<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><!-- generator="b2evolution/5.0.9-stable" -->
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
	<channel>
		<title>Angueira de Suso - Latest Comments</title>
		<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/?disp=comments</link>
		<atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/?tempskin=_rss2&#38;disp=comments" />
		<description></description>
		<language>pt-GZ</language>
		<docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
		<admin:generatorAgent rdf:resource="http://b2evolution.net/?v=5.0.9-stable"/>
		<ttl>60</ttl>
		<item>
			<title> JOSÉ ANTONIO DO NASCIMENTO [Visitante] in response to: Encontro com Jaguar, fundador do Pasquim</title>
			<pubDate>Sat, 12 Sep 2015 19:09:50 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196065">JOSÉ ANTONIO DO NASCIMENTO</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196065@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Acompanho o grande cronista, jornalista, chargista, e por que não, humorista JAGUAR desde o jornal O Pasquim. Suas crônicas são talentosas, não me canso de lê-las! Ainda bem, que ele só aniversaria de 4 em 4 anos! Assim, ele vai continuando jovem e cada vez mais nos abrilhantando com as suas palavras.&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanho o grande cronista, jornalista, chargista, e por que não, humorista JAGUAR desde o jornal O Pasquim. Suas crônicas são talentosas, não me canso de lê-las! Ainda bem, que ele só aniversaria de 4 em 4 anos! Assim, ele vai continuando jovem e cada vez mais nos abrilhantando com as suas palavras.</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2007/09/07/title_250#c196065</link>
		</item>
		<item>
			<title> Ernesto [Visitante] in response to: Sobre as desculpas que (nom) me pedem</title>
			<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 12:50:55 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196064">Ernesto</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196064@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Ai&amp;#8230; Como a vida seria mais simples com humor e sorrisos&amp;#8230; Quando por fim - e trabalho levou - conseguimos tirar a carriça mal encarada ao reintegracionismo e um pouco a política&amp;#8230; Muito caminho tem ainda a gente que andar para poder arranjar e construir&amp;#8230; Apertas150&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ai&#8230; Como a vida seria mais simples com humor e sorrisos&#8230; Quando por fim - e trabalho levou - conseguimos tirar a carriça mal encarada ao reintegracionismo e um pouco a política&#8230; Muito caminho tem ainda a gente que andar para poder arranjar e construir&#8230; Apertas150</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/09/03/sobre-as-desculpas-que-nom-me-pedem#c196064</link>
		</item>
		<item>
			<title>suso [Membro] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 09:14:27 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user" rel="bubbletip_user_27">suso</span> [Membro]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196063@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/09/03/sobre-as-desculpas-que-nom-me-pedem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;SOBRE AS DESCULPAS QUE (NOM) ME PEDEM&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Por outra parte, nom pretendemos centrar-nos na cabeça do camarada Suso -muito menos nos coletivos dos que faz parte- ainda que ele soubo colher protagonismo bastante em um caso no que umhas desculpas teriam-o desbancado a um segundo plano”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(Charo Lópes: &lt;em&gt;O feminismo encoraja as mulheres&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Quero pedir desculpas. Desculpas a todas as mulheres às [que] tenho agredido (&amp;#8230;) Por sacar a bailar comigo a quem nom queria, invadindo o seu espaço (&amp;#8230;) Quero pedir desculpas (&amp;#8230;) Acho que NOM É TAM DIFÍCIL (&amp;#8230;) e sim, essa é a palavra certa, SEM AGREDIR (&amp;#8230;) A respeito do sucedido (&amp;#8230;) quando umha mulher tem a coragem de fazer umha denúncia de umha agressom machista (&amp;#8230;) adoito ouvimos cousas com: &amp;#8216;Non era para tanto&amp;#8217;, &amp;#8216;É intolerável o que fizeram com esse rapaz&amp;#8217;, &amp;#8216;Foi un linchamento&amp;#8217;. DISCREPO TOTALMENTE. Podem ser incorretas as formas mas ninguém lhe fez nada a esse rapaz (&amp;#8230;) A suspeita sempre mora no outro lado. Claro que nengumha/nengum de nós vai apoiar um linchamento (&amp;#8230;) mas a resposta a umha mulher que se sente agredida nom é essa, NUNCA DEVE SER ESSA (&amp;#8230;) Exagero? A sério alguém pode aturar que para (&amp;#8230;) defender o companheiro militante (&amp;#8230;) alguns (e algumhas) insultem, difamem, intimidem, ameacem? Que peçam represálias? Que exijam que a agredida, a vítima, revele a sua identidade para ser lapidada e apedrejada na praça pública? (&amp;#8230;) Ninguém é infalível, todas as pessoas temos direito a retificar. O triste é que nestes debates houvo quem sim soubo acertar e arriscou-se a receber insultos, ameaças e incompreensom de todas as partes implicadas. É por estas pessoas que me decidim a escrever este artigo.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(Xurxo Nóvoa Martins: &lt;em&gt;Carta aberta ao macho militante&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;


&lt;p&gt;Entre o dia, aliás, a noite de autos (madrugada da &lt;strong&gt;quinta-feira, 28 de maio&lt;/strong&gt;) e o dia, aliás, a noite em que tenho conhecimento do texto intitulado &lt;a href=&quot;http://sexualidademedular.blogspot.com.es/2015/06/feminismos-fwd-comunicado-final.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;“Comunicado final agressom machista”&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que andava e ainda anda a circular por aí (madrugada da &lt;strong&gt;quarta-feira, 17 de junho&lt;/strong&gt;) passaram &lt;strong&gt;3 semanas (21 dias)&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No mencionado texto (que consta de duas partes, o arrepiante testemunho dumha tal &lt;strong&gt;“Zorra anónima enfadadísima”&lt;/strong&gt; [sic] e a apostila dumhas desconhecidas &lt;strong&gt;“Mulheres feministas de Compostela”&lt;/strong&gt;), por um feito tam banal como o já tristemente célebre e sobradamente conhecido (escolham a versom que quiserem, &lt;a href=&quot;http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;a minha&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;http://sexualidademedular.blogspot.com.es/2015/06/feminismos-fwd-comunicado-final.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;a outra&lt;/a&gt;; o feito &lt;em&gt;em si&lt;/em&gt; é basicamente o mesmo), injuriava-se-me e caluniava-se-me qualificando-me de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“agressor”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (derivados do verbo &lt;strong&gt;“agredir”&lt;/strong&gt; repitem-se no texto até seis vezes em duas normativas: &lt;strong&gt;“&lt;em&gt;agresores”, “agresión”, “agrede”, “agresores”, “agressons”, “agressom”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;; sete, se contamos o título) e ameaçava-se-me mafiosamente, a mim e aos coletivos de que fago parte, com umha série de acçons caso nom figéssemos o que elas diziam. Naturalmente, quando lim aquilo, fum eu o que se sentiu agredido!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eu achava que o conflito com essa pessoa tinha ficado resolvido &lt;em&gt;in situ&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: ela insultara-me por ter-lhe tocado o braço sem o seu consentimento prévio, eu nom lhe retruquei e listo (estávamos em paz, achava eu, &lt;a href=&quot;http://cvc.cervantes.es/lengua/refranero/Ficha.aspx?Par=58948&amp;amp;Lng=6&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;vai-se o comido polo servido&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nem nos mais medonhos pesadelos podia eu imaginar &lt;strong&gt;as manobras que se estavam a orquestrar na escuridade para tentar acabar com a minha vida (vida social&lt;/strong&gt;, espero; ainda que isso de que &lt;em&gt;“seremos as feministas a que nos tomaremos a justiça pola mao”&lt;/em&gt; com que finalizava o “Comunicado” mui tranquilizador nom soava, na verdade).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Porque nesse período de tempo (21 dias / 3 semanas) &lt;strong&gt;ninguém se pujo em contato para nada comigo&lt;/strong&gt;. Inteirei-me de casualidade, através do amigo-dumha amiga-dumha amiga.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Realmente &lt;strong&gt;pode haver algumha pessoa normal&lt;/strong&gt; (nem por riba nem por baixo da normalidade) &lt;strong&gt;que pense que eu&lt;/strong&gt;, ao ter conhecimento de todo isto, &lt;strong&gt;o que devia ter feito era pedir desculpas???&lt;/strong&gt; Figem o que tinha de fazer que era ir denunciá-lo ao julgado!! E, mesmo assim, nom o figem imediatamente senom que estivem durante um dia inteiro (dia perdido para o trabalho que, por certo, era bastante naquela altura) tentando contatar, infrutuosamente, com alguém que estivesse por trás de tam demencial movida! Pedir desculpas eu, ainda por riba??? Nom me fagam rir, por favor, que o conto é triste!!!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É mais, três meses depois daquele feito absolutamente intranscendente que acabou por ter umha transcendência tam terrível, depois do enorme dano que me levam causado gratuitamente durante todo este tempo, &lt;strong&gt;sou eu quem está ainda à espera dumhas desculpas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;NOM É TAM DIFÍCIL!&lt;/strong&gt; ;) :p&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/09/03/sobre-as-desculpas-que-nom-me-pedem" rel="nofollow"><strong>SOBRE AS DESCULPAS QUE (NOM) ME PEDEM</strong></a></p>

<blockquote><div align="right"><p><em>“Por outra parte, nom pretendemos centrar-nos na cabeça do camarada Suso -muito menos nos coletivos dos que faz parte- ainda que ele soubo colher protagonismo bastante em um caso no que umhas desculpas teriam-o desbancado a um segundo plano”</em></p>

<p>(Charo Lópes: <em>O feminismo encoraja as mulheres</em>)</p></div></blockquote>

<blockquote><div align="right"><p><em>“Quero pedir desculpas. Desculpas a todas as mulheres às [que] tenho agredido (&#8230;) Por sacar a bailar comigo a quem nom queria, invadindo o seu espaço (&#8230;) Quero pedir desculpas (&#8230;) Acho que NOM É TAM DIFÍCIL (&#8230;) e sim, essa é a palavra certa, SEM AGREDIR (&#8230;) A respeito do sucedido (&#8230;) quando umha mulher tem a coragem de fazer umha denúncia de umha agressom machista (&#8230;) adoito ouvimos cousas com: &#8216;Non era para tanto&#8217;, &#8216;É intolerável o que fizeram com esse rapaz&#8217;, &#8216;Foi un linchamento&#8217;. DISCREPO TOTALMENTE. Podem ser incorretas as formas mas ninguém lhe fez nada a esse rapaz (&#8230;) A suspeita sempre mora no outro lado. Claro que nengumha/nengum de nós vai apoiar um linchamento (&#8230;) mas a resposta a umha mulher que se sente agredida nom é essa, NUNCA DEVE SER ESSA (&#8230;) Exagero? A sério alguém pode aturar que para (&#8230;) defender o companheiro militante (&#8230;) alguns (e algumhas) insultem, difamem, intimidem, ameacem? Que peçam represálias? Que exijam que a agredida, a vítima, revele a sua identidade para ser lapidada e apedrejada na praça pública? (&#8230;) Ninguém é infalível, todas as pessoas temos direito a retificar. O triste é que nestes debates houvo quem sim soubo acertar e arriscou-se a receber insultos, ameaças e incompreensom de todas as partes implicadas. É por estas pessoas que me decidim a escrever este artigo.”</em></p>

<p>(Xurxo Nóvoa Martins: <em>Carta aberta ao macho militante</em>)</p></div></blockquote>


<p>Entre o dia, aliás, a noite de autos (madrugada da <strong>quinta-feira, 28 de maio</strong>) e o dia, aliás, a noite em que tenho conhecimento do texto intitulado <a href="http://sexualidademedular.blogspot.com.es/2015/06/feminismos-fwd-comunicado-final.html" rel="nofollow"><strong>“Comunicado final agressom machista”</strong></a> que andava e ainda anda a circular por aí (madrugada da <strong>quarta-feira, 17 de junho</strong>) passaram <strong>3 semanas (21 dias)</strong>. </p>

<p>No mencionado texto (que consta de duas partes, o arrepiante testemunho dumha tal <strong>“Zorra anónima enfadadísima”</strong> [sic] e a apostila dumhas desconhecidas <strong>“Mulheres feministas de Compostela”</strong>), por um feito tam banal como o já tristemente célebre e sobradamente conhecido (escolham a versom que quiserem, <a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo" rel="nofollow">a minha</a> ou <a href="http://sexualidademedular.blogspot.com.es/2015/06/feminismos-fwd-comunicado-final.html" rel="nofollow">a outra</a>; o feito <em>em si</em> é basicamente o mesmo), injuriava-se-me e caluniava-se-me qualificando-me de <strong><em>“agressor”</em></strong> (derivados do verbo <strong>“agredir”</strong> repitem-se no texto até seis vezes em duas normativas: <strong>“<em>agresores”, “agresión”, “agrede”, “agresores”, “agressons”, “agressom”</em></strong>; sete, se contamos o título) e ameaçava-se-me mafiosamente, a mim e aos coletivos de que fago parte, com umha série de acçons caso nom figéssemos o que elas diziam. Naturalmente, quando lim aquilo, fum eu o que se sentiu agredido!</p>

<p><strong>Eu achava que o conflito com essa pessoa tinha ficado resolvido <em>in situ</em></strong>: ela insultara-me por ter-lhe tocado o braço sem o seu consentimento prévio, eu nom lhe retruquei e listo (estávamos em paz, achava eu, <a href="http://cvc.cervantes.es/lengua/refranero/Ficha.aspx?Par=58948&amp;Lng=6" rel="nofollow">vai-se o comido polo servido</a>).</p>

<p>Nem nos mais medonhos pesadelos podia eu imaginar <strong>as manobras que se estavam a orquestrar na escuridade para tentar acabar com a minha vida (vida social</strong>, espero; ainda que isso de que <em>“seremos as feministas a que nos tomaremos a justiça pola mao”</em> com que finalizava o “Comunicado” mui tranquilizador nom soava, na verdade).</p>

<p>Porque nesse período de tempo (21 dias / 3 semanas) <strong>ninguém se pujo em contato para nada comigo</strong>. Inteirei-me de casualidade, através do amigo-dumha amiga-dumha amiga.</p>

<p>Realmente <strong>pode haver algumha pessoa normal</strong> (nem por riba nem por baixo da normalidade) <strong>que pense que eu</strong>, ao ter conhecimento de todo isto, <strong>o que devia ter feito era pedir desculpas???</strong> Figem o que tinha de fazer que era ir denunciá-lo ao julgado!! E, mesmo assim, nom o figem imediatamente senom que estivem durante um dia inteiro (dia perdido para o trabalho que, por certo, era bastante naquela altura) tentando contatar, infrutuosamente, com alguém que estivesse por trás de tam demencial movida! Pedir desculpas eu, ainda por riba??? Nom me fagam rir, por favor, que o conto é triste!!!</p>

<p>É mais, três meses depois daquele feito absolutamente intranscendente que acabou por ter umha transcendência tam terrível, depois do enorme dano que me levam causado gratuitamente durante todo este tempo, <strong>sou eu quem está ainda à espera dumhas desculpas.</strong></p>

<p><strong>NOM É TAM DIFÍCIL!</strong> ;) :p</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196063</link>
		</item>
		<item>
			<title> Populista de Esquerda [Visitante] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 12:46:44 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196059">Populista de Esquerda</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196059@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Mais um detalhe interessante: parece que o que mais indignou a denunciante fundamentalista não foi o convite para bailar, foi a &amp;#8220;burla&amp;#8221; posterior. Porque já se sabe que o riso mata o medo e sem o medo não há fé.&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um detalhe interessante: parece que o que mais indignou a denunciante fundamentalista não foi o convite para bailar, foi a &#8220;burla&#8221; posterior. Porque já se sabe que o riso mata o medo e sem o medo não há fé.</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196059</link>
		</item>
		<item>
			<title> Populista de Esquerda [Visitante] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 12:40:53 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196058">Populista de Esquerda</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196058@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Deixei um comentário no Sermos Galiza mas está a ser censurado com o estilo habitual do jornal: esperar a que o artigo esteja a piques de sair da capa para aprovar os comentários que desafiam os dogmas teologais da esquerda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de mais, quero mostrar a minha solidariedade com a pessoa que está a ser vítima deste processo inquisitorial, deste auto de fé virtual.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Haverá duas ou três décadas que soubemos por primeira vez desse novo feminismo norte-americano, dessa ordem religiosa de mulheres néo-puritanas, amarguradas e cheias de ódio, vestidas em negro para denunciar a opressão patriarcal. Naquela altura a esquerda europeia olhava para elas como se fossem animalinhos do zoo. Mas elas souberam evoluir, pintaram os beiços, vestiram roupa mais colorida e agora&amp;#8230; já estão aqui amigos!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O mais irónico é que foi a própria esquerda quem assumiu como próprio o seu delirante discurso e alimentou o seu doido fanatismo. Estava visto que tarde ou cedo teríamos que pagar o preço&amp;#8230; &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E, infelizmente, não é o único tipo de fanatismo, nem o mais perigoso, que estamos a alimentar&amp;#8230; Pensemos se não na monja anti-vacinas que o mês que vem poderia vir obter uma cadeira no novo governo catalão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acho que estamos da hora de deixar o magufismo e voltar à razão antes de que seja tarde de mais&amp;#8230;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixei um comentário no Sermos Galiza mas está a ser censurado com o estilo habitual do jornal: esperar a que o artigo esteja a piques de sair da capa para aprovar os comentários que desafiam os dogmas teologais da esquerda.</p>

<p>Antes de mais, quero mostrar a minha solidariedade com a pessoa que está a ser vítima deste processo inquisitorial, deste auto de fé virtual.</p>

<p>Haverá duas ou três décadas que soubemos por primeira vez desse novo feminismo norte-americano, dessa ordem religiosa de mulheres néo-puritanas, amarguradas e cheias de ódio, vestidas em negro para denunciar a opressão patriarcal. Naquela altura a esquerda europeia olhava para elas como se fossem animalinhos do zoo. Mas elas souberam evoluir, pintaram os beiços, vestiram roupa mais colorida e agora&#8230; já estão aqui amigos!</p>

<p>O mais irónico é que foi a própria esquerda quem assumiu como próprio o seu delirante discurso e alimentou o seu doido fanatismo. Estava visto que tarde ou cedo teríamos que pagar o preço&#8230; </p>

<p>E, infelizmente, não é o único tipo de fanatismo, nem o mais perigoso, que estamos a alimentar&#8230; Pensemos se não na monja anti-vacinas que o mês que vem poderia vir obter uma cadeira no novo governo catalão.</p>

<p>Acho que estamos da hora de deixar o magufismo e voltar à razão antes de que seja tarde de mais&#8230;<br /></p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196058</link>
		</item>
		<item>
			<title> suso [Visitante] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 23:03:31 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196056">suso</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196056@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Polo que tu sabes, Ánxel? Pois já me contarás, porque já sabes mais do que eu e porque esse enlace que me pôs nom tem nada a ver com o meu nom-caso!&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Polo que tu sabes, Ánxel? Pois já me contarás, porque já sabes mais do que eu e porque esse enlace que me pôs nom tem nada a ver com o meu nom-caso!</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196056</link>
		</item>
		<item>
			<title> Meu Dónimo [Visitante] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 22:37:11 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196055">Meu Dónimo</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196055@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Hai qualquer colectivo feminista compostelám que diga ter sido consultado para assinar isso como &amp;#8220;Mulheres feministas de Compostela&quot;?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hai qualquer participante da Marcha Mundial das Mulheres na Galiza que diga ter sido consultada, muito menos ter dado a sua aprovaçom, à Xiana de Ourense (BNG, @troleadagalega) para essa organizaçom assinar esta denúncia?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Coa salvedade das rectificaçons que puiderem chegar, acho que a lista de assinantes dessa denúncia é esclarecedora quanto a quais indivíduos e organizaçons estám dispostas a assinar um linchamento sem a máis mínima comprovaçom.  Por outras palavras, a quem folgamos máis fazer puto caso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Folgos e aços, Suso.&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hai qualquer colectivo feminista compostelám que diga ter sido consultado para assinar isso como &#8220;Mulheres feministas de Compostela"?</p>

<p>Hai qualquer participante da Marcha Mundial das Mulheres na Galiza que diga ter sido consultada, muito menos ter dado a sua aprovaçom, à Xiana de Ourense (BNG, @troleadagalega) para essa organizaçom assinar esta denúncia?</p>

<p>Coa salvedade das rectificaçons que puiderem chegar, acho que a lista de assinantes dessa denúncia é esclarecedora quanto a quais indivíduos e organizaçons estám dispostas a assinar um linchamento sem a máis mínima comprovaçom.  Por outras palavras, a quem folgamos máis fazer puto caso.</p>

<p>Folgos e aços, Suso.</p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196055</link>
		</item>
		<item>
			<title> Ánxel [Visitante] in response to: Perante a agressom que venho sofrendo em silêncio desde há já demasiado tempo...</title>
			<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 22:14:58 +0000</pubDate>
			<dc:creator><span class="user anonymous" rel="bubbletip_comment_196054">Ánxel</span> [Visitante]</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">c196054@http://agal-gz.org/blogues/</guid>
			<description>&lt;p&gt;Polo que eu sei, penso que as ameazas non eran esas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.pikaramagazine.com/2015/07/decalogo-de-actitudes-machistas-ante-una-denuncia-de-maltrato/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.pikaramagazine.com/2015/07/decalogo-de-actitudes-machistas-ante-una-denuncia-de-maltrato/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Polo que eu sei, penso que as ameazas non eran esas.</p>

<p><a href="http://www.pikaramagazine.com/2015/07/decalogo-de-actitudes-machistas-ante-una-denuncia-de-maltrato/" rel="nofollow">http://www.pikaramagazine.com/2015/07/decalogo-de-actitudes-machistas-ante-una-denuncia-de-maltrato/</a></p>]]></content:encoded>
			<link>http://agal-gz.org/blogues/index.php/suso/2015/07/24/perante-a-agressom-que-venho-sofrendo-em-silencio-desde-ha-ja-demasiado-tempo#c196054</link>
		</item>
			</channel>
</rss>
