|
A legislaçom europeia recomenda a aprendizagem dos idiomas que favorecerem laços transfronteiriços
PGL.- A Associaçom Galega da Língua (AGAL) acordou dirigir-se aos centros de ensino de todo o país para encorajá-los a demandar o português como segunda língua nos currículos dos estudantes. O pedimento baseia-se sobretudo na actual legislaçom europeia na matéria, que recomenda um «especial esforço», assinala a AGAL, «no conhecimento em todas as suas zonas, e ainda mais se estám a funcionar fortes laços transfronteiriços, da língua vizinha mais próxima geograficamente». [+...]
Para o Conselho da associaçom, a possibilidade de os galegos apreenderem a norma culta do português serviria-nos «para ajudar a rachar o processo inconsciente porém real, que faz perceber o castelhano como língua de correcçom da nossa língua galega».
A AGAL lembra aos centros de ensino do país a projecção mundial do português, «com mais falantes que o francês, oficial dos organismos internacionais e da nossa Uniom Europeia; que é a quinta língua do mundo de mais utilizaçom na internet, segundo os últimos dados dos organismos a ver com a web, por cima da língua castelhana», pondo como exemplo o facto de a versão lusófona da Wikipédia ter uns 20 mil artigos mais do que a sua equivalente hispanófona.
A mensagem que a associaçom fará chegar aos centros conclui na necessidade de encorajar o claustros e professores para «serem firmes na defesa desta oportunidade de incorporarmos a língua portuguesa ao nosso sistema de ensino».
|