[O Sítio de Suso Sanmartin]

      No Caminho Português a Santiago de Compostela existe um lugar chamado Angueira de Suso.

      Segundo o dicionário e-Estraviz da língua galego-portuguesa “angueira” é “o quefazer, cuidados e negócios que cada pessoa tem”. “Angueiras” som “trabalhos, cargas sofrimentos”. Por sua parte “suso”, do latim susu, quer dizer “acima, atrás”.

      Angueira de Suso é o sítio de Suso Sanmartin na rede. Aqui colocará o susodito as suas angueiras presentes, passadas e futuras.

      Obrigado pola visita.

      susosanmartin@gmail.com


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Arquivos para: Fevereiro 2010

(Jacobus)Land-Rober(to Varela)
jacobuslandrobertovarela
'(Jacobus)Land-Rober(to Varela)', Tempos Novos Nº 153 (FEV 2010), pág. 7.

Publicamos hoje o design que figemos para ilustrar a secçom Dias Soltos, do escritor Bieito Iglesias, no último número da revista Tempos Novos (TN Nº 153, de fevereiro de 2010), disponível em todos os quiosques do país.

A ideia ocorreu-me às 18h53 (GMT+1) da quarta-feira 27 de janeiro de 2010, após várias leituras e re-leituras em primícia do texto do escritor Bieito Iglesias que, por correio eletrónico e como habitual, me tinha enviado previamente a jornalista Belén Puñal.

No dia a seguir (quinta-feira, 28 de janeiro) figem o design em CorelDRAW e daí a dous dias (na sexta-feira, dia 29) enviei-no, por correio eletrónico também, para a amiga Belén.

No passado 16 de fevereiro, Terça-feira de Entruido, ao chegar de madrugada à minha casa proveniente de Ginzo-Laça (bom, tenicamente já era Quarta-feira de Cinzas, 17-F), encontrei na caixa do correio o último número da revista Tempos Novos, contendo na sua sétima página a minha ilustraçom.

A minha ilustraçom (manipulaçom do logótipo de Land Rober, o programa de humor que o ex-Tonecho Roberto Vilar tem na TVG) tem como pretexto o seguinte trecho do texto do escritor Bieito Iglesias:

Xaneiro 20
QUERELA DOS UNIVERSAIS
Roberto Varela, elixido ramista ou mordomo das festas xacobeas polo Tigre dos Peares, repite nunha entrevista o mantra de que a cultura galega está ensimesmada. Por iso elimina da propaganda do Ano Santo a Santiago e Galiza, convidando aos turistas a que collan o camiño de Spain (o do Rocío?). Como é que un cosmopaleto ben colocado en Nova Iorque veu parar a estes zudres provincianos? Hai algús que por comungar coa ideoloxía imperial xa se consideran intelectuais senlleiros e homes de mundo, mentres dan por certo que todos cantos escriben en galego deben ser por forza pailás de pucha con perillo capado ou sen capar. Don Roberto arrola no seu maxín idénticos preconceptos que unha miña alumna convicta de que non se pode estudar xeografía planetaria en vernáculo. Pouco importa que este menda leccione na fala de Ourense sobre a unificación de Italia, a descolonización de África ou o cinema do Quebec. Non acredita en min desde que sabe que non son adepto ao Real Madrid. William Faulkner ensimesmouse no condado mítico de Yoknapataupha pra ser universal. Nunca houbo un grande escritor que non experimentase o big bang en si mesmo.

[Bieito Iglesias, Dias Soltos, Tempos Novos Nº 153 (FEV 2010), pág. 6].

E contém umha piscadela de olho à primeira acepçom (A) que a palabra varela, apelido do conselheiro de Cultura e Turismo, tem no Dicionário Porto Editora da Língua Portuguesa (à segunda e terceira acepções, B e C, nom) ;)

varela (A) s. f. dim de vara; vara pequena ou delgada; vareta ( B ) s. m. [gír.] homem casado cuja mulher manda tanto como ele (Diz o povo: se é varão, manda ele e ela não; se é varela ora manda ele, ora manda ela; se é varunca, manda ela e ele nunca) © adj. volúvel (De vara+ela)

Escrito em 24-02-2010, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos
Estás de 'good year'!
michelins
Novas da Galiza nº 87 (15-FEV/15-MAR-2010), pág. 2.

Publicamos hoje em Angueira de Suso umha charge da nossa autoria que aparece na segunda página do último número do Novas da Galiza (NGZ nº 87), à venda em todos os quiosques.

A ideia ocorreu-me um par de meses atrás, no sábado 19 de dezembro de 2009, na hora do almoço, na churrascaria São Clódio (Rua de São Pedro, 26, Compostela).

O desenho (a mão e a máquina) nom o figem até há um par de semanas. Figem-no na terça-feira 9 do mês corrente, terminando por volta das 23h40 (GMT+1).

No dia a seguir, na quarta-feira 10 de fevereiro de 2010, enviei-no por correio eletrónico para o Carlos Barros, diretor do Novas, quem achou "mui simpática" a minha colaboraçom.

Oito dias depois, na passada quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010, recebim na minha morada o último número do Novas da Galiza (NGZ nº 87).

Para a minha grata surpressa (e para além desta charge que hoje publicamos) o último número do Novas inclui o meu bem-sucedido Boicoz (originalmente publicado n'O Pasquim nº 12 e último) na sua página 19.

Escrito em 22-02-2010, na categoria: Novas da Galiza