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        As minhas visitas no mundo

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      "dous rollos distintos"

      [De Troula Nº 3 (2006), pág. 14]

      Publicámos hoje em Angueira de Suso umha charge que realizamos para a sua publicaçom no Nº 28 (de Março de 2003) da revista O Cartafol mas que permaneceu inédita até que no ano passado veu a lume no número 3 da revista De Troula.

      Apareceram no devandito número da Revista Mensal da Movida Galega duas criações nossas: a que publicávamos no post anterior (pág. 3) e mais a que a colaçom trazemos hoje (pág. 14).

      Desenhei esta charge no dia 11 de Fevereiro de 2003 e nesse mesmo dia enviei-na para o Serviço de Normalizaçom Lingüística (SNL) da Universidade de Santiago de Compostela (USC), organismo responsável pola publicaçom d'O Cartafol.

      Nom interessa aqui e agora porquê mas a minha charge nom respondeu ao que as/os amigas/os do SNL esperavam de mim. Assim que dous dias depois, é dizer, tal dia como hoje há quatro anos, realizei e enviei umha segunda ilustraçom que, no mês a seguir, apareceria n'O Cartafol ilustrando o editorial.

      Dedicatória

      Eu nom lembro mas devim mostrar o desenho que hoje nos ocupa (ou senom contar a piada de palavra) ao meu bom amigo Eugénio Outeiro porque o Eduardo Maragoto (a quem de palavra e por sua vez lha teria contado o amigo Eugénio) ma comentou a mim quando em 16 de Abril (Domingo de Páscoa e Aberri Eguna) regressávamos juntos (a Maria, o Jacobe e mais nós) das nossas férias em Euskal Herria. Comentou-ma a desfazer-se nuns elogios que, a modéstia nom, a memória me impede reproduzir e que, como é lógico e natural, me encheram de satisfacçom.

      Foi isso o que me encorajou a enviar às/aos amigas/os da revista De Troula a minha inédita charge com umha petiçom, que ao pé da mesma colocassem a seguinte dedicatória: "A Ugio Outeiro e Edu Maragoto".

      No sábado 1º de Julho de 2006 recebim na minha antiga morada compostelana dous exemplares no número 3 da revista De Troula. Segundo as/os amigas/os da revista me explicaram um "erro informático" fijo com que os nomes do Ugio e do Edu ficassem ocultos detrás da imagem.

      O que há sete meses a informática impediu que a informática o permita hoje. Com todo o carinho e gratidom tenho o maior prazer em dedicar esta charge aos meus grandes amigos Eduardo Maragoto e Eugénio Outeiro. Eles, e agora vós também, já sabedes porquê :)

      Escrito em 13-02-2007, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, De Troula
      Este vai-se e aquel vai-se...

      Inteiro-me polo meu amigo Post Scriptum, pessoa bem informada onde as haja e afervoado caetanista coma mim, de que o Caetano Veloso tem novo disco no mercado () e que nele inclui umha música (Porquê?) na qual repete, inúmeras vezes e com sotaque português, a frase Estou-me a vir.

      O cantor baiano explicou asssim ao jornal Extra (SÁB, 16-SET-06) o emprego da expressom portuguesa:

      ?Acho bonita a maneira como, lingüisticamente, os portugueses resolveram a questão (do orgasmo). No Brasil, usamos o verbo gozar, como na França. Mas é como se estivesse acabando alguma coisa. Estou-me a vir é reflexivo, ou seja, fala de si próprio. E ainda dá uma idéia de continuidade?.

      Com efeito, "vir-se" é para os portugueses o que para os espanhois é "irse", é dizer, ejacular, expulsar o sémen. Mesma direcçom, sentido contrário. Onde um brazuca diria "estou gozando" (que é gerúndio) um tuga diria "estou-me a vir" (infinitivo gerundial).

      "Me voy" diria um espanhol, e um galego, pola perniciosa influência da língua deste, diria "vou-me" ou que "me vou".

      Seja como for, este apontamento (muitíssimo obrigado, caro P.S.!) dá-me o pretexto que precisava para publicar em Angueira de Suso umha velha charge, a que ilustra este post, cuja publicaçom tinha pendente desde havia algum tempo e que com antecedência já publicara em papel em três revistas diferentes:

      Eis Nº 8 (1993), pág. 11
      Xó! Nº 37 (Dezembro 1999), pág. 4
      De Troula Nº 3 (2006), pág. 3

      Nela pugem em boca dos amantes uns conhecidos versos rosalianos que, nas suas bocas e graças as interferências lingüísticas do castelhano sobre o galego, cobram um sentido completamente diferente. Ele, meio desculpando-se, di-lhe a ela "Adiós, adiós que me vou". Ela, resignada perante a efemeridade do acto amoroso, soluça, salouca: "Éste vaise i aquél vaise / e todos, todos se van".

      "Adiós, adiós, que me vou" é um verso de Adiós, ríos; adiós fontes, décimo quinto poema de Cantares Gallegos, obra de Rosalia de Castro publicada o 17 de Maio de 1863.

      "Éste vaise i aquel vaise / e todos, todos se van" som, por sua parte, dous versos de As viudas dos vivos e as viudas dos mortos, poema de Follas Novas, poemário rosaliano de 1880.

      "Follas Novas"!!?? Devido à "perniciosa influência" do castelhano, de que falava antes, devo esclarecer que aqui "follas" é o plural de "folha" (órgao apendicular, de forma variada, geralmente plano e de cor verde que se desenvolve no caule e nos ramos das plantas e geralmente constituída por bainha, pecíolo e limbo) e nom a segunda pessoa do singular do presente do indicativo do verbo "follar" (foder, copular);)

      Escrito em 08-02-2007, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, De Troula, Xó!
      Lapaman, O Homem Lapa

      Lapaman, O Homem Lapa. H2Oil (Colectivo Chapapote, 2003), pág. 50.

      Las rías reciben dosis de veneno
      El fuel alcanza de nuevo arenales de Baiona, Nigrán, Vigo, Cangas y Bueu

      REDACCIÓN. VIGO/BAIONA/CANGAS

      El fuel procedente del Prestige ha vuelto a envenenar la Ría de Vigo y la entrada de la de Pontevedra. Galletas de hasta veinticinco centímetros y pequeñas bolas de hidrocarburo se han extendido en las últimas horas por diversos arenales de Baiona, Nigrán, Vigo, Cangas y Bueu (...).

      También la playa de Lapamán(Bueu) se ensució ayer del fuel procedente del Prestige.

      FARO DE VIGO. Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2003, pág.23.

      Em 5 de Fevereiro de 2003, é dizer, tal dia como hoje há já quatro anos, o Faro de Vigo informava da chegada à Praia de Lapamam (Morraço) da maré negra do Prestige.

      Rondava a minha cabeça desde havia anos a ideia da criaçom dum super-heroi que levasse por nome o do fermoso areal compartilhado polos concelhos de Bueu e Marim.

      Lapaman seria o homem-lapa resultante dumha mutaçom (leia-se humanizaçom) que teria transformado umha vulgar lapa (Patella vulgata) numha criatura extraordinária tipo as Teenage Mutant Ninja Turtles.

      O quê teria provocado essa fantástica mutaçom nom o sabia ainda mas a má notícia dada polo Faro naquele dia cinco de Fevereiro deu-me a excussa que precisava.

      Segundo consta no meu caderno de bitácora trabalhei em Lapaman durante o mês de Março de 2003.

      Três meses antes, em Dezembro de 2002, nascera o Colectivo Chapapote cum objectivo primordial, a ediçom dum álbum de banda desenhada, "un álbum colectivo que mostrasse de jeito caleidoscópico a nossa indignaçom polo curso dos acontecimentos que terminaram com o afundimento do Prestige e com as marés negras mais devastadoras que sofreu nunca a costa galega".

      O comic book do Colectivo Chapapote (que era para chamar-se Formato Prestige mas que finalmente se chamaria H2oil e que trazia o meu Lapaman na sua página 50) apresentou-se em 11 de Agosto de 2003, dentro da sexta ediçom do Vinhetas desde o Atlântico da Corunha, atingindo grande sucesso de crítica e público.

      Aqui podes, se queres, descarregar o H2Oil em pdf.

      Escrito em 05-02-2007, na categoria: BD / HQ
      Cachimbo pola Paz exige na rua libertaçom de Manoel-António (Rianxo, 28-JAN-00)

      1ª Parte (6'09'')

      2ª Parte (8'40'')

      Aconteceu em Rianxo há sete anos (e dous dias).

      Convocadas pola Coordenadora Cidadá Cachimbo pola Paz e sob o lema Basta já! Manoel-António a casa! em 28 de Janeiro de 2000 dúzias de pessoas se concentraram perante a casa natal do poeta, sequestrado desde havia 44 anos a maos de Domingo García-Sabell, para exigirem a sua imediata libertaçom.

      Ao ser-nos impossível tê-lo pronto para a efeméride de ante-ontem domingo (28 de Janeiro de 2007, septuagésimo sétimo aniversário da suposta morte de Manoel-António) como eram as nossas iniciais intenções, publicamos hoje, 30 de Janeiro de 2007 (centésimo vigésimo primeiro aniversário do nascimento dum outro rianxeiro ilustre, A. R. Castelao), o vídeo que a jovem Antía Melba González Fernández (filha de Pilar e Antón Vilariño, bons e generosos amigos meus), que na altura contava com apenas treze anos de idade, gravou naquela mágica noite.

      Sete anos (e dous dias) depois, falecidos já três dos seus quatro sequestradores [Roxélio Pérez González Roxerius (+1963), Domingo García-Sabell O Bibliótafo (1909-2003) e Raimundo García Domínguez Borobó (1916-2003)], o poeta Manoel-António continua em paradoiro desconhecido.

      E igual que Cachimbo pola Paz (paipa en forma de interrogaçom) fazia há sete anos (e dous dias), hoje nós perguntamos: QUEM SABELL ONDE?

      Escrito em 30-01-2007, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Cachimbo Pola Paz
      THE INVISIBLE MAN

      Janeiro é o mês de Castelao. No mês de Janeiro comemoramos o seu nascimento e a sua morte.

      Afonso R. Castelao nasceu em Rianxo em 30 de Janeiro de 1886 (tal dia como hoje há 121 anos) e morreu exilado em Buenos Aires em 7 de Janeiro de 1950.

      No dia a seguir à sua morte, 8 de Janeiro de 1950, a Dirección General de Prensa y Propaganda da ditadura franquista enviou umha nota aos diretores dos jornais galegos advertindo que do "político republicano y separatista gallego" unicamente poderiam elogiar-se, em páginas interiores e a umha só coluna, "sus características de humorista, literato y caricaturista".

      Ao largo da sua frutífera vida o político, escritor, desenhador, pintor, humorista e caricaturista rianxeiro auto-caricaturou-se em diferentes ocasiões. Sem lugar a dúvidas os seus dous auto-retratos caricaturais mais reproduzidos e famosos som este (capa do seu folheto "Algo acerca de la caricatura", Pontevedra, s.a., 1916?) e estoutro (1920), em que Castelao fai desaparecer o essencial, a sua própria pessoa, para deixar ficar apenas o acessório: chapéu, óculos, gravata de laço e fumegante cigarro.

      Foi precisamente esta segunda imagem a que em 1993(?) empreguei para realizar, acrescentando apenas o pé "the invisible man", a cousa que ilustra este post.

      A cousa esta (cartoon? charge? vinheta? ilustraçom?) já fora publicada com antecedência em três ocasiões, as duas primeiras na revista universitária Eis [Eis Nº 8 (1993), pág. 11 e Eis Nº 10 (1995), pág. 8] e a terceira na Revista Satírica de Humor Platónico Xó! [Xó! Nº 37 (Dezembro 1999), pág. 2].

      No seu testamento político, o Sempre em Galiza, Castelao demostrou científicamente que Galiza era umha naçom. Cinquenta e sete anos após a sua morte os herdeiros do general Franco, galeguistas coma ti, recusam-se a definí-la como tal nem sequer no Limiar do seu novo estatuto.

      Agora, como na hora da sua morte, Castelao melhor invisível. O homem invisível.

      The Invisible Man, O Filme

      No passado sábado, 20 de Janeiro de 2007, às 19h30 (CET), dentro do ciclo de cinema Ficções e Alterações da Realidade, no Centro Galego de Arte Contemporânea (CGAC) projectaram um dos meus filmes favoritos de sempre: The invisible man (James Whale, 1933).

      Por tal motivo queria ter publicado naquela data a cousa que hoje publico, mas imprevistos de última hora impediram-me fazê-lo. Nom só me impediram fazê-lo senom que por pouco nom acordo a tempo de ir ver o fime! Som-che cousas da vida... por Castelao! ;-)

      Dedicatória

      Quigera dedicar esta cousinha ao meu grande amigo João Miguel Lombardeiro (co-fundador junto com José Maria Duram, Marcelo Maneiro, Franjo Padín e comigo próprio, da saudosa revista Eis) e quigera fazê-lo por certo comment que, em 13 de Outubro de 2006 e a propósito de umha outra ilustraçom, me fijo off the record (via e-mail), comentário que hoje fago público com a sua licença:

      "Até há pouco tinha uma doença que de por vezes fazia-me passar por tolinho: lembro em qualquer momento, oportuno ou inoportuno, o teu invisible man e escacho a rir perante quem seja (a sério, uma vez passou-me quanado ligava desde a Federação Vizinhal à Subdelegação do Governo Spagnolo em Ponte-Vedra; comecei a rir e não me dava controlado) Agora acontece-me ademais com o buda-fraga".

      Escrito em 30-01-2007, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Xó!
      Notícia dum sequestro (pasquim)

      ?Sorprendeume ledamente a leitura dunha folla amarela que se repartiu durante o Congreso de Castelao celebrado en Rianxo. Asinada pola Coordinadora Cachimba pola Paz (a cachimba, sen dúbida, perdida do poeta De catro a catro) dita folla informaba de que Manoel-Antonio non morreu en Asados, no 1930, senón que foi secuestrado no ?sequestro máis longo de todos os tempos, que dura já a frioleira de 44 anos?. Logo explica coma foi e quen o cometeron?.

      BOROBÓ, O secuestro de Manoel-Antonio, A Nosa Terra, Nº 921 (10 de Fevereiro de 2000), pág. 35.

      Escrito em 28-01-2007, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Cachimbo Pola Paz
      Manoel-António askatu!

      Eis o cartaz que a Coordenadora Cidadá Cachimbo pola Paz tirou para convocar a cidadania toda à primeira das concentraçons que, para exigir a imediata libertaçom de Manoel-António, teria lugar em 28 de Janeiro de 2000, septuagésimo aniversário da suposta morte do poeta, perante a sua casa natal, sita na rianxeira Rua d'Abaixo.

      O design do cartaz está inspirado em Excelsior, caligrama publicado por Manoel-António no número 6 (Outubro-Novembro de 1924) da revista Ronsel e para a sua realizaçom foi muito apropriadamente empregue um tipo de letra tipo Kidnap (sequestrar em inglês).

      Escrito em 28-01-2007, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Cachimbo Pola Paz
      "Grúas Suso" e "Fontanería Suso" (Carvalho)

      Na boa companhia da Felisa e do José Ramom, no penúltimo dia do ano passado (Sábado, 30 de Dezembro de 2006) assistim em Pontecesso ao IV Encontro Galego de Acordeom Diatônico.

      Após o almoço no Café-Bar-Restaurante A Pesqueira (Av. Anlhons, 84, frente ao CEIP Eduardo Pondal), onde a Bea e o Paulo se uniram a nós, assistimos na Casa dos Vizinhos do Couto à palestra, intitulada As gravações históricas dos acordeonistas Hermanos Moreira, do diretor artístico de Ouvirmos S.L. e professor de História da Música Galega no Conservatório de Música Tradicional e Folque de Lalim, Ramom Pinheiro.

      Encerrou-se o poderoso encontro cum concerto-baile apresentado polo Xurxo Souto e amenizado por Brais Maceiras, o Sr. Pazos de Merexo (o homenageado), Carlos Quintá & Óscar Fernández, Os Tres Trebóns e o Vendaval do Rosal e o monitor de dança tradicional Marcelo González.

      Ao finalizar o Concerto-Baile, de regresso a Compostela, topamos no Concelho de Carvalho os dous susoditos estabelecimentos comerciais que aparecem nas fotografias que ilustram este post: Grúas Suso (esquerda) e Fontaneria Suso (direita).

      A viagem de volta figemo-la em comboio: a Bea e o Paulo diante, no seu carro, e a Felisa, o José Ramom e mais eu detrás, no meu. Grúas Suso descobrim-no eu quando, perdidas e perdidos, dávamos voltas por Carvalho. Há males que vêm por bem. A Fontanería Suso foram o Paulo e mais a Bea quem a descobriram para mim. Boa gente!

      Do número de telefone que figura tanto no letreiro quanto na porta do guindaste (981 75 75 35) deduzimos que as fotos correspondentes a Grúas Suso foram feitas no lugar da Revolta da freguesia de Carvalho. E é que, segundo as nossas pesquisas internáuticas, no número 61 do lugar de Bolom, freguesia de Sofám, Concelho de Carvalho, existe um outro Grúas Suso cujo número de telefone é o 981 75 30 83.

      Quanto às fotos da Fontanería Suso a identificaçom do local onde foram feitas é-nos mais complicada.

      Segundo as Páginas Amarelas há no Concelho de Carvalho três canalizadores, picheleiros ou encanadores susceptíveis de serem chamados de Suso: Jesús Pedrouzo (Sam Joam Baptista, 7), Jesús Suárez Tasende (Ponte Rosende, 26) e Jesús Antonio Viña Rodríguez (Av. Fisterra, 71). Será que o susodito estabelecimento comercial que aparece nas tais fotografias pertence a algum destes três tocaios meus? Ou será que as fotos seriam feitas já fora do término municipal bergantinham?

      A Felisa tivo a gentileza de enviar-me nesta semana as fotos que naquela noite figera com a máquina que gentilmente me emprestou. Por ambas as duas cousas, muitíssimo obrigado, Feli! :-)

      Escrito em 19-01-2007, na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Mecanizados Suso, Pichelaria Suso
      ANARROSA

      Contra-capa do Nº 957 d'A Nossa Terra (19-OUT-00) e caricatura da Ana Rosa Quintana publicada n'A Nossa Terra [ANT Nº 959 (02-NOV-00), pág. 23] e mais na revista De Troula [Nº 1 (FEV-06), pág. 34].

      Em Outubro de 2000 Ana Rosa Quintana (AR) viu-se imersa num enorme escândalo ao a revista Interviú desvendar que Sabor a hiel, romance teoricamente escrito pola popular apresentadora a encomenda da Editorial Planeta, continha trechos de Mujeres de ojos grandes, da escritora mexicana Ángeles Mastretta, e páginas inteiras de Álbum de Família, da norte-americana Danielle Steel.

      AR, que na altura apresentava em Antena 3 o magazine matinal Sabor a tí, botou-lhe primeiro a culpa a um "erro informático" para finalmente, ao ver-se encurralada pola mídia, botar-lha a um negro curiosamente apelidado rojo, David Rojo.

      Por tam colorido motivo Ana Rosa Quintana foi contra-capa do número 957, de 19 de Outubro de 2000, do Periódico Semanal Galego A Nossa Terra (ANT). A presença de AR na sua última página dava-lhe ao hebdomadário nacionalista fasquia de revista de mexericos.

      Daí a duas semanas ANT publicou-me a caricatura da AR que, junto com a devandita contra-capa, ilustra este post.

      Sobre a cabeça da caricaturizada, em American Typewriter, tipo de letra empregue na cabeceira d'A Nossa Terra, o nome da Anarrosa, de evidente parecido formal e fonético. Em Futura Bold, tipografia usada por A Nossa Terra nos seus cabeçalhos, a frase "tem o seu ponto a fresca Ana Rosa", paródia de Ten o seu punto a fresca rosa, título do livro publicado pola escritora (esta sim) Maria Xosé Queizán naquele mesmo ano.

      E é que, como diria o cantautor, Ana Rosa Quintana "a sus cuarenta y pocos tacos, ya ves tú..."

      Escrito em 17-01-2007, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, De Troula, A Nossa Terra, CARICATURA
      Barcelona 1984

      Pl. George Orwell, Barcelona. O Grande Irmao está a observar-te!

      Em 19/21 Janeiro e 24/25 Fevereiro de 2007 desenvolverá-se no Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) o seminário, dirigido por José Miguel G. Cortés, intitulado Santiago múltiple: O corpo da cidade e o xénero dos espazos.

      O tríptico promocional do mesmo está ilustrado pola fotografia dum sinal em que a Polícia Local compostelana advirte de que a zona (a foto foi tomada na Rua da Atalaia, esquina com a Rua da Porta da Pena, se nom me equivoco) é umha "ZONA VIDEO VIXIADA".

      Esta foto fijo-me lembrar umha outra foto de temática semelhante que eu próprio figera em Barcelona em 18 de Julho de 2005, 69º Aniversário do Alzamiento Nacional, mera coincidência.

      No sinal que aparece na(s) minha(s) fotografia(s) é o Ajuntament de Barcelona quem nos advirte de que nos topamos numha "zona vigilada en un radi de 500 m".

      As fotos foram feitas na Plaça del Tripi, que é como popularmente é conhecida a Praça de... GEORGE ORWELL!!!

      Escrito em 15-01-2007, na categoria: FOTO SUSO

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