Carta enviada à conselheira de Sanidade
Em relação com um recente artigo no qual falava do uso de topónimos deturpados por parte da Conselharia de Sanidade, redigi a seguinte missiva para a conselheira de Sanidade, Dona María Jesús Rubio Vidal.
Excelentíssima Senhora Conselheira,
Já a começos da actual legislatura pus-me em contacto consigo para lhe fazer saber que o departamento que você dirige, além de dar amostras de um péssimo uso da nossa língua, reiteradamente utiliza toponímia deturpada. No caso que a mim atinge, no reverso do meu cartão sanitário dirigiam-me a um centro médico situado em Castro Riberas de L[ea].
Naquela altura enviei-lhe uma missiva para você ter conhecimento disto, esperando uma solução no menor tempo possível.
Passaram-se mais de três anos, e nestes dias recebi uma nova comunicação do seu departamento. Quando abri a carta comprovei que era um novo reverso para o meu cartão sanitário, e desta volta confiei em que, realmente, se tivesse solucionado o problema.
Porém, o único que se fez foi ‘completar’ o topónimo’ e agora figura um rotundo Castro Riberas de Lea, igualmente deturpado. Por segunda vez achego-lhe fotografia do meu cartão, juntamente com fotografia do avesso antigo, esperando que no menor tempo possível (desta vez sim) me dêem uma resposta aceitável e solucionem esta desagradável incidência.
Com os melhores cumprimentos, despede-se de você o cidadão [espécimen].
Santiago de Compostela, em 24 de Outubro de 2008
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[audio:261008_carta-conselheira.mp3]













e ela pode responderlle, e con razón, que vostede non escribe en galego
aínda que no do topónimo ten razón, claro
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Realmente não me pode responder isso, entre outros motivos porque lhe enviei a carta em “bilingue”, isto é, em galego internacional… e castelhano internacional da Espanha
(Tanto desta vez como da anterior).
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