Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Federico Tapia 12-1º
15005 A Corunha
Foi um grande sucesso a entrega dos prémios do XL Concurso Literário de Contos de Nenos ” Carlos Casares” convocado polo Facho. O acto celebrou-se às 7 da tardinha do dia 23 de Maio 2008.
Depois de umha curta apresentaçom por parte do Presidente d’O Facho, José Luís Rodrigues Pardo, onde destacou a importância que a gente nova escreva na língua própria do País e a vez demandar-lhes a que nom abandonem a escritura, onde eles derom provas de capacidade e criatividade. De seguido o júri formado polos escritores Xosé Manuel Martínez Oca, Xabier P. Docampo e o membro da nossa Agrupaçom Soledade González Maside, fizérom entrega dos prémios com os seus correspondentes diplomas aos novíssimos escritores:
Categoria B ( Nenos e nenas de 9 a 12 anos)
Primeiro prémio: “ O sapo saltón” de Iria Esperón Abril. Aluna de 5ºcurso no CEIP Banho da Xanza. Valga
Categoria C ( Rapaces e raparigas de 13 a 16 anos)
Primeiro prémio: “A Caza da Quimera” de Brais Lamela Gómez. Aluno do IES Basanta Silva. Vilalba
Segundo prémio: “Narco” de Noelia Toja Mañon. Aluna do CPI de Zás. Zás
O Segundo prémio: “ A avoa e eu” de Lorena Barrera López. Aluna do CEIP Vista Alegre. Burela nom puído acudir ao evento polo que o seu prémio será-lhe enviado por correio.
Iria Esperón Abril
Brais Lamela Gómez
Noelia Toja Mallón
José Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho
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Desde o ano 1963 existe a Agrupaçom Cultural O Facho. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Harguindey, Salgueiro, e Carneiro. É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadãos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.
O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defessa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussões políticas que se podia fazer. A defessa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d’O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua. Estes cursos tivérom umha importáncia moi grande na Corunha. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade “bem pensante”, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarelhos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários, o grupo de teatro foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...)
Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste.