgaleguizadora do PP
Da Associaçom Cultural A Revira queremos denunciar a intençom do PP de recurtar ainda mais espaço ao galego no sistema educativo, em coerência coa sua política global de destruiçom programada da nossa língua e da nossa cultura. Em contra do propugnado polos grupos galegófobos e aparentemente assumido polo indigno governo autonómico, o galego conta cumha defesa legal –emanada em linhas gerais da Lei de Normalizaçom Lingüística de 1983- raquítica, altisonante mas insuficiente, que pode ser avaliada como um fracasso global, já que propiciou que nos últimos anos viviramos a maior perda de falantes da história. No caso concreto do ensino, a presença da nossa língua nacional nom só nom é a veicular, como corresponderia a umha naçom normalizada, senom que nem sequera garante que a mocidade galega adquira um domínio semelhante ao da língua de substituiçom. Depois de décadas de extermínio “harmónico”, o PP pretende agora acelerar este processo de lingüicidio por meio dum novo recurte sobre um decreto –o que estabelecia um 50% de materias em galego- que era tam só umha proposta de mínimos que nunca chegou a cumprir-se. -ao enmascarar o auténtico conflito lingüístico galego –a secundarizaçom e absorçom da língua própria pola imposta polo Estado- sob a adquisiçom individual de outras línguas, em particular o inglés, por medio de pautas inaplicáveis e antipedagógicas. -ao pretender aplicar às linguas –de utilizaçom coletiva e social por excelência- umha versom renovada do liberalismo individualista que obvia a muito desigual situaçom de partida, tanto em quanto à conhecemento como em relaçom aos prejuizos que ainda pessam sobre o galego. Assim, o governo autonómico ampara-se numha suposta “liberdade de eleiçom” de impossível aplicaçom, que nom existe no resto do sistema educativo (nem no relativo às matérias nem aos horários, por exemplo) nem vai ser real, já que umhas exiguas maiorias poderiam decidir a lingua de todo um centro. Da A.C. A Revira, que leva já seis anos a exercer activismo social em defesa da língua, unimos à nossa voz a de todos os agentes sociais que rexeitam esta nova ofensiva, e comprometemonos a continuar a desenvolver um trabalho de base na comarca de Ponte Vedra que construa espaços para acadar mais galego, no ensino e em todos campos, e avance no difícil mas ilusionante caminho cara ao monolingüismo social numha Galiza liberada.
"Punishment Park": Cinema anti-repressivo na Revira (quinta 14 de Janeiro) V.O.L.G.
O C.S Revira apresenta o filme "Punishment Park" (Parque de Castigo), um filme que ainda produzido no 1971, durante a Guerra do Vietnam, reflicte à perfeiçom a perseguiçom e repressom política por parte do Estado sobre activistas e membros de movimentos sociais e políticos da esquerda transformadora. Quarenta anos depois, a realidade que reflicte "Punishment Park" nom pode ser alheia às e aos jóvens do dia de hoje, que vêm como o Estado Penal cresce e, com ele, a repressom sobre as ideias e a vontade de lograr um novo sistema que supere o capitalismo. Projecçom: quinta 14 de Janeiro às 20:30 1971 - 88' Cor -Direcçom e guiom: Peter Watkins. Versom original legendada em galego ![]() Punishment Park (Parque de Castigo) foi realizada após os anos quentes que fecharam a década dos sessenta, num momento no que a sociedade americana se encontrava submergida na repressom posterior à efervescência política e contestaçom juvenil provocada pela guerra do Vietnam: perto ficavam a repressom dos universitários -quatro mortos pela polícia no campus de Kent- e dos ghettos -eliminaçom dos "Black Panther"-, e a irresistível eclosom da "maioria silenciosa" representada por Nixon. Por outra parte, enquanto o Sistema vinha assimilando como moda as formas de contestaçom nom perigosas para sua continuidade, proliferavam os grupos armados por toda a geografia dos USA. O filme antecipava, ante um imaginario, mas nom desdenhável, dado o ambiente de luita daqueles anos, aumento da contestaçom e os actos de sabotagem contra o Estado, a conseguinte repressom dos contestatários e rebeldes por insurreiçom de acordo com o Security Act de McCarran de 1950, e seu internamento em campos de detençom ao longo de todo o território . Aos detidos depois de ser condenados por uns tribunais pseudo-judiciais oferece-se-lhes a possibilidade de cumprir a condenaçom correspondente numha prisom federal ou receber um "castigo disuasorio" num "parque de castigo". O filme cobre em paralelo, com um ritmo fatigante, o seguimento por uma equipa de televisom de um grupo de jovens que aceitou o "castigo disuasorio", consistente em correr três dias polo deserto sem provisons, enquanto som perseguidos pola polícia, até chegar a um limite determinado que poderia marcar a sua libertaçom.* Projecçom: quinta 14 de Janeiro às 20:30 *Texto: José Ángel Alcalde, “Peter Watkins: O cinema de prospecçom futura como máquina de espertar conciências” em AA.VV. Ciência-Ficçom Europea, rev. Nosferatu nº 34-35, Janeiro 2001. Projecçom do filme "Casas Viejas, o berro do Sul" (B.M. Patino)
![]() A terça feira 12 de janeiro marca um triste e sanguento episódio para a historia das luitas revolucionárias. Em 1933, o povo de Casas Viejas (Cádiz, Andaluzia) ergueu-se com o objectivo de fazer a revoluçom em nome do comunismo libertário, chegando a abolir a propriedade privada, desituindo ao alcalde e expulsando à guarda civil. A incipiente República Espanhola de Azaña nom dubidará em reprimir duramente a revolta, enviando as forças de choque para assaltar, asediar, assassinar à meirande parte dos habitantes e calcinar por completo a aldeia. Sinopse O filme reconstroi os factos através de testemunhos, análise histórica e fragmentos ficcionados. Mentres vários historiadores oferecem dados dos sucessos e dos seus antecedentes: paro , fome, latifundismo, frustraçom das esperanças criadas pola proclamaçom da República, etc. Dados técnicos 61'
Sucesso do acto inaugural da nova Revira no nosso 6º aniversário
O passado 18 de dezembro inauguramos com sucesso o nosso novo centro social. A palestra "O monte é nosso", que contou com a presença de Xabier Míguez (presidente da comunidade de montes de Vila Boa) e mais de Fernando Pintos (pte. da comunidade de montes de Salzedo) tivo umha assistência de 25 pessoas e deu conta da situaçom da luita popular contra a apropriaçom do monte comunal da área por parte da base militar espanhola da Brilat. ![]() Pintos assegurou que a base militar "afectou desde a sua implantaçom de forma negativa à área de Salzedo", "constituindo, conjuntamente a Ence, a autopista e à Base Naval de Marím umha autêntica tenaça que estrangula o desenvolvimento de Ponte Vedra". Ademais das duras críticas dirigidas cara todas as administraçons, assegurou que a luita vizinal "nom parará até lograr o reconhecimento da propriedade de umhas terras que desde tempos inmemoriais pertencem ao povo" e que "forom usurpadas polo Exército na etapa franquista sem qualquer tipo de contraprestaçom à vizinhança". Para Pintos , "a base militar, face ao que alguns dizem, nom supom nengum tipo de ganho nem benefício, se nom um autêntico atranco", onde ademais "treinam a diário dúzias de soldados, que practicam fogo real e destroem a fauna e a flora do monte comunal". ![]() ![]() Após o acto, tivo lugar a tradicional ceia de confraternizaçom que cada ano conmemora o aniversário da associaçom cultural Revira nestas mesmas datas, ademais de celebrar a inauguraçom do novo local social. A ceia do 6º aniversário contou com a assistência de trinta pessoas e prolongou-se até bem entrada a madrugada, e até onde se achegarom numerosos/as simpatizantes da associaçom, ademais dos companheiros/as da Associaçom Cultural Almuinha de Marim, que aproveitamos para felicitar pola inauguraçom do seu centro social. ![]() ![]() CS Almuinha e CS Revira perante as inauguraçons do 18-d
Comunicado conjunto da A.C Almuinha e A.C Revira perante a inauguraçom dos dous centros sociais ![]() Da A.C Almuinha de Marím e da A.C Revira de Ponte Vedra vimos de anunciar os actos inaugurais dos nossos respectivos novos locais sociais para esta sexta 18 de dezembro. No caso da Almuínha, depois de quase dous anos em activo e logo dum importante trabalho na área de Marím, decidimos por em andamento o que será a partir de agora o nosso local social, base principal para as nossas actividades. No tocante à Revira, este inverno cumprimos seis anos anunciando a inauguraçom do nosso novo centro social, com energias renovadas e um grupo de sócios/as completamente coesionados/as e com mais vontade de trabalho do que nunca. Desde as duas associaçons lamentamos a coincidência das datas de apertura , sem dúbida produto da falha de comunicaçom e da actividade intensa que estivemos a desenvolver para termos prontos os nossos centros sociais nas datas mais acaídas, antes do periodo vacacional. Malia esta circunstáncia, tanto desde a Almuinha como desde a Revira, cientes de formarmos parte de umha área geográfica e sociológica muito próxima , e partilhando objectivos a prol da defesa da nossa língua, do território, e, em fim, da soberania política do povo galego e por um novo sistema económico mais justo, queremos expressar o nosso reconhecimento mútuo e vontade de trabalho común em quantas iniciativas nos for possível. As assembleias da A.C Revira e da A.C Almuinha, a 17 de decembro de 2009 - Acto inaugural da A.C Almuinha: 18 de decembro às 20h, palestra sobre Centros Sociais, com representantes do C.S Faisca (Vigo), C.S Revolta (Vigo) e C.S Gentalha do Pichel (Compostela). - Acto inaugural da A.C Revira: 18 de decembro às 19:30h. Palestra "O monte é nosso", cos presidentes das comunidades de Montes de Salzedo ( Fernando Pintos) e Vila Boa (Xabier Míguez).
A Revira Volta!
Ficam atrás quase seis anos de luita e convívio no velho local da rua Arcebispo Malvar, do que sempre guardaremos saudosas lembranças. Lá tivérom lugar concertos, charlas, colóquios, festas, ceias, exposiçons, actividades sempre vencelhadas à construçom nacional da Galiza, à defesa da língua e cultura galegas, do meio ambiente, dos direitos da mulher, dos valores solidários e internacionalistas. O C.S Revira constitui um espaço imprescindível para o encontro e convívio de tod@s @s que defendemos a superaçom do capitalismo e do marco jurídico-político espanhol, um projecto ao serviço dos movimentos populares da comarca de Ponte Vedra, que agora queremos revitalizar. Nesta nova etapa da Revira pretendemos dar um novo impulso ao centro social, pulando por sermos mais efectivos na integraçom a nível de bairro, por servir de altifalante das luitas populares e por constituírmo-nos num espaço referencial, especialmente entre a mocidade, sempre desde um ponto de vista plural e com afám integrador, favorecendo o debate e o encontro. Acreditamos na vigência dos objectivos que virom agromar a associaçom em 2003 , e cientes de nos atopar numha etapa caracterizada polo fracasso do marco autonómico, polo ataque sistematiçado à cultura e língua galegas e também ao nosso tecido produtivo mais básico, em plena crise neo-liberal, decidimos dar um passo adiante para contribuírmos com o nosso grao de areia à luita. Pouco antes de finalizar o contrato de aluguer do anterior local, decidimos que a revitalizaçom passava tanto polo anovamento da prática diária, superando certas eivas que vínhamos arrastando, assi como pola mudança do próprio centro social a um local novo no qual pudéssemos ter umha maior interactuaçom com a vizinhança, tentando conseguir ademais um espaço aberto , visível , integrador, fugindo do fechamento. A Revira nom tem nada a agochar e sim todo a mostrar. O novo local, no bairro de Sam Antoninho, tem dous andares, e umha superfície aproximada de 130 metros quadrados. A parte inferior, a rês do chao, acolherá tanto a zona de convívio como actos e exposiçons, e constituiu um espaço agradável e visível ao exterior por umhas amplas vidraças e portas de vidro. Na parte superior, em fase de reforma menos avançada, situaremos a biblioteca-espaço polivalente de estudo e juntanças, ademais de um pequeno talher e , com tempo, umha cozinha. Outro dos nossos projectos é o de constituirmos umha cousateca. Fazemos um chamamento a movimentos sociais e colectivos da comarca, assi como a todas e todos aqueles que partilham no básico os nossos princípios, a participarem activamente nesta nova etapa, com especial ênfase nos que no passado formaram parte da associaçom e por motivos diversos se fôrom desvinculando. A Revira é um centro social aberto, combativo e comprometido, anima-te a participar! ACTO-INAUGURAÇOM, sexta 18 de dezembro às 19:30h: Charla-colóquio "O monte é nosso", com Fernando Pintos (pte. da comunidade de montes de Salzedo) e Xabier Míguez (pte. da comunidade de montes de Vila Boa).
Festa de Samaim e despedida do local actual
Neste Sábado 31 a partires das 22:00 A Revira celebrará o Samaim e a sua definitiva festa de despedida do local por causa do traslado a um novo empraçamento. Haverá Jantar Popular, petiscos e bebida típico de Samaim e muitas máis surpresas!
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