[O Sítio de Suso Sanmartin]

      No Caminho Português a Santiago de Compostela existe um lugar chamado Angueira de Suso.

      Segundo o dicionário e-Estraviz da língua galego-portuguesa “angueira” é “o quefazer, cuidados e negócios que cada pessoa tem”. “Angueiras” som “trabalhos, cargas sofrimentos”. Por sua parte “suso”, do latim susu, quer dizer “acima, atrás”.

      Angueira de Suso é o sítio de Suso Sanmartin na rede. Aqui colocará o susodito as suas angueiras presentes, passadas e futuras.

      Obrigado pola visita.

      susosanmartin@gmail.com


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Categoria: Fre.Li.Mo.

No VIII aniversário da proclamaçom da República Popular do Morraço

Típico "paperboy", interpretado pola atriz Paula Sanmartin, a vozear cabeçalhos de "Faro de Vigo", "Diário de Ponte-Vedra" e "A Comarca do Morraço" referentes à Frente de Libertaçom do Morraço, Fre.Li.Mo.

Aconteceu tal dia como hoje, há oito anos. No domingo, 7 de Novembro de 1999, no decurso dumha festa-comício celebrada no Aturuxo Bar de Bueu, a Frente de Libertaçom do Morraço (Fre.Li.Mo.) proclamava a República Popular do Morraço (R.P.M.).

Para comemorar a efeméride publicamos em Angueira de Suso as fotografias, inéditas até hoje, que naquela histórica data realizou o fotógrafo boedense Xabier Castro, Xabicas.

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Escrito em 07-11-2007, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.
Carta aberta do Subcomandante Marcos da Portela

Com data da segunda-feira, 4 de Dezembro de 2000, é dizer, tal dia como hoje (da semana e mais do mês!) há seis anos, o Subcomandante Marcos da Portela assinava umha carta aberta dirigida ao daquela Presidente da Câmara Municipal de Bueu, o popular Tomás Barreiro.

Ao inteirar-se pola imprensa (Faro de Vigo, 28 de Novembro de 2000) de que o autarca bueuense levara a mal as palavras dos guerrilheiros de salom da Fre.Li.Mo. no palco do ReboloRock (sábado, 25 de Novembro de 2000) o líder da Frente de Libertaçom do Morraço resolveu remitir-lhe a franqueada missiva (franqueada no sentido de aberta ou franca, nom de selada ou estampilhada) que acima reproduzimos.

Escrito em 04-12-2006, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.
Morracismo ou Barbárie (e III)
cartaz frelimo compostela
Cartaz da Festa-Comício da Fre.Li.Mo. no Pub Torque (Compostela, 26 de Novembro de 1999).

Aconteceu tal dia como hoje, há sete anos. Na sexta-feira, 26 de Novembro de 1999, a Frente de Libertaçom do Morraço (Fre.Li.Mo.) celebrou no compostelano Pub Torque (Praça de Sam Martinho Pinário Nº 4, hoje Camalea) a terceira e última das três festas-comício que em total celebraria (por todo o Morraço e parte do estrangeiro) ao longo do mês de Novembro daquele ano.

Como nas duas ocasiões anteriores os guerrilheiros de salom da Fre.Li.Mo. (Fulano, Mengano e Citano) deram em conferência de imprensa resposta a perguntas tipo “tem a República Popular do Morraço um território próprio?”, “Tem o Morraço um idioma próprio?” ou “Como som os símbolos da RPM?”.

Igual que no Aturuxo Bar de Bueu e na Casa da Cultura de Seixo, encerrou este novo acto de apologia do interiorismo o incendiário discurso do Subcomandante Marcos da Portela, líder da Fre.Li.Mo.:

Machinhos e machinhas:

Coa vitória sem paliativos do Partido Popular nas passadas eleiçons municipais em Bueu, Cangas e Moanha, perdemos todas as esperanças que tinhamos de construir um Morraço Livre e Socialista a partir da Mancomunidade do Morraço, espécie de Assembleia de Municípios do Morraço e autêntico Âmbito Morracense de Decissom.

“Querría mejor una península rota que una península roja” disque dixo José Cuiña Crespo, ‘Caudillo del Deza por la Gracia de Dios’, parafraseando o Calvo Sotelo, e velaí temos os três tenores instalados no poder municipal: Javier Barreiro Tenorio (em Moanha), José Enrique Sotelo Villar (em Cangas) e Tomás Barreiro Sotelo (em Bueu)...Em cem anos todos Calvo-Sotelos!!!

Velaí temos os três erres (Enrique, Barreiro & Barreiro), uns ghichos que nom tenhem a mínima sensibilidade ambiental e que por nom ter nom tenhem nem puta ideia, a botar pestes contra umha inofensiva planta de compostage, pero é ighual, eles erre que erre, a cumprir cos seus populares 3Rs:

· Reduzir o Meio-Ambiente à metá;
· Re-utilizar o ghoverno municipal em benefício de familiares e amighos e
· Re-ciclar franquistas recalcitrantes em 'democratas-de-centro-de-toda-la-vida’.

O Morraço, outrora terra liberada, virou território ocupado da noite pra a manham. Pero o Morraço nom pode ficar nem um minuto mais à mercé dos vaivens eleitorais nem da sam e bem-entendida alternância democrática; umha comparaçom: é como a Penélope aquela do conto que destecia à noite o que tecia polo dia e nom dava acavado o cobertor. Pois a nós passanos umha cousa parecida, e a este passo nem @s noss@s filh@s vam mirar feito realidá o Morraço dos nossos sonhos, umha comarca “como umha só cidade, a cidade-jardim mais fermosa do mundo”, livre de caciques, curas, monjas, fachas, militares, arcolitos e celuloses.

Coa participaçom nas instituiçons e o reformismo democrático nom vamos a ningures, mach@s!, por isso um fato de brav@s morracenses procedentes de distintos coletivos que trabalham em prol da libertaçom comarcal armamo-nos de valor, constituimos a FRELIMO (FRENTE DE LIBERTAÇOM DO MORRAÇO) e botamo-nos ao monte para conquerir pola brava o que nom puido ser polas boas. Porque nós nom somos, fam-nos sentir violentos.

O Morraço tem umha largha tradiçom na luita arroutada e gherrilheira. Tradiçom que se remonta a aquelas Alarmas do Morraço (capitaneadas por Juan Ghagho de Mendoza, vizinho de Aghete) que, armadas de fouces e ghalhetes, faziam paghar coa vida a audácia do francês invassor. Tradiçom que nós, aghora retomamos com novas e arroutadas forças.

“O Morraço, célula de universalidade: Anti-imperialismo, federalismo comarcal, pacifismo”, O Morraço, comarca com idioma, território, economia e hábitos psicológicos próprios refletidos numha comunidade de cultura constitui-se em República Popular no exercício do seu inalienável direito à autodeterminaçom.

VIVA A FRELIMO!!!
VIVA A REPÚBLICA POPULAR DO MORRAÇO!!!
VIVA O MORRAÇO CEIVE E SOCIALISTA DUMHA HÓSTIA DUMHA VEZ!!!

Escrito em 26-11-2006, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.
Morracismo ou barbárie (II)
cartaz frelimo seixo
Cartaz anunciador da festa-comício da Fre.Li.Mo. celebrada na Casa da Cultura de Seixo no sábado, 20 de Novembro de 1999 (by Franjo Padín).

Aconteceu tal dia como hoje, 20-N, há sete anos. Duas semanas após o seu debute no Aturuxo Bar de Bueu os guerrilheiros de salom da Fre.Li.Mo. (Frente de Libertaçom do Morraço) celebrarom na Casa da Cultura de Seixo (Capital da R.P.M like a rolling stone) a segunda das três festas-comício que em total celebrariam (por todo o Morraço e parte do estrangeiro) ao longo do mês de Novembro de 1999.

Escrito em 20-11-2006, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.
Morracismo ou barbárie
Notícia da FreLiMo n'A Comarca do Morraço
Recorte do periódico quinzenal "A Comarca do Morraço" (12 de Novembro de 1999).

Aconteceu tal dia como hoje, há sete anos. No domingo, 7 de Novembro de 1999, a Frente de Libertaçom do Morraço (Fre.Li.Mo.) proclamava a República Popular do Morraço (R.P.M.) no decurso dumha festa-comício celebrada no Aturuxo Bar de Bueu.

Dentro da digressom de apresentaçom do especial morracismo do Arre!, suplemento do Xó! (“Arre!” Nº 14 / “Xó!” Nº 34), os aguerridos guerrilleiros de salom da Fre.Li.Mo. celebraram em Novembro de 1999 mais dous actos de apologia do interiorismo: um na Casa da Cultura de Seixo (SAB, 20-NOV-99) e um outro no compostelano Pub Torque (SEX, 26-NOV-99).

Escrito em 07-11-2006, na categoria: TERRORISMO CULTURAL (TC):, Fre.Li.Mo.