
Depois de dormir a sesta e antes de acudir ao acto de apresentaçom da nova época da revista Tempos Novos, no passado 19 de Dezembro fum ao Suso tomar um café despertador.
Quando, depois de tomar o meu café e dar-lhe umha vista de olhos à imprensa do dia, saia do Suso (Rua do Vilar, 65) caminho da Fundaçom Torrente Ballester (Rua do Vilar, 9), topei-me com o Fausto Isorna e a sua companheira, grávida de seis meses, Gemma Sesar.
Baixo os soportais do susodito estabelecimento compostelano o Fausto informou-me de que havia um cartaz da minha autoria na exposiçom que a Gemma e mais ele nestes dias tinham em Madri.
Sempre tam amável comigo o Fausto ofereceu-me um exemplar de Están Vivas!, as Novas Aventuras de Simón Martel, e mais um fanzine-catálogo de La Historieta Gallega, exposiçom comissariada pola feliz parelha que decorre na madrilena Fundaçom FEIMA de 14 de Dezembro de 2006 a 25 de Janeiro de 2007.
Caros Gemma e Fausto, mais umha vez, muito obrigado... e parabéns! :-)
Escrito em 27-12-2006,
na categoria: BD / HQ, CARTAZISMO
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Trás-anteontem, segunda-feira, por volta das 17h00 (WET), recebim via sms o convite pessoal do Luís Álvarez Pousa, diretor de Tempos Novos, para assistir ao acto de apresentaçom da nova etapa da revista mensal de informaçom para o debate que apartir das 19h30 (CET) de ante-ontem, terça-feira, teria lugar na sede da Fundaçom Torrente Ballester.
Ao chegar a casa, por volta das 19h30 (WET), encontrei na minha caixa do correio o último número (Nº 115, de Dezembro de 2006) dumha renovada Tempos Novos que este mês traz, conjunta e inseparavelmente com a revista, o primeiro número dum novo suplemento, bibliófilo e trimestral, denominado ProTexta , suplemento coordenado pola mesma pessoa que, há já bastante tempo, me propugera entrar a fazer parte da ilustre nômina de colaboradoras e colaboradores da revista Tempos, o amigo Xabier Cid.
Na sua página 7 este último número traz a fotomontagem que, a todo correr, figem para ilustrar os Dias Soltos do Bieito Iglesias (págs. 6-7). A minha ilustraçom refere-se, concretamente, ao seguinte Dia bieito-eclesiástico:
Novembro 5
TUTEOO candidato de Ciutadans, mestura de Lerroux e Cicciolina (compareceu en coiros nos cartaces electorais), anuncia que vai falar castellano no Parlament. O seu lema (No importa donde naciste, me importas tú; no me importa tu lengua, me importas tú) semella plaxiado de Manu Chao (Me gusta La Coruña, me gustas tú) e non di a verdade. Ese partido non pelexará contra a lei que esixe a condición de español pra opositar a un cargo público nin contra a norma que lles impide aos deputados intervir nas Cortes en otras lenguas españolas. Trátase, pois, dun partido etnicista co 3% dos sufraxios . Na Galiza engarraría porque Fraga, amigo de costumes ingleses tales como beber porto coas sobremesas e reforzar partidos maioritarios, instaurou unha barraxe do cinco por cento.
A Belén Puñal enviou-me os Dias Soltos na manhã do 28 de Novembro dizendo que corria "muita, muita presa" porque queriam fechar a ediçom no dia a seguir. Nessa mesma tarde eu figem e enviei a minha a ilustraçom. Apesar do pouco tempo que tivem para fazê-la, em escala de cinzento e a tamanho reduzido (4,4 x 6,5 cm), nom ficou tam mal como esperava.
Para a realizaçom da fotomontagem empreguei umha foto, intitulada Ilona on top, pertencente à série Made in Heaven do artista norte-americano Jeff Koons, nas que este aparece mantendo relações sexuais com a sua esposa (1991-1992) Ilona Staller, mais conhecida por Cicciolina. Na minha fotomontagem a cabeça do artista é substituida pola de Alejandro Lerroux.
Agradecimento
Como em data recente já figeram as/os amigas/os do Novas da Galiza, neste último número e pola primeira vez, as/os de Tempos colocaram a URL http://susosanmartin.agal-gz.org (junto com a conhecida http://angueiradesuso.agal-gz.org, a outra porta de acesso a este meu sítio web) ao pé da minha ilustraçom. Muito obrigado, caronas e carões!
Escrito em 21-12-2006,
na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos
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Ante-ontem à tarde cheguei-me ao posto dos Correios (R. Orfãs, 17) para apanhar o envio do que na passada segunda-feira, na minha caixa do correio, encontrara aviso de chegada.
O pessoal de De Troula tivo a gentileza de voltar a enviar-me um exemplar do Nº 4 (que já enviaram no verao à minha antiga morada) e três exemplares do Nº 5 da Revista Mensal da Movida Galega.
Na sua página 6 este último número de De Troula traz a charge que ilustra este post e que com antecedência já publicara na Revista Satírica de Humor Platónico Xó! [Xó! Nº 23 (OUT-1998), pág. 7].
"Vam acabar, vam acabar,
o Supermartes e o Luar"
Assim cantávamos (parodiando Paco Ibáñez e Rafael Alberti) as/os que na noite de 27 de Junho de 2005 espontaneamente nos concentramos na Quintana dos Mortos para, após umha semana de tensa espera, ébrios de felicidade, celebrar a definitiva queda do Fragasauro.
Se bem o programa apresentado polo autodenominado Superpiñeiro acabou daí a pouco nom aconteceu o mesmo com o plácido Luar do incombustível Xosé Ramón Gayoso.
Da mao do mesmíssimo Vice-Presidente da Igualdade e do Bem-estar, o nacionalista Anxo Quintana (quem no último verao contratou o seu convizinho como animador das festas do programa Lazer para os nossos maiores) Xosé Manuel Piñeiro saiu do ostracismo no que caira a raiz da mudança galega e, segundo dim os rumorosos, poderia regressar à TVG.
Se assim for (deus o faga milhor!) as galeguinhas e os galeguinhos teríamos oportunidade de voltar a desfrutar de umha fraseologia, a do tequelexouman alaricano, mais castiza do que enxebre e, com certeza, digna dum estudo do Ramón Piñeiro.
NOTA: Juro que dumha vez lhe ouvim ao Superpiñeiro dizer "Así saia o sol por Antequera" na Televisom de Galiza. Sobra dizer que foi fazendo zapping ;-)

Tal dia como hoje, há três anos, a tristemente desaparecida Via Anti-Colonial Activa (VA-CA) fazia a sua apresentaçom (Power Point e nom só) na primeira jornada do Foro Negro, encontro convocado pola Plataforma Contra a Burla Negra e celebrado no Instituto Galego da Informaçom (IGI) nos dias 13 e 14 de Dezembro de 2003.
Para comemorar o terceiro aniversário daquele irrepetível momento publicamos as fotografias, inéditas até hoje, que o Roberto Ribao figera aos Subcomediantes da VA-CA em plena acçom e que, há tempos, tivera a gentileza de enviar-nos.
Agradecemos ao Roberto Ribao a sua amabilidade e lamentamos a recentíssima desapariçom dos seus magníficos Postais de Galizia, secçom foto-ensaística que o nosso amigo mantinha na revista Tempos Novos desde havia sete anos.
Como suspeito habitual que sou vejo-me na obriga de esclarecer que eu nom sou nengum dos três Subcomediantes, retratados por Ribao, que aquela tarde saltaram ao ruedo do IGI.
O Logo do Foro
Porém sim que sou eu o autor do manufacturado logótipo do Foro Negro, paródia ma non troppo do logo da empresa à que, tempos depois, viria ser encomendada a impossível missom de extrair, a meio de bolsas-lanzadera, as 14.000 toneladas de fuel-óleo que ainda ficavam (?) nos dous pécios do Prestige.
Escrito em 13-12-2006,
na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Via Anti-Colonial Activa
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O último número do Novas da Galiza ( NGZ Nº 48, de 15 de Novembro a 15 de Dezembro de 2006) traz na sua terceira página umha charge da nossa autoria.
A nossa charge está relacionada com a interessantíssima reportagem que, intitulada Campo, de empresário a imperador passando polo Governo municipal e assinada por Raimundo Serantes, ocupa as páginas centrais (págs. 10-12) do Periódico Galego de Informaçom Crítica.
Pola primeira vez, ao pé da minha ilustraçom as/os amigas/os do Novas colocaram a URL http://susosanmartin.agal-gz.org (junto com a conhecida http://angueiradesuso.agal-gz.org, a outra porta de acesso a este meu sítio web). Muito obrigado, caronas e carões!
A expressom "¡menudo pájaro!", posta em boca da sua caricatura e referida ao A. Campo, é empregue por José María Martínez Bordiú Pocholo em pessoa contra o final do famoso vídeo extraído de Pocholo Ibiza'06, docu-soap protagonizado polo nietísimo em La Sexta.

Ontem domingo, 10 de Dezembro de 2006 (Dia Internacional dos Direitos Humanos, ironias do destino), às 14h15 (hora local) expirou o sanguinário ex-ditador chileno Augusto Pinochet.
Para celebrá-lo publicámos em Angueira de Suso as duas caricaturas do assassino (e da nossa autoria) que no seu momento apareceram publicadas n'A Nossa Terra.
A primeira (Parabéns pra você!!!), da que, sinceramente, já nom me lembrava, apareceu por surpressa quando procurava a segunda no disco rígido do meu velho computador.
A segunda (A melhor defesa é o achaque) apareceu no Periódico Semanal Galego sessenta semanas depois da primeira.
Talvez, fora de contexto, as charges nom se entendam muito bem e seja preciso ir à hemeroteca para contextualizá-las.
Quanto à primeira [ANT Nº 858 (26-NOV-98), pág. 20] dizer que em 25 de Novembro de 1998, dia do seu 83º aniversário, Pinochet recebeu na sua residência londrina a para ele má notícia de que a Câmara dos Lores invalidara a sua imunidade diplomática.
O Pinochet espicha a canela e o Chile espicha o champanha. De Santiago a Santiago: Chim-chim!!!
Facéndose eco do tópico, o periodista italiano Lino Cascioli escribiu en Il Messagero: “Quando un galiziano é arrivato a metá della scala, giá non si ricorda più se sta salendo o scendendo”.
RIVAS, Manuel: Toxos e flores, Edicións Xerais de Galicia, Vigo, 1992, pág. 69.
Seis meses após termos criado em Angueira de Suso a categoria Yo Tube Un Sueño publicamos nela a nossa primeira vídeo-criaçom.
Quigemos esperar até hoje para inaugurarmos a susodita categoria (concebida para servir de arquivo das nossas vídeo-artistadas) porque hoje é o undécimo aniversário da gravaçom da que humildemente consideramos a nossa ópera prima (tanto no significado que em galego-português se lhe dá ao término quanto no que se lhe dá em castelhano-espanhol) no setor do audiovisual.
Com efeito, Sem Título (Galego na Escada) foi gravado (em Video 8) na Estaçom de Autocarros de Vigo na sexta-feira, 8 de Dezembro de 1995, Imaculada Conceiçom (é dizer, tal dia como hoje, há onze anos) e editado (em U-matic) na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca três-quatro dias depois, na segunda 11 e terça-feira, 12 de Dezembro de 1995.
Esperamos seja do seu agrado.
Agradecimentos
Devido à sua curtíssima metragem, 1’09’’, nom me pareceu conveniente pôr créditos ao final da peça, assim que aproveito as características deste meio para agradecer publicamente a sua inestimável ajuda às pessoas e entidades que desinteressadamente colaboraram comigo na realizaçom da mesma.
Muitíssimo obrigado (in order of appearance):
-À Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca, por emprestar-me a vídeo-câmera durante a ponte da Imaculada-Constituiçom de 1995;
-Ao Manuel López (Cafetaria El Alba, Av. A. R. Castelao, 9, Bueu), gaiteiro! por emprestar-me o seu traje de galego (galician national costume);
-Ao pessoal da Estaçom de Autocarros de Vigo por mudar para mim o sentido da marcha da escada rolante da estaçom (da que nom estava fora da ordem) e permitir-me tomar emprestado o cabo alongador da árvore de Natal (no battery);
-À Pastelaria-Gelataria Velvet (Estaçom de Autocarros de Vigo), por botar-me um outro cabo alongador (o da árvore de Natal nom era suficiente para chegar até a tomada);
-Ao José Maria Duram Medranho, o homem da câmera (O José, que na actualidade reside em Berlim, e mais eu somos velhos amigos e ex-residentes no C.M. Rodrígues Cadarso, residência universitária compostelana onde no ano acadêmico 1989-1990 nos conhecemos e co-fundamos, junto com João Miguel Lombardeiro, Marcelo Maneiro, Franjo Padín e outras/os, a saudosa revista Eis). Um agradecimento muito especial para ele.
-Ao Javier Tamames, técnico de audiovisuais da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca, por sentar este pobre desgraçado à sua mesa (de ediçom).
Escrito em 08-12-2006,
na categoria: YO TUBE UN SUEÑO
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Com data da segunda-feira, 4 de Dezembro de 2000, é dizer, tal dia como hoje (da semana e mais do mês!) há seis anos, o Subcomandante Marcos da Portela assinava umha carta aberta dirigida ao daquela Presidente da Câmara Municipal de Bueu, o popular Tomás Barreiro.
Ao inteirar-se pola imprensa (Faro de Vigo, 28 de Novembro de 2000) de que o autarca bueuense levara a mal as palavras dos guerrilheiros de salom da Fre.Li.Mo. no palco do ReboloRock (sábado, 25 de Novembro de 2000) o líder da Frente de Libertaçom do Morraço resolveu remitir-lhe a franqueada missiva (franqueada no sentido de aberta ou franca, nom de selada ou estampilhada) que acima reproduzimos.
Escrito em 04-12-2006,
na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.
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Como digem, no último verao figem com a Teresa umha viagem de umha semana (de 29 de Julho a 6 de Agosto) polo litoral do Principado das Astúrias.
De regresso a Compostela (no domingo, 6 de Agosto de 2006) a Teresa e mais eu figemos escala em Guitiriz.
A nossa escala tinha dous importantes objectivos: tomar um café com a Mónica e o Aldán (grandes amigos que, com motivo do Festival de Pardinhas, alí se topavam) e fotografar os dous susoditos estabelecimentos comerciais que, segundo o guia QDQ, existiam na vila chairega: Foto Suso e Pescados Suso.
Embora topamos fechada a caseta de Información y Turismo e, portanto, nom pudemos fazer-nos com o plano de rigor (eu chorar chorei no domingo à tarde
nom resultou difícil dar com a céntrica Foto Suso, sita no número 3 da Calle General Mola (General Mola!!!??? Simbologia fascista fora da Galiza! Nom mola! Amola!).

Porém Pescados Suso parecia já nom estar onde segundo o guia QDQ se supunha devia estar, no número 1 da adjacente Calle Diputación. Ao menos exteriormente nom havia nengum sinal que figesse pensar que a susodita peixaria se topasse trás a persiana metálica da mini galeria comercial que topamos no seu lugar.
Com a insatisfacçom do trabalho a meio fazer liguei para a Mónica e o Aldán para ver por onde andavam. Estavam em Pardinhas a curtir o Festival organizado pola Associaçom Cultural Xermolos. Combinamos no campo da festa.
Indo de carro ao encontro do casal amigo, foi-se-me a vista para umha carrinha branca que, com letras serigrafiadas em vermelho e azul, estava arrumada no eido dumha grande vivenda unifamiliar situada ao pé da estrada de Pardinhas.
De quem seria aquela carrinha que arrastando o meu olhar como um imã me fijo parar o carro (guiava eu) e descer para fazer-lhe umha foto? Com efeito, caras/os amigas/os, aquela carrinha pertencia a Pescados Suso!

Alertado polos ladridos dos cães saiu à janela do primeiro andar um tatuado motard que resultou ser o Suso propriamente dito. Desculpei-me perante o meu tocaio por aquele aparente allanamiento de morada chairega
e dei-lhe umha merecida explicaçom. O Suso, que ficou satisfeito com a verdade, confirmou-me que a sua peixaria, naquele dia fechada por descanso dominical, estava onde o guia QDQ dizia...
Paramos para tomar um café e afinal ficamos a cear e a dormir. E é que a Teresa e mais eu podemos ser quase tam bons hóspedes como bons e generosos anfitriões som a Mônica e o Aldán ![]()
Escrito em 01-12-2006,
na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Cinema e Fotografia Suso, Peixarias e Talhos Suso
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