Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
Com o objectivo de recuperar os prémios literários que desde os anos sessenta convocou O FACHO e nos que participárom ou ganhárom muitos dos escritores e escritoras que hoje fam possível com a sua obra umha literatura galega de qualidade e de grande importância nas letras universais, convocou-se XL Concurso Literário de Contos de Nenos baixo o nome de Carlos Casares em afectuosa homenagem ao primeiro ganhador do Certame de Literatura Infantil no ano 1968 com a sua formosa obra “A galinha azul” que acadaria a honra de ter sido o fito fundacional da bem viçosa Literatura Infantil e Juvenil Galega contemporánea.
O júri formado polos escritores Xosé Manuel Martínez Oca e Xabier P. Decampo e Soledade González Maside membro da Agrupaçom Cultural O FACHO, resolveu o seguinte:
A).- Declarar deserto o prémio para a Categoría A (Nenos e nenas de 6 a 8 anos)
.- Premios da Categoría B (Nenos e nenas de 9 a 12 anos)
Primeiro prémio: “ O Sapo Saltón” de Iria Esperón Abril.
Aluna de 5ºcurso no CEIP Banho da Xanza
Valga- Pontevedra
Segundo prémio: ”A Avoa e eu” de Lorena Barrera López
Aluna do CEIP Vista Alegre
Burela- Lugo
C).- Premios da categoría C. (Rapaces e rapazas de 13 a 16 anos)
Primeiro prémio: “A Caza da Quimera” de Brais Lamela Gómez
Aluno de IES Basanta Silva
Vilalba-Lugo
Segundo prémio: “Narco” de Noelia Toja Mañón
Aluna do CPI de Zás
Zas- A Corunha
Parabéns a todos os ganhadores.
A Corunha a catorze de Maio de 2008.
Entrega de prémios. A Corunha a 23 de Maio de 2008

Iria Esperón Abril, primeiro premio categoría B
Brais Lamela Gómez, primeiro prémio categoría C
Noelia Toja Mallón, segundo prémio categoría C
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Desde o ano 1963 existe a Agrupaçom Cultural O Facho. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Harguindey, Salgueiro, e Carneiro. É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadãos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.
O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defessa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussões políticas que se podia fazer. A defessa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d’O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua. Estes cursos tivérom umha importáncia moi grande na Corunha. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade “bem pensante”, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarelhos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários, o grupo de teatro foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...)
Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste.