Semana das Letras Galegas

Semana das Letras Galegas

14-05-2008

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Convidamo-vos assistir

O Facho com o galho da Semana das Letras Galegas manifesta a sua adesom a mesma convocando os seguintes actos:

Dia 14, quarta-feira, manhá
As doze (12 h.) da manhá oferenda floral no monumento a Curros Enríquez nos jardins de Méndez Nuñez da Corunha.
Comunicaçom da resoluçom do Concurso de contos de nenos “Carlos Casares”

Dia 14, quarta-feira, serám
Conferencia sobre a figura de Xosé M. Álvares Blázquez. As oito (8 h) do serám na Fundaçom Caixa-Galiza, Cantons da Corunha polo escritor e ensaísta, Celso Álvares Cáccamo, Doutor e Professor de Linguística na Universidade da Corunha e filho de Xosé María Álvarez Bláquez, escritor homenageado este ano no dia das Letras Galegas.

Dia 15, quinta-feira, serám
As oito (8 h.) do serám na Casa Museu “Casares Quiroga”, rua Panadeiras, n.º 12 da Corunha, inauguraçom da exposiçom de fotografia “5 Olhadas com presbitia” do Obradoiro de fotografia d’O Facho, baixo a direcçom do fotografo e professor Peter Scheider. A mostra estará aberta desde 14 até o 31 de Maio.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Desde o ano 1963 existe a Agrupaçom Cultural O Facho. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Harguindey, Salgueiro, e Carneiro. É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadãos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.

O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defessa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussões políticas que se podia fazer. A defessa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d’O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.

Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua. Estes cursos tivérom umha importáncia moi grande na Corunha. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade “bem pensante”, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarelhos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários, o grupo de teatro foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...)

Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste.

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