GALIZA, O BERÇE DOS CELTAS ATLÁNTICOS

GALIZA, O BERÇE DOS CELTAS ATLÁNTICOS

30-01-2009

O etnógrafo e arqueólogo André Pena Graña pronunciou umha animada e mui interessante conferência o passado dia 27 de Janeiro de 2009 sobre : Galiza, o berço dos celtas da Europa atlântica. ( Brigantia, Breogam, Berobreo e Hércules. Olhando trás-a lenda) dentro do ciclo ?Economia, História, e Realidade Social? organizado pola Agrupaçom Cultural O Facho
Pena Graña, principiou a sua palestra afirmando que a cultura celta tinha como origem nos contrafortes dos Alpes é umha falácia como bem veu em demostrar a genética de povoaçom que estuda a dinâmica de povoaçom. Há uns 20.000 anos fugindo da do gelo toda a povoaçom da Europa abrigou-se no N.O. peninsular, e quando mencionamos toda a povoaçom, falamos de homens, animais e plantas, porque no gelo nom medra nada. Este assentamento durou uns 10.000 anos, quando já tinham instituçons de governo e poder e sabiam cultivar, ao se iniciar o degelo graças a corrente marinha do Golfo de México, as primeiras terras que se descongelam som as de Irlanda e inicia-se a dispersom; o que da nascimento a grande emigraçom celta e nasce a via de cultura atlântica. Todo o actual sistema indo-europeu é devedor do Atlântico.
Quando há uns anos na Universidade de Oxford fam um estudo genético da povoaçom actual de Inglaterra, atopam-se que o 90% do seu material é o mesmo que o existente na Galiza, Este achado nom é umha novidade, o Doutor Anxo Carracedo uns dos maiores geneticista do mundo já tinha chegado a mesma conclusom.

Posteriormente através de imagens mostrou diversas estelas funerárias atopadas na Galiza onde a sua escrita gravada na pedra afirma a pertença do morto e da família a umha tribo celta. Entom a pergunta que surge é o porquê dessa teimuda negaçom que na Galiza, no N.O. peninsular, houvo umha cultura céltica. Nom podemos esqueçer que nada mais findar a guerra do 36 criou-se umha política cultural deliberada para negar, ocultar, e as vezes destruir, toda a investigaçom levada a cabo pola Geraçom Nós. Negar a identidade própria dos galegos e da Galiza foi umha razom de Estado.

* * *

Caro Alberte agradecería que me puxeras esto ao pe da charla

?Estive escutando a minha charla, e quedeime a cadros. Doume conta de que ou meu ?Alzeimer?, cando uso ou direto, xógame más passadas.

Digo que as aras-estela de Donón são Ataudes ?quando quereria dizer que adotam uma forma do mundo funerario (recorrendo ao simil do ataude para que o público geral o entenda), situo a Filipe III e a Vazquez de Orxás não século XVIII (quando o licenciado Pedro Vázquez de Orjás, que Deus aja, obtém seu Real Cédula de Felipe III em 1609. Também digo que na Galiza há 500 lugares, quando o que quero dizer é que há 500 lugares chamados Quintá, etc, etc, etc, etc...
Por outra parte aos que non me conhecem lhes comvem saber que quando coloquialmente digo ?três mil? ou ?cinco mil?, sem mais pretensão, só pretendo dizer ?muitos?...

Os que me conhecem sabem que tenho tendência a me precipitar quando falo, mas tento a precisão quando escrevo. De modo que aos audientes rogo-lhes, da sua bondade, que tomem o que digo a título ilustratívo, e que desculpem os meus imprecisiones e lapsus (chamar fosterage -sistema de jefatura familiar que estudo com freqüência- ao sistema da copropiedad ou condominio, fintiu -do que tenho escrito longo e tendido-).

Em fim rogo-lhes -atendendo a que falava sem guião e a toda velocidade para passar, ante um público generalista- em uma hora mais de 90 diapositivas ? e uma imagem vale mais que mil palavras, que desculpem meus anacolutos, minhas confusões, minhas imprecisiones.

Quedense os ouvintes não com o detalhe, não com as pacotillas, senão com o espírito da charla e desculpem meus erros e imprecisiones.

Também peço desculpas se no calor da exposição pude ter cometido, sem dúvida por descuido, com alguma pessoa ou instituição alguma ligereza, e à associação O Facho.

Graças.

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2 comentários

Comentário de: koroshiya [Visitante]
koroshiya

Se alguem fala com Andre, para explicar o significado da cruz e muitas outra questoes relacionadas tem que mirar isto:

http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906

entre os minutos 13:30 e 40:30

31-01-2009 @ 10:52
Comentário de: André Pena Graña [Visitante]
André Pena Graña

Estive escutando a minha charla, e quedeime a cadros. Doume conta de que ou meu ?Alzeimer?, cando uso ou direto, xógame más passadas.

Digo que as aras-estela de Donón são Ataudes ?quando quereria dizer que adotam uma forma do mundo funerario (recorrendo ao simil do ataude para que o público geral o entenda), situo a Filipe III e a Vazquez de Orxás não século XVIII (quando o licenciado Pedro Vázquez de Orjás, que Deus aja, obtém seu Real Cédula de Felipe III em 1609. Também digo que na Galiza há 500 lugares, quando o que quero dizer é que há 500 lugares chamados Quintá, etc, etc, etc, etc…
Por outra parte aos que non me conhecem lhes comvem saber que quando coloquialmente digo ?três mil? ou ?cinco mil?, sem mais pretensão, só pretendo dizer ?muitos?…

Os que me conhecem sabem que tenho tendência a me precipitar quando falo, mas tento a precisão quando escrevo. De modo que aos audientes rogo-lhes, da sua bondade, que tomem o que digo a título ilustratívo, e que desculpem os meus imprecisiones e lapsus (chamar fosterage -sistema de jefatura familiar que estudo com freqüência- ao sistema da copropiedad ou condominio, fintiu -do que tenho escrito longo e tendido-).

Em fim rogo-lhes -atendendo a que falava sem guião e a toda velocidade para passar, ante um público generalista- em uma hora mais de 90 diapositivas ? e uma imagem vale mais que mil palavras, que desculpem meus anacolutos, minhas confusões, minhas imprecisiones.
Quedense os ouvintes não com o detalhe, não com as pacotillas, senão com o espírito da charla e desculpem meus erros e imprecisiones.
Também peço desculpas se no calor da exposição pude ter cometido, sem dúvida por descuido, com alguma pessoa ou instituição alguma ligereza, e à associação O Facho.
Graças.

Um saúdo enorme de André Pena

05-02-2009 @ 12:40

Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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