Estes dias nom estivem na casa, andamos por aí
. O domingo vimos ao Quico Cadaval em Vinilo, com um tal Roger Colom, que pensáramos que seria catalám (polo nome) mas devia de ser mexicano, e que nom havia quem o entendesse falando spanglish de Ciudad Juárez. Gostara mais doutra vez que o vira na Corunha, mas estivo bem. Pena que estávamos tam cansados que marchamos antes de acabar.
Cheguei ontem a casa, cansadíssimo da viagem. Pudem descansar, mas agora mesmo boto-a muitíssimo de menos. Estou a ouvir música irlandesa, Lúnasa, entrementes escrevo isto. Deu-me por aí, que levava tempo que a tinha esquecida. Adoro a uilleann pipes
, gostaria imenso de a tocar.
Queria contar o riquíssima que estava a comida japonesa que comemos há duas semanas num restaurante mui moderno e ultrafashion (xD) da Corunha. Para começar, uns fidéus yakisoba, que eu foi do que mais gostei, e que se comiam genial com os pauzinhos. Há que dizer que me surpreendim a mim mesmo do bem que manejava os pauzinhos xD. Encantou-me comer com eles, por mim empregava-os todos os dias. Outr@s preferiam o garfo 
Depois continuamos com umhas empadas chinesas, gyôza, muito saborosas. E já por fim umha variedade de sushi, para chupar os dedos. E para beber chá verde, viva!
Era já a segunda vez que comíamos comida japonesa, mas da outra vez nom gostara muito. Desta encantou-me. Isso sim, se vos põem wasabi com o sushi, umha pasta verde de rábano picante, tende muito cuidado, eu quase morro por colher muito, como pica!!!
Há uns dias pedim os livros que me correspondiam pola campanha Associa-te e ganha livros da AGAL. Eu já queria esses livros, de jeito que foi umha razom mais para associar-me, assim que já sabes, afilia-te! 
Já lim “Origem Certa do Farol de Alexandria”, do genial João Guisan Seixas (recomendo-vos que leiades a sua auto-biografia aqui). Um livrinho de contos precioso, do que lhe escuitara na rádio, no “Diário Cultural” da Rádio Galega, a Ugia Pedreira dizer dele que era o Principezinho da literatura galega. E, certamente, tem esse mesmo ar de livro infantil, mas que nos fai pensar aos “adultos” no neno ou nena que levamos dentro. Tudo o que lhe lim ao autor é realmente engenhoso, engraçadíssimo, dumha imaginaçom deslumbrante.
Podedes ler algo dele desde essa ligaçom que vos dei da sua “auto-ortografia”, na Biblioteca Virtual Galega.
E para que vejades um exemplo, transcrevo aqui umha “notinha” que antecede os contos, na que explica aos pequenos e pequenas que leiam o livro, o porquê está escrito como está escrito. Quiçá com esta nota, que eu nunca poderia ter escrito melhor, deveria ter começado o meu blogue: