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        As minhas visitas no mundo

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      A que cheira Espanha?

      "VEHÍ[CULO] LONGO" [0'35'']

      A pequena peça de vídeo-criaçom que apresentamos hoje parte dumha ideia que, segundo consta na minha caderneta, me ocorreu no domingo 11 de abril do ano passado quando regressava, de carro, da Ilha de Arouça, trazendo comigo o meu amigo José Ramom Pichel.

      Mas nom seria até um ano depois quando, no passado 23 de abril, sábado, nalgum lugar indefinido da estrada entre o Porto e Avintes (Portugal), gravei o vídeo que precisava para a sua realizaçom.

      Esse vídeo editei-no, por fim, na passada sexta-feira, 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, terminando às oito em ponto da tarde (hora espanhola).

      Obrigado ao meu tocaio Suso Irago e a sua filha Catuxa por dar-me a conhecer a bonita cançom que serve de banda/trilha sonora original a esta minha pecinha e por porem-ma indefetivelmente sempre que vou polo Avante.

      Ainda que suponho que nom o farám por mim (por mim, de fato, dispensavam de pôr música espanhola &#59;) ), se nom tivesse sido por eles e pola sua maçadora insistência no tema (España huele a culo, Fat Fish), provavelmente nunca me teria ocorrido esta ridi-culista piada.

      Escrito em 13-06-2011, na categoria: YO TUBE UN SUEÑO
      10-A em Barcelona

      No passado 10 de abril, há hoje exatamente dous meses, celebrou-se em Barcelona (e em mais vinte municípios catalans) a quinta e derradeira onada de consultas sobre a independência de Catalunha.

      Igual que já figera com motivo das onades primeira (13-DEZ-2009) e terceira (25-ABR-2010), voltei a viajar a Catalunha com ocasiom desta quinta e derradeira onada (só nom estivem, portanto, na primeira consulta sobre a independência, celebrada no 13 de setembro de 2009 em Arenys de Munt, e nas onades segunda (28-FEV-2010) e quarta (20-JUN-2010); nada mal, nom é?)

      Figem-no, igual que nas duas anteriores ocasiões, convidado polos meus amigos (amigos e residentes em Barcelona, como diriam no 1, 2, 3) Martí, Jordi e Joan-Marc. Mas, a diferença das duas ocasiões anteriores, nom viajei sozinho a Catalunha desta volta. Figem-no na companhia do meu ?grande? amigo e parceiro Miguel Penas.

      Tampouco fum ?sem papéis? desta vez. O Miguel e mais eu fomos acreditados pola organizaçom (Barcelona Decideix) como Observadores Internacionais (OI) em representaçom da AGAL, a Associaçom Galega da Língua de que o Miguel é vice-presidente e eu vogal. Que nível!

      Dous meses depois da que, por enquanto, é a minha última viagem aos Països Catalans (aonde, se tudo correr, voltarei neste Verão para participar, de 24 de julho a 7 de agosto, no X Campus Universitari de la Llengua Catalana Mallorca-Andorra), e como já figera com as do 13-D em Solsona e as do Sant Jordi em Barcelona e 25-A em Girona e Manresa, publico neste meio abandonadinho blogue pessoal as minhas fotos do fim-de-semana do 10-A em Barcelona.

      Sábado, 9 de abril

      Nesta ocasiom foi ao amigo Martí a quem tocou fazer de ?taxista?. O Martí veu de carro procurar-nos ao Aeroport de Barcelona - el Prat e levou-nos ao seu apartamento no Poble Nou, onde o Miguel e mais eu ficaríamos, sábado e domingo, a dormir.

      O Martí deu-nos umhas cópias das chaves do seu apartamento e foi-se embora atender os seu quefazeres, marcando connosco às 16h30 na 'Plaça del Mal Nom' (local e horas onde previamente tinha combinado com o Jordi e o Joan-Marc) para irmos todos juntos ver o jogo de ráguebi (quartos de final da Taça da Europa) entre o RCT (de Toló/Tolon/Toulon, Occitânia) e a USAP (de Perpinyà/Perpignan, Catalunya Nord) no Estadi Olímpic Lluís Companys (tremenda surpresa, companheiros!).

      Nom me resultou nada fácil mas afinal conseguim convencer o Miguel para irmos dar um mergulho rápido à vizinha Platja de la Nova Mar Bella antes de almoçar (existem fotos desse refrescante momento mas o Miguel nom autoriza a sua publicaçom).

      Após o almoço na ?Pizzaria Divina Stefy? (só nom almoçamos no ?Bar Espanya?, bar de galego, porque acabaram a ?Estrella Galicia? e o pão) reencontramos o Martí (e encontramos o Jordi, o Joan-Marc e amigas/os de uns e outro) como combinado. Na foto da esquerda, um casal amigo do Martí, o Miguel, o 'susodito', o Jordi, o Martí, o Ferran e o Joan-Marc no ?punt de trobada? (ao pé dumha das duas torres da 'Plaça del Mal Nom', a da direita a olhar para Montjuic). Na foto da direita, o Miguel, o Jordi, o Joan-Marc e mais eu, com estelada e estreleira, diante das míticas Quatre Columnes.

      Na foto de baixo (e de esquerda a direita): o Miguel Penas, o Jordi Avià, o Ferran Alsius, o 'susodito' e mais o Joan-Marc Passada, a torcida galaico-catalana da Unió Esportiva Arlequins de Perpinyà (USAP).




      À noite o Miguel, o Jordi o Joan-Marc e mais eu fomos ao Anduriña, bar regentado por um sofrido celtista no Carrer Fruita (e oficiosamente conhecido como El Lloro, pássaro bem diferente do que oficialmente dá nome ao bar), ver o Barça-Almeria (3-1). Repare-se na eclética decoraçom do bar: gaita galega, chapéu mexicano... autocolante ?Mocidade galega à Galiza? (Sim, hó! À esquerda da foto! À direita da orelha direita do amigo Joan-Marc!).

      Depois, ceia em La Vinateria del Call (Sant Domènec del Call, 9, Barri Gòtic): ?truita camperola?, ?truita de patates?, ?secallona?, ?bull blanc?, ?montsec sendrat (fromatge)?, ?escalibada?, ?tonyina amb alegries?, ?pa amb tomàquet?, tudo regado com Bru de Verdú 2008. Do Gòtic os quatro subimos à Vila de Gràcia (VdG) e, topándomos a persiana de La Torna já entornada, fomos tomar a saideira a La Terreta (Taverna Valenciana).

      Domingo, 10 de abril

      Vestido como um Blues Brother por exigências do guiom (um guiom escrito e dirigido polos tolos dos meus amigos Jordi & Joan-Marc) tomei com o Miguel o pequeno-almoço na esplanada da Cervecería Cafetería ROUSES (Poble Nou). Enquanto nom aparecia por alí a dupla dinâmica, figem no próprio bairro as minhas primeiras "observações internacionais" (?Tant sí com no, VOTA?).



      E por fim se produziu o esperado encontro dos dous Blues Brothers (Jordi & Joan-Marc a.k.a. Els Catlànders a.k.a. Fills del Dr. Cat) com o seu Blues Cousin (eu próprio). Na fotografia da direita, atrás de nós os três, o Catmóvel (portando no porta-bagagem o Catigat). O que eu seguro nas minhas mãos é um cartaz publicitário do Museu del Rock, com umha imagem igual à que eu próprio tinha fotografado na véspera (impressa sobre o Bus Turístic) nas imediações do Estadi Olimpic Lluís Companys (foto da esquerda).



      Do Poble Nou à Plaça de Catalunya no Catmóvel com o Miguel, o Jordi e o Joan-Marc, parando em cada col.legi electoral que encontrávamos no caminho para oferecerem exemplares do Referènding! autografados polo mesmíssimo Dr. Cat. O Miguel e mais eu chegávamos atrassadíssimos à nossa marcaçom com a Anna Arqué, de Barcelona Decideix, mas, o que se lhe vai fazer, se estás numha missom felina é o há &#59;)

      Quando o Miguel e mais eu subimos à sede da Fundació Catalunya Estat (Plaça de Catalunya 9, 4rt pis) a Anna Arqué já nom estava alí. Nem ela nem as/os observadoras/es internacionais ao seu cargo. Digeram-nos que mirássemos no vizinho Restaurante Trobador (Rambla Catalunya, 2-4) e alí foi onde encontramos o Joan Vives e à Núria Maynou, da organizaçom. Mas nom à poliglota Anna Arqué, que estava a atender um meio alemão. Quando a nossa mulher por fim apareceu (também fala português!), deu-nos ao Miguel e a mim as nossas anseiadas acreditações enquanto Observadores Internacionais (OI).

      Dalí fomos (o Miguel de táxi com o Joan, a Núria e a Anna e eu de Catmóvel com o Jordi e o Joan-Marc) à Sagrada Família, onde havíamos encontrar-nos com o resto de observadoras/es internacionais.

      Visita guiada à Sagrada Família, gentileza de Sagrada Família Decideix, em agradecimento polo nosso ?esforço? aos observadores internacionais (?Sense el teu esforç no hagués estat possible, gràcies! Catalunya s'ho mereix?). E tanto!

      Por serem nacionais catalães o Jordi e o Joan-Marc nom foram convidados a entrarem ao templo connosco. À saída estavam ?atrás das grades? (Jailhouse Rock) à nossa espera para distribuirem de graça exemplares dos livros do Dr. Cat (Descoloniza't, S'ha acabat el bròquil! e Referènding!) entre as/os observadoras/es internacionais. Para que logo digam dos catalães!

      Após a visita turística à Sagrada Família a organizaçom convidava as/os observadoras/es internacionais a almoçarmos no Restaurant Típic La Bóta del Racò (Av. Mare de Déu de Monserrat, 232). O Miguel e mais eu fomos até alí de táxi com o Joaquim Batista, da organizaçom. O taxista, que ainda era um rapaz novo, era galego, de Verim.

      Em La Bóta del Racò (em galego, ?O Barril do Rincom? ou ?A Pipa do Recanto?) ?nos pusimos las botas?, em román paladino: ?pá amb tomàquet?, ?pernil?, ?escalibada? (a meias com o Miguel), ?peus de porc amb cargols? (pedim eu)... Após a sobremesa e o café, cada um interpretou respeitosamente o seu respetivo Hino Nacional (Catalunha, Flandres, Tirol... Galiza).

      Após o opíparo almoço em La Bóta del Racò o Miguel e mais eu fomos com o Joaquim Batista de táxi a Nou Barris, onde a organizaçom tinha preparado para nós, observadoras/es internacionais, um magnífico espetáculo de Castells (para mim, que nunca o tinha visto ao vivo, foi a primeira vez).

      Para encerrar o seu espetáculo a colla castellera desfraldou umha senyera desde o alto do último dos castells que carregaram e, com tam catalaníssimo pano de fundo, as/os observadoras/es internacionais figemo-nos umha foto de família com a Anna Arqué (de cujo Twitter retiramos a foto, a de baixo).

      De esquerda a direita: Um par de observadores internacionais da Dinamarca, um terceiro observador internacional ainda nom identificado, Joan Vives, Miguel Penas, Anna Arqué, o 'susodito', Joaquim Batista, umha observadora internacional flamenga e o seu acompanhante.

      Com tam apertado programa de atos (sobretudo para mim, que tinha de conciliar a minha condiçom de Blues Brother Cousin com a de Observador Internacional) tudo foi com bastante atrasso e nom deu tempo mais do que para ?observar? 3-4 mesas eleitorais no mesmo bairro (Nou Barris) quando já estavam prestes a fechar (e/ou fechando). O Miguel (que de manhã, antes da visita à Sagrada Família, já tivera ocasiom de ?observar? algumha mesa) fijo-se a foto (figem-lha eu) e fijo umha ?escapada? à sede de VilaWeb (que eu ja conhecia, conhecera-a precisamente no 13-D, mas ele nom e tinha mesmo muita vontade de conhecer).

      Após o encerramento dos colégios, de Nou Barris (com o Joaquim Batista, umha observadora internacional flamenga e o seu acompanhante) fum de táxi à Sede Central Operativa da Consulta, edifício histórico sito no número 10 da Rambla de Santa Mònica e cedido pola UGT, onde me reencontrei com o Miguel, o Joan-Marc e o Jordi e ouvim as comparecências de Alfred Bosch (porta-voz de Barcelona Decideix), Oriol Pujol (presidente do grupo parlamentar de CiU no Parlament de Catalunya), Jordi Portabella (candidato à autarquia de Barcelona pola Unitat per Barcelona-ERC), Uriel Bertran (secretário geral de Solidaritat Catalana per la Independència)...

      No corredor cruzei-me com o Joan Laporta (Democracia Catalana) mas, apesar do meu fluente catalão, nom lhe dirigim a palavra nem lhe pedim para fazer-me umha foto com ele porque: 1º) Nom ia de fato (ele, eu sim) e 2º) Após o seu surpreendente abandono de Solidaritat Catalana per la Independència (SI) e do correspondente grupo parlamentar eu, que tinha saudado a sua fulgurante irrupçom na política catalana e me declarava seu fã, já nom sabia muito bem o que pensar...

      Com quem também me cruzei (neste caso na rua, na Rambla, à porta da sede de UGT / Barcelona Decideix) foi com o grande Xosé Manoel Beiras, quando ia com o Joan-Marc e um faminto Jordi um momento ao bar do lado para que este pudesse pedir qualquer cousa que petiscar. Com O'Beiras sim que parei um instante a falar. Aqui estou, com ?Os Dous de Sempre?, digem-lhe em referência aos meus amigos catalães (o Jordi, o Joan-Marc e mais eu já nos tínhamos encontrado, por acaso, com O'Beiras em Girona no 25-A). Daquele encontro há testemunho gráfico. Deste nom. Tampouco era ?plan?.

      Após a proclamaçom dos resultados, as/os observadoras/es internacionais fomos chamados ao palco. Na imagem (umha captura do vídeo AVUI+ Consulta sobre la independència a Barcelona) pode ver-se-nos, aliás, intuir-se-nos ao Miguel e a mim, meio ocultos atrás da senyera, junto com o resto das/dos observadoras/es internacionais (entre elas/eles o grande Xosé Manoel Beiras).

      Atendendo a sugestom dum emocionadíssimo Alfred Bosch (porta-voz de Barcelona Decideix) o Miguel e mais eu descemos à rua para celebrarmos com o pessoal nom acreditado (e que, portanto e a diferença nossa, nom podia entrar) o sucesso de participaçom que tinha suposto a convocatória da consulta sobre a independência na capital nacional. O Joan-Marc (que tinha ido acompanhar o Jordi à casa) apareceu com as bandeiras galegas (que tínhamos deixado na mala do Catmóvel) justo a tempo de fotografar-nos e sermos fotografados em plena folia. As três primeiras fotos fijo-as o próprio Joan-Marc. A quarta saiu no AVUI+ (ediçom digital).


      Bandeiras galegas na Rambla [00:07-10:00]; Miguel & eu, acima do cenário, com o resto de observadores/as internacionais [02:55-03:10] e bandeiras galegas na Rambla outra vez [04:16-04:24, FIM].



      Segunda-feira, 11 de abril

      Capa do AVUI+ da segunda-feira 11 de abril (esquerda). Ainda que mui em pequeninho e sem bandeiras, o Miguel e mais eu saimos na foto (?Ambient d'eufòria, ahir a la nit, a la Rambla de Barcelona?, Robert Ramos). O Miguel e mais eu, recém-chegados ao Aeroporto da Lavacolha, mostrando orgulhosos à câmara uns crachás iguais aos que aparecem na infografia da capa do AVUI+, com a satisfaçom do objectiu complert (direita).

      Escrito em 10-06-2011, na categoria: Observador Internacional
      Sant Jordi em BCN e 25-A em Manresa e Girona

      Já vai fazer um ano que forom feitas as fotografias que publicamos hoje. Foram feitas na penúltima ocasiom em que viajei a Catalunha (a última foi há menos tempo, aproximadamente meio ano, para participar nas XXII Jornades de Llengua i Cultura Catalanes celebradas em Gironella e Masdenverge) com motivo do Sant Jordi e tercera onada de consultas populares sobre a independência de Catalunha.

      Com efeito, entre a quinta-feira 22 e a segunda-feira 26 de abril do ano passado viajei a Catalunha para celebrar o Sant Jordi (23 de abril) em Barcelona e participar, em qualidade de observador internacional, sem papéis, nas consultas populares sobre a independência de Catalunha em Manresa e Girona (25 de abril).

      Como observador internacional amador já tinha participado na consulta popular celebrada em 13 de dezembro de 2009 (entre muitos outros) no município de Solsona, de onde é natural o meu amigo Joan-Marc. A reportagem fotográfica dessa proveitosa expediçom foi pontualmente publicada aqui, em Angueira de Suso.

      E, se tudo correr bem, no próximo fim-de-semana regressarei a Barcelona para ser testemunha direta da última e derradeira da série de consultas populares sobre a independência de Catalunha que, desde que em 13 de setembro de 2009 se celebrasse a primeira em Arenys de Munt, se venhem celebrando periodicamente em infinidade de municípios desse admirável país.

      As fotografias que publico hoje levam editadas (recortadas e coladas) e subidas ao blogue desde primeiros de maio do ano passado mas nom foram publicadas antes por eu nom ter encontado em todo este tempo o momento adequado para pôr-me a redigir o post. Publico-as hoje, a três dias de voltar a voar a Barcelona, porque nom quero esperar mais, ainda que a falta de tempo me impida dar sobre elas demasiadas explicações.



      Sant Jordi em BCN

      aeroport2
      Igual que já fizera em 12 de dezembro de 2009, em 22 de abril de 2010 o meu amigo Joan-Marc voltou a receber-me com honras de chefe de estado cozinha no aeroporto (desta volta o Jordi nom pudo vir).


      paradeta sant jordi
      Com o Jordi e o Joan-Marc na 'paradeta' compartilhada nas Ramblas por 'CIM Edicions' e 'Els Amics del Dr. Cat' (apresentando 'Cent anys d´estelada. Un segle d´iconografia independentista' e 'Referènding! L'art de fer i guanyar referèndums', respetivamente).


      25-A em Manresa e Girona

      cat on tour
      À porta do estúdio-armazém do Jordi no barcelonês Carrer Pau Claris (justo em riba de 'Paraguas Carballo') e CAT On Tour com trilha sonora original do dub-poet jamaicano Linton Kwesi Johnson (aka LKJ).


      ca la teresa
      A tomar a parva em 'Ca la Teresa', Autovia Terrassa-Manresa, Km 35,5 (El Palà), Vacarisses.


      Manresa decideix

      mon groc
      Polas ruas de Manresa fazendo gala dum excelente sentido do 'humor amarelo'.


      manresa decideix
      Num dos colégios eleitorais da capital da comarca do Bages exercendo de observadores (inter)nacionais.


      referending
      O 'Referènding' como umha das belas artes (marciais).


      Girona decideix

      xuixos
      'Posao' com xuixos perante a montra da Pastisseria La Vienesa (Pujada Pont de Pedra, 1, Girona), a petiçom dos meus amigos e 'Amics del Dr. Cat'.


      les voltes
      Exemplar de 'Referènding!' exposto na montra da Livraria Les Voltes (Plaça del Vi, 2, Girona).


      le bistrot
      Martí & Joan-Marc, Jordi & eu a tomarmos o aperitivo antes do almoço no Restaurant Café Le Bistrot (Pujada Sant Domenec, 4, Girona).


      escadarias girona
      Abandeirados CAT-alans e galego no 'Barri Vell' de Girona.


      girona decideix
      Na Casa da Cultura de Girona, sede central de campanha e colégio eleitoral do 25-A (o da camisola aduaneira -Sei o que fizestes aos meus repolos- é o barcelonês Albert Salamé, fotógrafo free-lance).


      beiras
      Encontro, por acaso, com o grande Xosé Manoel Beiras, observador internacional (oficial) no 25-A, perto da 'Pont de Pedra' (O'Beiras recebeu dos 'Amics del Dr. Cat' um exemplar do 'Referènding' de oferta).


      VINT-I-CINC D'ABRIL, SEMPRE!!! &#59;)

      Escrito em 06-04-2011, na categoria: Observador Internacional
      Vila Suso (Conc. Guitiriz)
      Vila Suso, São Vicente dos Vilares, Guitiriz. Fotos: Nando Sanmartin.

      Comentário de: teu irmão Nando [Visitante]

      "Já nom é a primeira vez que o meu irmão topa por esses caminhos um susodito estabelecimento comercial ou um susodito lugar (Vila de Suso, Conc. de Oia) e o fotografa para mim"; certamente, mas acho esqueceste publicar as dum indicador com neve a VILASUSO (São Vicente dos Vilares, Guitiriz)

      Que publiques o que fotografo para ti é uma "cousa que che agradeço e sempre che agradecerei imenso."

      Um abraço muito amigável irmão!

      14-01-2011 @ 11:46

      Caro irmão:

      Nom tinha esquecido essas fotos "dum indicador com neve a Vila Suso" que me tinhas passado tempo atrás, nom. Guardava-as na "neveira", como tantas outras cousas, esperando ter tempo, vontade ou melhor ocasiom.

      Pois já que mo comentas, que melhor ocasiom! Publish NOW!

      Para além do susodito indicador nevado, é claro, o que chama a atençom nas tuas fotos esse imponente calvário::

      Patrimonio

      A igrexa de San Vicenzo dos Vilares ten no seu adro un fermoso calvario de finais do século XVIII da autoría de Felipe de Sá, canteiro da veciña parroquia de San Salvador de Parga.

      [http://gl.wikipedia.org/wiki/Os_Vilares,_Guitiriz#Patrimonio]

      Nom tenho As Cruzes de Pedra na Galiza aqui para comprová-lo mas acho que esse, junto com o que temos em Bueu, era um dos dous únicos calvários que, com as figuras dos ladrões, existiam na Galiza no tempo em que Castelao compujo a sua monumental obra.

      As fotos forom feitas na sexta-feira, 19 de março de 2010, por volta das três e meia da tarde, nom forom? (essa é, ao menos, a informaçom que vejo ao abri-las no computador).

      Muitíssimo obrigado, meu irmão, mais umha vez! :-)

      Escrito em 19-01-2011, na categoria: SUSODITOS LUGARES
      "Muebles Suso" (Guarda)
      "Muebles Suso" Rua Antonio Alonso, 11, Guarda.

      Anteontem, terça-feira 11 de janeiro, o meu irmão Nando passou-me umha pouco amigável carta da Sub-Delegaçom do Governo de Espanha na Corunha (recebida na nossa residência familiar, em Bueu, no ante-penúltimo dia do ano passado, achando-me eu de férias no Brasil) e estas quatro fotografias (mais umha que descartei) feitas por ele na Guarda no passado Verão.

      As fotos (que o Nando fijo com o seu celular na terça-feira 6 de julho de 2010, entre 21h43 e 21h45 (GMT+2)) correspondem Muebles Suso, susodito estabelecimento comercial sito no número 11 da Rua Antonio Alonso da Guarda.

      Já nom é a primeira vez que o meu irmão topa por esses caminhos um susodito estabelecimento comercial ou um susodito lugar (Vila de Suso, Conc. de Oia) e o fotografa para mim, cousa que lhe agradeço e sempre lhe agradecerei imenso.

      Valeu, meu irmão! :-)

      Escrito em 13-01-2011, na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Carpintarias e Cristalarias Suso
      Deolinda, o Filipe Candeias e mais eu

      Nom creio que ninguém se importe (eu próprio nom me importo demasiado) mas levo mais de quatro meses sem atualizar este blogue pessoal. O compromisso diário num outro site da Internet de cujo nome nom podo lembrar-me (que o nosso amor é clandestino) mantem-me afastado de Angueira de Suso.

      Nom atualizo porque, como digem, outras ocupações me restam muito, praticamente todo o tempo (de feito tenho vários rascunhos na geladeira deste blogue e nunca encontro o vagar necessário para aprontá-los e publicá-los dumha vez) mas nom resisto a tentaçom de publicar hoje estas quatro imagens que (por ordem cronológica) coloco a continuaçom.

      As quatro foram obtidas no passado sábado à noite, no Paço da Cultura de Ponte-Vedra, durante e após o concerto que deu alí o grupo de música popular portuguesa (MPP) Deolinda no marco do Culturgal.

      O concerto, que assistim extasiado e ladeado de boas amigas e bons amigos desde a primeira fila, foi umha autêntica maravilha (nom esperava menos) e maravilhoso foi também o encontro com o grupo imediatamente posterior (encontro que nom entrava dentro das minhas previsões). Infelizmente nom disponho agora mesmo de contar como foi que aconteceram um e outro assim que o único que vos vou dizer (há alguém aí?) é que a Ana Bacalhau me achou parecido com um amigo da banda, um tal Filipe Candeias, que o Luís José Martins confirmou.

      deolinda no culturgal
      Momento do concerto de Deolinda no 'Culturgal'.


      dois selos e um carimbo dedicado

      Página interior do livreto de 'Dois Selos e Um Carimbo', segundo disco d@s Deolinda, com dedicatória da Ana Bacalhau subscrita polos seus três parceiros (as caricaturas som do João Fazenda).

      canção ao lado dedicado
      Capa de 'Canção ao lado', o primeiro disco d@s Deolinda, com dedicatória do Luís assinada pol@s quatro.


      deolinda+eu
      Eu, com dous discos e um bonezinho, feliz entre a e os Deolinda após o seu concerto no Culturgal. De esquerda a direita: José Pedro Leitão, Ana Bacalhau, Luís José Martins e Pedro da Silva Martins.

      Atualizaçom SEX, 08-ABR-2011

      diariodeferrol 13 mar 2011
      Diário de Ferrol, 13 de março de 2011, pág. 11.

      E no histórico sábado 12 de março, ainda que desta volta nom fiquei ao final do concerto para falar com ela e com eles, também estivem alí, como nom? De fato neste vídeo gravado desde um camarote vizinho ao meu pode-se ouvir a minha voz &#59;)

      Atualizaçom SEX, 07-OUT-2011

      Amanhã sábado, 8 de outubro, por quinta vez na Galiza, Deolinda! Eu estivem presente em três dos quatro concertos que até agora deram na nossa terra (Ponte-Vedra, Ferrol e Ourense). Só faltei ao do Festigal por encontrar-me fora (em Maiorca, no X campus universitari de la llengua catalana de Mallorca i Andorra). Amanhã, se tudo correr bem, voltarei a ver a Ana Bacalhau e os seus companheiros no Sam Froilam, em Lugo :)

      Com os Deolinda após o concerto que deram na ourensana Praça de Santa Eufêmia (SEX, 29-ABR-2011). Belem de Andrade, Jacobo Fernández, José Pedro Leitão, Pedro da Silva Martins, Luís José Martins (na fila superior), ..., Marinha Paradelo Veiga, Noemi Vn, Ana Bacalhau, Carme Saborido e mais eu (na fila inferior).
      Escrito em 29-11-2010, na categoria: GUEST ARTIST
      "Panadería Suso" (Caldas de Reis)
      padaria suso caldas de reis
      "Panaderia Suso", Rua da Igreja (foto superior-direita), Nº 23 (inferior-direita), Caldas de Reis.

      Neste passado fim-de-semana fum ao festival internacional Cultura Quente de Caldas de Reis. Apesar de ser já a duodécima+1, esta ediçom do festival era para mim a primeira. Nom tinha ido nunca.

      Na sexta-feira, indo cuns amigos de retirada, caminho da cama na zona da acampada, encontrei por acaso este susodito estabelecimento comercial. Eram as três em ponto da manhã (GMT+2). Tenicamente era sábado já.

      Na manhã do dia seguinte (tenicamente o mesmo dia), por volta das nove e meia (GMT+2) regressei ao lugar da descoberta (esquina da Rua da Igreja com a Avenida Pedro Mateo Sagasta, a avenida principal de Caldas) para fazer as fotografias que hoje, quatro dias depois e com muito gosto, vos apresento.

      Escrito em 21-07-2010, na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Padarias Suso
      Branco Sobre Branco (Homenagem a Malevich)
      branco sobre branco
      ?Branco Sobre Branco (Homenagem a Malevich)?, ready-made, 300 x 400 x 35 mm (Fotos: Teresa Díaz).



      No domingo 28 de fevereiro de 2010 clausurou-se a exposiçom do Sexto Prémio Auditório de Galiza para Novos Artistas 2009 que, desde 2 de dezembro de 2009 e por quase três meses, estivera patente ao público no Auditório de Galiza.

      A este Sexto Prémio 2009, igual que ao Quinto Prémio 2007, apresentei umha obra. As duas vezes com idêntico resultado: a minha obra nom foi selecionada polo júri do certame. Ainda que, segundo fontes de toda confiança, desta volta andei-lhe perto.

      Se à penúltima ediçom do prémio apresentara umha peça intitulada A Bandeira Lavandeira ou Salva-Pátrias (Homenagem à Tropicália no seu XL Aniversário) a esta última ediçom apresentei umha intitulada Branco sobre Branco (Homenagem a Malevich). Um título um pouquinho mais breve, como vedes, mas igual de homenageativo &#59;)

      No ?texto explicativo -nom superior às 20 linhas- da obra? que, segundo o Regulamento do concurso, tod@s @s participantes devíamos apresentar, dizia da mesma:

      A ideia para a criaçom desta peça ocorreu-me sendo estudante de Belas Artes em Salamanca catorze anos e oito meses atrás. Anotada num caderno, permanezia desde aquela no mundo das ideias a realizar.

      Tratava-se de fazer umha paródia do célebre quadro do pintor suprematista russo Kazimir Malevich (1878-1935), intitulado ?Branco Sobre Branco? (1918) empregando um simples papel para Desenho Técnico BASIK 130 g/m2 GVARRO-CANSON, com ?margem normalizada? (Exterior: 230 x 325 mm, Interior: DIN A-4, 210 x 297 mm ).

      Com efeito, a ideia ocorreu-me em Salamanca no longínquo 30 de janeiro de 1995 (costou-me encontrar este dado entre as minhas anotações, que naquela altura ainda nom eram tam sistemáticas como agora, nem muitíssimo menos) e nom foi implementada até catorze anos e oito meses depois (entre 22 e 24 de setembro de 2009).


      Making Off

      Em 21 de setembro do ano passado, quatro dias antes de que expire o prazo de apresentaçom de obras ao VI Prémio Auditório de Galiza para novos artistas 2009, decido finalmente apresentar-me. Num princípio a realizaçom daquela minha velha ideia de Homenagem a Malevich nom parecia mui complicada e o tempo parecia, justinho mas, mais do que suficiente. Primeiro contra-tempo: no Leroy Merlin (Parque Empresarial Costa Velha) dim-me que devido à grande quantidade de encomendas o da moldura demoraria meses.

      Mas antes de encomendar a moldura precisava era conseguir umha lâmina DIN A-4 com margem normalizada (ou cajetín) que emoldurar. Umha das razões para nom ter realizado a peça em todos estes anos foi a de nom ter encontrado umha lâmina destas caraterísticas com o texto marginal em galego-português. Lembro que nalgumha ocasiom procurei nalgumha papelaria do país vizinho (por Portugal) e lembro tê-las encontrado mas só com o texto em castelhano ou em inglês. Devia ter apanhado algumha destas últimas!

      Na tarde da terça-feira 22 de setembro de 2009 saio à procura da lâmina que precisava para fazer a minha artistada. Na Hiperpapelaria Carlin e na Livraria-Papelaria Palácios, ambas na Rua dos Concheiros, nom a encontro. Encontro-a em Prensa BA-BA, na Área Central, e volto a passar por Altaira (por onde já tinha passado previamente para perguntar o tempo que lhes poderia levar), na Avenida de Lugo, para deixá-la a emoldurar.

      Nom me lembro do tempo que me digeram (nem me lembro nem o tenho anotado) mas nom deveram de ser mais de 24 horas porque daí a dous dias, na quinta-feira 24 de setembro, já tinha a lâmina perfeitamente emoldurada (com a moldura mais barroca que tinham) de volta no meu poder.

      De manhã fum à Ferragens Casas Chico (Rua das Casas Reais) para encomendar umha plaquinha metálica com umhas letras gravadas que digessem: ?Branco Sobre Branco (Homenagem a Malevich)?. Digeram-me que demoraria de 7 a 10 dias assim que nom a encomendei (o prazo de apresentaçom ao concurso terminava no dia a seguir). Perante a falta de tempo material para fazer umha placa autêntica nom tinha mais remédio que optar pola falsificaçom.

      Depois de percorrer vários estabelecimentos à sua procura (Eurotenda e Livraria Ler (Santa Comba), Fotocópias Pelâmios e T44 (Compostela)) encontei, por fim, umha cartolina dourada na antedita Hiperpapelaria Carlin. Umha cartolina dourada tamanho DIN A-3 que na copistaria ?T44?, na Rua São Roque, amavelmente me cortaram em duas metades (tamanho DIN A-4) para, a seguir, fotocopiar numha delas o texto que eu levava (como imagem) guardado num pen drive: ?Branco Sobre Branco (Homenagem a Malevich)? (em Edwardian Script ITC).

      Nas Ferragens A'Rua (Rua de São Pedro) deram-me de graça dous parafusinhos (douradinhos e com a cabecinha redondinha) com os que, às 21h55 (GMT+2), terminei de afixar na dourada e barroca moldura a plaquinha (de cartolina dourada mas que aparenta ser de dourado metal) com o título da obra: Branco Sobre Branco (Homenagem a Malevich).

      Na manhã do dia a seguir (sexta-feira, 25 de setembro de 2009) a Teresa fijo-me umhas fotos da obra com luz natural. Imprimim-nas imediatamente em "T44" e, ato seguido, fum ao Auditório de Galiza entregá-las junto com o resto da documentaçom (fotocópia do DNI, fotografia pessoal, currículum vitae, ficha ténica e texto explicativo da obra...). Às 10h40 (GMT+2), três horas e vinte minutos antes de que, às 14h00, expirasse o prazo, tinha apresentado formalmente a minha candidatura ao Sexto Prémio Auditório de Galiza para Novos Artistas 2009.


      Aquest any tampoc...

      Vinte dias mais tarde, na quinta-feira 15 de outubro de 2009, recebim carta do Paulo Rodríguez, Diretor-Gerente do Auditório de Galiza. Apesar de que nalgumha ocasiom em que nos tínhamos encontrado por aí me tinha dito que a minha obra tinha algumha hipótese (e mesmo algumha ardente defensora, como a diretora dumha prestigiosa revista especializada em arte, dentro do júri do certame) as notícias que o amigo Paulo me enviava por carta desta volta tampouco eram boas: ?Lamentamos comunicarlle que NESTA OCASIÓN A SÚA OBRA NON FOI SELECCIONADA.?

      Na sexta-feira 27 de novembro, também por correio ordinário, recebim um convite para assistir a entrega de prémios e inauguraçom da exposiçom que, na Sala Isaac Diaz Pardo do Auditório de Galiza, teria lugar na quarta-feira 2 de dezembro. Nom foi a decepçom por afinal nom ser selecionado (se sou sincero tenho de admitir que já me tinha feito umha certa ?ilussom?) mas um ?Catarro Vias Altas (CVA)?, do que me encontrava convalescente, o que me impediu finalmente assistir.

      No passado dia 9, terça-feira, fum por fim visitar a exposiçom.


      ...i mai més

      Este Sexto Prémio Auditório de Galiza para Novos Artistas 2009 era a minha última oportunidade de ser reconhecido como ?novo artista?. Se o regulamento do certame nom mudar ao Sétimo Prémio já nom me poderei apresentar porque, a 31 dezembro de 2011, já terei feitos os quarenta anos.

      ?Poderán participar artistas, individual ou colectivamente, que naceran ou residan en Galiza, menores de 40 anos a 31 de decembro de 2009.?

      [http://www.auditoriodegalicia.org/premios/index.php?txt=aud_premios&lg=gal]

      Portanto, no improvável caso de que algum dia chegue a ser reconhecido como artista, já nom serei um ?novo? mas um ?velho artista? (?bello artista? já sou porque sou formado em ?Bellas Artes? pola Universidade de Salamanca, Espanha).

      Ficam-me como consolaçom duas pecinhas que, nom fosse o estímulo do Prémio Auditório de Galiza para Novos Artistas, provavelmente nunca tivesse realizado.


      Homenagem a Malevich, por Hélio Oiticica

      Durante o processo de realizaçom material da minha peça (é dizer, catorze anos e oito meses depois de concibida a ideia para a realizaçom da mesma) descubro, por acaso, que quem tem umha peça intitulada igual (Homenagem a Malevich) é o Hélio Oiticica.

      homenagem malevich helio oiticica
      Hélio Oiticica, B22 Glass Bólide 10 Homage to Malevich Gemini 1 Homenagem a Malevich Gemini 1, 1965, Glass; painted plastic lids; paint/pigment in water, 202 x 830 x 930 mm , César and Claudio Oiticica Collection, Rio de Janeiro [taken from Tate Modern].



      Homenagem à Tropicália

      Hélio Oiticica é o autor dumha instalaçom penetrável, intitulada Tropicália, da que tomariam o nome a celebérrima canção do Caetano Veloso e um disco coletivo homónimo, manifestos dum movimento (o tropicalista) para o que os seus seguidores mais acérrimos rejeitam o nome de Tropicalismo preferindo chamá-lo de Tropicália mesmo.

      No interior dumha reconstruçom da Tropicália do Hélio Oiticica tivem eu a imensa fortuna e o privilégio de penetrar quando, na terça-feira 21 de agosto de 2007, visitei a exposiçom Tropicália, uma revolução na cultura brasileira (1967-1972), organizada polo Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro para comemorar o XL aniversário do "movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968".

      E à Tropicália, no seu XL aniversário, renderia eu homenagem quando pouco mais dum mês depois (em 27 de setembro de 2007) e com A Bandeira Lavandeira ou Salva-Pátrias, me apresentava à anterior ediçom do certame.

      Escrito em 10-06-2010, na categoria: ARTISTADAS
      "Muebles Suso" (Cospeito)
      muebles suso cospeito

      No dia 3 do mês que hoje termina o meu amigo Heitor enviou-me esta foto por e-mail. É, como podedes ver, do camiom dum susodito estabelecimento comercial cospeitense arrumado num local sem identificar.

      Segundo podemos ler na caixa do camiom Muebles Suso (Carpinteria y Exposición) se encontra na Feira do Monte, capital do concelho de Cospeito, na Terra Chá.

      Procurando na internet pudem localizar a morada deste meu tocaio marceneiro que está no número 29 da Av. Cidade de Veria (segundo as Páginas Amarelas) e no mesmo número da Av. Generalísimo (segundo o guia QDQ).

      Cospeito que a Lei da Memória Histórica deve ter algumha cousa a ver &#59;)

      Escrito em 31-05-2010, na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Carpintarias e Cristalarias Suso
      JA.MA.O.
      jamao
      "JA.MA.O.", Dias Soltos, Tempos Novos Nº 155 (Abril de 2010), pág. 7.

      O último número da Revista Mensal de Informaçom para o Debate Tempos Novos (TN Nº 155, de abril de 2010) traz na sua sétima página esta minha ilustraçom. Como cada dous meses (mês sim, mês nom) este mês era a mim a quem tocava ilustrar os Dias Soltos, a secçom do escritor ourensano fixado em Compostela Bieito Iglesias.

      Making Off

      Às 14h44 (GMT+1) do passado 25 de março, quinta-feira, a amiga Belén Puñal enviou-me por correio eletrónico os Dias Soltos como sempre fai. Às 15h55 (GMT+1) enviou-me ademais um SMS avisando-me de que já tinha o texto do Bieito na minha caixa de entrada.

      Nom o lim até à noite. Lim-no no computador portátil do amigo David Lombao, na sua casa, antes de irmos por aí tomar uns vinhos e uns petiscos (árduo labor em que fomos secundados polo nosso comum amigo Antón Somoza).

      Marzo 23
      COUCES

      Ese comisario galo que non se molestou en chamar ao choio dos bombeiros catalás por ver se eran quen dicían ser e as dignísimas autoridades que se apuraron a poñelos no presenteiro mediático son exemplos da cafarnaxe que manda na Franza chistosa de Louis de Funès. No entanto pensen que aquí foi ministro da cachamorra Mayor Oreja, de orellas maiores que as dun burro preso pola cabezada (onte orneou as súas paranoias, asegurando que Zapatero e a ETA defenden proxectos políticos complementares). Os votantes empoleiran a estes próceros e tan bo é o burro como quen o tangue. Ás veces faise difícil petar na alma dun pobo que idolatra a Belén Esteban.

      [Bieito Iglesias, Dias Soltos, Tempos Novos Nº 155 (Abril de 2010), pág. 7].

      Uns vinhos e uns petiscos mais tarde (às 02h13 GMT+1 da sexta-feira 26 de março), indo a pé da taberna (Café-Bar 13) para a casa, foi quando me ocorreu a feliz ideia.

      Na manhã a seguir aproveitei umha hora morta que tivem no choio para implementá-la. Enviei-na para a sua publicaçom desde alí mesmo, logo depois de implementada.

      Para o acrónimo JA.MA.O. recortei e colei (no PhotoShop) as letras da cabeceira dum número (Nº 865) da vetusta revista espanhola de banda desenhada infantil Jaimito e para o nome completo do ex "ministro da cachamorra" (JAime MAyor Oreja) empreguei o tipo Radiant RR Bold Condensed, parecido com o tipo de letra com que está escrita a frase revista para los jóvenes no original.

      Na passada terça-feira 13, há hoje umha semana, recebim na minha morada o último número da revista Tempos Novos, incluindo o meu JA.MA.O. na sua sétima página.

      Qual o significado de jama(d)o?

      Quando figem esta ilustraçom eu achava que sabia o que era estar jamado (ou jamao, pronunciado com castiço sotaque madrileno). Eu achava que estar jama(d)o era estar tolo, louco ou guilhado e o ja.ma.o. da minha ilustraçom tem esse significado. Mas para a minha surpressa nom foi isso o que encontrei quando, na hora de escrever este post, procurei a palavrinha em diferentes dicionários:

      gamado2
      n adjetivo
      Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
      que se encontra apaixonado ou encantado; vidrado
      Ex.: sinfonias de Brahms>

      [Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa 1.0]

      JAMADO/DA
      (jgo.) Naipe marcado o baraja en iguales condiciones (AD.).

      JAMAR
      (jgo.) Marcar los naipes para jugar con ventaja// (pop.) Comer (AD.)// mirar fijamente, contemplar, observar// percibir, comprender algo.

      jamar
      1. tr. col. Tomar alimento, comer. También prnl.:
      se jamó toda la bandeja él solo.

      [Diccionario de la lengua española © 2005 Espasa-Calpe, via WordReference.com]

      jamar
      vtr (fam) (comer) papar, bater um rango

      [Gran diccionario español-portugués português-espanhol © 2001 Espasa-Calpe,
      via WordReference.com]

      A procura no Google88 resultados para "estás jamado" e 178 para "estás jamao". Muitos deles, talvez a maioria, provenhem aparentemente de sites galegos. Eu acreditava a palavra jamado/a nom ser galego/portuguesa senom espanhola/castelhana. Agora já nom o tenho assim tam claro.

      Como será afinal: ghamado (gamado com gheada ghalegha) ou jamado (com jota castelhana)? G(h)amado de g(h)amar, em galego, ou jamado de jamar em castelhano? Há entre o público algum filólogo versado? &#59;)

      Escrito em 20-04-2010, na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos

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