Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º-C
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10
Palestra
O vindouro dia 3 de Novembro, terça-feira (martes), Miguel Barros Puente intervirá dentro do ciclo, Economia, História, e Realidade Social. A sua palestra versará sobre a figura de Ramón Piñeiro e intitula-se: Umha leitura revisionista do Nacionalismo.
Miguel Barros é professor de educaçom primaria e licenciado em ciências políticas. Actualmente é Presidente de Promoçons Culturais Galegas, empresa editora do semanário “A nosa Terra”, e membro do conselho de administraçom do “Xornal de Galícia”. Foi um dos fundadores do Movimento de Mestres de Ponte-Vedra, que espertou a mobilizaçom social do magistério nos anos finais do franquismo. Exerceu como. Foi militante do PSOE até 2006, e um dos líderes do sector galeguista do PSdeG, assim mesmo foi deputado no Parlamento de Galiza(1981-1993), também foi concelheiro na cidade de Vigo. A sua obra “Ramón Piñeiro e a revisión do nacionalismo” é o estudo mais complexo na procura dum retrato ideológico de Ramón Piñeiro e da compreensom da sua acçom política.
Dia: 03 de Novembro do 2009 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande – A Corunha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho
Dentro do ciclo “Língua, Literatura e Naçom” organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho, a Professora da Universidade d’A Corunha, Pilar Garcia Negro pronunciou umha interessante conferência o passado dia 27 de Outubro de 2009 sobre : O idioma em crise: Alternativas.
Encetou a palestra a partires de três anedotas vividas por ela mesma. Ilustrou no começo como num cartaz acarom dumha fervença no rio Gieira na bisbarra do Barbanza estava escrevido “Mirador” sobre o mesmo gravaram Miradoiro, Esta reivindicaçom do galego foi contestada com a pintada: This’s Spain. O resto das anedotas expressavam tam nídio como esta primeira a situaçom colonial assumida por gentes do País constructora da miséria no senso de auto-repressom, que o indicador mais salientável do êxito da política achandora da nossa cultura e da nossa identidade.
A conferencista continuou a sua análise mostrando como esses poderes excludentes que desde o século XIX afondárom na política de extermínio da nossa Língua
Ao findar a conferencia houve um interessante colóquio entre os assistentes.
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º-C
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10
Palestra
O vindouro dia 27 de Outubro, terça-feira (martes), a Professora da Universidade d’A Corunha, Pilar Garcia Negro falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: O idioma em crise: Alternativas.
A professora Pilar Garcia Negro tem intervido em numerosos simpósios e congressos nacionais e internacionais sobre sociolingüística, línguas europeias nom normalizadas, literatura galega e feminismo, e publicado ediçons e estudos sobre diversos autores galegos. No curso 1979-1980, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro, publica, n’A Nosa Terra, a secçom “Lecçons de Literatura e de Língua". Além de neste semanário, tem colaborado noutras publicaçons periódicas galegas, portuguesas, euzkaldunas, catalás e espanholas. É militante do movimento nacionalista desde 1975-1976. Foi deputada polo B.N.G. no Parlamento Galego, de 1989 a 2003
Posúe umha abondosa obra publicada, da que sublinhamos:
O Ensino da Língua: Por um cambio de rumo, em colaboraçom com Xosé Mª Dobarro
Sempre em galego
Poesia galega de Valentin Lamas Carvajal
Direitos linguisticos e controle político
Rosália de Castro. El caballero de las botas azules
É co-fundadora do Comité espanhol do Bureau Européen pour les langues moins répandues e delegada do mesmo, na Galiza, de 1985 a 1990. Também é membro de Conselhos de redacçom de diversas revistas, entre as que ressaltamos: Altres nacions, da Revista de Filoloxía da Universidade da Corunha, Terra e Tempo.
Dia: 27 de Outubro do 2009 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande – A Corunha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho
Francisco Rodríguez: LÍNGUA E TRANSFORMAÇOM SOCIAL
Numha sala lotada de público e após umha sucinta apresentaçom a cargo do presidente da nossa associaçom, Rodríguez Pardo, tomava a palavra o histórico dirigente nacionalista Francisco Rodrigues. A palestra, inserida dentro do ciclo Língua, literatura e naçom, decorreu como é habitual na sala de conferências por parte dos assistentes.
Francisco Rodríguez começou por agradecer o convite ao Facho e informou de que, a seguir, ia fazer umha aproximaçom esquemática e clara sobre a situaçom da língua a nível social em ligaçom com a realidade sócio-política galega.
Rodrigues assinalou que por primeira vez se estavam a produzir discursos muito agressivos contra o nosso idioma. Discursos fabricados em Madrid, exportados directamente à Galiza, e que demonstram a “involuçom democrática que está a sofrer o Estado espanhol”, sublinhou. Aliás, analisou as diferentes repercussons que estes ataques tenhem nas distintas naçons sem estado. Assim, enquanto na Catalunha os discursos fanáticos se topan com o guardachuva da classe meia catalá e de 30 anos de política linguística, na Galiza espalham-se à vontade. “Na Galiza nom houvo política linguística”, afirmou o secretário geral da UPG. Em relaçom às políticas em matéria de língua que levou avante o bipartido dixo que “o PP destruiu mais umha intençom do que umha realidade” daí que qualificara as acçons galegófobas da direita espanhola como “desproporcionadas”. “Hoje nom é possível o monolinguismo em galego, ligas a umha companhia telefónica ou de avions e nom podes falar galego. Todos temos certo comportamento diglóssico” advertiu Rodrigues com preocupaçom após fazer fincapé no alarmente retrocesso do galego, tal e como tenhem reflectido distintos organismos nacionais e internacionais como as universidades galegas ou a UNESCO. “Agora já há alguns que se atrevem a defender burradas como que o galego nom é a única língua própria da Galiza” exclamou. Tampouco se esqueceu do topónimo da Corunha. Mostrou a sua indignaçom polo facto de que personalidades que exercem cargos públicos podam desobedecer as leis, “imaginades que qualquer de nós nom obedecesse a decissom de um juiz, acusariam-nos de desacato!”.
Liberdade ou imposiçom?
Também dissertou o político ferrolano sobre a falsa polémica da livre escolha de língua. “Ningumha língua normal se escolhe. Um menino andaluz nom escolhe falar essa variante do castelhano, vem-lhe dada. Falar de liberdade em termos linguísticos é absurdo” reflexionou. Para além disto, salientou o facto de na Galiza estar todo determinado para que o povo fale espanhol, desde os meios de comunicaçom até a etiquetagem, todo está nessa língua. “A língua é um fenómeno social nom individual e quando há problemas linguísticos estes precisam de soluçons sociais” acrescentou.
Após umha revisom rápida da história da língua galego-portuguesa, o militante do BNG sentenciou, “nos dias de hoje, umha Galiza sem galego é possível, ora bem, umha Galiza sem espanhol nom. Por tanto, qualquer democrata espanhol deveria despreocuparse pola situaçom do espanhol na Galiza”.
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.
Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:
1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.
2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.
3) Toda a acçom política de Feijoo, “Habichuela” , e os seus “mariachis” cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.
4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de “Habichuela” e os seus “mariachis” violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.
5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.
Na cidade d’A Corunha 01 de Outubro 2009
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadáns frente às agressons contra a Cultura e a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza para delir a nossa identidade de Naçom na paranóia neo-fascista da FAES.
Ante esta afronta O Facho demanda aos cidadáns galegos a se manifestar às 12 a.m. do dia 18 de Outubro na Alameda de Compostela por:
1) O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defessa da Língua Galega e contra a política etnocida que os responsáveis políticos da Junta de Galiza estám a realizar contra a Língua e a Cultura Galega.
2) A Língua constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom. A derogaçom do Decreto 124/2007 retrotrai-nos ao mais râncio franquismo co que o actual Governo da Junta tem múltiples canles manifestos e soterrados de comunicaçom.
3) Toda a acçom política de Feijoo, “Habichuela” , e os seus “mariachis” cara ao nosso País (Educaçom, Cultura, Deportes, Industria, etc...) supom um passo mais na política de repressom, empobrecimento e marginaçom da nossa Naçom, e na expoliaçom das classes populares e cidadania galega.
4) O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, toda a política actual de “Habichuela” e os seus “mariachis” violenta e conculca o Estatuto de Autonomia.
5) Depois de séculos de persecuçom e de escárnio dos falantes galegos - à vez que se geravam políticas de extirpaçom da Língua Galega tanto por parte do Estado, da Eireja, e doutras Instituçons- ; o actual governo da Junta fai sua esta política de violentaçom e etnocidio contra o povo galego para tentar delir a nossa identidade de Naçom, mostrando umha vez mais as suas fundas raigames no fascismo e no clericalismo constituintes do Movimento franquista.
Na cidade d’A Corunha 01 de Outubro 2009
Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2009-10
Palestra
O dia 13 de Outubro, terça-feira (martes), A Agrupaçom Cultural O Facho dentro do ciclo “Língua, Literatura e Naçom” participará o reconhecido político e intelectual Francisco Rodríguez Sánchez. A sua palestra versará sobre: “Língua e Transformaçom Social”
Francisco Rodríguez Sánchez, foi um dos impulsores da criaçom e dinamizaçom de organizaçons sindicais e políticas como INTG e BNG. Actualmente é Secretario Geral da U.P.G., membro da Permanente do Bloque Nacionalista Galego e do Conselho Nacional do BNG. Também participou como deputado do Parlamento Galego e nas Cortes Espanholas como membro do Bloque Nacionalista Galego.
É autor de diversas obras, trabalhos e artigos, relacionados com a cultura e a realidade galega dende um compromisso com a Naçom Galega. Entre os seus trabalhos de história, crítica literária y sociolingüística, cabe destacar A evolución ideolóxica de Manuel Curros Enríquez (1974), Conflicto lingüistico e ideoloxía en Galiza (1976), Análise sociolóxica da obra de Rosalía Castro (1988), O desacougo da nación negada, Eduardo Blanco Amor (1994).
Acto: Dia: 13 de Outubro - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galicia
Cantom Grande – A Corunha
Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963 . Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha.
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Rua: Federico Tapia 12-1º
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