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Periódico soberanista apresentará a publicaçom no seu balcom do Festigal
PGL.- Coincidindo com o Dia da Pátria, o periódico soberanista Novas da Galiza estreia um suplemento de humor de quatro páginas a toda cor, O Pasquim. A iniciativa, que conta com o suporte da Conselharia de Cultura, está coordenada polos debuxantes Suso Sanmartin e Xico Paradelo. O público poderá conhecer de primeira mao o novo suplemento no balcom do Novas da Galiza no Festigal (Cámpus Universitário Sul, Compostela), esta mesma tarde. [+...]
No primeiro número d'O Pasquim colaboram, além dos mencionados Sanmartin e Paradelo, os também debuxantes e desenhadores Bruno Ruival (responsável pola imagem da publicaçom) e Gonzalo Vilas. Os primeiros quadrinhos do recentemente criado suplemento estám centrados, como era de esperar, na crítica/sátira política, em parte conseqüência lógica de o nascimento coincidir com umha data tam significativa como o Dia da Pátria.
A equipa que contribui ao primeiro Pasquim, assim como os diferentes colaboradores confirmados para os seguintes números, acreditam na máxima de que «o humor, sao e bem entendido, começa por um mesmo». E já que «se nom sabes rir de ti mesmo nom tens direito a rir dos outros», a estreia do suplemento está dedicada a «rir de nós mesmos, nacionatas e indepes que somos», assegura Suso Sanmartin no texto de apresentaçom, na capa d'O Pasquim.
O nome
No texto de apresentaçom também se explicam as razons do nome escolhido. Etimologicamente provém do italiano Pasquino, nome com o que o povo de Roma baptizou umha velha estátua encontrada em 1501 no decurso das obras de pavimentaçom da rua e restruturaçom do Palazzo Orsini (hoje, Palazzo Braschi), e erguida na esquina da Piazza di Parione (hoje, Piazza di Pasquino) polo cardeal Oliviero Carafa.
Precisamente a estátua deu nome aos pasquins quando o torso da estátua começou a ser coberto de textos satíricos, convertendo-se no suporte ideal para a sua publicitaçom. Mais recentemente, O Pasquim é o nome do primeiro e mais influente jornal de oposiçom à ditadura militar brasileira, cuja trajectória abrange desde 1969 até 1991.
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