Nasce em 2005 como fruito das inquedanças da mocidade limiá mais consciente e da necessidade de criarmos um espaço onde topar um jeito distinto de formular a política, em sentido amplo, como um processo que envolve todos os aspectos da vida. Um espaço de libertaçom integral, umha posta em valor do nosso recuperando o que nos identifica como País. Dotamo-nos dum Centro Social, para os protagonistas sermos nós próprios, para a soberania ser construída de abaixo para cima, para criar espaços abertos de debate, convívio e discussom. Contacto: aguilhoar@hotmail.com ![]() |
5º Aniversário da Aguilhoar. 5 anos luitando!!
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Escrito às 16:30:36 nas castegorias: Centro Social
|
|
De um tempo a esta parte, a antiga metrópole espanhola anda especialmente escozida com a soberania, nunca realmente assumida, dos territórios latino-americanos. Tudo isto com o pulo dos principais mass-média, de El País a El Mundo, de el Periódico de Catalunya ao ABC, o coral é insuportável.
A leveza com que som tratadas as questões relativas a Latino-américa só poderám ser explicáveis se enmarcadas num contexto de elevado sentimento paternalista, do pai moderado face ao filho inmaduro e egoísta. Huntington teria para mais umha maniqueia dissertaçom sobre o difusionismo cultural occidental. Acontece que, justamente, nunca antes na história da regiom latino-americana se explicitaram dinámicas sócio-políticas tam envolventes, participativas e precisamente maduras que tenhem convergido numha assunçom manifesta das respectivas soberanias nacionais e umha vontade ulterior de integraçom regional; a "Patria Grande" bolivariana, ameaça as vontades "separatistas" do capital (leia-se o caso de Santa Cruz, Bolívia), e ao mesmo tempo, onde se acovilham modelos económicos ultraliberais, como o Chile (curiosamente aplaudido como exemplo de "transiçom para a democracia") nom deixam de se porem em causa os direitos colectivos de povos como o mapuche.
A difusom do "modelo democrático" europeu, nom é mais do que umha armadilha, pois é, nem mais nem menos, o seu "modelo", sem matizes, um modelo que constringe o pluralismo político, a umha sorte de bipartidismo que em absoluto questiona relações sistémicas básicas, como a economia de mercado, o sindicalismo funcionarial ou a ideologia empresarial.
Esta mesma ideologia empresarial, tem penetrado no poder interpretativo e decisório dos mass-média onde a margem de lucros, importa bem mais do que procurar nom se afastar da realidade. Como conformadores de opiniom endeusados, som eles que ditam o bom e o mau.
No contexto latino-americano, os mass-média, particularmente os espanhóis, tenhem-se tornado em altifalantes sectários, sim sectários, só escutam quem lhes "pagar" a notícia. Apenas no último ano temos assistido espantados à: equiparaçom grosseira de golpistas e fieis ao governo constitucional das Honduras, admissom unilateral da versom colombiana, no conflito equatoriano-colombiano, aquando o governo deste último país admitira mesmo ter violado o espaço aéreo equatoriano, seica importa-se mais ir na procura de um "pressunto terrorista" do que violar leis internacionais. Interpretaçom negativa de um processo plebiscitário na Venezuela para ditar se o presidente Chávez se pudesse apresentar a reeleiçom e a calada mais vergonhenta quando quem se postular é o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de quem nom se investiga a crescente corrupçom e os casos de conivência com os para-militares.
Recentemente, uns "indicios" apresentados polo Tribunal de Ordem Pública espanhol (Audiencia Nacional), nem tam sequer qualquer prova, davam para os mass-média espanhóis, atribuírem, lesando mesmo a autoridade do presidente democrático da Venezuela, a Chávez contactos "terroristas" com a organizaçom ETA e as FARC, entretidos como estavam com a agressom directa à soberania venezuelana, tiverom ainda tempo para elevar à categoria de mártir ao delinquente Orlando Zapata em Cuba, outra diana predilecta para a "observante" imprensa espanhola, o ridículo foi mesmo espantoso, dedicaram páginas e páginas a denunciar a desatençom dos médicos cubanos, mas umha filmaçom desmontou a mentira e agora mesmo já há quem reconheça que o "preso político" Orlando Zapata seica agochava delitos de natureza bem distinta. Mas nom se arrenpenderám, nom pedirám escusas, como nom o fam com o novo diabo do cinema estatal, Willy Toledo, quem denunciou o que muitos vimos denunciando, a eterna obsessom com Cuba. Ocupa mais desagradáveis editoriais a perseguiçom a Willy Toledo, do que o fraudulento contexto eleitoral iraquiano ou a enquistada guerra no Afeganistám. Prioridades som prioridades, dirám lá.
Sempre há bons e maus, é claro, quando Chávez ordena ligar as estações de TV para um discurso institucional, é próprio de um ditador, se o fazer Tabaré Vázquez, até há uns dias presidente do Uruguai, nada dizem os equánimes jornais espanhóis.
Da Aguilhoar continuaremos a denunciar a hipocrissia e o cinismo, nom tenham qualquer dúvida. Adiante a Patria Grande!!
Escrito às 17:29:41 nas castegorias: Além-Minho e Galiza estremeira
|
|
Polémica acompanhou publicidade do Entroido 2010...
Os cartazes que anunciávam os festejos do Entroido passado continham duas infelizes surpressas,a publicidade de dous locais de exploraçom feminina com sé no concelho de Ginzo, da-se a circunstância de que num dos mesmos, é sócio umha conhecida pessoa de vila, devido aos seus lavores como "chófer" do actual alcaide limiao, Isaac Vila.
Da Aguilhoar mostramos a nossa mais enérgica repulsa por dita acçom. Aboliçom da prostituiçom já
Guarda Civil retém moço de Couso de Límia (Sandiás) por "alteraçom da ordem pública"...
O certo é que tanto ele como outros tantos faziam parte de umha comparsa ridiculista com as últimas e polémicas actuações do corpo armado espanhol. O próprio desenvolvimento do entroido, puido ver-se atingido gravemente pola teimosia e arrogância dos guardas, contodo e embora tivessem que recuar, ainda como pudemos comprovar tivérom tempo para mais um abuso de autoridade.
Lixeira descontrolada causa mal-estar na vizinhança de Morgade (Ginzo)...
À proliferaçom de lixeiras descontroladas mesmo ao redor do rio Límia e nas areeiras, acrescenta-se-lhe agora a desta paróquia próxima à capitalidade comarcal
Escrito às 17:57:29 nas castegorias: Além-Minho e Galiza estremeira
|
|
Na passada sexta-feira dia 5 de Fevereiro por volta das 19h30 decorreu no Centro Social de Vigo A Revolta umha palestra sob o mote "O Entroido na Galiza" na qual contarom com a presença de algumhas das principais personagens do entroido galego, e entre elas, como é lógico, a personagem limiá A Pantalha que foi exposta por umha delegaçom da Aguilhoar, que explicou as e aos presentes as caractrísticas principais da Pantalha, desde a sua vestimenta e o seu significado até o rol que assume no próprio entroido. Além da Pantalha, houve representantes do Merdeiro, o Cigarrom, o Peliqueiro e do entroido do Morraço.
VIVA O ENTROIDO!!!
Escrito às 13:44:43 nas castegorias: Cultura
|
|
Dúzias de limiaos riduculizam no domingo de Oleiro à Guarda Civil entre os aplausos do pessoal assistente, aproveitando o próprio jogo que o ciclo do entroido permite, como mais umha monstra de protesto após a saída de um Manifesto Contra Abuso Policial que será apresentado publicamente nas próximas semanas, a criaçom de grupos de debate nas principais redes sociais e mesmo a apariçom massiva de pintadas e colantes denunciando a situaçom.
Video do jornal "La Region"
http://www.youtube.com/watch?v=PRcsUV97v8M&feature=player_embedded
Escrito às 19:49:59 nas castegorias: outras novas
|
|
Da Aguilhoar fazemo-nos eco do manifesto que se está difundir entre os limiaos e limiás a respeito das actuaçons da Guarda Civil nos últimos messes. Encorajamos a todas e todos a assinar e difundir este manifesto e a berrar bem forte GUARDA CIVIL FORA DA GALIZA!!!!
MANIFESTO CONTRA O ABUSO POLICIAL
A vizinhança da comarca da Límia e nomeadamente de Ginzo, vimos sofrendo continuados abusos contra a liberdade de expressom, de reuniom e circulaçom, atingindo mesmo ao direito a um devido processo por parte da Guarda Civil.
Violência verbal, pressões, identificações arbitrárias, aplicaçom selectiva da lei, procedimentos policiais indevidos e por via de regra, todo o tipo de actos abusivos cometidos polos agentes do instituto armado exercendo as “suas” funções contra a povoaçom limiá, enquadrados numha campanha intimidatória que ultrapassa os límites da liberdade de expresión.
Continuas sanções contra a hostalaria local, eixo básico da maltreita economia limiá, que vam do feche de locais, presença avultada de membros do corpo, registos, cacheios desnecessários, chamadas à ordem a sanções por alteración da orden pública, eis a metodologia empregue pola Guarda Civil nos últimos meses.
Ante esta situaçom, os abaixo-assinantes achamos:
• Grosseiras e desproporcionadas estas actuacións.
• Que após reiteradas tentativas de soluom ante a cámara municipal e o próprio responsável da Guarda Civil. Sentimo-nos ultrajados e marginados polas distintas administrações.
• O silêncio administrativo parece legitimar o abuso sistemático.
• Que TOD@S visamos viver num mundo onde as regras do civismo e a tolerância, imperem por cima de qualquer umha outra consideraçom, mas isso inclui saber interpretar a proporcionalidade entre o imperio da lei e a defensa dos intereses particulares.
• Que havida conta da surdeira institucional, entendemos o protesto social como mecanismo fundamental para o exercício dos nossos direitos em democracia.
É por isso que pedimos o apoio de toda a cidadania da comarca da Límia de modo a pararmos esta insuportável situaçom que nem só está a provocar importantes perdas económicas aos estabelecimentos e locais de lecer, mas tamém umha limitaçom dos mais elementais dereitos individuais.
Basta já de abusos policiais!!!
Assina no correio manifestocontraoabusopolicial@hotmail.es
Escrito às 16:21:59 nas castegorias: Novas
|
|
Sob a ressaca do Fareleiro, festejo que inicia o ciclo do entroido na capital comarcal limiá, tivemos conhecimento de mais umha falcatruada perpetrada pola guarda civil, multa a dous cidadaos e apercebimento a um dos locais hosteleiros da vila.
A tensom é latente; conforme pudemos comprovar da Aguilhoar as conversas sucedem-se entorno ao protagonismo arrogante da guarda civil que colhe novos fôlegos com a chegada do Entroido.
Os apelos protagonizados mesmo desde a Câmara, até agora comprazente com as actuações policias, para que amainassem as actuações do corpo armado espanhol, estám pendentes de revisom pola conselharia da presidência da Junta, a qual é responsável pola regulaçom dos horários de feche em locais públicos. Entretanto, discorrem pola vila informações várias (a guarda civil nom se caracteriza pola sua transparência informativa) sobre a disposiçom a retaliar qualquer descontrolo mesmo com a presença de antidistúrbios. .
Por seu lado, parece confirmado o feche de locais (pubs) para as 3:00 horas e cafetarias para as 0:00 na cada vez mais concorrida data da sexta (venres) de Entroido. Nesta altura ainda se negocia a flexibilidade horária.
Polícias locais sancionados
Precisamente a cumplicidade de dous polícias locais com os estabelecimentos nocturnos ao darem o "chivatazo" da presença da guarda civil, foi motivo de sançom pola câmara municipal, o que fixo com que mais um colectivo se visse ultrajado e molesto com a actual situaçom, que inclui esperpênticas indicações como a obriga de as carroças do entroido levarem cinto em todo o momento.
Colantes e cartazes repudiando o abuso policial.
Umha amostra da rejeiçom cara os "jeitos" do corpo armado espanhol foi manifesto através do aprecimento de colantes e cartazes nas principais ruas da vila, sob a legenda "stop abuso policial".
À espera de maiores desenvolvimentos, da Aguilhoar queremos amostrar a nossa solidariedade com os afectados e denunciar firmemente a atitude reacionária e despótica dos uniformados espanhóis.
Notícia da Televisom de Galiza na que fai eco do mal-estar no começo do entroido em Ginzo.- http://agalegainfo.crtvg.es/videos/?emi=9406&corte=2010-01-24&hora=21:08:32&canle=tvg1
Escrito às 18:12:31 nas castegorias: Além-Minho e Galiza estremeira
|
|
Escrito às 11:28:03 nas castegorias: Novas, Além-Minho e Galiza estremeira
|
|
Escrito às 16:16:00 nas castegorias: Cultura
|
|