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Categoria: novidades

Marx no Soho (e na Revira)
Marx no Soho

Marx no Soho - Versión en galego de Pepe Sendón

Despois de moito protestar, un comité de ultratumba permítelle a Karl Marx volver ao mundo dos vivos durante unha hora. Un erro burocrático provoca que o seu espírito apareza en Santiago, materializándose nun anónimo transeunte.Marx volve para limpar o seu nome e deixar as cousas claras. Vén disposto a falar das súas ideas e de como foron mal interpretadas. Da súa vida: persecución e desterro, penurias no Soho, traxedias familiares, libros, erros, debates sobre o que foi o comunismo, o que non foi e o que ha de ser. Moitas cousas que contar e pouco tempo para falar. Tempo abondo, aliás, para descubrir que entre a actual crise e os días que Marx viviu, a humanidade non cambiou tanto.

Sexta 12 julho. Centro Social Revira. 22:00. Entrada 5 euros.(3€ para sócias)

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Escrito em 18-06-2013, na categoria: novidades
Chuza!
Roteiro pola senda do Leres
um percurso a descobrir!

O sábado 29 de Junho as Associaçons Culturais Revira, En Pé e Almuinha organizam em colaboraçom com a A.c.Cedofeita um roteiro pola senda do Léres. O roteiro arrincará as 10h na Facultade de Ciencias Sociais para ir a continuaçom pola ilha do Cobo onde falaremos sobre a luita pola recuperaçom das junqueiras. Continuaremos cara a entrada de Monteporreiro, zona de muitos fuzilamentos durante o franquismo, a casa das aguas e o balneário das águas engarrafadas. Também estudaremos a diversa flora e fauna da zona alem dos moinhos existentes . Após o mesmo celebraremos um jantar no Centro Social Revira. A inscriçom para o roteiro ou o jantar será nestes correios: centrosocial@revira.org e a.c.almuinha@gmail.com

Escrito em 18-06-2013, na categoria: novidades
Chuza!
Pola dissoluçom da BRILAT
Forças do imperialismo, nom do povo!

Em relaçom ao conflito mediático em torno da possível marcha da Brigada de Infantería Ligera "Galicia VII"-BRILAT da Base Militar General Morillo, da Revira queremos fazer as seguintes consideraçons:

1- Como nacionalistas, opomo-nos rotundamente à presença no nosso país de forças armadas do Estado que nos nega a soberania, e que tenhem como missom impedir o acceso da Galiza à sua autodeterminaçom e independência, por meio da força das armas. Este objetivo está explicitamente reconhecido no artigo 8º da Constituiçom, que precisamente foi redatada sob a férrea vigilância das Forças Armadas, o célebre "ruído de sables". A democracia e a República da Galiza nom chegarám sem desembaraçar-nos desta força militar.

Ademais, temos que lembrar que o exército espanhol caracterizou-se pola sua continuidade com as estruturas franquistas. As Forças Armadas nom só foram um pilar fundamental desta ditadura, senom que nunca experimentaram ruptura nem depuraçom com este passado, polo que nom podemos reconhecer-lhe nengum caráter democrático e legal. Neste sentido, temos que lembrar que também o cuartel de Figueirido funcionou como campo de concentraçom de presos republicanos durante o franquismo, sem que os seus dirigentes manifestaram o mais mínimo arrepentimento até a data de hoje. Assim, trata-se dum exército com um longo historial de crimes de guerra e de torturas, como as recentemente denunciadas no Iraque, que o governo espanhol preferiu nom investigar.

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Escrito em 11-06-2013, na categoria: novidades
Chuza!
Nom a mcdonalizaçom de Ponte Vedra!

Recentemente vimos de conhecer que a marca norte-americana Mcdonald´s tinha que fechar as suas 5 sucursais em Bolívia ante o escasso interés de dita populaçom. Ante o processo de globalizaçom e mcdonalizaçom da sociedade o povo boliviano demonstrou uma madurez insólita no resto do mundo, apostando nos produtos autóctones, pola produçom local e pola defesa dos animais e do meio ambiente.

Assim, o porta-voz autárquico do PSOE e vereador de urbanismo, Antón Louro, vem de anunciar que nos próximos meses abrirá o primeiro restaurante desta marca americana na nossa cidade. A multinacional solicitou a licença de demoliçom da parcela de 1.011 metros quadrados ubicada na Avenida de Lugo onde se pretende abrir. Anunciou também a ubicación doutro Mcdonald´s no Bao para finais de 2013, coincidindo com a ampliaçom deste polígono industrial.

Desde A Revira queremos manifestar a nossa total opossiçom à chegada deste complexo alimentário por representar todos os valores negativos da sociedade capitalista: Precariedade laboral, enriquecimento de umha minoria, destruçom do meio ambiente, comida-lixo, expeculaçom e exploraçom cruel dos animais.

A tortura animal está no ADN do Mcdonald´s, e assim som culpáveis de criar animais em granjas intensivas sob condiçons antinaturais, sem água, sem ar fresco, sem luz solar e sem liberdade de movimento. Destaca o uso de métodos de sacrifício ineficientes que adoptam causar a morte lenta do animal coma os golpes no pescoço, coiteledas ou electrocuçom. Os polos que se criam para esta empresa som apretados em gaiolas suxas nas que cada ave ocupa um espaço menor que umha folha de papel. Isto causa doenças, sofocaçom e ataques cardíacos. Os porcos passam toda a sua vida em estábulos de cementos, onde nom podem voltear-se nem deitar-se em posiçom cómoda. Injectam aos animais enfermos enormes quantidades de antibióticos para nom contaminar a carne, o que repercute no seu posterior consumo. Ademais, o uso de alimentos transgénicos é algo habitual nesta multinacional.

Mcdonald´s promove o seu produto coma saudável, mas a realidade é que os seus produtos som altos em graxas, açúcar e sal, e baixos em fibras e vitaminas. Umha dieta deste tipo está ligada a grandes riscos de doença do coraçom, cancro, diabetes e outras doenças. Os seus produtos contêm grande quantidade de aditivos químicos, podendo causar má saude e hiperactividade nas crianças. Em 1991 foi responsabel de uma irrupçom de alimentos envelenados no Reino Unido que causou sérios problemas nos rins de milheiros de pessoas. No ano 2003, deram-se em diferentes países casos de detecçom da bactéria Escherichia Coli na carne desta empresa, contagiosa do Síndrome Urémico Hemolítico (SUH) que derivou em doenças e mortes nos clientes polo consumo dos seus produtos e que ademais som nutricionalmente vazios (as hamburguesas que produzem têm 48% de agua e as leitugas estám tratadas com 11 tipos de químicos, por pôr só dois exemplos).

Com certeza, esta cadeia é culpável da depredaçom do planeta e da condea à miséria absoluta de milhons de pessoas. Só em Latinoamérica perdem-se uns 600 milhons de toneladas de terra fértil num só ano contando só exploraçons ganadeiras.Por nom falar da perda de milheiras de ht de selva amazónica para o cultivo transgénico. Cada ano usam milheiros de toneladas de empacotado innecessários, muitos dos quais rematam em basureiros saturados ou diretamente nas nossas ruas e mares. As florestas mais formosas do mundo seguem a ser destruidas polas companhias multinacionais. O uso de milhons de hectares forçam a populaçom local, quase sempre de paises empobrecidos, a mover-se a outras áreaas, abandoando as suas terras ancestrais e acabando com a produçom sostivel, ecológica e autosuficiente destes povos. Enquanto milhons de pessoas morrem de fome, vastas áreas de terras em paises pobres som usados para ranchos de gando ou para o cultivo de grao transgénico para alimentar os animais

Mas se nalgo destacam é pola exploraçom os seus trabalhadores. Cabe destacar que praticamente todos os empregos gerados som temporários e mal pagos. Segundo diversas estatísticas 1 em cada 5 americanos trabalharam alguma vez na sua vida no Mcdonald´s. Os seus salários som baixos, nom pagam as horas extra e estám acostumados a trabalhar muitas horas a um grande ritmo. Com a velocidade para obter grandes lucros e a um costo baixo, o resultado é um alto nível de acidentes, particularmente queimaduras. A meirande parte dos seus empregados som gente com poucas opçons de trabalho ou estudantes, e portanto forçados a aceitar este tipo de exploraçom. Nom surpreende que o pessoal rotativo seja muito alto, fazendo práticamente imposibel a sua sindicalizaçom e a luta por um trabalho mas digno. Curiosamente sempre se manifestaram contra a sindicalizaçom dos trabalhadores, e nom som poucos os paises onde estes estiveram com grandes problemas.

Para rematar, desde a Associaçom Cultural Revira queremos defender o comércio local, gerador de emprego e riqueza e que se verá seriamente afectado com a chegada destes monstros da alimentaçom ao nom poder competir com os preços do Mcdonald´s. Apostamos por uma alimentaçom baseada no produto galego, de qualidade e produzido na nossa terra de forma sostivel. Consumindo produtos da terra criaremos riqueza e comeremos melhor. Resulta indignante que este tipo de multinacionais tenham grandes facilidades enquanto os nossos gadeiros, agricultores e marinheiros encontram o portazo da Junta da Galiza, do governo espanhol e da Uniom Europeia.
Por tudo isto animamos a toda a cidadania de Pontevedra a rejeitar a presença da corrente Mcdonald´s. Se nom apoiamos a produçom local seguiremos condenados à emigraçom enquanto uns poucos enchem os seus petos

Escrito em 05-06-2013, na categoria: novidades
Chuza!
Jornadas antirepressivas

A repressom contra os movimentos sociais e ativistas nunca dessapareceu no Estado Espanhol. Os nossos direitos e liberdades continuam ameaçados e vulnerados, como consequência da ilegítima reforma do régime político. Só os que nom se movem nom sintem o som das suas cadeias.

Para profundizar neste fenómeno e nos múltiplas formas de coibir, perseguir e conter a vontade popular, imos realizar umhas jornadas antirrepressivas o vindouro sábado 1 de junho, a partir das 21 horas no nosso Centro Social. Contaremos com a experiência de diversas organizaçons, duas galegas dedicadas à defesa dos direitos dos prisioneiros políticos e à defesa dos direitos e as liberdades, dum representante do sindicalismo andaluz, também golpeado pola repressom, e o testemunho dumha ex presa política galega:

Intervenhem:

-Francisco León (militante do Sindicato Andaluz de Trabalhadoras/es (SAT)
-Represente da Plataforma Que voltem a Casa
-Represente de Esculca
-Xiana Rodrigues (ex presa política galega)

Escrito em 28-05-2013, na categoria: novidades
Chuza!

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O Local Social Revira é um espaço alternativo galego inserido e ao serviço do movimento popular da comarca de Ponte Vedra fundado em Dezembro de 2003

Somos umha entidade independente, autogerida e plural, com visom de País e um projecto de esquerda anticapitalista.

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