CENTRO SOCIAL REVOLTA
    Rua Real 12, rés-do-chão.
    Zona Velha. Vigo. Galiza.
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    Manifetaçom, GALIZA NOM SE VENDE!!

    Manifetaçom, GALIZA NOM SE VENDE!!

    11-02-08

    Terra viva e vida digna para tod@s!

    O Centro Social REVOLTA fazemos um chamamento a assistirmos à manifestaçom do próximo Domingo 17 de Fevereiro às 12:00hh na Alameda de Compostela, baixo o lema GALIZA NOM SE VENDE.

    Pedes ler o manifesto mais abaixo.

    GALIZA NOM SE VENDE!

    Aliás, disponibilizamos autocarros para acudirmos ao acto em Compostela. Os autocarros sairám o Domingo da Praça América às 9:20hh, da Estaçom Marítima às 9:30 e de Teis (perto do Mercado) às 10:00hh. Desde Bouças (pavilhom) sairá às 10:00hh Temos previsto a volta às 18:00hh de Compostela. Poderás colher o teu bilhete a um preço de 8€ nos centros sociais de Vigo.
    Mais informaçom:
    WWW:: http://galizanonsevende.org/

    O manifesto é o que segue:

    Continua:

    GALIZA NOM SE VENDE

    A nossa vida nom se entende sem o território: sobre el temos a nossa vivenda, por el nos desprazamos, del tiramos alimento e energia, nel deitamos os nossos resíduos, trabalhamos, passamos o nosso tempo de lazer… e fazemo-lo desde há séculos, nel está a nossa história.

    O território que habitamos conta com paisagens belas ou singulares e alberga, ademais, muitas outras formas de vida, acubilha biodiversidade. O território condiciona as nossas vidas, mais também temos unha cada vez maior capacidade de modificá-lo. Combinando desleixo e unha estrema ambiçom depredadora, levamos décadas destruíndo-o e justificámo-nos argumentando que é para gerar emprego, para nos desenvolver, para viver melhor… Este uso insustentável do território está destruir a paisagem e o nosso património cultural, está a empobrecer a biodiversidade, está a empiorar a nossa qualidade de vida e a hipotecar a das geraçons futuras, para, como muito, enriquecer a unha minora.

    Galiza perde populaçom ao tempo que estende o seu solo artificializado. Urbanismo caótico, infraestruturas de transporte irracionais, piscifactorias, campos de golfe, portos desportivos, barragens, parques eólicos indiscriminados, passeios marítimos e fluviais rígidos, recheios, mono-cultivos de espécies exóticas e invasoras, nulo respeito polas figuras de protecçom ambiental e os espaços naturais protegidos… tenhem unha cousa em comum: a inexistência dum ordenamento territorial ecologicamente sustentável e socialmente justo. Estamos a atingir um elevado nível de destruiçom do território, mais ainda temos capacidade para reagir.

    Ainda é possível desenhar e desenvolver unha política de ordenamento territorial guiada pola sustentabilidade ecológica e a justiça social: que respeite a paisagem e o património, que nos permita conviver cumha rica biodiversidade, que melhore a nossa qualidade de vida sem hipotecar a das geraçons futuras. Sabemos que a geraçom de emprego de qualidade, o aceso a umha vivenda digna e o gozo do nosso tempo de lazer nom é incompatível com a sustentabilidade, senom todo o contrário, e por isso demandamos um imediato cámbio de rumo.

    Somos cada vez máis as organizaçons e pessoas que demandamos este cámbio e trabalhamos por el desde diferentes ámbitos. Porque o mundo nom está à venda e Galiza também nom. Porque as pessoas e o ambiente devem estar por riba do lucro. Porque é imprescindível desenhar e implementar já um ordenamento territorial baseado na sustentabilidade ecológica e a justiça social. Porque para isto é necessária umha cidadania forte e auto-organizada que sensibilize, pressione e achegue alternativas.

    Terra viva e vida digna para tod@s!

    MAIS INFORMAÇOM:
    WWW:: http://galizanonsevende.org/

    Escrito às 21:45:43 nas castegorias: MEIO NATURAL
    por csrevolta Email , 577 palavras, 222 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!

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